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coisas cá de coimbra

este texto, publicado ontem neste blog, originalmente postado aqui pelos seus escritores e subscritores, obteve a resposta do presidente da Concelhia da JSD de Coimbra que muito lamenta o “lapso” cometido por si e pelo seu bando de acéfalos, perdão, cães de fila, perdão, compartidários. É disso que vive a política, desde o pequenino que torce o pepino até ao líder da confraria: de lapsos, de enganos, e no fim, depois da asneira feita, de lamentos.

As ideias são tantas que (como uma utilizadora de facebook que comentou) afirmou e bem, nem tiveram a ideia de ir ao google pesquisar se havia ou não na cidade de Coimbra um conceito de startups (ou outra entidade qualquer) com o nome Made In Coimbra. O conhecimento do panorâma desta cidade e das valências que nela residem e executam trabalho (sem qualquer conhecimento ou apoio camarário) é para a concelhia da JSD de Coimbra escasso, para não dizer nulo. É pena. Talvez estejam mais interessados em levar o presidente da Câmara ao poleiro, em criticar os candidatos da oposição de acordo com uma crítica “bota-abaixista” ou até, quem sabe, em continuar a bater a mesma tecla na defesa deste governo e na crítica continuada aos erros da legislatura anterior. Coisas de políticos de trazer por casa. Assim se “cresce” nas jotas.

A Made In Coimbra vem convidar o presidente da JSD\Coimbra a participar no Coimbra Startup Meeting que se vai realizar amanhã na Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto com a presença de 3 oradores: Tiago Serra (co-fundador e coordenador da xDA) Pedro Ângelo (Coder, musico, game dev) e Alexandre Lemos (antigo presidente da Rádio Universidade de Coimbra, membro-fundador da xDA e actual Country Manager das editoras online Bubok e Lanzanos). Para quem quiser jantar, o custo é de 5 euros.

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cantinadas (balanço)

Durante todo este fim-de-semana estive de plantão na cantina dos grelhados (num ambiente responsável, pacífico e animado) a zelar pelo cumprimento efectivo dos direitos que assistem à comunidade estudantil coimbrã.

O fecho das cantinas ao fim-de-semana no início deste ano lectivo (assim como o fecho da lavandaria dos SASUC) causou um transtorno gravíssimo a todos os nossos colegas, que, impossibilitados de ir a casa todos os fins-de-semana deixaram de poder usufruir de dois serviços sociais vitais para o seu quotidiano. Acresce porém que o fecho das cantinas aos fins-de-semana acarretou perdas irremediáveis para a comunidade estudantil: a mudança de um regime de alimentação saudável praticado à semana que se alterou ao fim-de-semana para aqueles que não sabem cozinhar ou que acabaram por preferir ir almoçar e jantar a estabelecimentos de fast food e sobretudo, a dificuldade de muitos fazerem face às despesas de alimentação geradas aos fins-de-semana pelo fecho das cantinas e pela adesão a outros estabelecimentos comerciais (supermercados; restaurantes) aqueles que neste momento vivem numa situação de carência económica.

Para tal efeito, deliberou-se em Assembleia Magna uma proposta da Direcção-Geral que visava ocupar simbolica e pacificamente a cantina dos grelhados durante todo o fim-de-semana como forma de protesto.

Que fique aqui vincado que sou da opinião que estas acções simbólicas por si só não irão conseguir avanços para o objectivo traçado que é a reabertura dos serviços e a execução de uma política de acção social escolar que vá de encontro ao que é pretendido pelos estudantes de Coimbra. No entanto, também sou de acordo, ao contrário de sectores mais à esquerda, que a forma mais convencional de protesto (a manifestação) por si também não será capaz de alterar nada no que toca a esta problemática. Prova disso foram as enúmeras manifestações que os estudantes de Coimbra fizeram a Lisboa nos últimos anos e as falsas vitórias que se cantaram no fim de todas essas manifestações. A última grande manifestação acabaria por exemplo por tirar a acção social escolar das garras do nefasto decreto-lei 70\2010 para a colocar nas garras da decrépita lei 15\2011, lei cuja iniciativa pertenceu à bancada do CDS\PP enquanto oposição.

