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e…

O Conselho Fiscal da AAC existe mesmo de facto ou é só um fragmento da minha imaginação?

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o facto de não postar sobre a DG\AAC não quer obrigatoriamente dizer que estou a dormir na forma

Na semana passada, tive a oportunidade de dizer a alguns colegas da direcção-geral que iria escrever um post a dar nota positiva ao trabalho desta nos primeiros anos de mandato. Palavra dita, não irei modificar significativamente a nota que irei pontuar neste post. No compto-geral, esta direcção geral merece um 10 em 20, estando dois furos acima da DG\AAC anterior ao nível de trabalho interno e 3 furos abaixo da garra da DG\AAC de 2010.

No entanto, existem factos que me intrigam e sobre os quais irei escrever.

1. Sobre o Presidente Ricardo Morgado.

Ricardo Morgado parece estar a viver um segundo erasmus. Ou melhor, parece ainda não ter acordado do “primeiro” para a realidade da instituição depois da sua passagem por Praga.

Se é certo que ao contrário de Eduardo Barroco de Melo, Ricardo Morgado tem aparentado (pelo menos) manter a unidade entre as suas tropas (mesmo perante a presença de cobras muito venenosas da academia em cargos de destaque) e tem feito os possíveis para que a sua equipa apresente trabalho (com alguns supercoordenadores, nem a lei da chibata faz com que trabalhem) também é certo que o actual presidente da DG\AAC tem algumas posturas e comportamentos que deixam a desejar:

1.1 A célebre entrevista à SIC onde Morgado afirmava que a AAC conseguia arranjar “empregos” e “estágios” a recém-licenciados. Uma profunda mentira que aprouve dizer à frente das camaras nacionais de televisão que não corresponde nem nunca correspondeu ao passado mais recente da instituição, apesar do facto desta possuir agora um gabinete de atendimento nas saídas profissionais.

1.2 A célebre entrevista à SIC onde Morgado falava de estudantes carenciados directamente do estabelecimento comercial da instituição, símbolo do consumismo que muitos estudantes das equações da nossa realidade não tem acesso. Muitos até, nem acesso financeiro a uma refeição equilibrada tem. No entanto, o presidente, do alto do seu cadeirão parece desconhecer essa realidade, até porque decerto nunca lhe deve ter faltado comida na mesa.

1.3 A inabilidade crassa que o presidente tem para por fim a remunerações que certos dirigentes associativos de secções culturais recebem pela realização de actividades nas mesmas. Facto que foi denunciado por este blog e cujo blogger perdeu a paciência ao ponto de por ventura ser obrigado a levar o assunto a Assembleia Magna, visto que DG\AAC e Conselho Fiscal não só não se mostraram interessados em resolver como parecem mais interessados em pactuar. E pagar.

1.4 A inabilidade crassa que Ricardo Morgado tem em recuperar aquilo que é devido à instituição, culpas que partilha com o seu boémio administrador. A Associação está morta em dívidas, e o seu presidente preferiu andar a lamber o rabinho a devedores durante semanas do que lhes pedir a cobrança das dívidas. O problema não reside apenas no facto da AAC ter dívidas gigantescas a pagar. Reside também no facto de ser uma instituição que parece mais dependente dos fundos que vem da queima das fitas (que este ano vai ser nenhum graças à desgraça que foi a queima das fitas cujo secretário-geral parece mais interessado em comezanas, beberetes e festivais de verão do que em realmente em trabalhar em prol da instituição que lhe paga o salário) e do facto de a DG\AAC não se poupar a despesas (ao nível de comunicações\transportes principalmente) quando os tempos advogam uma racionalização dos recursos que dispõe.

1.5 A falsa vitória da ocupação das cantinas, problemas aos quais, o presidente não parece ter soluções reais a apresentar para que tudo se mantenha conforme nesse dossier.

Must or must See:

2. A ocupação das cantinas no passado mês de Março trouxe uma falsa vitória. As cantinas reabriram aos fins de semana, mas em contrapartida, a nova administradora dos SASUC Regina Bento, apertada pelos cortes na instituição e pelo alto despesismo que apanhou dos anteriores administradores, decidiu encerrar as cantinas verdes e encerrar mais cedo outras dos serviços sociais como os grelhados, cantina onde se via a olhos vistos uma maior racionalização das quantidades dos pratos e que, ou muito me engano, fechará definitivamente no próximo ano lectivo, perante um olhar impávido dos representantes dos energúmenos estudantes da UC, perdão, da comunidade estudantil que elegeu Ricardo Morgado como presidente.

Mas, não deixo de observar de forma inquietante um fenómeno que se verificou e cujos resultados estão a ser, no mínimo opacos.

Aquando do fecho das cantinas ao fim-de-semana no início deste ano lectivo, assistiram-se (principalmente nas redes sociais) a uma multi-diversidade de protestos individuais contra o fecho das mesmas. Meses depois, as cantinas reabriram, num esforço financeiro que pesa aos SASUC e de que maneira. Tenho almoçado e jantado nas cantinas ao fim-de-semana desde então e tenho reparado que os SASUC não servem mais de 60 refeições por período. Onde é que estão portanto, aqueles indignadinhos de merda que justificavam a abertura das salas por questões económicas e por não terem onde almoçar uma refeição saudável ao fim-de-semana? Desapareceram? Calaram-se? Era só tesão de mijo? Criticavam o fecho porque queriam ser bem vistos para terem um lugar na DG\AAC?

