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Bulls vencem em Orlando (e outras da Liga)

Poucos minutos antes de ter escrito esta crónica, assistir a mais uma vitória de Chicago. Nesta madrugada, os Bulls bateram de forma sensacional os Toronto Raptors, numa partida em que estiveram a perder durante 3 períodos.

Na terça-feira, os Bulls foram sensacionais ao derrotar os Orlando Magic (3º da conferência este com um score de 30-18) por 85-59. Numa altura em que se tem criticado a equipa de Chicago por estar sistematicamente a lamentar-se com as ausências de Derrick Rose e quando se aproxima o jogo de sábado frente ao líder do Oeste (Oklahoma City Thunder) em que Rose não irá marcar presença (ausência praticamente confirmada pelo departamento médico dos Bulls) Chicago tem mais uma resposta colectiva sensacional em Orlando, vulgarizando Dwight Howard e os seus Magic.

Howard, que recentemente extendeu por mais uma época o seu contrato com Orlando, olhava apreensivo do banco de suplentes para a sua equipa. Não era para menos, Chicago dominou em todos os aspectos do jogo e fez com que os Magic não conseguissem ultrapassar os 20 pontos de pontuação em cada parcial. O melhor parcial que Orlando conseguiu foi um magro 15-12 no 3º período.

Do lado dos toiros, grande exibição para Carlos Boozer. Boozer está a jogar muito bem. Mais seguro na hora de atirar. No jogo contra Orlando atirou de todos os cantos e feitios e saiu-me muito bem com 24 pontos resultantes de 12 lançamentos em 18 tentativas. É raro ver um Boozer a lançar tanto, a lançar de longe e a lançar com tanta eficácia. O 2º jogador em destaque foi John Lucas. O base voltou a saltar do banco (quando Rose e Hamilton estão em campo Lucas não salta do banco a não ser nos minutos finais se a equipa estiver a ganhar por larga vantagem) e voltou a fazer estragos. Lucas está a aproveitar a ausência dos bases para ganhar o seu espaço na rotação. Contra Orlando, o base fez 20 pontos resultantes de um belíssimo e eficaz 8-13 em lançamentos de campo onde 4 dos 8 certeiros foram de 3 pontos. Luol Deng também fez 14 pontos, mas continua a ser uma pontuação algo escassa para o 2º melhor da equipa de Chicago.

Desengane-se quem pensa que Dwight Howard teve um dia para esquecer. O poste tentou levar (como sempre) a sua equipa às costas. Fez 18 pontos e 12 ressaltos. Mesmo perante a oposição de Boozer (13 ressaltos) Gibson e Asik (8 ressaltos cada).  Esteve muito eficaz com 8 em 12 em lançamentos de campo. No entanto apanhou uma das melhores atitudes defensivas dos Bulls do ano, o que inclusive levou a ESPN a passar muitas vezes imagens defensivas dos Bulls com os seus comentadores a dizer que esta defesa dos Bulls é provavelmente uma das melhores senão a melhor da história da NBA. E tem toda a razão, pois confesso que desde que sigo a NBA a sério (2001) nunca vi uma equipa defender de forma tão severa e ao mesmo tempo tão eficaz. Howard esteve bastante desacompanhado na partida: apenas Ryan Anderson conseguiu passar a barreira dos dois digitos de pontos. Fraquíssimas exibições por parte de Jameer Nelson e Hedo Turkoglu.

A equipa de Orlando lançou muito em mal. Enquanto os Bulls embalados por Boozer e Lucas obtiveram um score de 35 lançamentos em 79 tentativas (incluíndo um razoável registo de 7-18 em triplos) a equipa de Orlando lançou muito e mal, obtendo um score de 24-68 em lançamentos de campo (4-20 em triplos). A juntar ao fraco desempenho de tiro, Orlando cometeu 19 turnovers contra os 16 de Chicago. Tenho visto muito jogos esta época e fico com a sensação que as equipas (na globalidade) andam a cometer mais turnovers que o habitual.

Mais uma vez se viu algo em Chicago que denota melhoria em relação ao ano passado. Acabaram-se os ataques em que os bases não trabalham as jogadas. Quero com isto dizer as situações de jogo frequentes na época passada em que Rose ou Watson chegavam ao ataque e em vez de pensar plataformas de ataque, optavam pelo ataque rapido ao cesto. Actualmente vejo uma equipa dos Bulls que demora mais tempo a atacar mas que consegue delinear as jogadas de forma correcta, optando por soluções de passe até se encontrar um jogador livre para lançar. O jogo interior também tem ganho muita expressão com esta eficácia de Boozer e com a bravura de Joakim Noah.

Outros jogos da Liga:

Wade (31 pontos) e Bosh (23 pontos) afundaram o rival do Estado da Flórida no dia anterior a Chicago.