Acredito sim que a luta (atenção aqueles que tem gozado com a palavra luta) dos estudantes de Coimbra deverá ser continuada, irreverente e criativa. As manifestações deverão existir, quando for o timing para tal e quando a Academia mobilizar o suficiente para se ir em larga escala para Lisboa, para o Porto ou até para as ruas de Coimbra. Com ou sem os trabalhadores mas nunca apoiando partidos políticos ou sindicatos. Assim como as ocupações, as greves de zelo, as passadeiras vermelhas no largo D.Dinis e outras mais iniciativas de protesto que já revelei a alguns elementos da Direcção-Geral deverão ocorrer de forma ordeira, assertiva, pensada, apoiada, mobilizada e sustentadas em timings oportunos.

Voltando ao evento.

Na sexta-feira, os estudantes de Coimbra ocuparam as cantinas dos grelhados e só saíram de lá às 21 horas de domingo. Pelo meio realizaram-se debates sobre o ensino superior (um com a presença do incontornável professor Elísio Estanque) distribuição de flyers, dezenas de reportagens e testemunhos para os meios de comunicação social e muita camaradagem coimbrã. Pena foi o facto da mobilização (como a deliberação de magna foi na madrugada de quinta-feira) não ter sido possível para que se pudesse ter mais do que 6 ou 7 dezenas de estudantes em permanência na cantina dos grelhados. No entanto, costumamos dizer que só faz falta quem cá está.

Pena também me causou a ausência de alunos que pautam por um discurso ideológico mais à esquerda. Aqueles que usualmente vem a Assembleias Magnas alimentar a vontade de partir com toda a pujança para a rua, optaram por ficar em casa a “lutar”, perdão “dormir” pelos direitos dos seus colegas mais carenciados. Eu, que sempre pautei por um discurso crítico contra as sucessivas direcções-gerais, eu, que sou céptico em relação aos resultados de formas de protesto mais ortodoxas, não tive qualquer problema em juntar-me aos colegas que representam a Académica em prol de uma causa que penso ser comum a todos nós.

No fim da noite de hoje, aquando da presença de alguns deputados do Partido Socialista e do Partido Social-Democrata entre os quais o antigo presidente da AAC Emídio Guerreiro também fiquei triste pela ausência de deputados tanto do Bloco de Esquerda (se bem que Ana Drago vem amanhã a Coimbra para ouvir os estudantes e para um debate promovido pela DG no Santa Cruz às 21h) como do PCP, como do CDS\PP, aquele partidozeco que fez a lei e que agora se esconde por detrás de um manto de hipocrisia no que toca a acção social escolar, com ideias mirabolantes que tratam esta lei 15\2011 como uma forma justa de distribuir ou negar migalhas entre aqueles que um dia constituirão o futuro do país. (ou não se entretanto abandonarem os seus estudos).

Para finalizar, resta-me agradecer individualmente a alguns que permaneceram estoicamente durante as 48 horas da ocupação (ou grande parte delas), casos do Sasuke Ribeiro, do Mário Gago, do Rui “Ben” Sobral, do João Amorim, da Sara São Miguel, do Pita, da Joana, do Zé Ribeiro, da Rita Andrade, do Eduardo Barroco de Melo, do João Seixas, Ricardo Morgado, Joel Gomes, Tiago Martins, Pedro Tiago, João Couceiro e Castro, Ana Rita Mouro, Paulo Ferreira, Mariana Mesquita, Angela Ferreira, Leticia Gomes e dos sempre bem dispostos e solidários Miguel Franco e João Almeida que apareciam todas as manhãs para espalhar o seu charme, perdão, terror.

Peço desculpa a todos os outros que permaneceram e cujos nomes não fixei.

Costumo dizer que é neste tipo de situações que se prova quem gosta da Académica. Independentemente de cargos, tachos ou responsabilidades na Academia.

