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NBA 2012\2013 #15

1. Jogos de ontem:

Jogo de surpresas e reviravoltas em LA. Orlando não ganhava um jogo nos últimos 10. Já os Clippers tinham estabelecido um record de franchising ao nível de vitórias seguidas: 13. Ao 14º jogo, em casa, quando se previa uma vitória fácil para a turma de Los Angeles, os Magic provaram que a liga afinal tem como principal característica o equilíbrio.

Na ausência de Glen Davis na turma da Flórica, foi o poste sérvio Nikola Vucevic uma das grandes figura do encontro (está a fazer grandes jogos desde que Baby Shaq se lesionou) com 18 pontos e 15 ressaltos, números que tem sido tónica das suas prestações nas últimas 2 semanas. O sérvio acabou por confirmar a vitória de Orlando com um slam dunk.
A grande figura do encontro, para o lado dos Magic, acabou por ser o base Arron Afflalo com 30 pontos (10 em 19 ao nível de lançamentos de campo; 3 triplos) e 7 assistências, provando que só não é uma figura de proa da liga porque é um jogador demasiado inconsistente nas suas exibições. Talento de tiro não lhe falta. Falta sim estrutura psicológica para superar momentos de pressão.
Do banco de Orlando saíria ainda JJ Redick com 21 pontos, sendo 12 obtidos com 4 grandes lançamentos atrás da linha do garrafão. O 6th Man de Orlando está a jogar um basquetebol prodigioso, o que põe em causa o seu futuro em Orlando visto que no próximo verão torna-se free-agent e segundo os rumores quer sair da equipa da Flórida.

Do lado da equipa de Vinny Del Negro, Jamal Crawford falhou o último lançamento.
Blake Griffin com uma prestação notável em todos os aspectos – 30 pontos, 8 ressaltos, 7 asssistências. Apesar de continuar a persistir (e a ser beneficiado pela arbitragem) com os seus slams em falta (quase todos são em falta visto que Griffin entra com os braços para armar o slam e só não são falta todos aqueles em que o defensor está dentro da área restritiva), notam-se bastantes melhorias do poste baixo de LA ao nível do lançamento, sendo que Griffin já é capaz de executar com uma significativa taxa de exito lançamentos a 14 pés do cesto e já converteu inclusive 3 triplos esta temporada.
Contrastando com a excelente exibição do all-star, o resto da equipa exibiu-se a um nível inferior aquilo que tem exibido, excepção feita para Chris Paul com as suas fantásticas 16 assistências e 10 pontos marcados. A equipa de LA pode queixar-se da falta de eficácia ao nível de 3 pontos com 9-22.

Surpresa em Chicago, com a equipa local a ser perfeitamente dominada pelos Phoenix Suns:

Os Bulls apresentaram-se algo cansados perante uma equipa (Phoenix) que tem demonstrado bem menos durante época do que aquilo que seria de prever. Esta equipa nova equipa dos Suns vai dar que falar nas próximas épocas caso não saia ninguém nas próximas rondas de transferências. É uma equipa com muita qualidade, começando pelo base organizador Goran Dragic (quem sabe se os Suns não tem aqui o novo Steve Nash; penso que Houston fez muito mal em abdicar deste sérvio para contratar Jeremy Lin), pelo extremo Michael Beasley (para quem não sabe foi o nº2 do draft onde o 1º foi Derrick Rose; continua algo instável e frágil do ponto de vista psicológico o que é muito mau visto que é um extremo com um leque de soluções ofensivas muito interessantes) e pela sua linha de postes constituídas por Luis Scola e Marcin Gortat, dois jogadores muito experientes que conseguem dar muita força e muito poder ofensivo e defensivo à equipa.

A estratégia defensiva e ofensiva da equipa do Arizona em Chicago passou por estes 4 homens: Dragic muito eficaz a organizar, Beasley muito eficaz no tiro exterior (20 pontos; 10 em 14 em lançamentos de campo), Scola muito eficaz a lançar e a ganhar ressaltos defensivos (22 pontos; 7 ressaltos, 6 deles defensivos) e Marcin Gortat exímio tanto a servir de muro para as investidas interiores de Noah, Boozer e Deng (por muitas vezes estes 3 esbarraram literalmente contra o polaco) como a abrir caminhos através do seu bloqueio para Beasley e Scola, se bem que nesta história dos bloqueios a arbitragem não só foi muito permissiva com bloqueios ilegais do polaco como em outras vezes passou vista grossa a muitas faltas que o polaco fez na luta das tabelas.