Vou mais longe ao afirmar que é graças a este tipo de pessoas que qualquer dia, não havendo rentabilidade na abertura das cantinas ao fim-de-semana por falta de utilizadores, estas irão fechar definitivamente.

3. Quanto ao administrador desta DG\AAC João Seixas

3.1 Inabilidade na cobrança de dívidas à instituição. “Se não os podes vencer, junta-te a eles” foi o leitmotiv expresso da actuação de Seixas enquanto administrador da casa. Com todo o respeito pelo Seixas, que é uma pessoa da qual até gosto bastante, considero que já não apresenta condições para se manter como administrador da casa. Até porque esta apresenta condições de visível degradação (o quadro elétrico) e foi palco de situações (navalhadas, assaltos, vandalismo, destruição de material de secções e organismos autónomos) às quais a administração e Conselho Fiscal passaram vistas grossas, não abrindo sequer processos de investigação aos actos.

Relembramos que foi desta administração a portentosa ideia de decreto acerca das condições de entrada no edifício. Apesar de Seixas ter obrigado a segurança paga pela AAC a pedir cartão de entrada no edifício, a medida durou apenas algumas semanas, tendo a administração cedido a interesses económicos dentro do espaço num piscar de olhos. Qualquer cabecinha pensadora, conseguirá ligar os elos que aqui deixei e que justificam um comportamento cobardio quanto a certas situações.

Para fechar a parte da administração, um louvor ao coordenador-geral Jonathan Torres.

Não por ter a paciência de louvar de apanhar com a minha ira quase todas as semanas. Mas, pelo facto de ser um bom miúdo, presente, honesto e trabalhador. Não há dia em que não veja o Jonathan para trás e para a frente no edifício. Arrisco-me a dizer que o administrador desta DG chama-se Jonathan Torres e decerto, tenha em crença que este recém-licenciado levará muita experiência da AAC para a sua actividade profissional.

4. Voltamos ao problema das cantinas.

4.1 A malta da DG (ou pelo menos uns tipos de cara enfadonha e enfastiada que por lá andam e que fazem questão de mostrar o quão enfastiados são quando se cruzam comigo) pensa que o João Branco só serve para arrasar. Pensa mal.

4.2 Numa conversa que tive oportunidade de ter com o Francisco Leal (um dos vices-presidentes) dei uma solução espectacular para a AAC e para a reutilização das recentemente encerradas Cantinas Verdes.

Dizia eu ao Leal que a AAC poderia resolver os seus problemas com uma parte do edifício e ainda poderia rentabilizar as Verdes através de uma mudança que comportava a passagem da sala de estudo da instituição para as Verdes (edifício que daqui a uns anos poderá tornar-se devoluto, até porque não prevejo que os SASUC\UC queiram fazer algo daquilo) e a cedência da sala de estudo a tempo permanente para a Queima das Fitas, que, para trabalhar, dispõe de uma sala minúscula e utiliza a sala do CIAAC, de modo a que a queima tivesse um local grande e arejado para trabalhar e não tivesse que incomodar os utilizadores da sala de estudo nas semanas anteriores à queima, privando-os do seu lugar de estudo, para venda antecipada dos bilhetes do evento. Nas Verdes, a AAC, podia inclusive protocolar com os SASUC um contrato de exploração do BAR existente à entrada do edifício, em regime de exploração dos SASUC para criação de receitas próprias, de exploração da AAC para objectivo similar ou até partilhada.

É portanto uma questão dos meninos colocarem as bundas para fora do gabinete e irem bater nas portinhas que são proprietárias do espaço com esta ideia. Um não terão como garantia. Mas, como o meu pai sempre me disse, mais vale tentar do que ficar impávido e sereno à espera que aquilo que nunca virá (sem trabalho e persistência) nos venha cair no colo de mão beijada.

5. Vice-presidentes.

José Amável – Bom moço que representa a AAC nos funerais.

Samuel Vilela – Dispensa apresentações neste blog. O “competente” no trabalho que não se vê. O estratega de manobras de bastidores, porcas, sujas e más.

Pedro Tiago – Tacho.

Francisco Leal – Tacho, parte II. Ou melhor, tacho a dobrar.

6. Super coordenadorias.

6.1 Acção Social – A Rita Andrade é uma máquina de trabalho. Melhor dizendo: é a única máquina de trabalho em tantos super-coordenadores, se bem que grande parte desta classe de espécies, é escolhida em virtude de votos nos seus cursos e não naquilo que valem, até porque alguns deles, como eu costumo dizer, “não valem merda nenhuma”.

Projecto Lado a Lado, acções de sensibilização sobre o estado da Acção Social, reuniões com bolseiros, residentes universitários e repúblicos, ocupação das cantinas em prol de uma melhor Acção Social, pressão e diálogo junto dos SASUC para resolução de problemas relativos a bolseiros, abertura do GAPE para ajuda a candidaturas a bolsas e ao FASEUC fazem parte de um mandato que considero brilhante.

Um trabalho com superior quantidade e qualidade em relação ao tutelário da mesma pasta da “época” transacta. Não é por nada, mas fazer melhor que o Francisco Guerra não é difícil. Até eu, a dormir, faço mais trabalho que o Guerra acordado e desperto.

