Tag Archives: Dominic Strauss-Kahn

o predador sexual e as pré-reformadas pseudo-feministas

“Este indivíduo está à procura de palco para se reabilitar. O PE não deve servir de maneira nenhuma para limpar as taras e os crimes que ele eventualmente praticou. Não sei se praticou ou não, mas ele está indiciado por crimes nos Estados Unidos e em França, e é um óbvio predador, quem o conhece sabe disso, independentemente das suas competências, que são muitas”

Ana Gomes, no Parlamento Europeu, a propósito da tentativa que está a levar a cabo com mais 4 deputadas para anular a visita de Dominic Strauss-Kahn ao mesmo no âmbito de uma conferência.

Se o indíviduo está “à procura de palco para se reabilitar não sei” – sei sim que o indíviduo para já não está culpado da prática de qualquer crime sexual. A justiça é aquela coisa cega que nos ensina que até existir a culpa provada, todos são inocentes. Sei sim que seria interessante ver o antigo director do FMI a explicar algumas das trapalhadas provocadas pela des(regulação) financeira que hoje estamos a pagar.

Quanto à Dra. Ana Gomes, confesso que com o passar dos anos vou perdendo a admiração de infância que nutria derivada da sua postura férrea no caso timorense. Anos após anos, Ana Gomes vai nos brindando com uma nova. Cada vez mais extremista, cada vez mais falsa, cada vez mais inventada. Até parece que a Dra. também precisa de palco para se relançar. Eu cá acho que já está na altura de se reformar dos palcos porque as cenas que faz são cada vez mais parecidas com as cenas de uma fervorosa mulher do minho. Com todos os respeitos pelas mulheres do minho.

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tralha fraca

No dia em que o Libération publica um artigo em que afirma que o Governo Francês fez de tudo para manter Dominic Strauss-Kahn preso em Nova Iorque devido ao escândalo sexual em que foi envolvido com a camareira Nafissatou Diallo, não deixo de observar uma declaração de Strauss-Kahn em este afirma que foi “carne fraca” por se ter envolvido com consentimento mútuo com Diallo e assim ter aniquilado qualquer hipótese de avançar contra Sarkozy nas próximas presidenciais Francesas.

Não podia discordar mais da afirmação do antigo director do FMI.

Não foi “carne fraca” porque Diallo, como se pode constatar até era bem cheinha e já que estamos numa de diminuitivos “bem feinha”. Foi sim uma tara sexual (taras e manias, como cantava o nosso glorioso Marco Paulo) por uma autêntica “tralha fraca” ou como quem diz suavemente por um “estafermo africano” (sim, porque existem mulheres africanas que são bonitas, o que não era o caso de Diallo).

Moral da história: nunca te envolvas com uma empregada de hotel Africana porque ela vai arruinar-te a vida.

P.S: Este blog desmarca-se de qualquer conotação racista nos conteúdos deste post. Quem me conhece até sabe bem que o meu artista favorito é o Bonga.

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Não consegui perceber

Ler aqui.

Consigo perceber os argumentos da Dra. Ana Gomes no que toca à falta de responsabilidade governativa demonstrada por Paulo Portas “no célebre caso da compra dos submarinos” e a falta de idoneidade para governar.

Não consigo é perceber a sua analogia com o caso de Dominic Strauss-Kahn.

Uma coisa é a responsabilização política e jurídica por actos que causem prejuízo ao estado. É reprovável e merece ser alvo de investigação por parte das autoridades judiciais. Outra coisa é a responsabilização jurídica de um indíviduo com altas funções numa instituição mundial devido a um pressuposto cometimento de um crime na esfera da vida privada de qual Dominic Strauss-Kahn até prova e sentença em contrário ainda se encontra inocente.

A Dra. Ana Gomes, intelectual pela qual eu tenho a maior estima (o que não impede de lançar uma ou outra crítica como já efectuei neste blog) quando opina publicamente “dá uma no cravo e outra na ferradura”.

Não defendendo as políticas de Paulo Portas e do seu partido (a verdade sobre a operação de compra dos submarinos deveria ser investigada a fundo para que se desmascarem algumas verdades sobre a legalidade dos contratos assinados pelo Estado Português e os lucros que reverteram a um determinado banco privado resultante do empréstimo de capitais ao Estado Português) tenho a dizer à Dra. Ana Gomes que o líder do seu partido (um tal de José Sócrates) também não dispunha de idoneidade para governar. Basta relembrar que o “falso engenheiro” obteve uma licenciatura com uma assinatura dominical (dia de trabalho raro nas universidades portuguesas)e esteve ligado directamente e indirectamente a 3 casos de corrupção envolvendo entidades públicas: Face Oculta, Tagus Park e Freeport.

Politicamente, a Dra. deve-se lembrar que há poucos meses atrás, José Sócrates não comunicou a nenhum dos outros órgãos de soberania uma ida a Bruxelas para apresentar o PEC, num claro desrespeito pelos princípios democráticos instaurados neste país pela revolução de Abril.

Politicamente, a Dra. deverá lembrar-se que o governo da sua cor partidária baixou o IVA dos produtos relacionadosutilização dos campos de Golfe e por outro lado aumentou as taxas moderadoras de utilização do Serviço Nacional de Saúde e limitou a comparticipação estatal numa alta variedade de medicamentos.

Poderia estar aqui uma tarde inteira a digitar mais exemplos de falhas graves na governação socialista que deveriam ser alvo de responsabilidade política e quiçá de investigação pelas autoridades judiciais competentes. Com isto, não estou a defender o Dr. Paulo Portas – muito pelo contrário – tenho medo do que possa vir naquela cabeça para o futuro do país.

Compreendo perfeitamente as palavras da Sra. Dr. em relação ao “estranho caso dos submarinos” – agora, associar essa questão ao problema de Strauss-Kahn é uma piada de muito mau gosto.

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Game-Over

No dia em Portugal é resgatado em 78 mil milhões de euros pelo Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia.

A justiça Norte-Americana será impiedosa para Strauss-Kahn. A economia será impiedosa para um país que hasteou definitivamente a bandeira branca e terá um futuro muito difícil a longo prazo.

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É esta a corja que nos instala mais austeridade


Já não lhe bastava o epíteto do “Francês que usou a crise para salvar o Fundo Monetário Internacional”.

Dominic Strauss-Kahn foi hoje preso em Nova Iorque, horas depois de uma empregada de hotel ter apresentado queixa contra o Director do Fundo por violação e agressão sexual.

Strauss-Kahn era apontado em França como o principal candidato da oposição a Nicolás Sarkozy. O director do FMI já é reincidente neste tipo de acusações.

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80 mil milhões

80 mil milhões é o valor do resgate.

Nota de Jean Claude Juncker e Oli Rehn, dão conta do parcelamento do resgate para apoio aos bancos portugueses, um dos maiores vencedores da crise no país.

Falam de contenção na execução de mais dívida pública, falam de auditorias rigorosas às contas públicas nacionais, de algumas medidas económicas e laborais, mas nem sequer se preocupam em auscultar a vida actual dos portugueses e de pensar em aliviar as carteiras do povo para que o consumo privado possa ser novamente fomentado em Portugal.

Não pensam sequer na premissa importantíssima que é o consumo de produtos nacionais. Há uns dias tive este pensamento. Se cada português consumir anualmente 200 euros em produtos nacionais, a economia portuguesa ficará bem melhor e a taxa de desemprego irá diminuir.

É uma das ideias a ter em conta.

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