Tag Archives: Diana Taveira

De manhã é que elas sabem bem

Ia eu sem querer ali a passar pela Rua dos Combatentes quando reparei no trio que falava animadamente no Sr. Manel do Safari: Eduardo Barroco de Melo, Diana Taveira e Carlos Barandas. Um encontro de presidentes para uma meia de leite e 1 croissant misto (Eduardo) 2 meias de leite e 4 croissant mistos (Carlos) e meia meia de leite com leite magro e um croissant simples pa menina porque tem de manter a linha, perdão, a teia.

Não quis ir lá incomodar porque já sei o resultado que iria dar: rapidamente começariam os 3 a falar sobre o enorme jogo do Nolito pelo Benfica contra os turcos.

Estariam Eduardo e Carlos Barandas a dizer à Diana que não se pode candidatar para 2012 ou estaria a Diana a jogar um dos seus conhecidos trunfos de cacique ******? Sim, vocês sabem a palavra. De cacique.


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Num cinema Salgado Zenha perto de si

Um leitor não identificado enviou-me esta foto montagem por email.

Vá rapaziadada, não levem a mal. Temos que levar estas coisas na desportiva. No entanto desconfio que um deles é rapazola para me voltar a ligar daqui a umas horas e dizer que me vai por um processo judicial em cima.


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Reivindica os teus Direitos


É importante a participação de todos os estudantes da Universidade de Coimbra nestas acções promovidas pela Direcção-Geral.

No entanto, creio que esta grelha de actividades peca quando exclui destas acções, as acções que foram deliberadas em Assembleia Magna, sem que o proponente tenha sido a Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra.

Na passada Assembleia Magna, a Direcção-Geral da Associação Académica comprometeu-se (devido à moção deliberativa que foi aprovada) a arranjar autocarros para levar todos os sócios efectivos da mesma que pretendessem ir a Lisboa ao “Protesto da Geração à Rasca”, protesto esse que basilarmente roça alguns pontos da luta estudantil actual.

No entanto, como o proponente da moção não foi a Direcção-Geral, a mesma não se parece interessada em infomar os seus sócios, que efectivamente, no próximo sábado dia 12, existem transportes para a manifestação em Lisboa para todos aqueles que pretendem ir.

Depois, a mais alta figura da Assembleia Magna (e que figura!) vem à TVAAC falar da “democraticidade” e da “credibilidade” que pretende para a Assembleia Magna.

É isto que pretendes Diana Taveira? Que a maioria existente na liderança da Direcção-Geral despreze as acções que são propostas pelas minorias?

É que pelo que sei, a última Assembleia Magna tinha um ponto que se intitulava “Análise de Situação Política e acções a desenvolver”. E pelo que sei, a deliberação que foi aprovada em relação ao “Protesto da Geração à Rasca” tem que ser acatada pela Direcção-Geral. Se o ponto se chamava “acções a desenvolver” – não é mais que legítimo que a deliberação que aprovou a ída a Lisboa entre “nas acções a desenvolver” da DG. N´est-ce pas, Barroco de Melo?

Depois o que me causa mais escândalo é o facto da Direcção-Geral sobrepor uma das suas acções a uma acção cuja moção foi aprovada em Assembleia Magna. O que é que pretendem com isso? Dissidir os estudantes da Universidade de Coimbra? É assim que acham que a luta estudantil vai atingir os seus objectivos?

Todavia, este é só um desabafo meu…

O que interessa é que todos os estudantes (indiferentemente do proponente das moções) vão às acções. Unidos somos mais fortes. Informados e unidos podemos causar impacto e fazê-los voltar atrás no corte aos nossos direitos.

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Doce ilusão

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(com os devidos créditos ao pessoal da TVAAC)


Sobre as declarações da minha cara colega Diana Taveira:

– Quando falas de credibilidade, usaste um pressuposto que pensas ser verdadeiro mas acaba por ser falso. Afirmas que a Assembleia Magna é o orgão mais democrático da Academia, onde todos os estudantes tem voz. Tudo bem, nada a objectar.