6.2 Pedagogia – Letícia Gomes e Leila tem feito um trabalho bastante satisfatório, com foco nas Jornadas Pedagógicas e na complementaridade de informação da actualidade pedagógica da UC e do Ensino Superior. No entanto, dou-lhes uma de borla: e que tal fazerem um levantamento público de atropelos pedagógicos que tem existido nas faculdades para numa 2ª fase encetar um diálogo na resolução destes com os Conselhos Pedagógicos e Directivos das mesmas?

6.3 GAPE – Um razoável trabalho que é manchado apenas pelo facto do desconhecimento da sua existência entre a comunidade estudantil e pelo estigma da vergonha que muitos tem em contar os problemas das suas vidas.

6.4 Saídas profissionais – O jovem em questão (Joel Gomes) não é perfeito mas pelo menos esforça-se.

6.4 Relações Internacionais, Externas, Política Educativa, Ligação aos órgãos – Tudo no mesmo saco roto. Inexistentes. Com uma falta de qualidade e de brio evidente.

O primeiro (Jorgito) é uma das pessoas às quais me interrogo como é que foi parar a uma Direcção-Geral?

A segunda (Mariana Mesquita) está a anos-luz da sua antecessora Mónica Batista. E nem a UV 2012 irá salvar um mandato vazio.

O terceiro (Tiago Martins) está agregado a um pelouro, onde os falsos experts da modalidade dizem que é preciso fazer muito trabalho de gabinete. Não poderia discordar mais, pois cada vez considero este pelouro o mais importante entre os existentes, pela necessidade que existe de discutir e repensar assuntos como RJIES, Bolonha (assuntos cuja aplicação no ensino superior português foi tosca) nas esferas a que compete a sua observação. Tiago Martins tem muitas ideias, é um bom moço, mas está cada vez mais enterrado no gabinete.

O quarto (Filipe Luz) deveria dirigir um pelouro chamado “desliga-te dos órgãos” tal é o deslocamento que parece ter dos órgãos em que deveria conquistar vitórias institucionais.

6.5 Desporto e Desporto Universitário, Núcleos, Intervenção Cívica e Comunicação e Imagem –

Desporto e Desporto Universitário – Nada a apontar. Anos difíceis (a nível financeiro) depois de anos gloriosos tornam o trabalho muito difícil.

Núcleos – Um bom trabalho, pelo que sei.

Comunicação e Imagem – Altamente profissional.

Intervenção Cívica – Ana Rita Mouro até poderá ser uma excelente pessoa, mas está muito longe ao nível de trabalho da sua antecessora e de Patrícia Damas (DG 2010)

6.6 Cultura – Um super coordenador (Mário Gago) incapaz de estabelecer uma relação permanente com as secções culturais da casa, expert e participante em jogos de moscambilha e golpes palacianos nas esferas que concernem às secções e sem trabalho de iniciativa própria de pelouro, exceptuando uns miseráveis “25 anos da Morte de Zeca Afonso” que poderiam ter sido melhor comemorados caso não “se tivesse armado ao pingarelho” com as secções culturais.

Partilha de responsabilidades com o seu presidente nas fraudes que são cometidas pelos referidos dirigentes associativos remunerados.

6.7 Tesouraria – Aprender como olhar para um cofre vazio tendo contas para pagar.

7 –  Conselho Fiscal

O trabalho de Francisco Guerra e seus pares pode-se considerar lastimável. Falta tudo: respeito, consideração, observação e consequente aplicação de deveres estatutários que competem ao órgão, interesse, mentalidade e até brio.

8- Assembleia Magna

Apesar de ter sido expulso de uma magna depois de uma votação a uma moção aldrabada por Rui Santos e seus pares, e depois de os ter mandado para o caralho porque de facto mereciam ir pró caralho naquela noite, é de elogiar uma inovação nunca antes feita neste órgão: o Regimento Interno.

E por hoje é tudo.

P.S – falta-me a Sara São Miguel. Creio que finalmente a AAC tem uma assessora de imprensa como deve ser. Acho que isto diz tudo.

E falta-me também mencionar o Paulo Ferreira, que, está sempre presente na Direcção-Geral e trabalha bastante bem.

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boat(e) da academia

Bem me parecia, no dia da tomada de posse dos novos corpos sociais da AAC, que o nosso fiel compincha de faina e antigo presidente do Conselho Fiscal da AAC Carlos Barandas (leia-se em grego Carlonis Barandakis Barandreou; leia-se em italiano Carlo Barandoni; leia-se em turco Cevlut Barandogan) estava na mesa de honra com a cara mais tristonha do mundo. Pensei alto: pronto, o homem está triste porque não é só o fim da linha, é o fim do tacho.

Muito me enganava.

A nova guerra da Academia trava os contenders pelo título de Indigitados da Direcção-Geral na queima das fitas, um cargo interessante que serve essencialmente para mais dois gandins usufruirem de todas as regalias inerentes aos membros da COQF.

Barandakis Barandreou, conhecido pelo seu ódio visceral a Dino Alves e pelos seus super poderes nessa muy nobre arte marcial de derrube de adversários na Academia que é a moscambilha, aproveitou a ída do nº1 contender a uma das posições a Amesterdão (falamos de João Pereira, antigo vice presidente e administrador da AAC) na companhia do secretário da queima Diogo Batista de Carvalho, para exercer o seu forcing entre os efectivos da Direcção-Geral, responsáveis pela nomeação do referido tacho. Para tal, contou com a ajuda dos seus pupilos no terreno, em particular, o vice-presidente Pedro Tiago, o vice-presidente Francisco Leal, o tesoureiro Ricardo Bem-Haja, e os super coordenadores Joel Gomes e Mário Gago.