Do lado de Chicago, o trio composto por Noah, Deng e Boozer apresentou-se com algum cansaço acumulado nesta partida em virtude da excessividade que Tom Thibodeau lhes tem dado nos últimos tempos. Deng e Noah tem médias de utilização de 40 minutos, não apresentam para já suplentes que os possam fazer descansar mais tempo sem a equipa sofra uma quebra de rendimento e isso pode ser um factor prejudicial para a equipa no futuro. Mesmo assim, as exibições de Boozer e Noah contra uma defesa muito aguerrida por parte de Phoenix foram bastante satisfatórias. 

Tom Thibodeau foi mais uma vez apanhado com dificuldades na leitura de jogo. Está a dar demasiados minutos a Hinrich e isso não está a ser benéfico para a equipa do ponto de vista ofensivo. Ontem tinha Hamilton a acertar tudo o que lhe vinha parar às mãos e acabou por dar demasiado espaço ao italiano Marco Belinelli (um desastre na partida de ontem) em prol do veterano all-star.

Da exibição de ontem salvou-se também o sophomore Jimmy Butler. O puto está a crescer a olhos vistos em Chicago. Não é um primor de técnica, não é o gajo perfeito ao nível de lançamento mas é muito lutador, não tem medo de arriscar e costuma entrar para marcar 8\10 pontos muito importantes em períodos decisivos.

Dados importantes: Chicago com tendência para perder jogos contra equipas acessíveis em casa. Road de sonho para os Bulls com 10 vitórias e 5 derrotas. No United Center, a coisa está bastante dispar: Thibodeau só tinha perdido 7 dos 42 jogos efectuados em casa na época 2011\2012 e nesta época já soma 10 derrotas em 20 jogos.

Dirk já voltou ao activo e já se vê um cheirinho dos velhos Mavericks.

2. Em específico:

Chalmers completamente endiabrado. Jogo sem história em Sacramento até que Chalmers desata a marcar triplos e só para nos 10. 34 pontos (máximo de carreira) para o base de Miami e o empate com o recorde de Brian Shaw ao nível de triplos marcados num jogo, recorde que perdurava desde 1993. 10 em 13 para o base de Miami num jogo em que o base da equipa adversária (Isiah Thomas) também quis entrar na brincadeira e lançou 6 em 8.

3. As 10 melhores jogadas da noite:

Destaque para o regresso em cheio do #1 do draft de 2010 John Wall (Washington Wizards)

4. The Nets Association episode 6: as primeiras duas semanas de PJ Carlesimo no comando da equipa, semanas que se tem pautado por algumas vitórias da equipa e pela consequente subida na tabela classificativa no Este.

5. Uma graçola do “barbas” James Harden (Houston Rockets) contra Philadelphia num jogo onde os 76ers viriam a vencer.

6. Insider: Monty Williams e os New Orleans Hornets

7. Notícias:

Rumor que tem circulado que dá conta do interesse dos Cleveland Cavaliers em recapturar LeBron James quando este terminar contrato com Miami em 2014.

O proprietário dos Mavericks Mark Cuban afirma que a sua equipa não irá trocar Dirk Nowitzky.

8. Desta noite:

parker rubio

Fotografia curiosa tirada há minutos no jogo entre San Antonio Spurs e Minnesota Timberwolves. Dois jogadores europeus (Tony Parker e Ricky Rubio), dois bases talentosos (um mais veterano e o outro a dar as primeiras pisadas de uma carreira que se espera muito auspiciosa na Liga), dois jogadores com o mesmo número nas costas.

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reservas do all-star game 2012

Love, Nowitzsky, Aldridge, Nash, Westbrook, Parker, Marc Gasol – Oeste

Juntam-se a Griffin, Durant, Bryant, Bynum e Paul.

Bosh, Deron Williams, Hibbert, Johnson, Deng, Pierce e Iguodala – Este

Juntam-se a Rose, Carmelo Anthony, Wade, James e Howard

Se clicarem aqui, onde abordo pela primeira vez este all-star game, nos palpites indiquei como suplentes do Oeste  Raymond Felton e Rudy Gay e como tal falhei na previsão, acertando todavia os outros 5 e no Este, falhei Rajon Rondo e Amare Stoudamire.

Creio que perante o que Gay e Rondo tem feito nesta época, é um erro crasso dos treinadores não levarem estes dois nomes.

