Tag Archives: Enes Kanter

Bulls vencem em Orlando (e outras da Liga)

Poucos minutos antes de ter escrito esta crónica, assistir a mais uma vitória de Chicago. Nesta madrugada, os Bulls bateram de forma sensacional os Toronto Raptors, numa partida em que estiveram a perder durante 3 períodos.

Na terça-feira, os Bulls foram sensacionais ao derrotar os Orlando Magic (3º da conferência este com um score de 30-18) por 85-59. Numa altura em que se tem criticado a equipa de Chicago por estar sistematicamente a lamentar-se com as ausências de Derrick Rose e quando se aproxima o jogo de sábado frente ao líder do Oeste (Oklahoma City Thunder) em que Rose não irá marcar presença (ausência praticamente confirmada pelo departamento médico dos Bulls) Chicago tem mais uma resposta colectiva sensacional em Orlando, vulgarizando Dwight Howard e os seus Magic.

Howard, que recentemente extendeu por mais uma época o seu contrato com Orlando, olhava apreensivo do banco de suplentes para a sua equipa. Não era para menos, Chicago dominou em todos os aspectos do jogo e fez com que os Magic não conseguissem ultrapassar os 20 pontos de pontuação em cada parcial. O melhor parcial que Orlando conseguiu foi um magro 15-12 no 3º período.

Do lado dos toiros, grande exibição para Carlos Boozer. Boozer está a jogar muito bem. Mais seguro na hora de atirar. No jogo contra Orlando atirou de todos os cantos e feitios e saiu-me muito bem com 24 pontos resultantes de 12 lançamentos em 18 tentativas. É raro ver um Boozer a lançar tanto, a lançar de longe e a lançar com tanta eficácia. O 2º jogador em destaque foi John Lucas. O base voltou a saltar do banco (quando Rose e Hamilton estão em campo Lucas não salta do banco a não ser nos minutos finais se a equipa estiver a ganhar por larga vantagem) e voltou a fazer estragos. Lucas está a aproveitar a ausência dos bases para ganhar o seu espaço na rotação. Contra Orlando, o base fez 20 pontos resultantes de um belíssimo e eficaz 8-13 em lançamentos de campo onde 4 dos 8 certeiros foram de 3 pontos. Luol Deng também fez 14 pontos, mas continua a ser uma pontuação algo escassa para o 2º melhor da equipa de Chicago.

Desengane-se quem pensa que Dwight Howard teve um dia para esquecer. O poste tentou levar (como sempre) a sua equipa às costas. Fez 18 pontos e 12 ressaltos. Mesmo perante a oposição de Boozer (13 ressaltos) Gibson e Asik (8 ressaltos cada).  Esteve muito eficaz com 8 em 12 em lançamentos de campo. No entanto apanhou uma das melhores atitudes defensivas dos Bulls do ano, o que inclusive levou a ESPN a passar muitas vezes imagens defensivas dos Bulls com os seus comentadores a dizer que esta defesa dos Bulls é provavelmente uma das melhores senão a melhor da história da NBA. E tem toda a razão, pois confesso que desde que sigo a NBA a sério (2001) nunca vi uma equipa defender de forma tão severa e ao mesmo tempo tão eficaz. Howard esteve bastante desacompanhado na partida: apenas Ryan Anderson conseguiu passar a barreira dos dois digitos de pontos. Fraquíssimas exibições por parte de Jameer Nelson e Hedo Turkoglu.

A equipa de Orlando lançou muito em mal. Enquanto os Bulls embalados por Boozer e Lucas obtiveram um score de 35 lançamentos em 79 tentativas (incluíndo um razoável registo de 7-18 em triplos) a equipa de Orlando lançou muito e mal, obtendo um score de 24-68 em lançamentos de campo (4-20 em triplos). A juntar ao fraco desempenho de tiro, Orlando cometeu 19 turnovers contra os 16 de Chicago. Tenho visto muito jogos esta época e fico com a sensação que as equipas (na globalidade) andam a cometer mais turnovers que o habitual.

Mais uma vez se viu algo em Chicago que denota melhoria em relação ao ano passado. Acabaram-se os ataques em que os bases não trabalham as jogadas. Quero com isto dizer as situações de jogo frequentes na época passada em que Rose ou Watson chegavam ao ataque e em vez de pensar plataformas de ataque, optavam pelo ataque rapido ao cesto. Actualmente vejo uma equipa dos Bulls que demora mais tempo a atacar mas que consegue delinear as jogadas de forma correcta, optando por soluções de passe até se encontrar um jogador livre para lançar. O jogo interior também tem ganho muita expressão com esta eficácia de Boozer e com a bravura de Joakim Noah.

Outros jogos da Liga:

Wade (31 pontos) e Bosh (23 pontos) afundaram o rival do Estado da Flórida no dia anterior a Chicago.