P.S: Também foi lindo ver o Núcleo de Estudantes de Economia a ter reunião na cantina dos grelhados horas antes da presença de deputados do PSD nas instalações. Prova que o NEE adora surprender e adora deslocalizar as suas reuniões quando mais lhes convém, não sendo o seu presidente Dino Alves (já elogiado pelo seu trabalho neste blog) em simultâneo o líder da concelhia de Coimbra da JSD. Haja paciência Dino Alves. Já elogiei bastante o teu trabalho enquanto presidente do núcleo neste blog, mas creio que hoje soaste a pechisbeque. Isso de te mostrares muito solidário com a Academia para tomar partido na presença de líderes políticos do teu partido e ao mesmo tempo dares a impressão que és mesmo solidário com a Academia comigo não pega.

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(Exceptuando o João Gonçalves) quando todos juntos não fazem um de jeito

Nunca me entrou nesta cabeça dura para que servem estes núcleos. Se os da UC já pouco ou nada mexem (excepção feita ao NEPUC do meu amigo Bonifácio) criar um na FEUC é ideia de malucos… Até sei para que é que estes núcleos servem. Para aumentar o ego do também meu amigo Dino Alves e o seu alcance político dentro da Academia, para encher chouriços e para botar finos na boca em troca de novos militantes. Mas isso é o sublime da coisa – criar redes com vista a objectivos futuros do hegémon interno, neste caso, o Dino Alves. Mas pronto.

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desabafos de virtude

Eu acho que o Dino Alves (e a sua equipa), pelas acções que têm desenvolvido ao longo deste ano lectivo\mandato no Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra, são para mim os dirigentes associativos do ano 2011 na AAC.

Nunca vi, repito, nunca vi um núcleo ou uma Direcção-Geral em 6 anos de AAC trabalhar tanto, tão bem e de forma tão competente.

Tenho dito.

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Breve comentário à Assembleia Magna

Esta Assembleia Magna começa com uma excelente e pertinente intervenção de José Martins. O aluno da FCTUC tocou na “mouche” em mais uma asneirada da grossa desta direcção-geral. Perante um doutoramento honoris-causa de tão ilustre “persona” da lusofonia (Xanana Gusmão), a AAC não se fez representar por ninguém. Tal como o João Martins, não consigo perceber como é que no meio de tanta gente (presidente, 3 vices, 1 administrador, 1 tesoureiro e a quantidade existente de coordenadores-gerais) ninguém marcou presença na cerimónia. Eduardo Melo, roçou novamente a falta de humildade que tem caracterizado o seu mandato e justificou-se que tinha estado com febre. O estudante da Faculdade de Direito Luis Bento Rodrigues acusou-o de o ter visto “à fútrica” nesse dia no largo da portagem. Imaginemos o cenário de que Eduardo Melo estava mesmo com febre. Estar com febre não implica que uma chamada pudesse resolver o problema, enviando outro elemento da Direcção-Geral. O problema é quando vice-presidentes e coordenadores-gerais estão mais interessados em campanhas futuras à Direcção-Geral. Ou existe um novo corte de relações entre o pessoal da DG?

“Não te ficava nada mal um pouco de humildade perante quem te elegeu” – afirmou Luis Bento Rodrigues. A questão já não se trava na falta de humildade por parte do presidente da DG. O presidente da Direcção-Geral, como lhe pude afirmar numa sms enviada à hora, mente. Tanto mente, que mentiu a diversos coordenadores-gerais acerca da chamada na noite em que o João “Chaves” Alves foi demitido. Segundo o presidente da DG (e a Mónica Batista é testemunha porque me disse as palavras utilizadas pelo mesmo; se negar, acuso publicamente a referida rapariga de mentirosa) transpareceu a ideia de que fui eu que lhe liguei de livre e espontânea vontade na célebre madrugada da ameaça, quando foi o Eduardo que me mandou uma sms a pedir para me ligar e após uma pequena conversa em que me pediu que lhe perguntasse primeiro antes de escrever; e aponto a demissão do João por falta de confiança política; perante uma primeira fase em que manifestei a ideia de manter o post que tinha escrito horas antes online, ele pura e simplesmente afirmou esta frase: “então teremos que resolver o assunto em tribunal” ao que eu respondi “vamos então para tribunal Eduardo” – posteriormente, fui eu quem lhe mandou uma sms a dizer que ia retirar o post.
Mais tarde, nesta Assembleia Magna numa defesa de honra perante o Dino Alves, o Eduardo queixou-se que o presidente do núcleo de estudantes de economia lhe cortou o direito “à liberdade de expressão” – fico com a ideia de que o próprio presidente da Direcção-Geral, nessa noite, também me quis limitar esse direito.