1. A partir do momento em que mais de 4 mil estudantes “legitimaram” a tua lista no sufrágio realizado em Dezembro e só aparecem no total cerca de 300 estudantes na Assembleia Magna, esse facto atesta não só que existe um completo desinteresse de cerca de 95% das pessoas que vos “legitimaram” pela Assembleia Magna como consequentemente atesta que aqueles que vos “legitimaram” estão-se completamente nas tintas para as acções que a DG possa desenvolver.

2. No que toca à credibilidade da Assembleia Magna, também te posso dizer, que a partir do momento em que há uns meses atrás vi a Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra acatar uma deliberação da Assembleia Magna que ia no sentido desta (DGAAC) lutar (custe o que custar) pela revogação do decreto-lei 702010 e vi dirigentes da DGAAC apelidar a modificação do referido decreto-lei (advinda da proposta de lei do CDSPP) como uma grande vitória da AAC afirmo aqui que afinal de contas a democraticidade da Assembleia Magna só existe caso as moções que sejam aprovadas tenham como proponente a DGAAC.

O verbo é revogar, não modificar.

3. A partir do momento em que tu nas funções que te competem, acabaste por expulsar um sócio efectivo da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra de um direito que lhe compete por estatutos apenas, porque o rapaz (cansado de toda a fantochada que efectivamente acabou por ser a tua primeira assembleia Magna) se exaltou momentaneamente, não te reconheço qualquer moral para afirmares a palavra “democracia” na Assembleia Magna.

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Eduardo Barroco de Melo é o 103º Presidente da História da AAC

Foto via Denúncia Coimbrã


O estudante de Bioquímica Eduardo Barroco de Melo é o novo presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra.

Nas eleições realizadas nos últimos dois dias, o candidato da Lista T esmagou a oposição, tendo conseguido 4299 votos contra 550 da Lista R de Sílvia Franklin e 346 da Lista A, liderada por Henrique Paranhos, num total de 74,06%.

A Lista T conseguiu vencer de forma folgada em todas as faculdades.

A estudante de Estudos Europeus Diana Taveira (actual super coordenadora da Cultura da DG) tornou-se assim, a primeira mulher na história da AAC a ser eleita para a presidência da mesa da Assembleia Magna.

Nas eleições para o Conselho Fiscal da AAC, o candidato da Lista T Carlos Barandas (estudante de Economia) superou o candidato da Lista R Hugo Ferreira da Faculdade de Direito também por uma maioria esmagadora.

Barandas fez o pleno ao nível de efectivos da sua lista (7-0) – tendo conseguido 4144 votos em todas as faculdades contra 604 de Hugo Ferreira e 398 da Lista A.

Nestas eleições, a abstenção esteve novamente em destaque. Durante os dois dias, vários alunos que incorporavam as listas a sufrágio queixavam-se da chuva como o motivo que estava a afastar os estudantes das urnas – pela minha óptica é o extremo cacique que se faz sentir nas faculdades em dias de eleições e o descrédito por estas sucessivas DG´s de continuação que fazem com que os estudantes não queiram ir votar.

Num universo de cerca de 20 mil votantes, foram contados 5805 votos enquanto nas eleições para o Conselho Fiscal registaram-se 5801 votos. Tais números perfazem uma taxa de abstenção a rondar os 65% a 70%.

A quantidade de votos em branco ou votos nulos também foi interessante: nas eleições para a DG registaram-se no total 470 brancos (quase tantos como os votos que a Lista R teve e mais do que os obtivos pela Lista A) e 140 votos nulos. Nas eleições para o Conselho Fiscal, os votos em branco foram 504 e os nulos foram 20.


Para finalizar, resta-me desejar boa sorte aos meus amigos Eduardo Barroco de Melo e Carlos Barandas para o exercício das funções pelas quais foram tornados representes e ao resto das suas listas.

Que façam o melhor que possam ou saibam pela AAC e pelos estudantes da Universidade de Coimbra!

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