Relembramos os mais desatentos e aqueles que desconhecem estes trâmites, que os candidatos a indigitados da DG passam, em primeiro lugar, por um sistema de votação entre os efectivos da Direcção-Geral, sistema esse que é tão democrático mas tão democrático que apenas se tem que meter uma cruzinha a dizer “sim” ou “não”.

Ficamos também a saber que a princesa mais nova dos Barandakis, Jéssica, também já andou a cheirar a sua hipótese de também ela renovar os seus laços com a Academia pela mesma via, mas logo se apercebeu que se a coisa está preta para o seu irmão, estará ainda mais farrusca para ela. Jéssica, não desesperes, ainda vais estar matriculada por muito tempo pelo que sei. Tenta para a próxima!

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Sondagem Entre o Nada e o Infinito

Apuro os resultados das sondagens que levei a cabo nos últimos dias neste blog. No momento em que escrevo este post falta 1 hora para a abertura das urnas de voto nas faculdades.

Antes de passar aos resultados, cumpre-me apenas esclarecer um ponto importante:

1. Esta Sondagem não foi efectuada sobre moldes profissionais e o seu resultado é meramente indicativo pelas razões que se conhecem. Pretendia obviamente que fosse uma sondagem onde só pudessem votar sócios-efectivos da AAC, mas, essa impossibilidade levou a que todos os leitores pudessem votar.

Pergunta 1:

Quem irá vencer as eleições para a DG\AAC?

Foram apurados 459 votos.

Segundo os resultados obtidos, a vitória (caso se confirmar, resta saber se será na primeira ou segunda volta) será de Ricardo Morgado da Lista L “Liga-te à Academia”.

Resultados:

1º Lista L “Liga-te à Academia” — 206 votos – 44.88%
2º Lista C “Desperta a AAC” — 191 votos — 41.61%
3º Lista M “Mexe-te pela AAC” — 31 votos — 6.75%
4º Lista T “A Alternativa És Tu” — 16 votos — 3.49%
5º Outros — 15 votos — 3.27%

Pergunta 2:

Quem irá vencer as eleições para o Conselho Fiscal da AAC:

Foram apurados 244 votos. A concretizar-se, a vitória também será do candidato da Lista L “Liga-te à Academia” Francisco Guerra, todavia, longe da maioria dos 7 lugares elegíveis no fiscal.

1º Lista L “Liga-te à Academia” — 61 votos — 25% (2 mandatos)
2º Lista C “Desperta a Academia” — 46 votos — 18.85% (2 mandatos)
3º Lista P “Pedrulha pra DG” — 44 votos — 18.03% (1 mandato)
4º Lista A “Paraíso Fiscal — 40 votos — 16.39% (1 mandato)
5º Lista O “Oligopólio” — 36 votos — 14.75% (1 mandato)
6º Lista M “Mexe-te” — 7 votos — 2.75%
7º Lista I “Indigna-te” — 5 votos — 2,05%
8º Lista D “Até a Dormir, lá vamos” — 4 votos — 1,64%
9º Lista T “A Alternativa És Tu — 1 voto — 0,41%
10º Lista Z “Tudo em Ordem”– 0 votos — 0%

Para finalizar, cumpre-me agradecer a todos aqueles que participaram na sondagem e afirmar que o Entre o Nada e o Infinito vai encontrar-se por aí na cobertura das eleições com um especial minuto-a-minuto. Se me quiser contactar acerca de qualquer informação, rumor ou boato que possa surgir hoje e amanhã, poderá fazê-lo através da caixa de comentários deste blog, da conta de email joaorbranco@live.com.pt ou a partir do meu número de telemovel 912703643, sendo que em todos os casos garanto sigilo.

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uma questão de honestidade

De todos os candidatos à presidência da DG\AAC, cada vez mais considero que o candidato mais sóbrio ao nível de discurso e mais honesto ao nível intenções é o meu colega Fabian Figueiredo da Lista M.

Só tenho pena que o Fabian nunca vença umas eleições na Academia, pelo quadro “político” onde está inserido, pela máquina mobilizadora que está agregada a 2 outras listas concorrentes e pelo preconceito que por vezes é associado à sua pessoa. Neste blog, eu critiquei e ironizei por muitas vezes algumas tomadas de atitude do Fabian e algumas declarações em Assembleia Magna. Mas, também sou capaz de me retratar e de entregar as vacas ao seu dono de vez em quando, como diz o ditado. E o Fabian mostra que conhece muito bem a realidade da Academia, da Universidade e o papel que a AAC deve desempenhar em função destas. É um facto completamente inegável.

Noutro prisma, há muito que defendo (e já o disse a alguns colegas) que para haver união entre os estudantes, devia-se chegar a um consenso que teria como ponto de partida uma alteração (a acontecer seria nos estatutos) no sistema de eleição para a DG\AAC – a minha proposta concorre no sentido destas serem disputadas com o mesmo modelo com que se disputam as eleições para o Conselho Fiscal – ou seja, em vez de a democracia ser usada como voz da maioria (winner takes it all) dever ser usada como voz única, em que os corpos sociais da AAC seriam eleitos mediante a percentagem de votos obtida, constituíndo à posteriori uma Direcção-Geral que respeitasse a coligação entre as várias vozes da Academia traduzidas em voto.