No Staples Center, a equipa de Utah continua a fazer pela vida na tentativa de chegar aos playoffs. Os Lakers tiveram uma prestação para esquecer e sofreram um pouco com a súbita queda de forma do seu líder Kobe Bryant. Bryant teve um jogo para esquecer com 3 lançamentos de campo em 20 tentativas. Brilharam Bynum (33 pontos e 11 ressaltos) e Gasol com 18 pontos e 10 ressaltos. Daí que nos últimos dias se tenha feito a piada que os Lakers vencerão mais jogos se Bryant resolver passar a bola a Gasol e Bynum.

Os Jazz começam a lutar contra o tempo para chegarem aos playoffs. A equipa de Salt Lake City está na 9ª posição do Oeste com um score de 24-22, apenas a um jogo dos playoffs pois Houston tem um score de 25-22. Em Los Angeles, brindaram-nos com mais uma exibição colectiva: Paul Millsap (é o grande líder desta equipa) fez 24 pontos, 9 ressaltos e 5 assistências, Josh Howard, Derrick Favors e Devin Harris fizeram 12 pontos e do banco saltaram os inspirados Hayward e Enes Kanter (finalmente) com 17 pontos respectivamente.

Jogo fraco em Atlanta onde a excelente carreira de tiro de Joe Johnson foi insuficiente para travar o jogo colectivo de Boston. Prometem-se bons e duros playoffs para as duas equipas caso se encontrem na 1ª ronda.

Jogo para Dirk Nowitzky brilhar (33 pontos). Arron Afflalo também fez uma excelente exibição por parte dos Nuggets (24) mas a noite seria do Alemão, que, perante a aproximação dos playoffs está a aumentar o ritmo da pastilha e está a tornar-se cada vez mais certeiro. Bom sinal para os Mavs.

Os Rockets continuaram a maldição dos Lakers. Bryant voltou a não passar a bola e fez 10-27 em lançamentos de campo. Mesmo assim marcou 29 pontos. Se os tivesse acertado todos (incluíndo lances livres) o extremo poderia ter feito algo como 68 pontos. Pau Gasol fez 16 pontos mas os Lakers estiveram muito mal defensivamente.

Na presença de Yao Ming (ainda não se sabe se voltará à competição) foi o seu colega de posto Luis Scola (está a fazer uma grande época; já vi Scola por várias vezes a pegar na bola na linha de lance livre e a levar toda a gente atrelada a ele até ao cesto!) a brilhar com 23 pontos. Quem também brilhou foi o base suplente Courtney Lee com 23 pontos. Lee subiu a titular graças à lesão temporária de Kevin Martin, outra das estrelas dos Rockets. Quem também está em destaque em Houston é o base esloveno Goran Dragic. Este esloveno fez 16 pontos e 13 assistências.

Outras da Liga:

Ainda as trocas.

Depois de expirado o período legal para trocas,

Na sexta-feira, Cleveland que tinha recebido Jason Kapono de Los Angeles na troca Ramon Sessions decidiu despedir o extremo. O antigo rei dos triplos da NBA deverá decerto rumar à Europa ou esperar que alguém o contrate de forma livre até aos playoffs, dado que é possível contratar atletas livres até ao final da fase regular.

No sábado Denver assinou por 5 anos com Wilson Chandler. O antigo jogador dos Knicks, que já tinha actuado em Denver na época passada  vem reforçar em muito o shooting da equipa do Nevada. Chandler é conhecido por ser um jogador que se perdeu pelos seus péssimos hábitos. Há uns meses atrás foi inclusivamente detido em Nova Iorque por ter sido apanhado a fumar marijuana dentro de um Hummer, o que motivou o seu despedimento dos Nuggets. Na 4ª época na Liga, Chandler conseguiu atingir o seu ponto auge em 2010\2011 ao serviço dos Knicks onde em 51 jogos conseguiu uma média pontual de 16.4. Entretanto seria trocado para Denver no pacote por Carmelo Anthony.

Satisfeitos com o voador Gerald Green (média pontual de 11 em 12 jogos pelos Nets) a equipa de New Jersey decidiu oferecer um contrato a este jogador de 4ª temporada que andava intermitente entre a NBA e a D-League. Green tem aqui a sua oportunidade para se estabelecer de vez na Liga depois de passagens por Boston, Houston, Dallas e pela Europa.

Na segunda-feira, Houston despediu Derek Fischer. O veterano base tinha vindo de LA. Houston não o quis e Fischer foi assinar por Oklahoma City. Não servia para os Lakers. Vai agora reforçar a equipa com melhor score no Oeste e ajudar a colmatar um défice que os Thunder tem tido pela falta de um base que faça exclusivamente transporte de bola.

