Tag Archives: David Beckham

o método ferguson

uma coisa incrível. mas merecida.

a revolução no futebol: como ser um manager? como ser alguém que comanda numa equipas mas vai muito poucas vezes aos treinos? como ganhar títulos à base de um método em que o manager recebe dados dos treinadores de campo e tudo nos jogadores é estudado ao pormenor: rendimento no treinos, comportamentos, probabilidade de lesões, rendimento nos jogos, aptidão de um certo jogador ter um rendimento extraordinário contra determinada equipa. sir alex ferguson nunca repete um onze. primeiro porque estuda as equipas adversárias até à exaustão. segundo, porque é o único treinador britânico que percebe de táctica e adequa tacticamente as suas equipas à táctica das equipas contra quem joga . terceiro, porque tem conhecimento que jogador x, se efectuar 3 jogos, ao 4º poderá lesionar-se ou poderá ter rendimento mínimo. são estes os pózinhos que são parte do grande sucesso que ferguson ao comando do United. se no início da sua era em Manchester preocupou-se em construir uma equipa com jogadores maioritariamente vindos da formação do clube (exemplos: Giggs, Scholes, Pallister, Irwin, Ince, Beckham, Phil Neville, Gary Neville, Roy Keane) e a direcção sempre o apoiou (Ferguson não ganhou absolutamente nada nos primeiros anos de Manchester) nos últimos anos, o United é aquele exemplo perfeito de scouting que qualquer clube queria ter.

o próximo a merecer uma estátua é giggs.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , ,

dava para me alimentar e viver de maserati durante toda a minha vida

David Beckham, Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Wayne Rooney, Káká, John Terry, Yaya Touré, Fernando Torres, Frank Lampard, Steven Gerrard, Samuel Eto´o, Emmanuel Adebayor, Franck Ribéry, Sérgio “Kun” Aguero, Daniel Alves, Carlos Tevez, Thierry Henry, Zlatan Ibrahimovic, Karim Benzema, Didier Drogba.

Os 20 jogadores do futebol mundial com maiores receitas em 2011 segundo a revista Forbes.

Juntos somaram no ano passado uma riqueza de  305.5 milhões de euros. Para termos uma pequena ideia, toda a riqueza distribuída pela população portuguesa actual (cerca de 13 milhões de pessoas) dava para distribuir 23.5 euros por cada português.

 

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

O melhor 11 da história do Manchester United

Os adeptos do Manchester United votaram durante meses no site oficial do clube para o melhor 11 da história do clube.

Peter Schmeichel, Gary Neville, Rio Ferdinand, Nemanja Vidic, Dennis Irwin, George Best, Paul Scholes, Roy Keane, Ryan Giggs, Sir. Bobby Charlton e Eric Cantona foram os eleitos dos adeptos dos Red Devils.

Outros jogadores influentes na história do clube ficaram de fora, mas, a meu ver também tinham direito a entrar neste 11. Casos de Cristiano Ronaldo, David Beckham, Andy Cole, Dennis Law, Gary Pallister, Steve Bruce, Nicky Butt, Teddy Sheringham, Wayne Rooney, Olé Gunnar Solskjaer, Edwin Van der Saar, Ruud Van Nistelrooy.

 

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

História do Futebol #2

Primavera de 1999. Nou Camp, Barcelona. Duas das equipas que marcaram a década de 90. De um lado, o Manchester United, meia selecção Inglesa. De outro lado, o Bayern de Munique, meia selecção alemã. Sir. Alex Ferguson, cravejado de títulos na década contra Ottmar Hitzfeld, na altura, o treinador da moda entre os Germanicos com a proeza realizada em 1997 ao serviço do Borussia de Dortmund.

United com um onze de luxo: Schmeichel na baliza (seria o último jogo oficial do gigante dinamarquês nas balizas do clube de Manchester antes de se transferir para o Sporting) Gary Neville à direita da defesa, Ronny Johnson e Jaap Stam ao centro, Dennis Irwin, o pequenino irlandês a completar a defesa na esquerda. Meio-campo de sonho. Na falta (nesse jogo) do implacável Roy Keane, Nicky Butt era aquele que tinha como missão movimentar o meio-campo. Butt não era um talento extraordinário, antes era aquele trinco que sabia sair a jogar e na calada de momento, dava o equilíbrio necessário que a equipa necessitava do ponto de vista defensivo. Giggs jogava a 10. Jesper Blomqvist era o médio-esquerdo e David Bechkam era o senhor dos cruzamentos na direita. Na frente, dois bulldozers; Dwight York e Andy Cole.