Assim, todos aqueles que conseguissem por via do voto ter expressão entre os estudantes teriam um representante na Direcção-Geral. Neste sistema, é claro que haveria uma enorme dificuldade em depois se atribuírem as respectivas pastas e cargos entre os representantes eleitos, mas nada que uma saudável discussão entre os eleitos não resolvesse esse problema, visto que quem se candidata a uma Direcção-Geral deverá ter a obrigação de conhecer todos os dossiers respeitantes à mesma. Resolviam-se assim algumas guerrinhas fracticidas entre os grupinhos e grupetos. Talvez até a Assembleia Magna viesse a ganhar com este sistema, gerando finalmente uma salutar discussão dos problemas da Academia, a eliminação de tentativa de domínios sectoriais por parte de grupo A, B, C ou D e a desunião entre os estudantes na hora de decidir e solucionar.

Talvez esta ideia seja uma utopia. Para mim seria uma questão de união e honestidade perante todos os estudantes.

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Mexe-te pela AAC

Mais uma lista candidata à AAC. Fabian Figueiredo, estudante de Sociologia da FEUC, é o candidato à presidência da AAC pela Lista M “Mexe-te pela AAC”. Esta lista conta com Hugo Ferreira, actual membro do Conselho Fiscal da AAC, como candidato à vice-presidência da instituição.

 

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Perguntasafirmações pertinentes

Sobre o que foi escrito na barra de comentários do último post dos 42 da AAC.

Pessoalmente, não sou muito a favor dos comentários em anónimo. É demasiado fácil comentar num blog no anonimato. Podemos dizer o que bem nos apetece, sem que do outro lado haja alguém que saiba a nossa identificação. No entanto, como esta barra prova, existem utilizadores na blogosfera que tecem perguntas e afirmações bastante pertinentes:

As primeiras perguntas pertinentes são estas:

“quando este blog investiga o facto de na universidade de verão os monitores terem sido pagos e serem praticamente só membros da DG e amigos os monitores? quando na prioridades estavam alunos com bolsa?

e pk razão os carros da AAC nunca estão à porta ld estamos de férias e o edificio está de luzes apagadas? quem foi de férias de seat?”

Porque é que os monitores da Universidade de Verão (quase todos com ligações à AAC ou a actuais dirigentes da AAC) foram remunerados no exercício da actividade? Porque é que não se deu proridade a alunos bolseiroscarenciados para a mesma função? Porque é que os monitores da Universidade de Verão tem direito a uma remuneração por alguns dias de actividade e por outro lado existem pessoas nas Secções Desportivas que pagam do seu próprio bolso para competir? 

E os carros da Associação onde param? Porque é que existe um clientelismo estranho e oportuno por parte de dirigentes da DGAAC na constante utilização dos carros para fins pessoais? Quem cobre a excessiva despesa que os carros dão quando não estão ao serviço da Associação?

Ainda sobre a Universidade de Verão, as seguintes afirmações, mais uma vez, pertinentes:

“não terem conseguido ser monitores? mas abriu alguma espécie de concurso? como é remunerado é mil cães a um osso, pena que no resto das actividades não esteja la ninguem…”

e

“não concorri não….de tachos da tAAChistas está cbr cheia…mas sei que os critérios eram primeiro para bolsistas, mas claro foi só para DG´s…e porque estão sempre a pedir a núcleos para divulgar e ajudar em tudo e quando é este tipo de actividades não pedem para eles divulgarem? como se diz é mil cães a um osso e só s fala com amigos…”

E não vale a pena comunicar aos núcleos, até porque grande parte daqueles que frequentam a Universidade de Verão são jovens com aspiração a entrar no ensino superior na UC e a curiosidade até os move agora a quererem saber como funcionam os cursos em que aspiram entrar nos próximos anos lectivos.

até que tudo descamba neste incrível comentário, escrito decerto por alguém com responsabilidades na DG:

“Vamos por partes

1º Relativamente à Universidade de Verão como se fosse eu também preferia ter pessoas da minha confiança/amigos como monitores pelo menos assim sabia com o que contava.

Vamos por partes então…

Então quer dizer que a Universidade de Verão serve para colocar pessoas da confiança da malta, certo? É mais uma actividade para arranjar joguinhos políticos ou para criar hegemonias dentro da casa? Um simples bolseiro sem quaisquer ligações aos órgãos da Academia que queira trabalhar nas actividades para arranjar dinheiro para passar uns diazitos fora de casa em Agosto, como não é confiança dos senhores, não pode participar na Universidade de Verão não é? É tudo uma questão de confiança e (pouca ou nenhuma) transparência…

“3º Edifício apagado, então pergunto-me todos tem direito a ferias menos a DG?se tiram férias então que tirem agora e não durante o ano…”

Sim, todos tem direito a férias menos as pessoas da DG. Ao candidatarem-se ao cargo sabem perfeitamente que são eleitos para 1 ano de mandato, um ano que tem que cumprir escrupulosamente e com o máximo de empenho possível. Ou será melhor estar em Buarcos do que estar a preparar as políticas a levar a cabo na primeira metade do próximo ano lectivo? Será mais cómodo atirar os problemas para trás no Algarve e ir para os copos ou defender aqueles que já agora em Agosto começam a inquietar-se com a possibilidade de abandonar o ensino superior com falta de recursos?

