Tag Archives: Eduardo Barroco de Melo

Num cinema Salgado Zenha perto de si

Um leitor não identificado enviou-me esta foto montagem por email.

Vá rapaziadada, não levem a mal. Temos que levar estas coisas na desportiva. No entanto desconfio que um deles é rapazola para me voltar a ligar daqui a umas horas e dizer que me vai por um processo judicial em cima.


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ahahaha

Tirando o comentário estúpido sobre o trabalho da Secção de Fotografia:

Ó Paulo, até apareces favorecido na foto. Estás um bocado pálido de cara, mas sempre é melhor do que ficares sem cabeça.

Ver aqui

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Conferência de imprensa de João “Chaves” Alves

O antigo administrador da AAC João “Chaves” Alves falou esta manhã à Comunicação Social no Café Santa Cruz sobre as razões que levaram à sua demissão do cargo.

Ler aqui:

conferência de imprensa

Para já, subscrevo por inteiro as palavras proferidas pelo antigo administrador.

Sabemos também que o Presidente da Direcção-Geral Eduardo Barroco de Melo tem intenção de marcar a sua conferência de imprensa para explicitar a sua versão da demissão. O Entre o Nada e o Infinito, como blog democrático que é, será avisado e irá noticiar essa conferência de imprensa.


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E mais digo

Na célebre conversa telefónica em que alguém se demonstrava desiludido com o conteúdo do meu post e me ameaçava levar à barra dos tribunais por difamação, a mesma pessoa dizia “estás farto de criticar a Cabra mas no entanto estás a agir de forma igual à que eles agem”. Pois bem, no entanto não sou eu que chuto a bola ao meu próprio poste para não ceder canto aos tipos da Cabra.

Parece que neste tipo de futebois não existe formação de barreira que separe a ténue agilidade daquele que remata em relação ao guarda-redes: são todos amigos, assimilam todos dos mesmos processos e não conseguem manter um fio de jogo entre a defesa e o ataque que permite ousar pensar num futebol democrático para todos. Não existe árbitro em semelhantes partidas: o árbitro é a paciência que outros “pressupostamente são obrigados a acatar” com estas jogatanas dos diabos. Eu cá não a tenho. Eu cá não acedo a ameaças chantagistas. Eu cá estou disposto a ir até ao osso em busca da “verdade desportiva do associativismo coimbrão”. Nem que para isso, tenha que ousar dos meus truques de nº10 e começar a distribuir jogo pelas alas de modo a que os adversários sejam obrigados a fazer uma limpeza de balneário para se manterem vivos na competição. 

Volto a relembrar o Sr. Presidente da AAC que eu como sócio da mesma pretendo saber a verdade sobre todos os actos da instituição. Creio que esse facto não é passível de qualquer punição ou de qualquer tipo de represália. É um direito que me assiste, assim como também é um direito que me assiste neste país a liberdade de expressão. No caso do post que foi retirado, aceito claramente que a argumentação por mim exposta poderia em qualquer caso incorrer num discurso falacioso ou insuficiente. Em todo o caso, o mesmo não serviu para lesar a personalidade de ninguém e apenas se guiou na busca pela verdade.

Se a busca pela verdade doi, o que é que podemos dizer da hipocrisia e da mentira?

Talvez me tenha excedido ao pedir 3 dias ao Sr. Presidente para se justificar da demissão do João “Chaves” Alves. Escrevi a quente e eu próprio admiti o meu erro ao Eduardo. Ele não o pode negar. Tanto o admiti como decidi por bem retirar o post em questão. Agora, estou claramente desiludido com o presidente de uma instituição em quem eu depositava muita confiança para mudar a passividade da AAC, cuja confiança sinto agora gorada…

Eu errei ao escrever o post que foi retirado. Mas neste também errei.

E aí meus amigos, não há maior dor que essa…

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Bomba nuclear na AAC

Ao que pude apurar, João Chaves foi demitido de Administrador da Associação Académica de Coimbra por parte do presidente de Eduardo Melo.

A gota de água terá sido a recusa por parte do Administrador em fazer representar a AAC num funeral de um familiar de um antigo dirigente da Associação por falta de disponibilidade do Presidente e dos Vice-Presidentes.