No Staples Center, a equipa de Utah continua a fazer pela vida na tentativa de chegar aos playoffs. Os Lakers tiveram uma prestação para esquecer e sofreram um pouco com a súbita queda de forma do seu líder Kobe Bryant. Bryant teve um jogo para esquecer com 3 lançamentos de campo em 20 tentativas. Brilharam Bynum (33 pontos e 11 ressaltos) e Gasol com 18 pontos e 10 ressaltos. Daí que nos últimos dias se tenha feito a piada que os Lakers vencerão mais jogos se Bryant resolver passar a bola a Gasol e Bynum.

Os Jazz começam a lutar contra o tempo para chegarem aos playoffs. A equipa de Salt Lake City está na 9ª posição do Oeste com um score de 24-22, apenas a um jogo dos playoffs pois Houston tem um score de 25-22. Em Los Angeles, brindaram-nos com mais uma exibição colectiva: Paul Millsap (é o grande líder desta equipa) fez 24 pontos, 9 ressaltos e 5 assistências, Josh Howard, Derrick Favors e Devin Harris fizeram 12 pontos e do banco saltaram os inspirados Hayward e Enes Kanter (finalmente) com 17 pontos respectivamente.

Jogo fraco em Atlanta onde a excelente carreira de tiro de Joe Johnson foi insuficiente para travar o jogo colectivo de Boston. Prometem-se bons e duros playoffs para as duas equipas caso se encontrem na 1ª ronda.

Jogo para Dirk Nowitzky brilhar (33 pontos). Arron Afflalo também fez uma excelente exibição por parte dos Nuggets (24) mas a noite seria do Alemão, que, perante a aproximação dos playoffs está a aumentar o ritmo da pastilha e está a tornar-se cada vez mais certeiro. Bom sinal para os Mavs.

Os Rockets continuaram a maldição dos Lakers. Bryant voltou a não passar a bola e fez 10-27 em lançamentos de campo. Mesmo assim marcou 29 pontos. Se os tivesse acertado todos (incluíndo lances livres) o extremo poderia ter feito algo como 68 pontos. Pau Gasol fez 16 pontos mas os Lakers estiveram muito mal defensivamente.

Na presença de Yao Ming (ainda não se sabe se voltará à competição) foi o seu colega de posto Luis Scola (está a fazer uma grande época; já vi Scola por várias vezes a pegar na bola na linha de lance livre e a levar toda a gente atrelada a ele até ao cesto!) a brilhar com 23 pontos. Quem também brilhou foi o base suplente Courtney Lee com 23 pontos. Lee subiu a titular graças à lesão temporária de Kevin Martin, outra das estrelas dos Rockets. Quem também está em destaque em Houston é o base esloveno Goran Dragic. Este esloveno fez 16 pontos e 13 assistências.

Outras da Liga:

Ainda as trocas.

Depois de expirado o período legal para trocas,

Na sexta-feira, Cleveland que tinha recebido Jason Kapono de Los Angeles na troca Ramon Sessions decidiu despedir o extremo. O antigo rei dos triplos da NBA deverá decerto rumar à Europa ou esperar que alguém o contrate de forma livre até aos playoffs, dado que é possível contratar atletas livres até ao final da fase regular.

No sábado Denver assinou por 5 anos com Wilson Chandler. O antigo jogador dos Knicks, que já tinha actuado em Denver na época passada  vem reforçar em muito o shooting da equipa do Nevada. Chandler é conhecido por ser um jogador que se perdeu pelos seus péssimos hábitos. Há uns meses atrás foi inclusivamente detido em Nova Iorque por ter sido apanhado a fumar marijuana dentro de um Hummer, o que motivou o seu despedimento dos Nuggets. Na 4ª época na Liga, Chandler conseguiu atingir o seu ponto auge em 2010\2011 ao serviço dos Knicks onde em 51 jogos conseguiu uma média pontual de 16.4. Entretanto seria trocado para Denver no pacote por Carmelo Anthony.

Satisfeitos com o voador Gerald Green (média pontual de 11 em 12 jogos pelos Nets) a equipa de New Jersey decidiu oferecer um contrato a este jogador de 4ª temporada que andava intermitente entre a NBA e a D-League. Green tem aqui a sua oportunidade para se estabelecer de vez na Liga depois de passagens por Boston, Houston, Dallas e pela Europa.

Na segunda-feira, Houston despediu Derek Fischer. O veterano base tinha vindo de LA. Houston não o quis e Fischer foi assinar por Oklahoma City. Não servia para os Lakers. Vai agora reforçar a equipa com melhor score no Oeste e ajudar a colmatar um défice que os Thunder tem tido pela falta de um base que faça exclusivamente transporte de bola.