Gay, apesar da época muitos furos abaixo do esperado de Memphis, alinhou em 26 jogos, perfazendo uma média pontual de 18.7 e 6.7 ressaltos por jogo. No entanto é um shooter explosivo e acaba por ser a “alma-mater” da equipa de Memphis.

A escolha de Tony Parker prende-se pelo facto do jogador estar em re-ascensão na Liga. 18.9 pontos de média e 7.7 assistências, exibições muito consistentes que tem carregado os Spurs na intermitência de Duncan e na ausência de Ginobili.

No Este, saúdo a chamada pela primeira vez para o evento de Luol Deng. Bem o merece pois está a fazer a época mais expressiva em Chicago. Uma máquina de pontos e ressaltos. Deng não é e nunca será a principal vedeta de Chicago. É o Pippen dos tempos modernos. Mas na falta de Rose em campo, é a ele que os colegas passam a bola e quase sempre com exito Deng assume certeiramente a liderança. No entanto, complementando D-Rose, Deng não poderia ser melhor colega. Agora, não tenho apenas um motivo para ver o All-Star Game mas sim dois!

A não-escolha de Rondo para este All-Star é na minha opinião escandalosa. Se Boston tem feito (miserável é certo) o que fez esta época (se Rondo estivesse ausente, Boston a esta altura estaria longe dos lugares de playoffs) deve-o a Rondo. É o showman de Boston perante um Paul Pierce que infelizmente tem dias e perante a “ausência” de Garnett e Allen, cuja psique ainda está sã para definir objectivos de vitória mas cujo físico (pelo avanço da idade e pelo ritmo diabólico da NBA\desgaste de épocas de altíssimo rendimento) já não responde mais à exigência da própria prova.

A escolha de Pierce aceita-se, apenas tendo como base o facto de Pierce ter sido um dos melhores jogadores da década. É all-star garantido, there´s no doubt about it.

Amare Stoudamire – Perante Bosh é difícil assumir que Stoudamire entrava nesta lista. Para mim entrava por troca de Hibbert visto que não sou muito apreciador do poste de Indiana. Mais facilmente iria buscar Greg Munroe a Detroit. Amare está a subir de rendimento e tal e qual como Pierce é um all-star nato. Erro de julgamento creio.

Gasol – Não está. E perdoem-me os lakerianos; não está e muito bem. Está a anos luz do Gasol de outros tempos, precisa de mudar de ares e a sua dinastia é representada pelo irmão que é uma fera jeitosa!

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Bulls vencem em Nova Iorque

Noite cheia de groove na meca do basquetebol: o Madison Square Garden.

Apesar do óbvio que é o meu sentimento pelos Bulls, confesso que tenho uma admiração muito forte pelos Knicks. Pelo que representa Nova Iorque, pelo cosmopolitismo da cidade, pelo Madison Square Garden como meca do basquetebol norte-americano e pela história que o Franchise apresentou e continua a apresentar.

Spike Lee na primeira fila, a comandar as tropas dos seus Knicks, a prostestar com a arbitragem e a mandar vir com os jogadores adversários. É quase um espectáculo dentro do espectáculo. Para quem viu, Craig Sager, o reporter da TNT com os seus momentos bizarros. O basket em Nova Iorque é uma alegria.

Perante duas equipas históricas da Liga, com dois bons roosters (apesar do posto na tabela classificativa ser uma realidade quase antagónica) estavam os ingredientes reunidos para que existisse um bom espectáculo, o que veio a acontecer.

De um lado os Bulls, ainda com alguns problemas de plantel motivados pelas lesões de Luol Deng e Ric Hamilton. As lesões tem sido uma constante na equipa de Tom Thibodeau, pelo que os Bulls não alinham com as cartas do baralho todas em cima da mesa há 14 jogos consecutivos. Deng, Noah, Rose, Hamilton e Watson tem sido os mais fustigados por lesões neste primeiro terço de época.

Os Bulls vinham de uma série intermitente. Derrota caseira frente a Indiana (a primeira em casa), vitória em New Jersey, derrota em Miami, vitória frente a Washington e derrota em Philadelphia.

As derrotas, todas contra equipas que estão a jogar muito bem e estão a revelar inclusive aspirações aos primeiros lugares da conferência. A derrota em Philadelphia foi copiosa. A derrota em Miami poderia ter sido vitória não fosse o facto de Derrick Rose ter escandalosamente falhado dois lançamentos de lance livre no último minuto, quando até esse momento tinha efectuado 12 em 12.

Derrick Rose tem vindo a assumir mais preponderância na equipa, tendo feito mais de 30 pontos em 4 dos últimos 5 jogos.

