Tag Archives: Craig Sager

NBA 2012\2013 #34 – do All-Star Weekend

1.

all-star

2. Do habitual jogo entre Rookies e Sophomores, agora misturados

De um lado o Team Shaq de Shaquille O´Neal, constituído por Kyrie Irving (Cleveland Cavaliers) Damien Lillard (Portland Trail Blazers) Harrison Barnes (Golden State Warriors) Michael Kidd-Gilchrist (Charlotte Bobcats) Chandler Parsons (Houston Rockets) Kemba Walker (Charlotte Bobcats) Ty Zeller (Dallas Mavericks) Klay Thompson (Golden State Warriors) Dion Waiters (Cleveland Cavaliers) Andrew Nicholson (Orlando Magic) e Andre Drummond (Detroit Pistons) que mesmo lesionado alinhou durante 36 segundos.

Do outro lado o Team Chuck de Chris Robinson, constituído por Ricky Rubio (Minnesota Timberwolves) Bradley Beal (Washington Wizards) Kenneth Faried (Denver Nuggets) Kawhi Leonard (San Antonio Spurs) Anthony Davis (New Orleans Hornets) Alexey Shved (Minnesota Timberwolves) Tristan Thompson (Cleveland Cavaliers) Isaiah Thomas (Sacramento Kings) Nikola Vucicevic (Orlando Magic) e Brandon Knight (Detroit Pistons)

Faried

A vitória acabou por sorrir confortavelmente para a equipa Chuck por 163-133 e o MVP da partida foi o Sophomore Kenneth Faried depois de marcar 40 pontos e conseguir 10 ressaltos. No lado do Team Shaq, o melhor pontuador foi Kyrie Irving com 32. Faried recebe o prémio com o “fantástico” Craig Sager (carismático jornalista da modalidade conhecido pelos seus exuberantes fatos) atrás. Sager ontem estava com um fato fora do normal.

3.

Antes do BBVA Rising Stars, as celebridades convidadas pela liga disputaram o jogo de celebridades. A mascote dos Bulls aproveitou para celebrar com Kevin Hart, o MVP da partida.

4. As fotos de grupo de rookies e Sophomores, a visita do comissário da liga David Stern ao balneário das equipas e algumas fotos do jogo:

BBVA

BBVA 2

BBVA 3

BBVA 4

BBVA 5

BBVA 6

BBVA 7

BBVA 8

BBVA 9BBVA 10

BBVA 11

5. Do jogo das celebridades:

celebridadescelebridades 2

O rapper Common e a antiga vedeta da liga, o poste Dikembe Mutombo.

celebridades 3

Usain Bolt, o próprio, atrás da bola!

celebridades 4

O rapper Ne-Yo.

6. Como não podia deixar de faltar neste tipo de eventos, a NBA Cares preparou uma série de acções comunitárias em Houston com a participação de jogadores e treinadores da liga. A NBA cares é um assunto ao qual irei abordar num dos próximos posts.

NBA cares Duncan

Tim Duncan (San Antonio Spurs)

NBA Cares Harden

James Harden (Houston Rockets)

NBA cares Howard Parker

Dwight Howard (Los Angeles Lakers) e Tony Parker (San Antonio Spurs)

NBA cares Irving

Kyrie Irving (Cleveland Cavaliers)

NBA cares LeBron

LeBron James (Miami Heat)

NBA cares Lin

Jeremy Lin (Houston Rockets)

NBA Cares Ming

Mesmo já não pertencendo à liga, a antiga vedeta dos Houston Rockets Yao Ming também se quis associar ao evento.

NBA cares Westbrook

Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder)

7. Brincadeiras:

Na euforia de ter ganho o prémio de MVP do jogo das celebridades, Kevin Hart decidiu desafiar o campeão olímpico Usain Bolt a uma corrida com bola nas mãos!

8.

Bastidores do jogo entre rookies e sophomores.

9. Mais a sério.

Michael Jordan afirmou recentemente que prefere Kobe Bryant a LeBron James. Já em Houston, James respondeu ao melhor jogadores de basquetebol da história.