“4º Relativamente aos carros concordo deveriam ser única e exclusivamente para uso de trabalho se estão a trabalhar muito bem mas agora para andar a passear as custas da AAC então era por já o fiscal em cima”

Em cima de quem? O Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra não existe. Ou pelo menos, fez questão de não ter aparecido desde Janeiro até hoje. Perdão, limitou-se a resolver uma queixa maricas de um presidente da Direcção-Geral a um elemento do fiscal e a ouvir um sócio da Secção de Fotografia no decurso de um processo montado pelos novos amigos da bola da Direcção-Geral, ou como quem diz, os meninos do Jornal A Cabra.

É caso então para perguntar: onde esteve o fiscal quando se abriu o extintor no 4º piso do edifício? Onde está o fiscal no caso dos furtos de dinheiro que aconteceram neste ano lectivo na AAC? Onde esteve o fiscal na questão da demissão do Chaves?

porque, o que interessa neste momento na Associação Académica de Coimbra é fazer:

“um apanhado sobre quem irá integrar os cargos da próxima DG, quem é que se vai manter, quem esta de cada lado e quem vai para onde…”

Ou seja, interessa saber quem está lançado para os tachos, quem mandou a facada no colega do lado, quem conseguiu mais apoios, quem ocupa a cadeira do poder. Ao caro utilizador não lhe interessa por exemplo saber qual é a posição do presidente da Direcção-Geral em relação às propinas e ao péssimo plano estratégico para o ensino superior que o mesmo foi apresentar ao novo Ministro Nuno Crato. Talvez é melhor nem sequer se saber disso visto que a proposta não defende o real interesse dos estudantes e até é contra tudo aquilo que se tem discutido em Magna, mas… também não interessa fazer os cálculos a quantos colegas nossos vão perder bolsa no próximo ano lectivo, quantos vão prescrever, quantos vão ter dias que apenas vão ter dinheiro para ter 1 ou 2 refeições por dia, quantos vão estar privados de comprar os materiais escolares para prosseguir os seus estudos e por aí adiante. 

“A carrinha que sobra e’ para transportar os jornais da cabra. Alias ja o foram distribuir com o seat. E o motorista a ser pago horas extras. E’ uma vergonha esta dg. Ninguem se aproveita mesmo.”

Errado. Qualquer secção cultural goza do direito a usufruir das carrinhas para promoção das suas actividades ou para a realização das mesmas. Assim como qualquer sócio efectivo da DG poderá requisitar (fundamentando o porquê da  utilização) as mesmas…

O que ninguém fala é que a Cabra deixou de atacar a Direcção-Geral depois da cena dos futebóis. Falamos de um pseudo-jornal que um dia publicou uma entrevista e um artigo de opinião em que uma das suas sócias pura e simplesmente catalogou a Coordenadora da Cultura da DG de burra e incompetente. Falamos de um pseudo jornal que não noticia demissões na Direcção-Geral, de um jornal que de um momento para o outro deixou de tecer as críticas que lançava à Direcção-Geral,  e que está completamente fechada a noticiar actividades de outras secções.

Aliando ao facto de utilizar o campo de Santa Cruz em joguinhos com uma Direcção-Geral que já foi por várias vezes alertadas pelo Conselho Desportivo para o pagamento da marcação do campo.

Eis que felizmente alguém tem o mesmo raciocínio que eu acabei de escrever:

“até podes meter pessoas da tua confiança, mas kd s trata de um concurso (mesmo que poucos saibam) e dão prioridade ao bolseiros n s pode fazer isto…eles agora andam mto amigos da DG! antes era sempre em baixo o eduardo melo na cabra, agora nem da Dg falam porque senão também só poderiam falar mal…”

Onde é que está o edital do concurso? Vasculhei o site da Académica, o site da UC e até o meu email e nada. Não existe concurso e se existiu não foi visível ao público.

Mas um inteligente, sabe mais que todos nós juntos:

“Vamos la perceber uma coisa, não havia PRIORIDADE para os Bolseiros, Havia sim uma PERCENTAGEM (não sei de quantos) para bolseiros! Não falem do que não sabem.. E não entendo como acham importante divulgar isto aos nucleos, porque o publico alvo é o PRÉ-Universitário, e já está tudo de férias. Alguns nucleos são contactados sim, mas pelas faculdades. Pontualmente…”

Não era prioridade mas sim uma percentagem. Fala do que sabe e do que não sabe, ou do que não se quer lembrar ou não quer dizer, está claro! Já agora, qual foi a percentagem ocupada por alunos bolseiros na monotorização? E qual foi a percentagem ocupada por amigos do Samuel Vilela, por exemplo? Quem diz do Samuel Vilela, diz das amigas da própria coordenadora das Relações Externas. Vá alguém que diga quantos amigos-monitores estes dois conseguiram juntar na actividade!

Já agora, porque é não é importante divulgar aos núcleos. Se a ideia expressa da actividade é levar alunos do secundário a passar uma semana em coimbra para conhecerem um pouco da UC, casa que muitos irão frequentar como estudantes do ensino superior no futuro, porque é que os núcleos não devem ser envolvidos se são eles que tem um papel primordial em garantir que aos participantes seja dada uma visão benéfica dos cursos que frequentam como modo de atracção a quem poderá efectivamente traçar a sua escolha de ensino superior depois de uma semana na Universidade de Verão?


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Ao nº1 da Padre António Vieira

À AAC. Há muito que o ando a dizer. Existem umas gavetas que precisam de ser abertas. Encontrarão muitas surpresas.