No lado alemão, o gigante Oliver Kahn enchia a baliza. A defesa era composta por Marcus Babbel na direita, Thomas Linke na esquerda, Lotthar Matthaus (já retirado a central) e Samuel Kuffour no centro do terreno. No meio-campo, triplo-pivot defensivo com Tarnat, Jens Jeremies e Mario Basler. Mais à frente, Effenberg era o grande motor do ataque bávaro, que tinha então, como expoentes máximos duas traves: Carsten Jancker e Alexander Zickler.

No banco de ambos os lados, jokers, que iriam\poderiam decidir a partida. Do lado do United, os avançados Solskjaer e Sheringham. Do lado do Bayern, o elegante Mehmet Scholl (o único médio tecnicamente perfeito do Bayern dessa década) estranhava a titularidade e só haveria de entrar aos 71″ quando Hitzfeld queria defender a vantagem de 1-0 construída com o golo de Mario Basler aos 5 minutos.

Lembro-me perfeitamente da forma como o Bayern vulgarizou por completo o Manchester United de Ferguson. 3 bolas que bateram com estrondo na barra. Um manchester completamente encostado às cordas durante 90 minutos, ofegante, sem soluções. A dada altura da partida, Gabriel Alves, na altura o comentador de serviço da RTP esgrimia algo como “Ferguson deve-se dar muito por contente porque pelo caudal de jogo do Bayern será uma sorte não sair de Nou Camp goleado”. Não saiu.

Sheringham, o alto e fino avançado que anos antes tinha provado o amargo alemão no Euro 96, perante Sua Majestade de tribuna vip em Wembley frente a alguns destes mesmos alemães nas grandes penalidades que haveriam de afastar os ingleses do sonho do título europeu, iria entrar aos 68″ para 22 minutos mais tarde assinar o golo do empate numa fase em que o Manchester já atirava a sua sorte para um monte de jogadores na área em puro desespero.

Seria mesmo no final, Peter Schmeichel a baralhar as contas aos alemães. Subiria à area adversária para baralhar as marcações e causar pânico à defesa de Hitzfeld. Com exito. O segundo suplente a sair do banco de Ferguson, Solskjaer, haveria de estar no sítio certo para dar mais uma Liga dos Campeões ao clube de manchester.

Hitzfeld não queria acreditar como tinha perdido aquela final. A história haveria de o compensar anos mais tarde com uma vitória na competição em final disputada contra os espanhóis do Valência, clube cuja ingratidão com a competição é mais que muita dado o facto de terem perdido duas finais consecutivas.

Hitzfeld tem o seu nome inscrito na história do Bayern a letras de ouro. 5 Bundesligas, 1 Liga dos Campeões, 3 taças da alemanha e 1 campeonato do mundo de clubes em 7 épocas efectivas de Bayern. A juntar a mais 2 bundesligas e 1 liga dos campeões ao serviço do Dortmund, é um dos gloriosos alemães. Mas a história não se esquece que poderia ter mais uma vitória na Liga dos Campeões se aquela noite de Barcelona não tivesse atingido um profundo estado de sonho e depressão…

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Fantástico


O novo comercial da Adidas.

Como estrelas, Lionel Messi, Derrick Rose (estrela dos Chicago Bulls) David Beckham, a saltadora com vara Yelena Isimbaeva e a equipa profissional de Notre Dame (Futebol Americano) são as estrelas que patrocinam a nova colecção da marca Alemã.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , ,

Reformados!


Em Inglaterra, Beckham “vive a sua 8ª vida” ao serviço do Tottenham. O internacional Inglês de 35 anos vai jogar por empréstimo nos Spurs até Junho.

No Brasil, acabou a novela Ronaldinho Gaúcho. O site oficial do Flamengo anuncia o antigo melhor do mundo como reforço para as próximas 4 épocas.

Depois de ter estado com um pé no Grémio, Corinthians, Palmeiras, Blacburn e LA Galaxy, Ronaldinho assina pelo “mengão” que assim assume nova candidatura ao título Brasileiro.

Com as etiquetas , , , , , , , ,