Que eu saiba, a representação da AAC no exterior deve ser assegurada em primeiro lugar pelo Presidente e pelos Vice-Presidentes, nunca pelo Administrador. Impossibilitado de ir a um funeral de um familiar de um antigo dirigente da AAC, porque é que Eduardo não pediu a um dos três vice-presidentes para ir? Já sei, porque não se falam…

Ainda o andor vai a meio do ano e a presidência de Eduardo Barroco de Melo já está pendurada pelos arames pelos sucessivos problemas: primeiro a demissão de João Alexandre de Secretário-Geral da Queima que não se chegou a efectivar, em segundo o mal estar interno que se têm verificado na AAC devido a problemas relacionados com eventuais candidaturas às eleições de 2012 e agora, a demissão do Administrador da AAC João Chaves, um amigo que tenho como competente no exercício das suas funções.

O Entre o Nada e o Infinito sabe também que existiram mais motivos para a demissão de João Chaves, motivos que não conseguiu até agora apurar. Durante a noite, trarei mais revelações sobre esta demissão bombástica.

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Direito de Resposta

Em relação ao que manifestei neste post, escrito neste blog a 4 de Março de 2010, foi-me comunicado um pedido de rectificaçãoesclarecimento por parte do Presidente da Direcção-Geral Eduardo Barroco de Melo:

Contextualizando:

Em relação ao “Protesto Geração à Rasca” e a tudo aquilo que por mim foi escrito no referido post, o Presidente da Direcção-Geral escreveu:

(passo a transcrever)

  1. ” Caro João, como não deves ter assistido à mesma Assembleia Magna que eu, vou esclarecer-te:
  2. 1- A adesão ao protesto “Geração à Rasca” foi proposto pela DG/AAC.
    2- A única proposta que não era da DG/AAC e que foi aprovada em Assembleia Magna foi a arruada do dia 17 e consta da nossa divulgação.
    3- O protesto de dia 12 não foi incluído porque, tal como explicado em Assembleia Magna, os proponentes não queriam um processo de mobilização, mas sim que a adesão fosse espontânea. Daí que a DG/AAC se tenha disponibilizado a fornecer o transporte aos sócios efectivos que pretendam deslocar-se ao protesto, mas sempre rejeitando que a AAC, enquanto estrutura, mobilizasse para o mesmo, desrespeitando a intenção dos seus autores e tomando de assalto uma acção que não era sua (algo que referi diversas vezes nas minhas intervenções).
  3. Assim sendo, respeito o espírito crítico que apresentas no teu blog, mas peço-te que faças uma rectificação/esclarecimento ao que escreveste sob pena de incorreres em inverdade.”

Como tal, o Entre Nada e o Infinito, acata o direito de resposta do Presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, mantendo na íntegra o post em questão.


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Reivindica os teus Direitos


É importante a participação de todos os estudantes da Universidade de Coimbra nestas acções promovidas pela Direcção-Geral.

No entanto, creio que esta grelha de actividades peca quando exclui destas acções, as acções que foram deliberadas em Assembleia Magna, sem que o proponente tenha sido a Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra.

Na passada Assembleia Magna, a Direcção-Geral da Associação Académica comprometeu-se (devido à moção deliberativa que foi aprovada) a arranjar autocarros para levar todos os sócios efectivos da mesma que pretendessem ir a Lisboa ao “Protesto da Geração à Rasca”, protesto esse que basilarmente roça alguns pontos da luta estudantil actual.

No entanto, como o proponente da moção não foi a Direcção-Geral, a mesma não se parece interessada em infomar os seus sócios, que efectivamente, no próximo sábado dia 12, existem transportes para a manifestação em Lisboa para todos aqueles que pretendem ir.

Depois, a mais alta figura da Assembleia Magna (e que figura!) vem à TVAAC falar da “democraticidade” e da “credibilidade” que pretende para a Assembleia Magna.

É isto que pretendes Diana Taveira? Que a maioria existente na liderança da Direcção-Geral despreze as acções que são propostas pelas minorias?

É que pelo que sei, a última Assembleia Magna tinha um ponto que se intitulava “Análise de Situação Política e acções a desenvolver”. E pelo que sei, a deliberação que foi aprovada em relação ao “Protesto da Geração à Rasca” tem que ser acatada pela Direcção-Geral. Se o ponto se chamava “acções a desenvolver” – não é mais que legítimo que a deliberação que aprovou a ída a Lisboa entre “nas acções a desenvolver” da DG. N´est-ce pas, Barroco de Melo?