Não existe claramente a necessidade de provar isto tudo, porque se alguém envolvido nesta história não revelar tudo o que aqui é escrito por mim, será confrontado em praça pública, e não terei quaisquer problemas em levar este assunto para a Comunicação Social.

O presidente da Direcção-Geral não é, repito, não é capaz de pedir desculpa pelos seus erros nem é capaz de admitir que a sua equipa falhou. Pior que falta de respeito ou falta de humildade, é saber que tudo está a ser um erro e não existir assumpção de culpas. Porém, o Eduardo Barroco de Melo não é o único culpado do fracasso desta Direcção-Geral. O Eduardo não deve assumir sozinho as culpas. As culpas pertencem ao colectivo em geral, e a todos aqueles (que toda a gente sabe quem é) que em Maio, deram a facada final num colectivo que já estava completamente moribundo.

Avanço no terreno e passo para as declarações do Fabian Figueiredo: Tirando toda a filosofia barata com que o Fabian nos costuma brindar (sim, Fabian, não me esqueço do dia em que me disseste que as minhas ideias sobre a Acção Social eram ideias de democracia-cristã!) reconheço-lhe bastante pertinência no celeuma gerado pela entrevista do reitor. Todas, mas mesmo todas as universidades públicas deste país, perante os cortes anunciados pelo Ministério, foram à luta e reclamaram acerca dos cortes executados. Algumas delas, como alguém disse e muito bem tiveram que aumentar as vagas de diversos cursos (sacrificando a qualidade do seu ensino) para por cobro à situação de bancarrota. O Excelentíssimo Reitor da Universidade de Coimbra não reclama e não se une contra o Ministério em prol da instituição que representa. Agravante é, que a UC, continua a prescrever sem dó nem piedade. Amigos meus que estudam noutros estabelecimentos de ensino tem-me dito que as reitorias andam a conceder indultos gerais aos prescritos, passando por cima da lei em prol da estabilidade financeira. A UC continua a prescrever e continua a chutar alunos para fora do ensino superior através de uma regra penosa que bolonha instituiu.

Assunto FAIRe. Os objectivos que levaram o antigo vice-presidente Rui Carvalho a introduzir (de forma muito atabalhoada, muito mal explicada, muito mal votada) o assunto FAIRe já surtiram efeito. Desde cedo que esses intuitos foram revelados aqui neste espaço. Rui Carvalho pertence agora aos corpos dirigentes de referida plataforma. A AAC ficou ou não ficou a perder, pergunta-se? Claro que ficou. Tirou legitimidade às deliberações de Assembleia Magna e como tal, espero que o novo presidente da AAC tenha o bom senso de desligar a máquina da FAIRe no próximo mandato.