Na terça-feira, Andrés Nocioni foi despedido por Philadelphia. O argentino deverá despedir-se da Liga para voltar à Liga Argentina, desejo que já era público do jogador depois de ter jogado no Peñarol de Mar de Plata durante o lock-out. Nocioni despede-se da competição depois de várias épocas interessantes em Chicago e Sacramento.

No mesmo dia, Memphis contratou Gilbert Arenas. Reforço para playoffs, mais pela experiência do que pelo aumento de mais-valia que trás à equipa do Tenessee. Arenas já foi All-Star mas há muitos anos que se arrasta pela liga em virtude de uma grave lesão que sofreu ainda ao serviço dos Wizards.

Hoje, Miami contratou o Francês Ronny Turiaf. Washington tinha trocado o jogador com Denver no pacote Nênê e McGee. Denver não assumiu o jogador e ele agora vai parar a Miami.

O mítico e inconfundível. Cada vez mais pançudo. Entra sempre para fazer o seu cestinho da ordem e para por o United Center de Chicago ao rubro. All-Star da Mine e dos tremoços.

Para quem não o conhece, disfarça bem. Por vezes dou por mim a ver Nova Iorque e a pensar que no fim de contas estou a ver Miami, tantas são as vezes que as movimentações do Melo são iguais às do LeBron e que a bola tem cola nas suas mãos e não sai para as mãos de mais ninguém.

Só de uma noite de bebedeira é que Michael Jordan se poderia ter lembrado de comprar os Bobcats. Ou então a Nike não lhe pagou honorários suficientes da sua linha de sapatilhas para comprar os Bulls.

Desde que Jordan tomou posse como proprietário dos Bobcats que a equipa do seu estado natal nunca mais voltou a ser a mesma. Pela Negativa. Os Bobcats continuam no seu mundinho à parte, a levar tareia após tareia. 7-37 é mau demais para ser verdade.

Pior que isso foi o acordo que os Bobcats fizeram com Boris Diaw. Um dos seus melhores jogadores decidiu em conjunto com a equipa terminar o seu contrato para poder assinar livremente com outra equipa do NBA. Bulls poderão ser um lugar para o veterano francês. Isto se exonerar a 1st pick de draft que Charlotte deve a Chicago pela transferência de Tyrus Thomas. Mas duvido que Chicago pretenda fazer esses acordos.

Cena muito feia em Sacramento. Com Rubio no estaleiro até ao final da época, começam-se a esfumar as hipóteses de Kevin Love e dos Minnesota Timberwolves em conseguirem os playoffs. Love começa a perder a paciência com os seus colegas de equipa. Depois de uma discussão com Barea no banco de suplentes na derrota contra os homens do Óregon, Love e Barea chegaram a vias de facto, tendo que ser afastados pelos colegas.

O base porto-riquenho já se deverá ter arrependido do facto de ter trocado Dallas por Minnesota.

No jogo desta madrugada contra Chicago, em honra das forças armadas Norte-Americanas e Canadianas os Toronto Raptors decidiram usar um uniforme verde camuflado.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

pelas nbas

Há uma equipa lá para os lados de Chicago a dominar a conferência este e a calar a fanfarronice de LeBrons e companhias…

12 vitórias e 2 derrotas nos primeiros 14 jogos fazem do 1º mês da Liga um arranque de sonho por parte dos Bulls, que apesar da sua bipolaridade ao nível de jogo conseguem levar o barco a bom porto no fim de quase todas as partidas. Apenas Atlanta (com todo o mérito; já tinham ameaçado em Chicago e acabaram por vencer categoricamente no Alabama) e Golden State conseguiram bater os Bulls.

Na Sexta-Feira vitória concludente em Boston perante uns Celtics que ainda andam à procura do seu melhor basquetebol.

No jogo do TD Garden, os Bulls entraram muito bem na partida com um parcial de 26-13 muito à custa de um Carlos Boozer muito inspirado no lançamento curto e Luol Deng. Na 2ª parte, um parcial de 26-20 (com os Bulls a defender muito bem) levou o jogo para intervalo por 52-33, algo minimamente escandaloso para um jogo que se previa muito equilibrado.

Com a 2ª parte veio a bipolaridade da equipa de Tom Thibodeau. De um momento pro outro, um parcial de 15-26 levaria a que os Bulls no 4º período tivessem estado a vencer apenas por 3 pontos (71-68). Eis que aparece Derrick Rose com alguns cestos completando a vitória por 88-79.

Carlos Boozer com 12 pontos, 8 ressaltos e 5 assistências e Luol Deng com magníficos 21 pontos e incríveis 16 ressaltos (já não é o primeiro jogo que o Sudanês naturalizado Britânico faz números assim, provando ser o mais regular dos homens de Chicago neste início de época) também tiveram em destaque, destapando algumas dificuldades do banco de Chicago (Scalabrine, Lucas, Asik, Gibson e Korver) em marcar pontos e conseguir ressaltos e assistências: todos juntos não conseguiram mais do que 8 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 1 abafo.