Só este ano voaram no total 5200 euros da Queima das Fitas, sendo 1200 relativos à inscrição de 3 carros do cortejo.

Agora desapareceram 4 mil da tesouraria, sem que a tesoureira ainda tenha dado cabo do rombo efectuado.

E com isto, alguém está a gozar umas belas férias num lugar bem distante.

Em casa de estudantes que pretendem aprender a ganhar responsabilidade na assumpção de tarefas e cargos para obter know-how para o seu futuro profissional, tanto desaparecido de moeda já começa a cheirar a podre.

E o Conselho Fiscal? Que palavra tem a dizer o Conselho Fiscal? E a Comissão-Geral da Queima das Fitas e respectivo Secretariado encarregue da produção do evento? E a tesoureira da Queima das Fitas? E a Comunicação Social sustentada pela casa? Não noticiam? Não tentam investigar? Não se preocupam em obter informações concretas por quem de direito?


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Casos de polícia

Depois de ver as fotos de um célebre blog de Coimbra sobre a inauguração de um novo espaço nocturno na cidade de Aveiro sou forçado a concluir que existem gavetas no nº1 da Padre António Vieira fechadinhas à chave que o Ministério Público deveria investigar.

A promiscuidade assume níveis interessantes para novos casos de polícia.

Uns favorecem, uma mão lava a outra e outros tapam o buraco que os primeiros fizeram.

Mas o meu amigo Hugo Ferreira é que estava errado e prejudicou os interesses da AAC. Como tal foi advertido pelo Conselho Fiscal, o mesmo que parece estar a dormir no caso do extintor do 4º piso, o mesmo que adormeceu deliberadamente no caso de outros extintores.

A uns podem calar com uns processos no Conselho Fiscal ou com processos judiciais. A mim jamais me calarão. Investiguem o nº1 da Padre António Vieira. Encontrarão muitas surpresas.

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Se cá nevasse…

Este é o cenário de um puro acto de vandalismo feito por alguém no 4º piso da AAC, junto à sala da Secção de FotografiaSecção de Divulgação das Culturas Lusófonas.

Aparentemente, um extintor que serve para apagar possíveis incêndios que possam surgir no edifício serviu para alguém brincar com o trabalho de várias secções, num acto de profundo desrespeito pelas mesmas.

O cenário é bem visível nas fotos. A Sala da Secção de Fotografia parece saída de um nevão na Serra da Estrela e existem prejuízos visíveis em material informático.

Quem se responsabiliza por tais prejuízos?

Sugiro então que o sempre vigilante Conselho Fiscal abra um inquérito a este incidente e apresente queixa na Polícia de Segurança Pública sobre este sucedido. O extintor está na recepção do edifício. Porque é que o Conselho Fiscal não o leva para se tirarem impressões digitais ao mesmo e assim apurarmos com clareza os autores deste acto?

Se não o fizer, coadunar-se-à com este tipo de situações na AAC. Não creio que a passividade seja o termo correcto para definir o objectivo que os estudantes têm em mente quando elegem um novo Conselho Fiscal. Mas…

Ou isto de rebentar extintores já é prática comum na AAC? Se o é, temos muito que falar então porque não deixaremos passar em claro a verdade sobre o que realmente se passou no Forum AAC 2009. Temos muita informação que deve ser de conhecimento público.

Já agora, onde estava o extintor? Há quem afirme a pés juntos que estava no 2º piso. Não queremos entrar de má-fé neste caso. Apenas queremos (Secção de Fotografia) apurar os seus autores.

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Hugo Ferreira confirma eleição para o Conselho Fiscal

O jovem estudante da Faculdade de Direito, candidato pela Lista R ao Conselho Fiscal confirmou hoje a eleição para o referido órgão da Academia.

Depois de obter 604 votos nas urnas, Hugo Ferreira estava “virtualmente” eleito para o órgão, dependendo a sua saída da contagem dos envelopes. Depois da contagem destes votos sofrer um impasse devido a problemas burocráticos com a Secretaria-Geral da Universidade de Coimbra, esta pronunciou-se pela invalidade de 90 envelopes num universo total de 166 o que não permitiu anular a vantagem da Lista R que era de 84 votos.

Assim sendo, a Lista T de Carlos Barandas conseguiu eleger 6 membros, sendo o 7º Hugo Ferreira da Lista R.

Aproveito portanto para desejar um bom mandato ao Conselho Fiscal, apelando para que possa zelar com rigor a legalidade de tudo aquilo que se passa nos órgãos da Academia e respectivas secções culturais e desportivas.

Que façam melhor trabalho que o Conselho Fiscal cessante!

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Eduardo Barroco de Melo é o 103º Presidente da História da AAC

Foto via Denúncia Coimbrã


O estudante de Bioquímica Eduardo Barroco de Melo é o novo presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra.

Nas eleições realizadas nos últimos dois dias, o candidato da Lista T esmagou a oposição, tendo conseguido 4299 votos contra 550 da Lista R de Sílvia Franklin e 346 da Lista A, liderada por Henrique Paranhos, num total de 74,06%.

A Lista T conseguiu vencer de forma folgada em todas as faculdades.

A estudante de Estudos Europeus Diana Taveira (actual super coordenadora da Cultura da DG) tornou-se assim, a primeira mulher na história da AAC a ser eleita para a presidência da mesa da Assembleia Magna.