Conselho Fiscal – Depois da enorme explicação do Jorge Dantas, que a mim não me pareceu mais do que uma explicação maçuda, foi com algum gozo que vi o Carlos Barandas no palanque a afirmar “se tiverem algum problema, façam favor de enviar para o Conselho Fiscal” – pois bem, as pessoas até podem enviar para o fiscal. O problema põe-se é no timing em que o fiscal vai avaliar e responder à situação. Se o fiscal demorar tanto tempo como demorou nas resoluções tomadas acerca da Secção de Gastronomia e da Secção de Voleibol, mais vale esperar sentado…

Dino Alves vs Eduardo Barroco de Melo – Tenho que dar razão ao Dino. Não posso descurar, pelo que sei, quem é uma guerra política de parte a parte. Neste caso, legamente, o Dino tem toda a razão no que toca a estatutos da AAC. É pena que esta confusão se tenha gerado por pura inimizade entre os intervenientes. O Dino completa a razão, quando pede para que não se questione o seu trabalho e o trabalho da sua equipa – É legítimo afirmar que este Núcleo de Economia tem feito muito mais trabalho em muito menos tempo do que a Direcção-Geral inteira.

Eduardo Barroco de Melo e os SASUC – Eduardo afirmou que recebeu uma resposta positiva por parte dos SASUC no que toca ao problema do pagamento das residências. Eduardo afirmou que os SASUC não estão a exigir. Pois bem meu caro, os SASUC nunca exigem nada aos estudantes. Apenas mandam emails a convocar reuniões de semana a semana com os estudantes que entram em incumprimento e fazem-lhes a vida negra até que o seu objectivo de expulsãopagamento (muitas vezes os estudantes não tem condições para pagar as dívidas que tem perante a instituição) seja finalizado. Mais uma vez, o presidente da Direcção-Geral não quis marcar uma posição na defesa dos direitos dos estudantes e apenas questionou os SASUC. O seu mandato é até Janeiro. Até lá, creio que muitos dos nossos colegas irão abandonar o ensino superior por culpa dos SASUC. Quando é que o presidente da DG tenciona bater com o punho na mesa dos SASUC e fazer uma demonstração de força e união dos estudantes da Academia?

“Infelizmente, não estão aqui nem perto dos 4 mil que elegeram esta DG” – afirma Eduardo durante as votações das moções. Infelizmente, diz muito bem. Não é nada que o Entre o Nada e o Infinito já não tenha questionado. Resumindo e baralhando, aqui o blogger é certeiro em algumas coisas que diz, mesmo apesar de na Direcção-Geral o considerarem “exagerado” e “extremista”.

Eduardo Barroco de Melo esteve bastante bem no ponto 2. Foi claro e simples no que toca aos cortes no financiamento da UC e em relação aos pontos negativos que o novo regulamento de atribuição de bolsa apresenta para os estudantes. Renata Cambra e Sílvia Franklim sobem ao púlpito para fazerem boas e válidas declarações. A estudante da FDUC Catarina Ângelo também apresenta um bom discurso, afirmando que neste momento, o dinheiro que o governo disponibiliza para empréstimos bancários é superior em relação aquele que disponibiliza para Acção Social Escolar.

Não concordo com o Luis Bento Rodrigues na questão dos 60% dado que a UC permite até agora a inscrição a um limite máximo de 72 ECTS (ou 78 ECTS para alunos que possam terminar a licenciatura e excedam até 6 ECTS esse limito imposto sob autorização do Reitor) – como a inscrição pode flutuar em mais 12 ECTS em relação ao que é permitido, um aluno que atinja 60% deverá ter feito no mínimo 42 ECTS e como tal, obteve aprovação ao ano lectivo. Se obteve aprovação é sinal que trabalhou para obter aprovação mínima. Não se pode tirar a bolsa de estudo a um aluno que fez 38, 40 ou 41 ECTS porque no fundo obteve aprovação.

Depois segue-se a resposta do Rafael Duarte. Rafael, não te custava nada mencionares que andas a ler o Entre o Nada e o Infinito. O coordenador-geral da Pedagogia perguntou a Luis Bento Rodrigues “”não há uma relação entre o endividamento do agregado familiar e o sucesso do estudante”.
Tenho que dizer que levantou algo que o Entre o Nada e o Infinito já tinha tocado num outro post.