Da partida de Boston, Rose foi o melhor marcador com 25 pontos e para além desses 25 pontos, 7 assistencias. Tem sido o cunho pessoal de Rose: em quase todas as partidas não ultrapassa uma média de 20 pontos mas ao nível de assistências nunca faz menos de 7, chegando em alguns jogos a atingir 10\12.

Os Celtics, antecipando um breve resumo sobre algumas equipas que irei escrever no fim deste post, mostraram-se Muitíssimo irregulares contra Chicago. Esta equipa de Boston não está apenas a ser irregular, está a ser uma sombra daquilo que foi nas últimas 3 épocas. Contra Chicago destaque para boas exibições de Rajon Rondo e Ray Allen. Vindo de lesão, Paul Pierce está lentamente a ganhar forma e é bom que isso aconteça senão Boston arrisca-se claramente a ficar de fora do top-4 do Este (já nem digo a ter que penar para conseguir uma vaga nos playoffs pois creio que isso jamais acontecerá à equipa de Doc Rivers).

Kevin Garnett está profundamente acabado e o banco de Boston é muito mas mesmo muito fraquinho.

As soluções para a equipa do Norte a curto prazo estão esgotadas. Trocar uma das 4 estrelas será praticamente impossível, dado que Pierce é um jogador simbólico, Allen é aquele jogador que tanto desaparece na fase regular como volta a aparecer decisivamente nos playoffs, Garnett já não serve de moeda de troca para ninguém e Rajon Rondo está a tornar-se um dos melhores bases da liga senão o melhor. A vida está muito complicada para Boston e temo que depois de extinta esta fornada de jogadores, Rondo tenha que servir de moeda de troca por 2 ou 3 jogadores de nível muito aceitável para que a equipa não caia numa travessia do deserto nos próximos 5\6 anos. Caso contrário, Rajon Rondo deverá querer rumar a uma equipa que lute por títulos quando se tornar free-agent e Boston poderá ter uma nova travessia do deserto na Liga

A recuperar muito bem nesta 2ª época sem Bosh, Toronto causou muitas dificuldades a Chicago no sábado. Os Raptors assumem-se claramente como candidatos a uma vaga de playoffs.

As duas equipas praticaram um estilo de jogo muito defensivo, mas no entanto, quando toca a defender os Bulls voltaram a demonstrar que são uma equipa que consegue encurralar os adversários através deste tipo de táctica de jogo.

Pela 2ª vez na semana de jogos, Chicago não ultrapassou a fasquia dos 80 pontos marcados (já não o tinha feito perante a frágil equipa de Washington) mas também não concedeu mais que 70 pontos ao adversário.

Mais uma vez Chicago foi uma equipa avassaladora na luta das tabelas. Carlos Boozer voltou a fazer números brilhantes com 17 pontos e 13 ressaltos. O power forward está claramente a jogar ao nível dos melhores tempos de Utah, fazendo com que esta seja definitivamente a sua melhor fase até agora ao serviço dos Bulls. Começa-se a interrogar a hipótese de Chicago ter 3 all-stars no próximo mês de Fevereiro: Rose, Boozer e Deng, facto que a acontecer seria mais que merecido para aquilo que os jogadores estão a fazer.

Joakim Noah com 12 ressaltos em 25 minutos de utilização também esteve muito bem (foi poupado por Tom Thibodeau dado à fraqueza física que tem sofrido nos últimos dias) e Derrick Rose voltou a aparecer quando mais lhe competia. Rose não está com medo de assumir o jogo da equipa nos momentos cruciais e em contrapartida às últimas 3 épocas na Liga assume esse risco sem sentir a pressão. O base voltou a terminar o jogo com um duplo-duplo: 18 pontos e 11 assistências, fazendo com que a sua mão valesse efectivos 52 pontos dos 77 de Chicago.

Do banco com 21 pontos em conjunto, J0hn Lucas e Taj Gibson voltaram a contribuir de forma efectiva para mais uma vitória. Gibson tem jogado muito bem nas últimas partidas, sendo que nesta para além dos 11 pontos conseguiu ganhar 12 ressaltos e mostrou mais uma vez que apesar de ser um jogador tecnicamente muito imperfeito é um grande lutar. Saliente-se que os Bulls ganharam 59 ressaltos durante esta partida e os Raptors 57. As médias de lançamento não estiveram famosas com 40% para Chicago (4-15 em triplos por exemplo) e 34% para Toronto (3-10 em triplos).

Agora falando de outras equipas da Liga:

Philadelphia 76ers – 2º lugar por agora da conferência este. Mais uma vez esta equipa de Philadelphia tem o dom de superar as expectativas iniciais que lhes apontavam. Elton Brand começou mal mas está a jogar muito bem. Iguodala continua a ser o líder da equipa.