Depois o que me causa mais escândalo é o facto da Direcção-Geral sobrepor uma das suas acções a uma acção cuja moção foi aprovada em Assembleia Magna. O que é que pretendem com isso? Dissidir os estudantes da Universidade de Coimbra? É assim que acham que a luta estudantil vai atingir os seus objectivos?

Todavia, este é só um desabafo meu…

O que interessa é que todos os estudantes (indiferentemente do proponente das moções) vão às acções. Unidos somos mais fortes. Informados e unidos podemos causar impacto e fazê-los voltar atrás no corte aos nossos direitos.

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Tem razão

Eduardo Melo. Nas declarações publicadas aqui pelo Diário As Beiras.

A passagem da UC a fundação é um convite declarado ao investimento privado no estabelecimento de ensino. Com os cortes substanciais que o ensino superior tem sofrido de ano para ano, o investimento privado é visto pelas universidades como a tábua de salvação. Não passa de uma falsa vantagem.

Caso a UC passe a fundação, o investimento privado que poderá chegar a esta universidade será nefasto para as gerações futuras de estudantes carenciados. O investimento privado no ensino significa automaticamente lucro. Como tal, irá gerar aumentos significativos nas propinas, sem que os mecanismos de atribuição de bolsas de estudos estejam profícuos a acompanhar esses aumentos.

Esta é só uma das razões principais pelo qual defendo que a UC jamais deverá passar a fundação.

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Reunião da DG a começar…

Foi marcada nova reunião da DG para esta noite. Se não começou, está para começar. Na mesa estão em discussão os temas que tem marcado a vida da Academia nos últimos dias.

Chegamos a um ponto em que não sabemos precisamente se João Alexandre foi demitido ou não. A decisão do Conselho-Geral da Queima das Fitas assim o aponta, mas no entanto Eduardo Barroco de Melo ainda não veio a público afirmar a decisão e os respectivos motivos que o levaram a tomar a decisão.

Por outro lado chegaram informações que o representante das Secções Culturais tinha mudado o seu sentido de voto, resgatando João Alexandre de volta à Queima das Fitas.

Eduardo deverá auscultar as opiniões da sua Direcção-Geral em relação ao assunto. Uma coisa temos como certa: as amizades e inimizades dos membros da DG em relação a João Alexandre deverão levar a demissões na DG. Se ficar dentro na Queima, vão haver demissões em massa. Se for demitido da Queima, também haverão demissões.

O Conclave do nº1 da Padre António Vieira já se encontra à mesa. Esperamos por fumo branco.

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Direcção-Geral intacta

Ainda a questão da demissão de João Alexandre do cargo de Secretário-Geral da Queima das Fitas…

No seguimento da reunião que a DG teve na madrugada de Segunda para Terça-Feira e perante a possibilidade de demissões na recém empossada Direcção-Geral, o Entre o Nada e o Infinito garante que ninguém se irá demitir no órgão directivo da Academia de Coimbra.

Outra questão que ainda estava pendente era a questão dos actuais Secretários de João Alexandre na Queima. Em princípio deverão ser todos destituídos das suas posições, aguardando-se a nomeação do novo Secretario-Geral e do novo secretariado.

Adenda: último parágrafo alterado após lapso e consequente informação prestada por comentário


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A bronca está instalada na AAC


Ao longo da noite, o Denúncia Coimbrã foi nos dando mais novidades sobre o caso que está a alarmar a AAC neste começo de mandato de Eduardo Barroco de Melo. Desde o episódio das chaves à reunião que a DG teve nesta madrugada que só terminou pela manhã.

O referido blog fala que os motivos que levaram à demissão de João Alexandre foram de ordem política. Pressupostas negociatas políticas, falta de confiança no Secretariado-Geral de João Alexandre e apoios a candidatos… Pois bem, o Entre o Nada e o Infinito sabe que os motivos que levaram Eduardo Melo não se pretendem por tais acusações mas antes por algo por fundamentações que os comissários da Queima escreveram nos relatórios da mesma e que como tal não foram ainda dadas como provadas… Coisas bem piores e tão em voga no nosso Portugal, que para já, o vosso repórter não pode afirmar sem ouvir as palavras dos dois intervenientes principais neste processo.

Da reunião que a DG teve esta madrugada, poderão haver demissionários na recém eleita DG. Facto que mancharia definitivamente o mandato de Eduardo Barroco de Melo.

Segundo notícias que me chegaram, especula-se que o próximo secretário-geral da Queima das Fitas será Nélson Antunes, mais conhecido no mundo AAC por Bolas.