Nas eleições para o Conselho Fiscal da AAC, o candidato da Lista T Carlos Barandas (estudante de Economia) superou o candidato da Lista R Hugo Ferreira da Faculdade de Direito também por uma maioria esmagadora.

Barandas fez o pleno ao nível de efectivos da sua lista (7-0) – tendo conseguido 4144 votos em todas as faculdades contra 604 de Hugo Ferreira e 398 da Lista A.

Nestas eleições, a abstenção esteve novamente em destaque. Durante os dois dias, vários alunos que incorporavam as listas a sufrágio queixavam-se da chuva como o motivo que estava a afastar os estudantes das urnas – pela minha óptica é o extremo cacique que se faz sentir nas faculdades em dias de eleições e o descrédito por estas sucessivas DG´s de continuação que fazem com que os estudantes não queiram ir votar.

Num universo de cerca de 20 mil votantes, foram contados 5805 votos enquanto nas eleições para o Conselho Fiscal registaram-se 5801 votos. Tais números perfazem uma taxa de abstenção a rondar os 65% a 70%.

A quantidade de votos em branco ou votos nulos também foi interessante: nas eleições para a DG registaram-se no total 470 brancos (quase tantos como os votos que a Lista R teve e mais do que os obtivos pela Lista A) e 140 votos nulos. Nas eleições para o Conselho Fiscal, os votos em branco foram 504 e os nulos foram 20.


Para finalizar, resta-me desejar boa sorte aos meus amigos Eduardo Barroco de Melo e Carlos Barandas para o exercício das funções pelas quais foram tornados representes e ao resto das suas listas.

Que façam o melhor que possam ou saibam pela AAC e pelos estudantes da Universidade de Coimbra!

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Já que estamos numa de dar com a língua nos dentes…

Creio que é tempo de informar o público, do que se passou numa reunião de plenário da Secção de Direitos Humanos da Associação Académica de Coimbra.

Depois do plenário em que fui expulso pelo Presidente da referida secção, cujo relato pessoal dos acontecimentos podem ver aqui foi realizado um novo plenário da secção 2 dias depois.

Nesse plenário, não estive presente. No entanto, o meu nome fez-se ecoar entre os sócios da referida secção através de uma circular que foi lida pelo Presidente da referida secção. Não estive presente, mas tenho testemunhas que relatam o facto.

Essa circular, patrocinada pela actual Direcção-Geral em concluio com o actual Conselho Fiscal (que sabe de tudo no que a mim diz respeito!) fazia relatar entre os sócios da SDDH que devido ao post que acima linkei, o meu nome estava marcado “a marcador vermelho” dentro da Direcção-Geral. Tal facto, enunciava uma espécie de proibição à minha pessoa de expressar livremente as minhas críticas à Associação Académica de Coimbra, sob o risco de me ser instaurado um processo disciplinar no Conselho Fiscal.

No entanto, essa circular fez denegrir a minha imagem nos presentes, sem que eu, João Carlos Rodrigues Branco, estivesse presente para defender a minha posição em relação aos assuntos da referida secção enquanto sócio, num acto de uma mesquinhez tremenda.

Numa casa que defendeu durante tantas décadas a liberdade e tomando em conta o facto que é uma Secção cujo objectivo máximo e intransigente cinge-se em defender os direitos humanos, não só não tive direito a defender a minha posição como me foi tentada a proibição de escrever sobre o que me indigna num espaço que é meu (este blog) e que é assinado pelo meu nome.

Dito isto e para que conclua a minha verosímel crítica, só tenho a dizer “venha esse processo disciplinar” porque por mais que me tentem cortar a palavra, eu não vou calar a minha crítica. Vivo num país em que posso expressar livremente as minhas ideias, opiniões e sobretudo a minha indignação perante coisas com as quais não compactuo.

Espero também que ninguém ouse nos próximos dias, fazer-me qualquer tipo de ameaça verbal, escrita ou física, pois já tenho tudo lavrado para discorrer às autoridades públicas, caso seja necessário.

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Que grande cornada!

via Denúncia Coimbrã

Mais uma grande cornada dos meninos do Quinzenário os Cabrões!

Como se não bastasse a atitude rebaixada por parte do Conselho Fiscal em relação ao Regulamento Interno da Secção de Jornalismo, aprovando um artigo que apenas permite a entrada de um novo sócio após 6 meses de trabalho comprovado + votação dos sócios em plenário e as sucessivas atitudes de amparo e conivência por parte da actual Direcção-Geral aos comportamentos e trabalho dos elementos do pasquim, esta vem confirmar que os meninos afinal querem-se manter excluídos da casa que os suporta e executar a sua própria lei!

Deixar estes dois papeis no placard da secção, de apoio manifesto a um candidato à Direcção-Geral é de um extremo desrespeito pela campanha eleitoral e pela isenção que se quer ver dentro do edíficio à porta das eleições. Mesmo nas barbas da Direcção-Geral, que parece nada fazer para por fim às poucas vergonhas vindas dos comportamentos dos meninos.

Para finalizar, só deixo uma dica a quem de direito para um futuro próximo: exemplos como o da Secção Jornalismo e de outras demais secções que pretendem executar a sua lei, tomando com desrespeito a casa que alimenta as suas actividades no futuro deverão começar a ser sancionados na medida exacta, ou seja, convidando a passagem a Organismo Autónomo. Se querem executar a sua própria lei, vão buscar fundos a outros lugares que não a AAC!

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