10. Acabada de tirar:

skills challenge

Os participantes do concurso de skills de hoje. Brandon Knight (Detroit Pistons) Damien Lillard (Portland Trail Blazers) Jrue Holliday (Philadelphia 76ers) Jeremy Lin (Houston Rockets) Jeff Teague (Atlanta Hawks) e Tony Parker (San Antonio Spurs). “As festividades de hoje” começam à 1 e meia da manhã e tem transmissão na Sportv.

11.

A dupla de vedetas de Oklahoma presente no evento (Westbrook e Kevin Durant) falam do “orgulho” em ser all-star.

Westbrook 2

Westbrook decidiu prolongar o carnaval e aparecer no evento de ontem vestido de Tartaruga Ninja!

Os Thunder decidiram publicar no seu site um video com os dois jogadores a trabalhar nos eventos promovidos pela NBA cares.

12.

Bruce Bowen

Jogo das celebridades. Quem se lembra de Bruce Bowen, exímio atirador campeão pelos Spurs?

13.

carmelo

Festa de Puff Daddy e Carmelo Anthony em Houston. Seguramente uma daquelas festas onde todos os amantes da liga queriam ir!

Anúncios
Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

NBA videos #1

50 anos depois. 100 pontos num único jogo. Will Chamberlain por Philadelphia. Ainda se mantem actualmente como o record de mais pontos somados por um jogador num único jogo. Se bem que há poucos anos atrás, num jogo contra Toronto, Kobe Bryant somou 87.

Will Chamberlain é um jogador mítico da Liga. Foi durante anos o melhor jogador da Liga, tendo um salário base que rondava os 30 mil dólares mensais nos anos 60, uma autêntica fortuna, considerando que na altura a Liga era maioritariamente constituída por jogadores brancos e Will era negro.

Will e Bill Russell, outro mito de então disputaram ano após anos duelos intensos.

Mais recentemente, numa auto-biografia, Will Chamberlain confessou (não sabemos se com um toque de verdade ou um toque de mito) que teve mais de 3 mil relações sexuais durante a sua vida.

Quem conhece a NBA profundamente, conhece Craig Sager.

Sager é um jornalista da TNT cuja profissão lhe dá o privilégio de viajar durante todo o ano com as equipas para cobrir (via TNT) o inside da competição.
Sager também é conhecido e ironizado na Liga pelo seu fraco gosto quanto à indumentária que veste. É ritual ver Sager com uma combinação constituída por um fato cor-de-rosa com uma gravata castanha, ou com um fato com lagartos e uma gravata do Mickey Mouse. Ou com um fato todo vermelho e uns sapatos pele de crocodilo verdes.
Neste vídeo, Kevin Garnett ironiza o pobre coitado e diz-lhe para queimar os fato!

Blake Griffin é a nova coqueluche da Liga.
Este número 2 do draft de 2010 conquistou os Estados Unidos da América com os seus poderosos afundanços. Dizem-se remates. Na verdade, aceitamos porque são autênticos remates.

No entanto, não são só os remates que fazem de Griffin um jogador com um potencial soberbo. O seu atleticismo é a sua maior arma. Tanto ofensivamente como defensivamente. É um jogador de um grau de explosão junto ao cesto demolidor, chegando por exemplo ao que foi nos anos 90 Dennis Rodman. Defensivamente é grande, abafa muito e ganha muitos ressaltos por jogo. Ao nível de lançamento não é tão forte como nas restantes características mas no entanto nesta época e meia de Liga ronda os 50% em lançamentos de campo. Já fez mais de 2500 pontos em época e meia, o que dada a durabilidade dos jogadores da NBA é meio passo para que entre nos 10 melhores de sempre neste campo.

Neste video, este ano, contra Oklahoma, Griffin brinda-nos com mais do mesmo. Fazer isto contra um jogador normal parece fácil para Griffin. O problema é quando do outro lado está um bom defensor, neste caso, Kendrick Perkins, um jogador que se pauta pela dureza associada ao alto dos seus 2,09m. Absolutamente delicioso.

Para rematar, um compendio de imagens dos melhores abafos da carreira de Alonzo Mourning.