Do outro lado uma equipa de Nova Iorque que está a realizar um péssimo campeonato para as suas pretensões e real qualidade e que, consequentemente, começa a ser questionada não só pela comunicação social mas inserida em notícias que dão conta que os seus responsáveis estão a pensar desmantelar a equipa já este ano dado a uma certa insatisfação com o ambiente que se vive no MSG.

A equipa está Melo dependente, é um facto notório e a imprensa tem apontado deficiências no método de treinar de Mike D´Antoni, que para mim é incontestavelmente um dos melhores treinadores da Liga e acima de tudo, um gentleman da competição.

As capacidades de Stoudamire estão a ser postas em causa, algo que o poste está a relativizar com excelentes exibições dentro de campo (ainda ontem mais uma frente aos Bulls), Melo tem dias, Tyson Chandler só agora é que se está a habituar ao estilo de jogo da equipa, Baron Davis e Mike Bibby são inexistentes porque passaram mais tempo no estaleiro do que dentro de campo e Landry Fields\Iwan Schumpert tem sido jogadores muito valiosos dentro da equipa em tempos de vacas magras.

Toney Douglas tem sido aquilo que em Nova Iorque se tem aproximado de base. Baron Davis e Mike Bibby passam mais tempo no banco e na sala de fisioterapia do que em campo. Fields é escasso para Shooting Guard, apesar de ser um jogador tecnicamente muito interessante e um bom triplista.

Stoudamire? Para onde pode ir? Orlando em troca com Howard, sabendo que nessa situação Nova Iorque terá que despachar mais 2 jogadores de qualidade que neste momento não tem dado que Melo, Chandler são inegociáveis, Bibby e Davis ainda agora chegaram e estão sempre lesionados.

Melo? Quem poderia querer Melo Anthony? New Jersey? Não tem capacidade de troca. Boston? Não tem capacidade de troca. Detroit? Não tem capacidade de troca. Memphis? Não tem capacidade de troca a não ser a dupla Gasol\Gay e mesmo assim não estou a ver Nova Iorque a vender melo ou a ver Melo a ir para Memphis. LA Lakers? Dúvido, dada a obecessão por Howard.

Outra pergunta que me ocorre. Não seria melhor, pelo espírito colectivo da equipa ter abdicado da contratação de Melo pela construção de uma equipa à volta de Gallinari e Felton, como está a ser feito e com bons resultados práticos por Denver?

Quanto ao jogo em si:

Jogo extremamente bem disputado, com um período inicial de parada e resposta. Notas para o começo de exibição de Amare Stoudamire e Landry Fields e para a resposta que vinha de Chicago através dos triplos seguidos de Karl Korver. O shooting guard tem alinhado de início e Tom Thibodeau não tem visto gorada a oportunidade que tem dado ao antigo jogador dos Utah Jazz. O catch and shoot do base é um autêntico balão de oxigénio para Chicago de vez em quando. Ora para aliviar desvantagens ora para aumentar vantagens.

Stoudamire no seu melhor desta época. Sou um apreciador das suas qualidades. Não é um jogador tecnicamente perfeito. Mas é atleticamente perfeito. Dá tudo o que tem em campo. Leva tudo e todos à frente, afunda, lança bem ao perto, ao longe e também consegue triplos de vez em quando. E aquele que sido o melhor jogador da última época (LeBron James) acaba por ser um jogador da mesma linha, só que, muito mais portento da natureza que Amare.

No 2º período, um pouco mais de Rose e de Melo. Melo acabaria com 26 pontos e 6 ressaltos. Rose seria novamente o homem-chave de Chicago com incríveis 32 pontos e 13 assistências. Rose contribuiu para 63 dos 108 pontos da equipa.

Ao intervalo, os Bulls lideram por 55-44.

Na 2ª parte, os Knicks aproximaram-se gradualmente do marcador, graças aos pontos de Melo e Stoudamire, acabando mesmo no último período por encostar os Bulls a sucessivos empates e vantagens inferiores a 4 pontos.

Do lado dos Bulls, realce para as exibições de:

Carlos Boozer – Não se deu por ele em campo na maioria do tempo, mas o seu lançamento em fuga à rectaguarda voltou a dar resultados com 16 pontos e 9 ressaltos.

Joakim Noah – Mais um good-day at the office com 10 pontos e 9 ressaltos. Três combinações base-poste com Rose foram deliciosas. Teve dificuldades em defender Stoudamire.

