Tag Archives: corrupção

assusta-me

Karabatic

O duplo campeão olímpico e mundial e melhor jogador do mundo para a IHF no ano de 2007 Nikola Karabatic (Montpellier Handball) e 6 jogadores da Liga Francesa de Andebol foram suspensos por 6 meses depois das autoridades francesas terem dado como provadas apostas dos jogadores e familiares num jogo da Liga Francesa que terá rendido aos participantes cerca de 200 mil euros.

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12-12-12

Teixeira dos Santos, Mota Engil, Jorge Coelho. Está bonito, está.

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Carlos Pereira dixit

“Se houvesse justiça, o Sporting já não estaria na Taça de Portugal”

Quem o disse foi o presidente do Marítimo.

Respondo:

1. Se houvesse justiça e equidade por parte do Governo Regional da Madeira, Marítimo e Nacional recebiam a mesma quantia de verbas. O Marítimo recebe 3 vezes mais que o Nacional anualmente.

2. Se houvesse justiça e equidade por parte do Governo Regional da Madeira, o Marítimo não teria um estádio totalmente pago pelo dinheiro dos contribuíntes madeirenses.

3. Se houvesse uma boa canalização de fundos na Madeira, os contribuíntes não deixariam que o Marítimo recebesse o que recebe do Orçamento da ilha, verbas essas que aumentaram numa percentagem considerável  as derrapagens orçamentais do governo regional.

4. Se o Marítimo tivesse batido o pé ao Atlético Mineiro e ao Porto no caso Kléber, o jogador seria hoje do Sporting pois foi o Sporting que apresentou (em Janeiro do ano passado) a proposta mais alta pelo jogador.

5. Se o Marítimo confiasse na justiça (tanto desportiva como civil; se bem que existem limitações quanto ao recurso à justiça civil por parte dos clubes de futebol) o FC Porto, pelos sucessivos aliciamentos em dinheiro que fez a Kléber para roer a corda com o clube madeirense e assim forçar a transferência, já estaria com várias queixas nas instâncias desportivas.

6. Um clube como o Sporting não deve ser associado a uma vigarice de um dos seus dirigentes. Já o referi neste blog, que, como fã do Sporting repudiu o comportamento asqueroso de Paulo Pereira Cristóvão no “caso cardinal”.

7. Creio que o vice-presidente do Sporting (não se compreende como é que o Eng. Godinho Lopes deixou que Paulo Pereira Cristóvão voltasse aos órgãos sociais do clube nem se compreende como é que nesta questão Paulo Pereira Cristóvão teve a lata de pedir para voltar às suas funções) agiu isoladamente. Se agiu isoladamente, é Paulo Pereira Cristóvão o responsável por tais comportamentos e não o Sporting.

8. O Sporting ganhou em campo. Se tencionam retirar esse mérito ao Sporting, a justiça portuguesa anda a dormir na forma quanto a outros casos bem piores. Se remexessem nos podres de um clube mais a norte, creio que 75% dos títulos  obtidos por esse clube desde 1984 irão cheirar a podre, de tanta lama e tanto lodo que poderão trazer ao de cima. As evidencias de certos actos ainda são publicas e podem ser escutadas no youtube. Mas como em Portugal, escutas telefónicas podem ser feitas pelos órgãos judiciários mas não servem de nada….

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asno do dia

Estranha mania (que já não é de hoje) dos dirigentes do Sporting darem tiros nos pés em alturas em que a equipa mais precisa de união e sobretudo sossego.

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Vamos lá puxar pelas cabeças

O Domingos Névoa da Bragaparques foi finalmente condenado a 5 meses de prisão preventiva pela prática de um crime de corrupção activa ao vereador da Câmara Municipal de Lisboa José Sá Fernandes.

Não é a Bragaparques a proprietária de um prédio rústico situado na Avenida Sá da Bandeira, Coimbra, que serviu de sede de candidatura a um dado candidato aos órgãos de gestão da AAC?

Quid Iuris?

P.S: o caricato da história é a suspensão da pena mediante o pagamento de 200 mil euros aos cofres do Estado por parte de Névoa, valor provado do qual seria o suborno oferecido ao vereador que “reportou” Portugal como o país mais corrupto do mundo perante as câmaras da Al-Jazeera.