Este trecho que abaixo transcrevo, dá a minha opinião acerca do aproveitamento escolar ao Luis e realça que a ideia do Rafael não é virgem no meu pensamento: “Quanto ao aumento do aproveitamento escolar para 60%, considero-o obviamente injusto. Deveria manter-se nos 50% de aprovação mediante o número total ECTS a que o aluno se inscreveu. Todos os bolseiros sabem que precisam de se aplicar para continuar a usufruir dos benefícios estatais. Por isso, 50% de aprovação acaba por ser uma percentagem justa. Se o aluno fizer esses 50% é sinal que o seu desempenho representa o mínimo que se lhe era exigido. Por outro lado, sabemos que ao aluno podem acontecer infortúnios. E esses infortúnios devem obrigatoriamente ser precavidos por esta lei. Desde que devidamente fundamentados, os alunos que tiveram dificuldades durante o ano escolar (estiveram ausentes por falta de recursos económicos; tiveram um acidente grave; doença grave: doença familiar; infortúnio pessoal) deveriam ser salvaguardados com a hipótese de não perderem a sua bolsa de estudo no ano lectivo seguinte.”

E Luis Bento Rodrigues corrobora a minha opinião: “”por isso é que deve haver uma cláusula que preveja situações de limite”.

Mais uma vez, o blogger serve de inspiração à actuação da Direcção-Geral.

Já o coordenador da Acção Social está como se diz na giria “a nanar na forma” – não são estudos entre estudantes deslocados e não-deslocados que vão resolver o problema.
O meu amigo coordenador da política educativa ainda não falou… Resume o que tem sido o seu trabalho na DG: ZERO.

A questão da privatização das cantinas nem merece o meu comentário, porque é absolutamente sórdida a posição contra da AAC. Espero que o Mr. Pizza e o McDonalds comecem a ter prato social pois senão qualquer dia ir comer ao Mac começa a ser mais barato que ir comer às cantinas.

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os feicebucks

(clique na imagem para aumentar)

Pelo que parece, não são apenas os blogs que fazem pulsar o ritmo da academia.

Este print, gentilmente retirado da página do facebook de um presidente de núcleo, demonstra que a AAC está na vanguarda da utilização das novas tecnologias. Não só se marcam reuniões pelas redes sociais, como se trata da agenda pelo mesmo método. Qual videoconferência, qual skype, qual old-fashioned MSN: o facebook está mesmo a acelerar o ritmo desta academia.

Quem não acelera o ritmo é o Conselho Fiscal. As novas tecnologias atordoam a lentidão de um órgão da casa sem rei nem roque. O Conselho Fiscal e os seus membros tem um passividade tal, que chega ao ponto de um presidente de núcleo ameaçar e com toda a razão o Presidente do Conselho que vai aprovar o regulamento do núcleo à luz da Lei Alves, e em conformidade com os estatutos da AAC, porque esperou 2 meses pelo envio do modelo do regulamento interno dos núcleos e não obteve qualquer resposta. Típico de um conselho fiscal que não actua e cujos membros estão ausentes, sabe-se lá em que cafézinhos com vista a assegurar a pole position para continuar a reinar na AAC à custa dos pobres estudantes que neles confiam uma missão e saem sempre gorados.

Tão típico de um conselho fiscal que deixa que núcleos e outras secções culturais (como a secção de jornalismo) tenham o dom de escolherem chá e café em simultâneo no que toca a estatutos.

O que é mais curioso é que a resposta do fiscal é sempre a mesma: faz o que te apetece que depois estamos cá para te queixares ou para te apresentar uma queixa. A moral da história acaba por ser: Se estamos à espera que o fiscal actue no quer que seja, mais vale esperarmos sentados.

O resto, o resto são bolas. Perdão. Eram bolas.

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Demais!

Retirado daqui.

Não sabemos quem é (ou são) o(s) autor(es) do blog, mas no entanto mostram um rasgo de humor bem apurado. Engraçado e inofensivo.

Se eu tivesse uma equipa de futebol não hesitaria em contratar estes 2 brilhantes extremos e o valiosíssimo ponta-de-lança Dino Alves.

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CSI Académica

Não, não venho opinar sobre isto. Mas, vontade não me falta.