Alonzo Mourning é um hall-of-famer que se destacou nos anos 90 principalmente ao serviço de Miami. Em Miami passou os seus melhores anos de carreira, que infelizmente coincidiram com os anos da era Jordan nos Bulls. Alonzo Mourning era um temível defensor e tem uma história enquanto desportista que é fenomenal: em 2004, Mourning estava em Miami já no fim de carreira quando recebeu a notícia que padecia de uma grave doença nos rins que o obrigava a interromper a carreira. Depois de um transplante de rim, Mourning ganhou coragem e em 2005 voltou a jogar pelos Heat tendo ganho o título desse ano ao lado de Dwayne Wade e Shaquille O´Neal.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Bulls vencem em Nova Iorque

Noite cheia de groove na meca do basquetebol: o Madison Square Garden.

Apesar do óbvio que é o meu sentimento pelos Bulls, confesso que tenho uma admiração muito forte pelos Knicks. Pelo que representa Nova Iorque, pelo cosmopolitismo da cidade, pelo Madison Square Garden como meca do basquetebol norte-americano e pela história que o Franchise apresentou e continua a apresentar.

Spike Lee na primeira fila, a comandar as tropas dos seus Knicks, a prostestar com a arbitragem e a mandar vir com os jogadores adversários. É quase um espectáculo dentro do espectáculo. Para quem viu, Craig Sager, o reporter da TNT com os seus momentos bizarros. O basket em Nova Iorque é uma alegria.

Perante duas equipas históricas da Liga, com dois bons roosters (apesar do posto na tabela classificativa ser uma realidade quase antagónica) estavam os ingredientes reunidos para que existisse um bom espectáculo, o que veio a acontecer.

De um lado os Bulls, ainda com alguns problemas de plantel motivados pelas lesões de Luol Deng e Ric Hamilton. As lesões tem sido uma constante na equipa de Tom Thibodeau, pelo que os Bulls não alinham com as cartas do baralho todas em cima da mesa há 14 jogos consecutivos. Deng, Noah, Rose, Hamilton e Watson tem sido os mais fustigados por lesões neste primeiro terço de época.

Os Bulls vinham de uma série intermitente. Derrota caseira frente a Indiana (a primeira em casa), vitória em New Jersey, derrota em Miami, vitória frente a Washington e derrota em Philadelphia.

As derrotas, todas contra equipas que estão a jogar muito bem e estão a revelar inclusive aspirações aos primeiros lugares da conferência. A derrota em Philadelphia foi copiosa. A derrota em Miami poderia ter sido vitória não fosse o facto de Derrick Rose ter escandalosamente falhado dois lançamentos de lance livre no último minuto, quando até esse momento tinha efectuado 12 em 12.

Derrick Rose tem vindo a assumir mais preponderância na equipa, tendo feito mais de 30 pontos em 4 dos últimos 5 jogos.

Do outro lado uma equipa de Nova Iorque que está a realizar um péssimo campeonato para as suas pretensões e real qualidade e que, consequentemente, começa a ser questionada não só pela comunicação social mas inserida em notícias que dão conta que os seus responsáveis estão a pensar desmantelar a equipa já este ano dado a uma certa insatisfação com o ambiente que se vive no MSG.

A equipa está Melo dependente, é um facto notório e a imprensa tem apontado deficiências no método de treinar de Mike D´Antoni, que para mim é incontestavelmente um dos melhores treinadores da Liga e acima de tudo, um gentleman da competição.

As capacidades de Stoudamire estão a ser postas em causa, algo que o poste está a relativizar com excelentes exibições dentro de campo (ainda ontem mais uma frente aos Bulls), Melo tem dias, Tyson Chandler só agora é que se está a habituar ao estilo de jogo da equipa, Baron Davis e Mike Bibby são inexistentes porque passaram mais tempo no estaleiro do que dentro de campo e Landry Fields\Iwan Schumpert tem sido jogadores muito valiosos dentro da equipa em tempos de vacas magras.

Toney Douglas tem sido aquilo que em Nova Iorque se tem aproximado de base. Baron Davis e Mike Bibby passam mais tempo no banco e na sala de fisioterapia do que em campo. Fields é escasso para Shooting Guard, apesar de ser um jogador tecnicamente muito interessante e um bom triplista.

Stoudamire? Para onde pode ir? Orlando em troca com Howard, sabendo que nessa situação Nova Iorque terá que despachar mais 2 jogadores de qualidade que neste momento não tem dado que Melo, Chandler são inegociáveis, Bibby e Davis ainda agora chegaram e estão sempre lesionados.