Indiana Pacers – 3º lugar da conferência com um score de 9-3 o que não deixa também de ser surpreendente. Granger, Collison e companhia beneficiaram em muito da chegada de David West à equipa. O power-forward é um jogador extremamente completo e ainda está a 50% do seu potencial.

Miami Heat – Mísero 6º lugar da Liga. É certo que LeBron e Wade tiveram 1 jogo de fora e Miami até conseguiu ganhar a Atlanta. Também é certo que LeBron e Wade tem jogado com algumas limitações físicas, o que é motivo mais que suficiente (conhecendo os restantes jogadores da equipa) para evidenciar muitas fraquezas na mesma quando estes jogadores não actuam em max-power. Chris Bosh está a fazer jogatanas dos diabos e a equipa ganhou um 4º jogador de luxo que é Norris Cole: o rookie tem estado muito bem, se bem que os primeiros jogos foram muito over-rated e tendencialmente Cole irá ter comportamento de rookie.

As fragilidades da equipa começam no treinador Erik Spoelstra. Uma equipa a sério com objectivos sérios de título não pode ter um treinador que não é mais do que alguém fictício na equipa. Os verdadeiros treinadores são LeBron e Wade. Isso faz com que a equipa jogue nos designios de esperar que estes dois resolvam todos os problemas. Perder em Denver com os Heat perderam foi um sinal de abalo psicológico na equipa e aqui está um sinal de que a tal maturidade de que LeBron falava no início da época não é de todo um facto consumado.

Miami está entre a espada e a parede. A equipa anda a gastar em demasia em relação às suas reais possibilidades financeiras. Só existe um caminho para esta época: ou ganham o título da NBA e tem o esperado retorno financeiro ou LeBron, Wade e Bosh irão zangar-se na próxima época e a hecatombe do dream-time pode ser uma realidade.

New York Knicks – A dependência de Carmelo Anthony tem os seus resultados. Os Knicks atacam apenas por um canal que é o de Carmelo e defendem mal e porcamente. Existem rumores que até ao final do mês os Knicks poderão dar Stoudamire a Orlando como moeda de troca por Howard. O poste está completamente irreconhecível: não ataca como atacava e não defende rigorosamente nada. Não sei se os números  que Amare (18.7 pontos por jogo\ 8 ressaltos\ 0.4 abafos; comparativamente à época passada são menos 7 pontos de média pontual) está a fazer  poderão convencer Orlando de que o jogador poderá ser uma alternativa para a re-construção da equipa de Orlando num momento em que os ânimos em torno de Howard refrearam com as boas exibições e resultados que a equipa de Orlando está a fazer (8\3 nos primeiros 11 jogos da temporada).

Outros dos aspectos negativos em torno dos Knicks é obviamente as suas soluções de banco – Renaldo Balkman, Toney Douglas, Jared Jeffries, Landry Fields e tantos outros que a equipa tem por lá não fazem um jogador decente e as duas contratações em free-agency para este departamento de jogo (Mike Bibby e Baron Davis) tem passado mais tempo no estaleiro do que em campo.

Cleveland – Kyrie Irving confirma-se como jogador de futuro. O nº1 do draft é uma maravilha, mas como todos os rookies precisa de crescer. No entanto, Cleveland poderá conseguir os playoffs apoiados no seu rookie.

Detroit – Com Ro Stuckey lesionado, é Greg Monroe quem leva a equipa às costas. O poste é uma desperdício nesta equipa. Mais um ano sem playoffs no Palace of Auburn Hills. A coisa começa a roçar o escândalo para uma equipa cujo historial aponta 5 títulos, 7 títulos de conferência e 15 de divisão no misto entre NBA, ABA e NBL desde 1941.

New Jersey\Washington – Absolutamente miseráveis. Não são competitivas sequer. Em maior parte dos jogos levam sacadas de 40 de diferença e já perderam o jogo no 1º período. Se repararem todos os jogos que estas equipas realizaram esta época, existem períodos onde nem conseguem chegar aos 10 pontos (-1 de ponto por minuto) – Deron Williams e John Wall (respectivamente Nets e Wizards) são bases de topo que arriscam-se a ser “ultrapassados pela história” caso continuem andar por ali muito tempo.

Oklahoma City Thunder – 1º lugar de conferência Oeste. Merecido. Westbrook, Durant, Ibaka e Harden dão show e são para mim os contenders nº1 à vitória na conferência na fase regular e nos playoffs.

LA Clippers – Chris Paul e Griffin estão a começar a entender-se, mas os Clipps ainda não são candidatos a nada. O casamento do base com o poste poderá acontecer na próxima época.