O que é certo é que este assunto vai abrir uma ferida enorme na paz podre que se fazia sentir na AAC. Será que por exemplo vamos ter a verdade sobre os acontecimentos do Forum AAC 2009? Ou será que os Orelhas e os outros 3 moços de Direito serão os únicos responsabilizados pelos incidentes? Vá, toca a falar. Toda a gente sabe quem fez o maior estrago, não sendo no entanto responsabilizado.

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Guerra aberta na AAC

A saída de João Alexandre do cargo de secretário-geral da Queima das Fitas continua a fazer correr muita tinta aqui.

A paz podre que se fazia sentir há algumas semanas na AAC virou uma guerra aberta, que pode manchar o começo de mandato de Eduardo Barroco de Melo.

Chegaram até mim algumas informações. Consta-se que após saberem da demissão do seu secretário-geral, os secretários da Queima lançaram chaves (no sentido literal) contra Eduardo. Alguém confirma? Vá, não tenham medo de falar…

A esta hora, o Entre o Nada e o Infinito sabe que a DGAAC teve uma reunião esta noite, não sabendo porém se já terminou ou quais os resultados finais da mesma no que toca a este assunto. No entanto, também sabemos que poderão estar 12 demissões na forja em vários órgãos.

Aguardam-se novas informações do nº1 da Padre António Vieira.

PS: O Jornal A Cabra e a RUC, noticiam e esclarecem que Eduardo Melo deverá dar explicações do acontecimento amanhã. João Alexandre só falará depois de Eduardo Melo falar.

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Demissões na AAC

Eduardo Barroco de Melo começou o seu mandato com um com uma demissão surpreendente. João Alexandre, secretário-geral da Queima das Fitas foi demitido. O sempre atento Denúncia Coimbrã dá-nos os pormenores aqui.

Acrescento mais. Isto da política tem muito que se lhe diga. Quando se preparou a sucessão de Miguel Portugal, haviam dois candidatos dentro da DG e nenhum deles era o Eduardo, que no fundo acabou por ser a escolha consensual para evitar guerras internas dentro da DG no final do mandato.

A saída do João Alexandre é injusta. Já o tinha avisado antes de uma Assembleia Magna que a grande novela política da Academia após as eleições seria a Queima das Fitas. Sem mencionar nomes, agora confirma-se: um dos pré-candidatos vai para a Queima. E nisso só vos posso adiantar uma coisa: já comentou este blog, e comentou-o a partir da sala do CIUC.

Esperam-se mais desenvolvimentos nesta história.

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A Blogosfera que me motiva

Blogs de passagem diária que constituem referência “na minha blogosfera”

Da Literatura – do escritor Português Eduardo Pitta.

O Sexo e a Cidade – do inconfundível mordomo e das suas meninas. Na minha opinião, o melhor blog nacional.

Denuncia Coimbrã – do grande Paulo Abrantes.

Tragédia dos Comuns – dos amigos João Araújo Correia, José Nuno Santos, Luis Araújo, Francisco Costa e Eduardo Barroco de Melo.

Kabaah – Para quem gosta de cinema e séries, o blog do Vitor Alves é um dos melhores.

António Boronha – do antigo vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol António Boronha. Onde as verdades sobre o futebol são ditas sem papas na língua.

Bancada Norte – Onde o Nuno Quintaneiro Martins, José Ribeiro e João Oliveira tratam a actualidade do Beira-Mar com o máximo rigor e paixão clubística.

Valem bem a pena visitar!

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Eduardo Barroco de Melo é o 103º Presidente da História da AAC

Foto via Denúncia Coimbrã


O estudante de Bioquímica Eduardo Barroco de Melo é o novo presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra.

Nas eleições realizadas nos últimos dois dias, o candidato da Lista T esmagou a oposição, tendo conseguido 4299 votos contra 550 da Lista R de Sílvia Franklin e 346 da Lista A, liderada por Henrique Paranhos, num total de 74,06%.

A Lista T conseguiu vencer de forma folgada em todas as faculdades.

A estudante de Estudos Europeus Diana Taveira (actual super coordenadora da Cultura da DG) tornou-se assim, a primeira mulher na história da AAC a ser eleita para a presidência da mesa da Assembleia Magna.

Nas eleições para o Conselho Fiscal da AAC, o candidato da Lista T Carlos Barandas (estudante de Economia) superou o candidato da Lista R Hugo Ferreira da Faculdade de Direito também por uma maioria esmagadora.