Desde há muitas décadas a esta parte, a conhecida marca “Nacional” adoptou como estratégia de marketing para escoar os seus produtos o slogan “O que é Nacional é bom”. Tal slogan não poderia estar mais errado no que toca ao caso da Académica. Na AAC, o slogan mais deverá assemelhar-se a “se é política ou dinheiros, deve-se desconfiar do produto” ou neste caso das intenções que estão por detrás do produto. Publicidades à parte, não vos venho falar da caça ao tesouro ao bago desaparecido, mas sim do último Conselho Inter-Núcleos.

Para quem se lembra daquela terrível série policial com que a SIC nos brindava todas as madrugadas (ainda brinda?) intitiulada de CSI Miami, será fácil para vós recordarem-se do gesto que “Horatio Cane” (personagem fictícia que era o chefe dos chefes lá dos investigadores) fazia antes de concluir cada episódio e arquivar o caso: retirava os óculos.

Por detrás de “Horatio Cane” estava uma autêntica máquina de investigadores que era capaz de descobrir os assassinos nem que derramassem 0,000000000000001 ml de sangue no roupão da vítima ou na sua peúga. Nem mesmo “Horatio Cane será capaz de vir ao nº1 da Padre António Vieira tentar descobrir quem levou o dinheiro, perdão, o bago.

Pois bem, no último Inter-Núcleos, o nosso Amável Zé (segundo a consulta deste blog a 3 presidentes de núcleo sobre esta questão) fez questão de brincar aos CSI na Padre António Vieira.

Na berlinda, a reunião servia para eleger o secretariado permanente do Inter-Núcleos, ou seja, para que mais alguém pudesse postar a obtenção de mais um tachinho na sua página de facebook.

À moda da Académica, Eduardo Barroco de Melo lançou nas fileiras o presidente do seu núcleo, o de bioquímica. O sempre Amável Zé lançou Ricardo Quaresma, o presidente lá dos Mecânicos do Pólo II, não o jogador de futebol.

Eis que Dino Alves, presidente do NEEAAC decidiu por cobro aquela aventura da dupla da DG candidatando-se ao tal secretariado. E Dino, retribuíndo a amabilidade de o terem tentado passar a patacos, lá venceu com 9 votos contra 8 do presidente do núcleo de mecânica e 3 por parte do presidente de bioquímica, cujo nome não me lembro mas também não deve interessar ao Menino Jesus.

O Amável Zé, desconfiado com a coisa decidiu investir pessoalmente, numa índole,  de calmamente ir buscar os votos dos presidentes de núcleo e a acta das assinaturas das presenças da reunião para investigar as tintas dos documentos com o âmbito de ver quem tinha votado em quem. 

Esperto este nosso amável colega. Assim, facilmente o Zé queria conseguir descobrir quem traiu os Consules da AAC e quem se prepara para ajudar os Brutus deste mundo a tentar a machadada (sim porque a ser facada tem que ser com uma faca japonesa) no Consulado do 2º piso.


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Reinventa Coimbra


(clicar sobre a imagem para ler o artigo com mais definição)

“Reinventa Coimbra” é uma excelente proposta lançada pelo Núcleo de Estudantes de Economia da Associação Académica de Coimbra (NEEAAC) no âmbito da 13ª edição da Semana Cultural da UC.

A ideia é dar a oportunidade aos estudantes que queiram participar de pensar a cidade de Coimbra, através do “lançamento de propostas novas e arrojadas para a agenda cultural e política de Coimbra.

Para esse efeito, o NEEAAC instituiu 4 prémios, todos eles no valor monetário de 250 euros. Posteriormente, as propostas vencedoras serão apresentadas à Câmara Municipal de Coimbra.

Como parceiros nos concursos, o NEEAAC tem o Clube de Empresários de Coimbra, a Caixa Geral de Depósitos, a Câmara Municipal de Coimbra e a Afirma Design que criou o site do concurso, onde podem ser conhecidos os prémios, o regulamento do concurso e a data limite de entrega das propostas: www.reinventacoimbra.com

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