CJ Watson – Um bom 2º período com 10 pontos de rajada.

Karl Korver – Catch and shoot. 16 pontos. 3 triplos e outros que mais de 2 pontos.

Jimmy Butler – Perante as ausências, o rookie de Chicago deu o seu contributo como pode. Defendeu Melo e pode-se dizer que o secou no 4º período. Fez 7 pontinhos bem preciosos. Está a crescer.

Em Nova Iorque, exceptuando Melo e Stoudamire:

Tyson Chandler – Apagado q.b. Ainda está à procura do melhor ritmo dentro da equipa. 9 pontos e 8 ressaltos.

Landry Fields – Alguns triplos e outras boas incursões para o cesto. É o melhor da rectaguarda dos Knicks na ausência de Davis e Bibby.

Iwan Schumpert – Perante as ausências têm que fazer frete de point guard quando é shooting guard\shooting forward. É um atirador puro. as na falta de melhor e na existência de Toney Douglas…

Passando para outras análises:

Estão lançadas as bases para o All-Star Game\All-Star Weekend.

O publico, entre os quais eu e a maralha da Liga PT da ESPN Fantasy League, fomos alguns dos milhões de amantes da NBA que votámos no 5 base que a equipa da Conferência Oeste e a equipa da Conferência Este irão alinhar dia 26 em Orlando.

Eu confesso que votei algo como: Rose, Wade, James, Bosh, Howard no Este e Nash, Westbrook, Durant, Bryant e Kevin Love no Oeste.

No entanto os escolhidos pelos votantes foram: Rose, Wade, James, Carmelo Anthony e Dwight Howard no Este e Chris Paul, Kobe Bryant, Kevin Durant, Blake Griffin e Andrew Bynum.

Os suplentes serão escolhidos pelos treinadores nas próximas semanas sendo que do Este os 7 suplentes oscilarão entre Rajon Rondo, David West, Kevin Garnett, Ray Allen, Paul Pierce, Greg Munroe, Deron Williams, John Wall (talvez jogue nos rookie vs sophomores) André Iguodala, Elton Brand, Amare Stoudamire, Tyson Chandler, Carlos Boozer, Luol Deng, Kyrie Irving (rookies vs sophomores infelizmente) Chris Bosh, Danny Granger, Joe Johnson e Josh Smith.

Aposto em 7 suplentes como Rondo, West, Pierce, Williams, Stoudamire, Deng e Joe Johnson.

No Oeste, os suplentes poderão ser Westbrook, Felton, Gallinari, Ginobili (se recuperar) Duncan, Tony Parker, Nowitzky, Kidd, Carter, Gasol, Marc Gasol, Rudy Gay, Nenê, Kevin Martin, Monta Ellis, Steve Nash, Ricky Rubio (também alinhará no rookies vs sophomores)

Aposto em 7 suplentes como Westbrook, Raymond Felton, Tony Parker (dúvido que Ginobili recupere) Dirk Nowitzsky, Marc Gasol, Rudy Gay e Steve Nash.

 

Quanto a outras equipas da Liga:

Philadelphia – Não deixam de surpreender pelo actual 3º lugar da Liga. Iguodala está a jogar bem como sempre, Brand nem por isso.

Indiana – Continuam bastante coesos. Prova disso foi a vitória em Chicago num destes dias. Continuo a dizer que a entrada de David West fez muito bem à equipa.

Milwaukee – Michael Redd saiu e a equipa melhor muito. Não só ao nível de jogo mas ao nível de resultados. Drew Gooden tem alinhado bastante bem nos últimos jogos. Brandon Jennings está a liderar a equipa a todo o vapor com 20.8 pontos de média em 21 jogos. Andrew Bogut está novamente lesionado, numa fase em que estava claramente a subir de rendimento.Estão em 8º na conferência, lutando pela última vaga dos playoffs com Cleveland, Nova Iorque, New Jersey e Toronto. Mas cuidado, os Knicks não irão ficar com score negativo até ao final da época creio.

Oklahoma City Thunder – Melhor record da Liga até agora com 17-4. 81% de vitórias. Merecem todo o sucesso por aquilo que fazem em campo.

Denver – 2º lugar. O mesmo me ocorre dizer sobre os Nuggets na proporção do que disse sobre Oklahoma.

San Antonio – Mesmo sem Ginobili a coisa tá-se a endireitar. Tony Parker tem acrescido de rendimento nos últimos jogos. Falta banco aos Spurs.