Utah – Surpreendente o 4º lugar na conferência com um score de 8-4. É uma equipa que a meu ver pouco tem. Raja Bell é um veterano que anda muito longe dos tempos de Phoenix, e o mesmo acontece com Devin Harris e Josh Howard. No entanto, sem haver grandes vedetas na equipa (arrisco-me a dizer que o líder da equipa é Paul Millsap com 15 pontos de média e 8 ressaltos de média) existem muitos lutadores na equipa como o próprio Millsap, CJ Miles, Derrick Favors e Gordon Hayward. Não tem vedetas mas tem um colectivo muito lutador.

O turco Enes Kanter, o tal rookie da equipa que dias antes do draft afirmou ser um poste resultante de uma mistura técnica\táctica e atlética de Dwight Howard com Stoudamire e Shaq não está a convencer. Nos primeiros 12 jogos da época, média pontual de 4.4 pontos por jogo e 5.20 ressaltos. Muito pouco para quem se gabou tanto e para quem entrou na Liga rotulado de vedeta.

LA Lakers – Kobe Bryant acima da fasquia dos 40 está a conseguir levar a equipa às costas. Voltamos ao tempo dos Lakers em que Odom, Radmanovic, Vujacic, Ariza, Bynum, Walton e Fischer eram muito bons jogadores mas era Kobe quem mandava no jogo de LA. Desta feita mudaram alguns dos intervenientes na team mas Kobe é o esteio que faz os LA sonhar com alguma coisa esta época, facto que desde já considero muito improvável.

Dallas Mavericks – A recuperar do “lock-out” que persistiu na equipa nos primeiros 6 jogos da época. 8-5 com Nowitzky, Terry e Kidd a aparecerem em destaque nos últimos jogos e com os reforços Carter e Odom lentamente a entrosarem-se na equipa. Cuidado com Dallas. São campeões e num golpe de teatro parecido com o da época passada podem repetir a gracinha pois tem qualidade para tal.

Portland – O caminho inverso. Grandes arranques iniciais, estão a perder o gás. De 1ºs passaram a 8ºs num ápice. E vamos lá ver se conseguem aguentar a posição pois atrás vem Memphis a tentar recuperar das derrotas iniciais e Phoenix, que apesar de não ter nada de jeito no global ainda tem um Steve Nash que por si só vale ouro.

Minnesota Timberwolves – Ricky Rubio é um artista, Kevin Love é outro grande artista mas a tal mudança que se esperava na equipa ainda não aconteceu. Se não chegarem aos playoffs Love é capaz de ir espalhar o seu amor na luta das tabelas para outro sítio bem mais quente como LA, Chicago ou Nova Iorque.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

NBA Draft 2011

Kyrie Irving. O novo #1 do draft da NBA.

Numa draft lottery em que os Cleveland Cavaliers (na primeira época sem LeBron James) conseguiram uma 1ª e 4ª escolha para equilibrar o seu rooster, apostaram em dois jogadores “semi-estrangeiros” (Irving é australiano naturalizado americano e Tristan Thompson é canadiano mas segue as pisadas do nº1). Irving é um base bastante rápido e pontua muito. Há quem o compare já a LeBron James, se bem que Irving aparece na NBA com piores números que a antiga estrela dos Cavs (muito devido a uma grave lesão que teve na última época de universitário pela prestigiada Duke).

Tristan Thompson é um poste baixo que gosta de se envolver na luta pelos ressaltos.

Na 2ª posição do draft, Minnesota ficou com o poste baixo Derrick Williams. Outro talentoso, segundo o que a comunicação social desportiva Norte-Americana afirma. Excelente para juntar a uma equipa que têm Love, Ricky Rubio e Michael Beasley até ver. Existem rumores que os Lakers estão interessadíssimos no concurso de Kevin Love e estão dispostos a trocar Pau Gasol para a equipa de Minnesota.

Na 3ª posição do draft, Utah (perdeu Deron Williams, Carlos Boozer, Karl Korver e presta-se a perder Andrei Kirilenko que este ano é free-agent falando-se da hipótese Chicago Bulls para o futuro do internacional Russo) ganhou um Turco de nome Enes Kanter. Kanter é um poste muito possante, bom marcador de pontos e bom ressaltador. Kanter, que esteve inicialmente cotado para 9º do draft deste ano realizou bons treinos tanto em Utah, como em Minnesota e em Cleveland, afirmando ser “um pouco de Dwight Howard, um pouco de de Pau Gasol e um pouco de Shaquille O´Neal”. Veremos se o turco corresponde numa equipa que terá que passar nos próximos anos por um enorme processo de reconstrução.