Ou seja, a justiça já serve para abater o défice, algo que é deveras prodigioso e que realmente só é proposto aos ricos e só acontece neste país.

 

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um país de cegos e de bufos

O Procurador-Geral da República, Dr. Pinto Monteiro, no mesmíssimo dia em que foram efectuados os mandatos de buscas à casa de Duarte Lima, do seu filho Pedro Lima, e do sócio do advogado Vitor Raposo, perante o aparato jornalistico presente no acto de buscas que culminou nas detenções dos 3 cidadãos e perante a forma pouco discreta com que tais acções foram efectuadas, lamentou-se que tinha dado ordens para que as buscas decorressem com o máximo de descrição.

Às 7 da manhã em ponto (hora em que por lei se podem iniciar buscar) as equipas de investigadores da Polícia Judiciária estavam no local. Atrás, equipas de jornalistas. Às 9 da manhã, as headlines online dos jornais e das televisões noticiavam a operação.

Vitor Raposo, sócio de Duarte Lima, não estava em casa quando se efectuaram as buscas. Estava no estrangeiro.

Horas depois, Pedro Miguel Lima era escoltado à saída da sua casa no Areeiro por polícias à civil.

Numa mega-operação deste calíbre, toda a gente já estava informada do que se ia passar. Os jornalistas aguardavam a chegada dos policiais às 7 da manhã nas casas da família Lima. O outro estava no estrangeiro. Fuga de informação? Claro que sim. De quem? De gente ligada à PJ que sabia o que ia acontecer e que mesmo paga pelo dinheiro dos contribuíntes, recebe mais dinheiro por fora para informar.

Tais acontecimentos levam-me a concluir que até dentro da polícia existe quem lucre por fora com este tipo de acontecimentos. Os bufos. E isto, só num país de 3ª categoria é que acontece…

Onde é que ia mesmo o discurso do Sr. Procurador?

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100(%) corrupção

Um relatório internacional elaborado pela Transparência Internacional avisava que Angola faz parte do topo da lista dos países cujos governos não prestam cavaco sobre uma grossa fatia dos seus negócios público-privados.

O mesmo relatório avisa que Angola é um país sem documentos legais que punam eventuais casos de corrupção.

Angola é uma autocracia, lembram-se?

Em que parte de um todo autocrata é que concebem as partes do prestar cavaco a alguém?

E já agora, como é que acham que o Zé Eduardo enriqueceu tanto ao ponto de entrar no top-30 dos mais ricos do mundo?

 

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roubos estratégicos

Chegamos a um ponto neste país, em que o povo (mergulhado nas suas humildes profissões) é obrigado a pagar os erros cometidos pelos grandes senhores da praça financeira e política deste país.

Estamos debruçados numa era que denota que a devassidão, a podridão e a pura inércia do nosso sistema judicial e judiciário urdem um enorme conluio de modo a proteger uma eventual saída da verdade a público sobre esses mesmos erros.

Sempre me disseram que “onde há fumo, há fogo” – Não foi ao acaso que durante a campanha eleitoral para as presidenciais, ligado o nome de Aníbal Cavaco Silva a uma das milhares trapalhadas executadas pela Sociedade Lusa de Negócios no caso da falência do BPN, um dos seus antigos ministros, de nome Dias Loureiro, fugiu estrategicamente para Cabo Verde, regressando quando se deu a acalmia relativamente ao caso na comunicação social.

Caricato o é, que meses depois, denuncia-se um roubo numa unidade nacional da Polícia Judiciária. Um roubo que muitos pressupõem ter sido de material que se constituía como dados das investigações ao BPN e ao BPP. Não era um material qualquer – decerto que as câmaras apreendidas assim como as máquinas fotográficas não iriam ser vendidas para contrabando – era material que se podia apresentar como prova num processo judicial a elementos muito perigosos de uma rede onde constam antigos ministros, economistas, banqueiros e até o presidente da república.

Não estamos a falar de uma investigação qualquer. Estamos a falar de uma investigação sobre uma falência ainda muito mal explicada e que custou inúmeros mil milhões aos contribuíntes portugueses.