Dallas – O mesmo de Spurs. Lamar Odom mais entrosado. Vince Carter explodiu e está a ter uma 2ª vida em Detroit. Kidd lesionado, não existe um 2º base na equipa com a saída de Barea. Mesmo assim a equipa de Mark Cuban já saiu dos lugares dos aflitos rumo a uma época regular que se convém nos 4 primeiros.

LA Lakers – Com Bynum tudo melhor. Gasol continua híbrido: ou faz exibições de alto gabarito ou faz exibições muito vazias.

Utah – Continua a receita: trabalho, garra. Vamos ver se a falta de vedetismo na equipa não se reflecte nas horas importantes em que alguém tenha que assumir jogo.

Memphis – Quem tem boca vai a Roma. Pela boca de muitos, Memphis já tinham ído a Tóquio. Cuidado, Gasol e Gay não chegam e os playoffs ainda são uma miragem.

Houston – Agradável surpresa. Poderão tentar algo bonito.

Minnesota – Decepção para já. Pode ser que o regresso de Michael Beasley dê algumas alegrias a esta equipa.

Golden State – Muito bonito em casa. E fora?

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Dallas Mavericks 86-83 Miami Heat

Ao 4º jogo da final, os Mavericks empataram a série 2-2.

Traçando um breve resumo sobre a partida, pode-se dizer que tivemos 4 períodos bem disputados entre as duas equipas, com a incerteza sobre o vencedor da partida a pairar até ao final.

Os Mavs a jogar em casa (depois de terem vencido um jogo fora e de terem perdido um jogo em casa) sabiam perfeitamente que uma derrota neste 4º jogo não acabaria com as suas hipóteses de chegar ao título (se vencesse Miami faria o 3-1) mas do ponto de vista psicológico, colocaria muitos entraves uma eventual reviravolta (o 5º jogo é em Dallas, o 6º e o 7º em Miami).

O jogo começou com um primeiro período equilibrado, que terminaria com as equipas empatadas a 21. Dirk Nowitzky e Chris Bosh começaram a todo o gás, marcando os primeiros pontos de ambas as equipas. Enquanto o Alemão limitou-se  a fazer as travessuras do costume (marcou os primeiros 6 pontos da equipa, desapareceu por completo da partida até ao último período onde pegou na bola e decidiu) o poste dos Heat fez um jogo bastante eficaz do ponto de vista do lançamento com 24 pontos (9 em 19 em lançamentos de campo).

A acompanhar Bosh esteve Dwayne Wade (32 pontos incríveis 13 em 20 em lançamentos de campo). Wade esteve muito bem no lançamento, aparecendo muitas vezes a finalizar debaixo do cesto. Já LeBron James fez um jogo muitos furos abaixo do seu potencial e daquilo que lhe é exigido. Com apenas 8 pontos (+ 9 ressaltos e 7 assistências) James não lançou muito (11 lançamentosalguma falta de confiança) e concretizou bastante pouco (apenas 3 lançamentos de campo em 45 minutos) – para além disso cometeu alguns turnovers (4).

Em todo o caso este jogo também se caracterizou pelo facto de ninguém do banco de Miami ter amenizado a falta de pontos de um dos seus elementos do big-three. Nos 83 pontos da equipa, 64 foram marcados pelas 3 vedetas.

O equilíbrio voltou a pautar o 2º período da partida, acabando os Heat por ir para intervalo com uma curta vantagem de 2 pontos.

O 3º período trouxe um maior domínio dos Heat. A turma da Flórida, inspirada pelo excelente jogo de Dwayne Wade chegou a ter uma vantagem de 9 pontos no 4º período. No entanto, duas belas jogadas de Jason Terry davam inspiração aos Dallas para lutar pelo campeonato.

Até que nos segundos finais, uma fase de valente confusão quando Dallas vencia por 2 pontos (nos últimos 3 minutos a bola teimava em não entrar nos 2 cestos) dava a oportunidade a Jason Terry de fechar a partida na linha de lance livre, após 10 pontos de Dirk Nowitzky no período.

O Alemão não esteve bem durante toda a partida. Depois de ter concretizado os primeiros 6 pontos da equipa desapareceu por completo da partida. Lançou muito e mal (6 em 19 em lançamentos de campo) e por 3 ou 4 vezes tentou o um para um contra Chris Bosh e acabou por perder a bola em drible para a defesa de Miami. Esteve muito eficaz na linha de lance livre (9 em 10) onde desiquilibrou o resultado para Dallas.