Os Raptores ficaram com o Lituano Jonas Valanciunas mas este ainda ficará na europa mais um ano a evoluir. No lugar 6 aparece outro europeu (um draft recheadíssimo de novos talentos europeus) desta feita Jan Vezely. Para mim, Vezely será uma das grandes revelações da NBA nos próximos anos. O checo jogará nos Detroit Pistons (uma equipa que está em maré baixa mas que têm experientes jogadores na sua equipa) e creio que dentro de 2 a 3 anos será um indiscutível All-Star. Jogava pelo Partizan na Europa, e pelo que vi na Euroliga, é um poste com imensa força e mais calibrado para o ataque do que para a defesa. Para poste, assemelha-se a Chris Bosh porque é um excelente lançador.

Nas restantes posições do draft, destaque para o nº9 Kemba Walker (escolhido pelos Bobcats; poderá ser um bom jogador no futuro pelo que vi nos treinos visto tratar-se de um base muito rápido e bom distribuidor de jogo) para o nº16 o Sérvio naturalizado Americano Nikola Vucevic (escolhido pelos 76ers; teve excelentes números no campeonato universitário por South California), para os drafts do Bulls (Norris Cole tem caminho livre para Miami; Jimmy Buttler veio da Universidade de Marquette em Chicago e é um jogador que pode vir a ser útil pois joga nas duas posições de base e ainda pode ser extremo e Malcolm Lee da UCLA também vai para Minnesota em troca pelo Sérvio Nikola Mirotic, antigo poste do Real Madrid que vem para Chicago e poderá ser um jogador a ter em conta no futuro) para a escolha dos Heat Bojan Bogdanovic (base atirador que vai directinho para Minnesota devido à troca de rookies entre as equipas).

No que toca às primeiras trocas e aos free-agents deste ano também existe algo que escrever:

– No capítulo das trocas e contratações, nada de novo a não ser a troca de rookies no draft entre Minnesota, Chicago e Miami.

– No capítulo das renovações e extensões de contrato, Ray Allen já renovou por Boston por mais uma época. Allen era free-agent e estava nas coagitações de metade das equipas da Liga.

Washington fez extensão de contrato à sua estrela John Wall,  Jordan Crawford, Trevor Booker e Kevin Seraphin por mais 3 anos ou seja, até 2016.

Denver renovou com o base Ty Lawson por 4 épocas.

Os Lakers renovaram com Matt Barnes por mais 1 época enquanto Miami fez o mesmo com o lituano Zydrunas Ilgauskas.

Sacramento extendeu opção de contrato por uma época à sua estrela Tyreke Evans, que no final desta época também se tornava free-agent com restrições (os free-agents podem ser de duas categorias: livres, podendo assinar com qualquer equipa; ou restritos, podem assinar com qualquer equipa mediante compensações por jogadores, drafts futuros ou compensações monetárias). Os Kings também renovaram por uma época com DeMarcus Cousins.

Toronto renovou com uma das suas estrelas por 3 épocas (DeRozan) e com o poste baixo James Johnson.

Indiana renovou com Collison e Tyler Hainsbrough por três 3 épocas.

– Quanto a free-agents ainda disponíveis no mercado:

Nos jogadores que se encontram livres existe uma série bastante interessante de free-agents que podem ser adquiridos pelas equipas sem qualquer custo acrescido:

Jamal Crawford (Atlanta; ainda não recebeu qualquer proposta para renovar)

Carlos Arroyo, Glen Davis, Nenad Krstic, Delonte West e Sasha Pavlovic (Boston; Glen Davis deverá renovar nos próximos dias; West e Pavlovic são jogadores com enorme potencial mas estão descartados das opções de Doc Rivers)

Kurt Thomas (Chicago; será sempre um veterano de classe)

Juan José Barea, Caron Butler, Tyson Chandler, DeShawn Stevenson e Peja Stojakovic em Dallas (duvido que a equipa de Mark Cuban não renove com Barea, Chandler e Stevenson; Caron Butler deverá sair; Peja Stojakovic é carta fora do baralho da equipa de Rick Carlisle e fala-se que poderá assinar pelos Bulls ou pelos Nets na próxima época)

Nenê Hilário e JR Smith (dúvido que ambos saiam de Denver, mas já se falou na possível mudança de JR Smith para Miami e de Nenê para os Nets)

Tracy McGrady e Tayshaun Prince nos Detroit Pistons (Prince será um bom jogador para qualquer equipa da NBA e os Pistons querem a sua saída para poder aliviar a sua folha salarial de modo a poderem reconstruir a sua equipa após estas últimas épocas de desilusão)

Yao Ming é free-agent mas coloca-se dúvidas quanto à possibilidade de voltar a jogar na NBA devido à grave lesão que o Chinês teve na última época que o impediu de jogar por Houston. 

Mike Dunleavy e Josh McRoberts em Indiana (o primeiro é um exímio atirador; o 2º um suplente muito útil a qualquer equipa na NBA. Ambos não foram contemplados com o plano de renovações da equipa)

Jamario Moon (LA Clippers)

Shannon Brown (LA Lakers)

Shane Battier e Leon Powe em Memphis.

