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CSI Académica

Não, não venho opinar sobre isto. Mas, vontade não me falta.

Desde há muitas décadas a esta parte, a conhecida marca “Nacional” adoptou como estratégia de marketing para escoar os seus produtos o slogan “O que é Nacional é bom”. Tal slogan não poderia estar mais errado no que toca ao caso da Académica. Na AAC, o slogan mais deverá assemelhar-se a “se é política ou dinheiros, deve-se desconfiar do produto” ou neste caso das intenções que estão por detrás do produto. Publicidades à parte, não vos venho falar da caça ao tesouro ao bago desaparecido, mas sim do último Conselho Inter-Núcleos.

Para quem se lembra daquela terrível série policial com que a SIC nos brindava todas as madrugadas (ainda brinda?) intitiulada de CSI Miami, será fácil para vós recordarem-se do gesto que “Horatio Cane” (personagem fictícia que era o chefe dos chefes lá dos investigadores) fazia antes de concluir cada episódio e arquivar o caso: retirava os óculos.

Por detrás de “Horatio Cane” estava uma autêntica máquina de investigadores que era capaz de descobrir os assassinos nem que derramassem 0,000000000000001 ml de sangue no roupão da vítima ou na sua peúga. Nem mesmo “Horatio Cane será capaz de vir ao nº1 da Padre António Vieira tentar descobrir quem levou o dinheiro, perdão, o bago.

Pois bem, no último Inter-Núcleos, o nosso Amável Zé (segundo a consulta deste blog a 3 presidentes de núcleo sobre esta questão) fez questão de brincar aos CSI na Padre António Vieira.

Na berlinda, a reunião servia para eleger o secretariado permanente do Inter-Núcleos, ou seja, para que mais alguém pudesse postar a obtenção de mais um tachinho na sua página de facebook.

À moda da Académica, Eduardo Barroco de Melo lançou nas fileiras o presidente do seu núcleo, o de bioquímica. O sempre Amável Zé lançou Ricardo Quaresma, o presidente lá dos Mecânicos do Pólo II, não o jogador de futebol.

Eis que Dino Alves, presidente do NEEAAC decidiu por cobro aquela aventura da dupla da DG candidatando-se ao tal secretariado. E Dino, retribuíndo a amabilidade de o terem tentado passar a patacos, lá venceu com 9 votos contra 8 do presidente do núcleo de mecânica e 3 por parte do presidente de bioquímica, cujo nome não me lembro mas também não deve interessar ao Menino Jesus.

O Amável Zé, desconfiado com a coisa decidiu investir pessoalmente, numa índole,  de calmamente ir buscar os votos dos presidentes de núcleo e a acta das assinaturas das presenças da reunião para investigar as tintas dos documentos com o âmbito de ver quem tinha votado em quem. 

Esperto este nosso amável colega. Assim, facilmente o Zé queria conseguir descobrir quem traiu os Consules da AAC e quem se prepara para ajudar os Brutus deste mundo a tentar a machadada (sim porque a ser facada tem que ser com uma faca japonesa) no Consulado do 2º piso.


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A ter em atenção

Está neste momento a realizar-se mais um Conselho Inter-Nucleos da AAC.

Na agenda, entre outros assuntos que marcam o pulsar da academia estarão em cima da mesa o debate acerca das recentes demissões na AAC, particularmente as razões que levaram à demissão do agora antigo administrador João “Chaves” Alves.

Este Conselho poderá trazer novidades interessantes, quando de facto a Direcção-Geral terá se reajustar devido às 3 saídas efectivadas na última semana: será necessária a nomeação de um novo Administrador, e de dois novos coordenadores (Relações Internacionais e Ligação aos Órgãos).

Aqui o Entre o Nada e o Infinito sabe de quem gostaria muito de ser o próximo administrador da AAC. Mas para já não podemos revelar o nome daquele que zelará pelo património da AAC.

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