Jason Kidd também não se exibiu ao nível que a equipa pretende dele. O base falhou muitos passes, cometeu muitos turnovers (4) e não concretizou um único ponto (0-3 em lançamentos de triplo).

Shaun Marion e Tyson Chandler voltaram a ser decisivos para a turma de Dallas. O primeiro com 16 pontos, aproveitou as falhas defensivas do seu marcador directo (LeBron James) para concretizar bolas um tanto ou quanto bizarras do ponto de vista técnico. O poste fez o que lhe competia. Lutou debaixo das tabelas contra Bosh, Anthony ou Haslem. Se na primeira parte perdeu muitos ressaltos principalmente na defesa, na 2ª parte Chandler foi importante a ganhar ressaltos ofensivos (9 ressaltos ofensivos7 defensivos) para depois fazer a tapinha e acrescentar aos 16 ressaltos, 13 importantíssimos pontos.

Jason Terry saiu do banco para ser a alma que a equipa precisava para vencer. Terry não esteve bem até ao último período. No 4º, apareceu com 2 jogadas magníficas quando o marcador já descambava o jogo para o lado de Miami. Não esteve brilhante no lançamento (6 em 15) mas acabou o jogo com 17 pontos. Quem também saiu do banco para assumir um papel importante foi DeShawn Stevenson. Relegado para o banco por troca com Barea (o porto riquenho concretizou 8 importantes pontospoderia ter feito mais qualquer coisa em 3 lances onde fez tudo bem excepto o lançamento) o baseextremo entrou para concretizar 3 triplos importantíssimos para colocar Dallas em cima da vantagem de Miami.

Concluíndo, o jogo também fica marcado pela extrema ineficácia das equipas ao nível de triplos. Ao todo, Dallas lançou da linha de 3 pontos por 19 vezes concretizando 4 e Miami apenas concretizou 2 em 14 lançamentos. Algo atípico tendo em conta a qualidade dos lançadores das duas equipas.

Não foi um jogo bem jogado. As equipas demonstraram muito nervosismo durante toda a partida e sentiram a pressão na hora das decisões. Neste jogo, jogou-se mais com o coração e acabou por vencer uma equipa de Dallas que teve jogadores mais capazes de escolher bem as suas jogadas e o sítio dos seus lançamentos.

O 5º jogo disputa-se na madrugada de quinta para sexta e marca a despedida das finais de Dallas.

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Indiana Pacers 84-88 Chicago Bulls

Emocionante. É a palavra que me ocorre para o jogo 3 da série de ChicagoIndiana. Emocionante até ao final, à semelhança do que tinham sido os primeiros 2 jogos em Chicago.

Os Bulls vencem por 3-0 a série e basta-lhes apenas mais uma vitória para seguir para a próxima ronda. Como já tinha referido no post de antevisão destes playoffs, os Pacers tornaram-se um adversário bastante incómodos para o nº1 da fase regular: 3 vitórias muito suadas frente a um adversário muito aguerrido, muito lutador. Nos 3 jogos realizados, os Bulls serviram-se da excelência de Rose e Karl Korver, com alguma estrelinha de campeão à mistura.

Neste 3º jogo, Derrick Rose foi importante mas não fez os 3936 pontos dos jogos anteriores. Com 23 pontos, o base voltou a ir contra tudo e contra todos, mas contou com a grande exibição de Luol Deng (21 pontos) Joakim Noah (10 pontos11 ressaltos) Carlos Boozer (11 ressaltos) e com um Karl Korver inspirado no tiro exterior (12 pontos2 triplos decisivos no 4º período).

Na turma de Indiana, Danny Granger (21 pontos) foi o mais inconformado.

Caso Indiana vença, o jogo 5º será disputado terça-feira em Chicago.

Nas restantes séries da Liga:

O 4º jogo (espero que o último da série) realiza-se sábado às 7 e meia da tarde (1 e meia em Indiana) e têm transmissão em diferido marcada para a meia-noite na Sporttv.

– Miami venceu em Philadelphia por 100-94 num jogo mais equilibrado do que fora 3 dias antes o jogo 2 na Flórida. LeBron James teve que aplicar o seu poderio, marcando 24 pontos. Dwayne Wade fez um jogão com 32 pontos. Chris Bosh fez o que lhe competia com 19 pontos e 6 ressaltos. Do lado de Philadelphia Elton Brand (21 pontos11 ressaltos) e o base Jrue Holliday (20 pontos8 assistências) fizeram exibições de altíssimo nível, assim como o suplente Louis Williams (15 pontos).