Barandas fez o pleno ao nível de efectivos da sua lista (7-0) – tendo conseguido 4144 votos em todas as faculdades contra 604 de Hugo Ferreira e 398 da Lista A.

Nestas eleições, a abstenção esteve novamente em destaque. Durante os dois dias, vários alunos que incorporavam as listas a sufrágio queixavam-se da chuva como o motivo que estava a afastar os estudantes das urnas – pela minha óptica é o extremo cacique que se faz sentir nas faculdades em dias de eleições e o descrédito por estas sucessivas DG´s de continuação que fazem com que os estudantes não queiram ir votar.

Num universo de cerca de 20 mil votantes, foram contados 5805 votos enquanto nas eleições para o Conselho Fiscal registaram-se 5801 votos. Tais números perfazem uma taxa de abstenção a rondar os 65% a 70%.

A quantidade de votos em branco ou votos nulos também foi interessante: nas eleições para a DG registaram-se no total 470 brancos (quase tantos como os votos que a Lista R teve e mais do que os obtivos pela Lista A) e 140 votos nulos. Nas eleições para o Conselho Fiscal, os votos em branco foram 504 e os nulos foram 20.


Para finalizar, resta-me desejar boa sorte aos meus amigos Eduardo Barroco de Melo e Carlos Barandas para o exercício das funções pelas quais foram tornados representes e ao resto das suas listas.

Que façam o melhor que possam ou saibam pela AAC e pelos estudantes da Universidade de Coimbra!

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Sondagem #2 – Quem vencerá as eleições para a Direcção-Geral da AAC?

A 20 minutos da abertura das urnas, publico o resultado das sondagens.

Numa sondagem animada, perante a questão em causa, votaram 60 pessoas, tendo apurado os seguintes resultados:

Eduardo Barroco de Melo – Lista T AcTUA – 9 votos – 15%

Sílvia Franklin – Lista R Mudar de Rumo – 39 votos – 65%

Henrique Paranhos – Lista A Alternativa És Tu – 5 votos – 8,33%

Votos em Branco – 2 votos – 3,33%

Não pretendo ir votar – 5 votos – 8,33%


Sílvia Franklin e a lista R venceram a sondagem. Será a Lista R capaz de vencer as eleições para a Direcção-Geral? Na madrugada de amanhã para quarta-feira saberemos os resultados dos dois dias de eleições.

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O rosto que a AAC precisa

Que era candidato já todos sabíamos desde algumas semanas a esta parte.

Conheço o Eduardo há uns anos. Aliás, conheci-o meses antes de ele ter entrado no curso de Bioquímica.

A primeira impressão que tive do Eduardo foi a de um miúdo discreto, muito racional, muito ponderado. Foi uma primeira impressão que com o tempo se veio a concretizar como um dos traços distintos da sua personalidade. Algumas das suas enormes qualidades enquanto pessoa.

O Eduardo é mais que isso. É um jovem muito humano, de trato fácil, sem quaisquer tipos de elitismo na sua personalidade. Discreto e trabalhador. Não tem por hábito prometer aquilo que sabe que não consegue cumprir. Não é um jovem de muitas palavras, é um miúdo de muitos actos. Actos que em norma são eficazes.

Não anda por aí a vender a banha da cobra nem a alimentar quimeras que todos sabemos de antemão serem impossíveis de realizar. Não é de extremos e isso torna-o muito valioso.

Candidata-se agora à presidência da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, uma casa na qual trabalhou desde os seus primeiros dias de estudante de Coimbra. Casa que tem todo o orgulho em receber pessoas do seu calíbre. Arrisco-me a dizer que é uma casa que necessita urgentemente de receber pessoas com as suas virtudes.

Arrisco-me também a dizer que o Eduardo tem tudo para ser bem sucedido nesta nova etapa. Pelo que conheço do homem e da casa, tem todas as condições para ser um dos melhores presidentes da Direcção-Geral dos últimos anos, senão o melhor.

Espera-lhe um trabalho árduo pela frente caso seja eleito. Pelas vicissitudes contextuais que a casa vive actualmente. No entanto, creio que o Eduardo terá a força de que necessita para ultrapassar todas as dificuldades e realizar um bom trabalho.

Pelo menos, não gasta as palavras só num acto como os outros. De promessas está a AAC cheia. Precisam-se intervenções, acções, gestos…

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