Melo? Quem poderia querer Melo Anthony? New Jersey? Não tem capacidade de troca. Boston? Não tem capacidade de troca. Detroit? Não tem capacidade de troca. Memphis? Não tem capacidade de troca a não ser a dupla Gasol\Gay e mesmo assim não estou a ver Nova Iorque a vender melo ou a ver Melo a ir para Memphis. LA Lakers? Dúvido, dada a obecessão por Howard.

Outra pergunta que me ocorre. Não seria melhor, pelo espírito colectivo da equipa ter abdicado da contratação de Melo pela construção de uma equipa à volta de Gallinari e Felton, como está a ser feito e com bons resultados práticos por Denver?

Quanto ao jogo em si:

Jogo extremamente bem disputado, com um período inicial de parada e resposta. Notas para o começo de exibição de Amare Stoudamire e Landry Fields e para a resposta que vinha de Chicago através dos triplos seguidos de Karl Korver. O shooting guard tem alinhado de início e Tom Thibodeau não tem visto gorada a oportunidade que tem dado ao antigo jogador dos Utah Jazz. O catch and shoot do base é um autêntico balão de oxigénio para Chicago de vez em quando. Ora para aliviar desvantagens ora para aumentar vantagens.

Stoudamire no seu melhor desta época. Sou um apreciador das suas qualidades. Não é um jogador tecnicamente perfeito. Mas é atleticamente perfeito. Dá tudo o que tem em campo. Leva tudo e todos à frente, afunda, lança bem ao perto, ao longe e também consegue triplos de vez em quando. E aquele que sido o melhor jogador da última época (LeBron James) acaba por ser um jogador da mesma linha, só que, muito mais portento da natureza que Amare.

No 2º período, um pouco mais de Rose e de Melo. Melo acabaria com 26 pontos e 6 ressaltos. Rose seria novamente o homem-chave de Chicago com incríveis 32 pontos e 13 assistências. Rose contribuiu para 63 dos 108 pontos da equipa.

Ao intervalo, os Bulls lideram por 55-44.

Na 2ª parte, os Knicks aproximaram-se gradualmente do marcador, graças aos pontos de Melo e Stoudamire, acabando mesmo no último período por encostar os Bulls a sucessivos empates e vantagens inferiores a 4 pontos.

Do lado dos Bulls, realce para as exibições de:

Carlos Boozer – Não se deu por ele em campo na maioria do tempo, mas o seu lançamento em fuga à rectaguarda voltou a dar resultados com 16 pontos e 9 ressaltos.

Joakim Noah – Mais um good-day at the office com 10 pontos e 9 ressaltos. Três combinações base-poste com Rose foram deliciosas. Teve dificuldades em defender Stoudamire.

CJ Watson – Um bom 2º período com 10 pontos de rajada.

Karl Korver – Catch and shoot. 16 pontos. 3 triplos e outros que mais de 2 pontos.

Jimmy Butler – Perante as ausências, o rookie de Chicago deu o seu contributo como pode. Defendeu Melo e pode-se dizer que o secou no 4º período. Fez 7 pontinhos bem preciosos. Está a crescer.

Em Nova Iorque, exceptuando Melo e Stoudamire:

Tyson Chandler – Apagado q.b. Ainda está à procura do melhor ritmo dentro da equipa. 9 pontos e 8 ressaltos.

Landry Fields – Alguns triplos e outras boas incursões para o cesto. É o melhor da rectaguarda dos Knicks na ausência de Davis e Bibby.

Iwan Schumpert – Perante as ausências têm que fazer frete de point guard quando é shooting guard\shooting forward. É um atirador puro. as na falta de melhor e na existência de Toney Douglas…

Passando para outras análises:

Estão lançadas as bases para o All-Star Game\All-Star Weekend.

O publico, entre os quais eu e a maralha da Liga PT da ESPN Fantasy League, fomos alguns dos milhões de amantes da NBA que votámos no 5 base que a equipa da Conferência Oeste e a equipa da Conferência Este irão alinhar dia 26 em Orlando.