O jogo 3 realiza-se esta madrugada.

– Em Orlando, a turma da casa recuperou a derrota no 1º jogo, vencendo Atlanta com alguma dificuldade (88-82). Mais uma vez a equipa de Orlando mostrou o seu lado deficitário, vivendo da inspiração do seu poste Dwight Howard (33 pontos e 19 ressaltos) – Nestes primeiros jogos de playoff, o poste tem sido para mim o melhor jogador da fase a eliminar. Jameer Nelson fez o que lhe cabia (13 pontos8 ressaltos) e o turco Hedo Turkoglu apareceu mais em jogo (10 pontos6 assistências). Quem continua por aparecer é Jason Richardson e Brandon Bass (8 pontos cada).
Do lado da turma do Estado da Geórgia, Jamal Crawford foi o jogador em destaque neste jogo 2, à semelhança do que tinha feito e bem no jogo. O antigo jogador dos Knicks saltou do banco para 25 pontos meia hora de utilização. Josh Smith (17 pontos7 ressaltos) e Joe Johnson (14 pontos7 ressaltos) também tentaram colocar Atlanta em vantagem por 2-0 na eliminatória.
O jogo 3 realiza-se esta madrugada em Atlanta.

Do lado de Nova Iorque, Carmelo Anthony fez uma joga de todo o tamanho (42 pontos17 ressaltos) e quase tirou o jogo 2 para o lado dos Nova-Iorquinos. Basicamente, foi Carmelo contra os Celtics. Amare Stoudamire fez uma exibição para esquecer, marcando apenas 4 pontos.No Oeste:

– Os Celtics bateram os Knicks no jogo 2, por 96-93. Mais uma vez na tangente, a turma de Boston contou com um ligeiro “empurrãozinho” da equipa de arbitragem. Rajon Rondo foi o melhor jogador da turma de Boston com 30 pontos e 7 assistências. O big-three de Boston também teve em destaque: Pierce marcou 20 pontos, Ray Allen 18 e Kevin Garnett esteve bem no ataque (12 pontos) e exímio na defesa (10 ressaltos).

No Oeste:

– Portland reduziu para 1-2 a desvantagem em relação a Dallas no jogo 3, realizado esta madrugada no Oregon. Pela equipa da casa, o base Weslley Matthews foi o melhor marcador (25 pontos) sendo bem coadjuvado pelo extremo LaMarcus Aldridge (20 pontos) e por Brandon Roy que saltou do banco para contribuir com 16 pontos em 23 minutos de utilização.
Do lado da equipa Texana, o base suplente Jason Terry foi o melhor marcador 29 pontos. Dirk Nowitzky fez uma exibição regular (25 pontos9 ressaltos) tendo em conta o seu enorme potencial e tanto Jason Kidd como Shaun Marion ou Juan Barea não fizeram nada por aí além, factor que foi decisivo para a vitória de Portland visto que estes 3 elementos tinham-se exibido a alto nível nos 2 primeiros jogos.

Denver terá muitas dificuldades em acompanhar o nível dos Thunder, candidatos declarados às finais de conferência.

– Os Lakers empataram a série a 1 contra New Orleans, num jogo em que a turma de Phil Jackson voltou a sentir muitas dificuldades contra a equipa de Chris Paul. Kobe Bryant teve um jogo bastante aquém daquilo que costuma exibir (apenas 11 pontos) valendo portanto à turma de LA, as grandes exibições de Ron Artest (15 pontos6 ressaltos) Lamar Odom (16 pontos) e Andrew Bynum (17 pontos11 ressaltos). O mau momento de forma de Pau Gasol continua claramente manifesto.
Do lado da turma do Estado do Tenessee foi o ex-Lakers trevor Ariza (22 pontos7 ressaltos) e Chris Paul (20 pontos9 assistências) que espalharam o terror na defesa californiana.
O jogo 3 disputa-se esta madrugada em New Orleans.

– Oklahoma fez 2-0 contra Denver. Num jogo desiquilibradíssimo desde o primeiro período, Durant, Westbrook e companhia tiveram a inspiração de James Harden, para mim o melhor 6º jogador da Liga.

– Os San Antonio Spurs fizeram o que lhes competia, empatando a série contra Memphis depois do desire no 1º jogo.
Numa vitória muito sofrida até final, foi o trio GinobiliDuncanRichard Jefferson que teve de puxar dos galões para derrotar um 5 titular de Memphis que se exibiu a alto nível.
O jogo 3 realiza-se esta madrugada em Memphis.

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