Mike Bibby, Erick Dampier, Eddie House, Juwon Howard, James Jones e Jamal Magloire (à excepção de Jones, são todos veteranos e poderão ser úteis em várias equipas que ficaram excluídas dos playoffs nesta época; são todos para sair excepto Bibby cujo futuro ainda é desconhecido).

Earl Boykins e Michael Redd em Milwaukee (Boykins será um base bastante útil em algumas equipas enquanto Redd é uma incógnita porque depois da lesão que sofreu a meio desta época poderá não voltar ao potencial que demonstrava antigamente).

Sasha Vujacic  nos Nets (é credível que saia para a equipa de New Jersey poupar algum dinheiro para atacar uma vedeta da Liga).

Marcus Banks, Aaron Gray, Carl Landry e David West em New Orleans (Gray deverá continuar; Landry e Banks não renovam; David West será um dos nomes quentes deste verão: terá decerto Chicago, Knicks, New Jersey, Lakers, Phoenix, Houston, Detroit e outras equipas na sua cola). 

Jason Richardson também deverá mudar de área em Orlando, mas tal opção só deverá ser exequível se Dwight Howard também mudar.

Tony Battie e Jason Kapono em Philadelphia.

Grant Hill em Phoenix. Acaba carreira?

Samuel Dalembert e Marquis Daniels não deverão ficar em Sacramento.

Leandro Barbosa é uma excelente escolha para o tiro exterior, estando livre em Toronto.

Andrei Kirilenko (Utah; fala-se da hipótese Bulls. Também poderá voltar à Europa)

Josh Howard e Yi Jianlian estão livres em Washington e não foram contemplados com a renovação nos últimos dias. Poderão ser reforços interessantes para as equipas que tentam chegar novamente aos playoffs.

– Quanto aos free-agents restritos temos:

Jeff Green em Boston. Poderá sair por troca directa com qualquer jogador de média dimensão.

Arron Afflalo em Denver. A sua saída já poderá eventualmente indicar troca por troca + compensações monetárias ou escolhas de draft ou então a troca por 2 jogadores de média dimensão.

Rodney Stuckey em Detroit. Poderá ser trocado por 2 ou 3 jogadores de média dimensão  + compensações monetárias e escolhas de draft visto tratar-se de um base com algum talento.

Marc Gasol poderá transferir-se de Memphis para outro lado. Não arrisco a dizer a troca que se poderá efectuar visto que Marc está muito bem cotado no mercado depois do excelente playoff que realizou.

Mario Chalmers em Miami tanto poderá ser trocado como poderá renovar.

Em New Orleans, Marco Bellinelli será moeda de troca por algum jogador de média dimensão.

Thaddeus Young em Philadelphia é um jogador apetecível às equipas grandes e também deverá ser moeda de troca por dois bons jogadores para os 76ers.

Greg Oden em Portland será moeda de troca por 2 ou 3 jogadores de média dimensão ou poderá renovar. A renovação não é um cenário que acho sério, visto o flop que Oden foi para os Trail Blazers (relembro que foi nº1 do draft à uns anos atrás não podendo jogar esse primeiro ano devido a uma lesão na pré-época). 

Post-Scriptum (22:31) – Ao que consta, à mesma hora que escrevia este post, ficou decidida uma mega troca “pós-draft” entre várias equipas: O Espanhol Rudy Fernandez (representava Portland) sai rumo aos Dallas Mavericks que em compensação deram as suas escolhas do draft deste ano (o nº 26 Jordan Hamilton e o nº57). Os Mavs também ficaram com Rudy e Pettri Koponen. Por sua vez, Portland também trocou André Miller e o rookie recebido de Dallas por Raymond Felton (em Fevereiro tinha ído para Denver no pacote Carmelo Anthony). Outras equipas foram metidas ao barulho, Stephen Jackson sai de Washington via Milwaukee Bucks e Corey Maggette sai de Milwaukee para Charlotte. John Salmons sai de Milwaukee para Sacramento e George Hill sai de San Antonio via Indiana.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Novo menino bonito da NBA?

2 anos após ter sido escolhido no draft pelos Minnesota Timberwolves, Ricky Rubio confirmou que jogará pela equipa na próxima época da NBA.

Com a chegada de Rubio, prevê-se uma equipa de Minnesota bastante forte, capaz de lutar pelos playoffs. Os Wolves foram pela última vez aos playoffs em 2006 já  no fim da era Garnett.

Com jogadores como Rubio, Love, Beasley, Milicic, uma ou outra troca que dê experiência e qualidade no jogo exterior à equipa e um draft (2ª posição) que poderá arrastar um jogador como Derrick Williams, Kyrie Irving ou Enes Kanter, esse objectivo pode ser facilmente cumprido na próxima época.

O draft realiza-se na próxima quinta feira. 

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,