O material desapareceu na Judiciária. Para desaparecer da judiciária, alguém teve que o furtar. Funcionários públicos? Se tal vier a ser conhecido, coisa que duvido, o problema assume proporções gravíssimas.

Gravíssimo também é, o facto preemente do Director-Adjunto da PJ, imediatamente, ter vindo a público cometer uma gaffe de todo o tamanho, afirmando desconhecer o conteúdo do material furtado das instalações, mas, segundo palavras do próprio, este não tinha material relativo a investigações. Se desconhece o conteúdo do material furtado, como pode vir a público afirmar que nesse mesmo conteúdo não existiam dados sobre investigações criminais?

Como no caso ainda não desvendado da falência dos dois bancos, existe muita coisa por revelar. E a justiça portuguesa deve ser célere não vão os seus implicados fugir novamente para fora do país. Acho que perante os sacríficios que o povo português está a ser exigido (inclusivamente para pagar estes erros do sector financeiro) e para bem de um transparente Portugal, as entidades judiciais devem explorar o caso até ao osso, doa a quem doer.

Senão qualquer dia, o caso BPN e o caso BPP são dois exemplos práticos habilmente apagados dos olhos da justiça portuguesa e esta como tal, torna-se imediatamente um tufo de areia atirado para os olhos do povo português.


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José Eduardo Simões condenado com pena suspensa

Última Hora:

Acusado de 12 crimes (6 de corrupção passiva para acto ilícito; 5 de corrupção passiva para acto lícito; 1 de abuso de poder) no decorrente de 3 processos judiciais, o colectivo de juízes do Tribunal da Relação de Coimbra (que tinham adiado a leitura da sentença para hoje) anunciaram uma sentença que contempla uma pena de 4 anos e 7 meses dadas as provas apresentadas pelo Ministério Público relativas aos crimes que o presidente da AACOAF era acusado, sendo que a juíza Elisabete Correia decretou (pela conduta do arguido) pena suspensa pelo mesmo período temporal caso o presidente pague 30 mil euros no prazo de um ano um donato para duas instituições de solidariedade social: Acreditar e Sorriso.

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É este o Presidente da República que queremos?

Benecesses que geraram lucros astronómicos pessoais na compra e venda de acções do BPN.

Benecesses na aquisição de casas de férias no Algarve atráves de empresas relacionadas com a Sociedade Lusa de Negócio em que o Presidente da República subitamente ficou “amnésico” quanto ao local onde fez a escritura.

Um Presidente que em vez de defender aqueles que menos tem, sempre optou por defender os interesses da banca.

Cadastro limpinho na Torre do Tombo que indica “bom comportamento” e cooperação com o regime do Estado Novo

Profunda inoperância perante o comportamento e as políticas do governo.

Falta de diálogo e de comunicação quando vem a público apresentar as suas posições respeitantes às atribuições e competências que o cargo lhe garante.

Comportamentos que visam essencialmente ser eleito para satisfazer os interesses políticos do seu partido e do líder do seu partido, que como sabemos tem aspirações a governar num breve espaço de tempo.

Comportamentos que incentivam os que menos tem a deixar de procurar ajuda no Estado e a procurarem misericórdia em instituições privadas como o Banco Alimentar e a Cáritas.

É este o Presidente da República que queremos? Ou queremos mudar o realmente o país em que vivemos?

Se queremos mudar, Cavaco Silva não!

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Subscrevo por completo

“Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates…Olá! Armando Vara…), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido. Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, em governação socialista, distribui casas de RENDA ECONÓMICA – mas não de construção económica – aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a “prostituir-se” na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos. Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER.

Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande “cavallia” (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades. Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos. A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca. Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo “normal” e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada. Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.

Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve. Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são “abafadas”, como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.

Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos? Vale e Azevedo pagou por todos? Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência do Ministério da Saúde Leonor Beleza com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.

No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância. E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente “importante” estava envolvida, o que aconteceu? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE. Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente “importante”, jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina? E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca. Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade. Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os “senhores importantes” que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra. Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa.”

Clara Ferreira Alves ín “Jornal Expresso”.


Bem, depois de ler isto, até fiquei sem fôlego. Ainda bem que existe alguém que partilha das mesmas opiniões que eu neste país.

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