Na terça-feira, Andrés Nocioni foi despedido por Philadelphia. O argentino deverá despedir-se da Liga para voltar à Liga Argentina, desejo que já era público do jogador depois de ter jogado no Peñarol de Mar de Plata durante o lock-out. Nocioni despede-se da competição depois de várias épocas interessantes em Chicago e Sacramento.

No mesmo dia, Memphis contratou Gilbert Arenas. Reforço para playoffs, mais pela experiência do que pelo aumento de mais-valia que trás à equipa do Tenessee. Arenas já foi All-Star mas há muitos anos que se arrasta pela liga em virtude de uma grave lesão que sofreu ainda ao serviço dos Wizards.

Hoje, Miami contratou o Francês Ronny Turiaf. Washington tinha trocado o jogador com Denver no pacote Nênê e McGee. Denver não assumiu o jogador e ele agora vai parar a Miami.

O mítico e inconfundível. Cada vez mais pançudo. Entra sempre para fazer o seu cestinho da ordem e para por o United Center de Chicago ao rubro. All-Star da Mine e dos tremoços.

Para quem não o conhece, disfarça bem. Por vezes dou por mim a ver Nova Iorque e a pensar que no fim de contas estou a ver Miami, tantas são as vezes que as movimentações do Melo são iguais às do LeBron e que a bola tem cola nas suas mãos e não sai para as mãos de mais ninguém.

Só de uma noite de bebedeira é que Michael Jordan se poderia ter lembrado de comprar os Bobcats. Ou então a Nike não lhe pagou honorários suficientes da sua linha de sapatilhas para comprar os Bulls.

Desde que Jordan tomou posse como proprietário dos Bobcats que a equipa do seu estado natal nunca mais voltou a ser a mesma. Pela Negativa. Os Bobcats continuam no seu mundinho à parte, a levar tareia após tareia. 7-37 é mau demais para ser verdade.

Pior que isso foi o acordo que os Bobcats fizeram com Boris Diaw. Um dos seus melhores jogadores decidiu em conjunto com a equipa terminar o seu contrato para poder assinar livremente com outra equipa do NBA. Bulls poderão ser um lugar para o veterano francês. Isto se exonerar a 1st pick de draft que Charlotte deve a Chicago pela transferência de Tyrus Thomas. Mas duvido que Chicago pretenda fazer esses acordos.

Cena muito feia em Sacramento. Com Rubio no estaleiro até ao final da época, começam-se a esfumar as hipóteses de Kevin Love e dos Minnesota Timberwolves em conseguirem os playoffs. Love começa a perder a paciência com os seus colegas de equipa. Depois de uma discussão com Barea no banco de suplentes na derrota contra os homens do Óregon, Love e Barea chegaram a vias de facto, tendo que ser afastados pelos colegas.

O base porto-riquenho já se deverá ter arrependido do facto de ter trocado Dallas por Minnesota.

No jogo desta madrugada contra Chicago, em honra das forças armadas Norte-Americanas e Canadianas os Toronto Raptors decidiram usar um uniforme verde camuflado.

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NBA All-Star Weekend

Na sexta-feira, para abrir as festividades, o habitual jogo entre rookies e sophomores, respectivamente novatos e jogadores de 2º ano na Liga. No entanto, para contrabalançar as equipas, a Liga optou por misturar jogadores nas equipas Chuck e Shaq.

Do lado da team Chuck actuaram: Kyrie Irving (Cleveland Cavaliers) DeMarcus Cousins (Sacramento Kings) Derrick Williams (Minnesota Timberwolves) Paul George (Indiana Pacers) MarShoon Brooks (New Jersey Nets) John Wall (Washington Wizards) Tiago Splitter (San Antonio Spurs) Evan Turner (Philadelphia 76ers) Gordon Hayward (Utah Jazz) Kawhi Leonard (San Antonio Spurs) e Derrick Favors (Utah Jazz)
Do lado da team Shaq alinharam: Blake Griffin (LA Clippers) Jeremy Lin (New York Knicks) Ricky Rubio (Minnesota Timberwolves) Markieff Morris (Phoenix Suns) Kemba Walker (Charlotte Bobcats) Landry Fields (New York Knicks) Norris Cole (Miami Heat) Brandon Knight (Detroit Pistons) Tristan Thompson (Cleveland Cavaliers) e Greg Munroe (Detroit Pistons)

Como jogo de exibição que se preze, houve tempo para tudo. Para os triplos e rodopios de Kyle Irving, que como esperado, seria eleito o MVP da partida, para os afundanços espectaculares de Derrick Williams (viria a participar no slam dunk contest de sábado) para os afundanços de Paul George (idem) para as jogadas explosivas de Marshon Brooks, para as assistências e afundanços de John Wall, Ricky Rubio e Blake Griffin, para os triplos de Landry Fields, etc…

A Team Chuck venceu a Team Shaq por 146-143. Kyle Irving foi o melhor pontuador da partida com 34 pontos.

