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Já que estamos numa de dar com a língua nos dentes…

Creio que é tempo de informar o público, do que se passou numa reunião de plenário da Secção de Direitos Humanos da Associação Académica de Coimbra.

Depois do plenário em que fui expulso pelo Presidente da referida secção, cujo relato pessoal dos acontecimentos podem ver aqui foi realizado um novo plenário da secção 2 dias depois.

Nesse plenário, não estive presente. No entanto, o meu nome fez-se ecoar entre os sócios da referida secção através de uma circular que foi lida pelo Presidente da referida secção. Não estive presente, mas tenho testemunhas que relatam o facto.

Essa circular, patrocinada pela actual Direcção-Geral em concluio com o actual Conselho Fiscal (que sabe de tudo no que a mim diz respeito!) fazia relatar entre os sócios da SDDH que devido ao post que acima linkei, o meu nome estava marcado “a marcador vermelho” dentro da Direcção-Geral. Tal facto, enunciava uma espécie de proibição à minha pessoa de expressar livremente as minhas críticas à Associação Académica de Coimbra, sob o risco de me ser instaurado um processo disciplinar no Conselho Fiscal.

No entanto, essa circular fez denegrir a minha imagem nos presentes, sem que eu, João Carlos Rodrigues Branco, estivesse presente para defender a minha posição em relação aos assuntos da referida secção enquanto sócio, num acto de uma mesquinhez tremenda.

Numa casa que defendeu durante tantas décadas a liberdade e tomando em conta o facto que é uma Secção cujo objectivo máximo e intransigente cinge-se em defender os direitos humanos, não só não tive direito a defender a minha posição como me foi tentada a proibição de escrever sobre o que me indigna num espaço que é meu (este blog) e que é assinado pelo meu nome.

Dito isto e para que conclua a minha verosímel crítica, só tenho a dizer “venha esse processo disciplinar” porque por mais que me tentem cortar a palavra, eu não vou calar a minha crítica. Vivo num país em que posso expressar livremente as minhas ideias, opiniões e sobretudo a minha indignação perante coisas com as quais não compactuo.

Espero também que ninguém ouse nos próximos dias, fazer-me qualquer tipo de ameaça verbal, escrita ou física, pois já tenho tudo lavrado para discorrer às autoridades públicas, caso seja necessário.

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mé… mé… mexe-te senão ficamos sem os eurinhos

As Cabras da Academia de Coimbra continuam a causar o furor de sempre, mesmo na época baixa, quando pressupostamente o espectáculo já tinha terminado. Desta vez, foram fazer queixinhas à Direcção Geral, que o Paulo Abrantes os tinha chamado “queixinhas” do interior do edifício da AAC para a sala que é pertença da Secção de Jornalismo da Associação Académica de Coimbra. Pode ser visto no post de hoje do Denúncia Coimbrã.

No referido post, Paulo Abrantes foi mais longe e constatou um facto: O Conselho Fiscal não está de acordo com a proposta de regulamento interno apresentada pela Secção de Jornalismo comparativamente ao que é enunciado nos Estatutos da AAC. Logo, as Cabras (para não lhes chamar directamente um nome calão que metaforiza um comportamento negativo humano com base no joco de um animal que até vincou a sua presença máscula e de odor intenso na sala da SJAAC aquando das filmagens do LIP DUB, aquele acontecimento que se retratou a actividade das secções dos pisos de baixo da AAC) não podem realizar eleições e não podem reclamar os dinheirinhos para lançar aquele autêntico pasquim que fala de tudo menos do que se passa na Academia e principalmente do que é realizado pelas secções existentes dentro do edifício da AAC.

No entanto, gostaria de salientar que a Secção de Jornalismo não é a única cujo regulamento interno não bate certo com os Estatutos da AAC. Porém, o medo instalado na Direcção Geral quanto às consequências que podem advir de um rascunho mais ortodoxo por parte de um mini-jornalista, salientam a postura passiva que a DG está a ter perante a referida secção quando comparada com outras que me são bem familiares, onde houve uma ameaça de congelamento de contas caso não fosse apresentado um simples plano de actividades realizadas. E houve mesmo secções que ficaram com as contas congeladas.

Outros, são aqueles que brincam à Radio dentro da Academia. Aqueles que só deixam que alguém seja sócio, se gostar da mesma música lá dos chefões do bairro e se carregar umas bobines de gravação durante uns largos meses sem reclamar cartucho lá com os manos. Outros, são daquela secção que me é familiar. Daqueles que gostam de sorrir para a imprensa  por tudo e por nada como se fossem uma estrela de cinema como por exemplo, o Vin Diesel ou o Steven Seagel E sobre esses podia dizer muito.

Isso recorda-me uma conversa que tive noutra madrugada, com uma radialista de Coimbra numa loja de máquinas da Praça da República:

” Eu curto bués é Mogwai e Sonic Youth” – digo eu para uma pessoa que estava comigo, cuja identidade é melhor não revelar.Vira-se a referida menina:

” Curtes?!!” (olhos arregalados quase como que a dizer que já estava aceito no clube) – ” Então vem trabalhar na RUC”

Até que eu ironicamente respondi: ” Não, odeio Mogwai e odeio Sonic Youth e nem que fosse a única opção que me restasse, jamais iria para a RUC. E já agora, gosto de Modest Mouse que é bem melhor”

(Os olhos da menina encheram-se de uma tremenda desilusão e como disse que gostava de Modest Mouse já não era aceite no clube lá da rádio pirata)

Até que de repente perguntei a outro conhecido lá do circulo dos manos: “Oh Zé, tu curtes Modest Mouse?” – e o outro respondeu: “Sim, é bacano”

E a mascara da outra caiu logo ali.

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