Eu confesso que votei algo como: Rose, Wade, James, Bosh, Howard no Este e Nash, Westbrook, Durant, Bryant e Kevin Love no Oeste.

No entanto os escolhidos pelos votantes foram: Rose, Wade, James, Carmelo Anthony e Dwight Howard no Este e Chris Paul, Kobe Bryant, Kevin Durant, Blake Griffin e Andrew Bynum.

Os suplentes serão escolhidos pelos treinadores nas próximas semanas sendo que do Este os 7 suplentes oscilarão entre Rajon Rondo, David West, Kevin Garnett, Ray Allen, Paul Pierce, Greg Munroe, Deron Williams, John Wall (talvez jogue nos rookie vs sophomores) André Iguodala, Elton Brand, Amare Stoudamire, Tyson Chandler, Carlos Boozer, Luol Deng, Kyrie Irving (rookies vs sophomores infelizmente) Chris Bosh, Danny Granger, Joe Johnson e Josh Smith.

Aposto em 7 suplentes como Rondo, West, Pierce, Williams, Stoudamire, Deng e Joe Johnson.

No Oeste, os suplentes poderão ser Westbrook, Felton, Gallinari, Ginobili (se recuperar) Duncan, Tony Parker, Nowitzky, Kidd, Carter, Gasol, Marc Gasol, Rudy Gay, Nenê, Kevin Martin, Monta Ellis, Steve Nash, Ricky Rubio (também alinhará no rookies vs sophomores)

Aposto em 7 suplentes como Westbrook, Raymond Felton, Tony Parker (dúvido que Ginobili recupere) Dirk Nowitzsky, Marc Gasol, Rudy Gay e Steve Nash.

 

Quanto a outras equipas da Liga:

Philadelphia – Não deixam de surpreender pelo actual 3º lugar da Liga. Iguodala está a jogar bem como sempre, Brand nem por isso.

Indiana – Continuam bastante coesos. Prova disso foi a vitória em Chicago num destes dias. Continuo a dizer que a entrada de David West fez muito bem à equipa.

Milwaukee – Michael Redd saiu e a equipa melhor muito. Não só ao nível de jogo mas ao nível de resultados. Drew Gooden tem alinhado bastante bem nos últimos jogos. Brandon Jennings está a liderar a equipa a todo o vapor com 20.8 pontos de média em 21 jogos. Andrew Bogut está novamente lesionado, numa fase em que estava claramente a subir de rendimento.Estão em 8º na conferência, lutando pela última vaga dos playoffs com Cleveland, Nova Iorque, New Jersey e Toronto. Mas cuidado, os Knicks não irão ficar com score negativo até ao final da época creio.

Oklahoma City Thunder – Melhor record da Liga até agora com 17-4. 81% de vitórias. Merecem todo o sucesso por aquilo que fazem em campo.

Denver – 2º lugar. O mesmo me ocorre dizer sobre os Nuggets na proporção do que disse sobre Oklahoma.

San Antonio – Mesmo sem Ginobili a coisa tá-se a endireitar. Tony Parker tem acrescido de rendimento nos últimos jogos. Falta banco aos Spurs.

Dallas – O mesmo de Spurs. Lamar Odom mais entrosado. Vince Carter explodiu e está a ter uma 2ª vida em Detroit. Kidd lesionado, não existe um 2º base na equipa com a saída de Barea. Mesmo assim a equipa de Mark Cuban já saiu dos lugares dos aflitos rumo a uma época regular que se convém nos 4 primeiros.

LA Lakers – Com Bynum tudo melhor. Gasol continua híbrido: ou faz exibições de alto gabarito ou faz exibições muito vazias.

Utah – Continua a receita: trabalho, garra. Vamos ver se a falta de vedetismo na equipa não se reflecte nas horas importantes em que alguém tenha que assumir jogo.

Memphis – Quem tem boca vai a Roma. Pela boca de muitos, Memphis já tinham ído a Tóquio. Cuidado, Gasol e Gay não chegam e os playoffs ainda são uma miragem.

Houston – Agradável surpresa. Poderão tentar algo bonito.

Minnesota – Decepção para já. Pode ser que o regresso de Michael Beasley dê algumas alegrias a esta equipa.

Golden State – Muito bonito em casa. E fora?

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,