No sábado, a noite de Skills trouxe um espectáculo pobre que se previa mais intenso e mais disputado.

Na minha opinião e não desprestigiando os jogadores que tiveram em campo, podia-se ter feito mais qualquer coisinha no sentido de proporcionar um bom espectáculo, optando-se pela convocação de verdadeiros especialistas nas habilidades a concurso. Realço portanto a presença de bons triplistas como Ray Allen, Karl Korver, Vince Carter e Arron Afflalo no concurso de triplos assim como as ausências de outros no concurso de afundanços como LeBron James, Monta Ellis, Nate Robinson, DeMarcus Rozan ou Blake Griffin, nomes que eventualmente trariam um espectáculo mais vistoso a esta noite de sábado.

Todavia, a Liga, no que toca ao All-Star Weekend, faz uma convocatória minimamente global do alinhamento respeitando as características|feitos dos jogadores (em conjunto com a escolha do público através do site da competição) e a presença de elementos de todas as equipas nas provas de exibição. Muitos jogadores, por receio de lesão ou por vontade expressa de aproveitarem esta paragem do campeonato, optam por não aceitar os desafios menores.

Assim sendo, no primeiro concurso da noite, o Haier Shooting Stars, concurso que consiste na constituição de equipas formadas por 3 elementos (1 jogador da equipa na actualidade, 1 antigo jogador da mesma equipa e 1 jogadora da equipa feminina da WNBA da mesma cidade da equipa masculina, com o objectivo de lançar de várias posições com exito no menor tempos possível, tiveram presentes três equipas: a de Nova Iorque, constituida por Allan Houston, Landry Fields e Cappie Pondexter (New York Liberty\New York Knicks), a de Atlanta constituída por Jerry Stackhouse (substituindo o lesionado Joe Johnson\substituído por Rajon Rondo no All-Star Game) Steve Smith e Lindsay Harding, a equipa de Orlando, constituída por Jameer Nelson, Dennis Scott e Marie Ferdinand-Harris e a Team Texas, constituída por Chandler Parsons, Kenny Smith (Houston Rockets) e Sophia Young.

A equipa de Nova Iorque venceria o concurso.

No 2º contest da noite, o concurso de Skills era apimentado por mais uma acção de solidariedade da NBA. A NBA, aproveita usualmente estes momentos para efectuar acções de solidariedade para a comunidade, algo que só eleva ainda mais o nível da competição.

O concurso de Skills, criado para bases, resume-se à execução de um circuito que começa com um lançamento\afundanço, um slalom com bola, dois passes para uma baliza (um de peito e outro picado) um lançamento longo, outro passe, novo slalom e o término com um lançamento simples ou afundanço. Dos 6 intervenientes, passam 2 a uma final consoante os melhores registos.

A concurso, dos melhores bases da liga: Deron Williams (New Jersey Nets) John Wall (Washington Wizards) Tony Parker (San Antonio Spurs) Rajon Rondo (Boston Celtics) Kyrie Irving (Cleveland Cavaliers) e Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder). A particularidade neste concurso residia no facto de cada atleta representar no concurso um jovem em busca de uma scholarship universitaria. Tony Parker venceu o concurso e o seu representado acabou por ir para casa mais feliz, decerto.

Lançamento de triplos, o concurso que mais gosto de ver na noite de sábado.

A concurso, Kevin Love dos Minnesota Timberwolves, Kevin Durant dos Oklahoma City Thunder, Mario Chalmers e Jones dos Miami Heat, Anthony Morrow dos New Jersey Nets e Ryan Anderson dos Orlando Magic.

Depois de um concurso muito disputado, de 2 rondas e 2 desempates disputados, o poste Kevin Love tornou-se o novo rei dos triplos. É um bom prémio para Love, pelo simples facto de ser um poste muito completo que para além de dominar bem o jogo interior, vem esporadicamente fora do garrafão lançar de 3 pontos com bastante sucesso (37% esta época).

Para finalizar a noite, o habitual concurso de afundanços. Ligeiramente mais fraco este ano ao nível de espectacularidade. Presenças de Chad Buddinger (Houston Rockets) Jeremy Evans (Utah Jazz) Paul George (Indiana Pacers) e Derrick Williams (Minnesota Timberwolves).
Deu para tudo: para afundanços em estilo revival, saltos sobre motas, saltos frustrados, planos B e C…

No Domingo:

O habitual jogo das estrelas da Conferência Este e do Oeste.
Maior parte dos jogadores dispensam apresentações.
Kevin Durant foi eleito MVP. O jogador dos Oklahoma City Thunder fez 36 pontos na partida. Kobe Bryant dos Lakers marcou 27 pontos na partida e tornou-se o melhor marcador de sempre em All-Star Games com 271 pontos, contra os anteriores 262 de Michael Jordan. O Oeste ganhou por 148-147.

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