Tag Archives: Conselho Desportivo da AAC

Perguntasafirmações pertinentes

Sobre o que foi escrito na barra de comentários do último post dos 42 da AAC.

Pessoalmente, não sou muito a favor dos comentários em anónimo. É demasiado fácil comentar num blog no anonimato. Podemos dizer o que bem nos apetece, sem que do outro lado haja alguém que saiba a nossa identificação. No entanto, como esta barra prova, existem utilizadores na blogosfera que tecem perguntas e afirmações bastante pertinentes:

As primeiras perguntas pertinentes são estas:

“quando este blog investiga o facto de na universidade de verão os monitores terem sido pagos e serem praticamente só membros da DG e amigos os monitores? quando na prioridades estavam alunos com bolsa?

e pk razão os carros da AAC nunca estão à porta ld estamos de férias e o edificio está de luzes apagadas? quem foi de férias de seat?”

Porque é que os monitores da Universidade de Verão (quase todos com ligações à AAC ou a actuais dirigentes da AAC) foram remunerados no exercício da actividade? Porque é que não se deu proridade a alunos bolseiroscarenciados para a mesma função? Porque é que os monitores da Universidade de Verão tem direito a uma remuneração por alguns dias de actividade e por outro lado existem pessoas nas Secções Desportivas que pagam do seu próprio bolso para competir? 

E os carros da Associação onde param? Porque é que existe um clientelismo estranho e oportuno por parte de dirigentes da DGAAC na constante utilização dos carros para fins pessoais? Quem cobre a excessiva despesa que os carros dão quando não estão ao serviço da Associação?

Ainda sobre a Universidade de Verão, as seguintes afirmações, mais uma vez, pertinentes:

“não terem conseguido ser monitores? mas abriu alguma espécie de concurso? como é remunerado é mil cães a um osso, pena que no resto das actividades não esteja la ninguem…”

e

“não concorri não….de tachos da tAAChistas está cbr cheia…mas sei que os critérios eram primeiro para bolsistas, mas claro foi só para DG´s…e porque estão sempre a pedir a núcleos para divulgar e ajudar em tudo e quando é este tipo de actividades não pedem para eles divulgarem? como se diz é mil cães a um osso e só s fala com amigos…”

E não vale a pena comunicar aos núcleos, até porque grande parte daqueles que frequentam a Universidade de Verão são jovens com aspiração a entrar no ensino superior na UC e a curiosidade até os move agora a quererem saber como funcionam os cursos em que aspiram entrar nos próximos anos lectivos.

até que tudo descamba neste incrível comentário, escrito decerto por alguém com responsabilidades na DG:

“Vamos por partes

1º Relativamente à Universidade de Verão como se fosse eu também preferia ter pessoas da minha confiança/amigos como monitores pelo menos assim sabia com o que contava.

Vamos por partes então…

Então quer dizer que a Universidade de Verão serve para colocar pessoas da confiança da malta, certo? É mais uma actividade para arranjar joguinhos políticos ou para criar hegemonias dentro da casa? Um simples bolseiro sem quaisquer ligações aos órgãos da Academia que queira trabalhar nas actividades para arranjar dinheiro para passar uns diazitos fora de casa em Agosto, como não é confiança dos senhores, não pode participar na Universidade de Verão não é? É tudo uma questão de confiança e (pouca ou nenhuma) transparência…

“3º Edifício apagado, então pergunto-me todos tem direito a ferias menos a DG?se tiram férias então que tirem agora e não durante o ano…”

Sim, todos tem direito a férias menos as pessoas da DG. Ao candidatarem-se ao cargo sabem perfeitamente que são eleitos para 1 ano de mandato, um ano que tem que cumprir escrupulosamente e com o máximo de empenho possível. Ou será melhor estar em Buarcos do que estar a preparar as políticas a levar a cabo na primeira metade do próximo ano lectivo? Será mais cómodo atirar os problemas para trás no Algarve e ir para os copos ou defender aqueles que já agora em Agosto começam a inquietar-se com a possibilidade de abandonar o ensino superior com falta de recursos?

“4º Relativamente aos carros concordo deveriam ser única e exclusivamente para uso de trabalho se estão a trabalhar muito bem mas agora para andar a passear as custas da AAC então era por já o fiscal em cima”

Em cima de quem? O Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra não existe. Ou pelo menos, fez questão de não ter aparecido desde Janeiro até hoje. Perdão, limitou-se a resolver uma queixa maricas de um presidente da Direcção-Geral a um elemento do fiscal e a ouvir um sócio da Secção de Fotografia no decurso de um processo montado pelos novos amigos da bola da Direcção-Geral, ou como quem diz, os meninos do Jornal A Cabra.

É caso então para perguntar: onde esteve o fiscal quando se abriu o extintor no 4º piso do edifício? Onde está o fiscal no caso dos furtos de dinheiro que aconteceram neste ano lectivo na AAC? Onde esteve o fiscal na questão da demissão do Chaves?

porque, o que interessa neste momento na Associação Académica de Coimbra é fazer:

“um apanhado sobre quem irá integrar os cargos da próxima DG, quem é que se vai manter, quem esta de cada lado e quem vai para onde…”

Ou seja, interessa saber quem está lançado para os tachos, quem mandou a facada no colega do lado, quem conseguiu mais apoios, quem ocupa a cadeira do poder. Ao caro utilizador não lhe interessa por exemplo saber qual é a posição do presidente da Direcção-Geral em relação às propinas e ao péssimo plano estratégico para o ensino superior que o mesmo foi apresentar ao novo Ministro Nuno Crato. Talvez é melhor nem sequer se saber disso visto que a proposta não defende o real interesse dos estudantes e até é contra tudo aquilo que se tem discutido em Magna, mas… também não interessa fazer os cálculos a quantos colegas nossos vão perder bolsa no próximo ano lectivo, quantos vão prescrever, quantos vão ter dias que apenas vão ter dinheiro para ter 1 ou 2 refeições por dia, quantos vão estar privados de comprar os materiais escolares para prosseguir os seus estudos e por aí adiante. 

“A carrinha que sobra e’ para transportar os jornais da cabra. Alias ja o foram distribuir com o seat. E o motorista a ser pago horas extras. E’ uma vergonha esta dg. Ninguem se aproveita mesmo.”

Errado. Qualquer secção cultural goza do direito a usufruir das carrinhas para promoção das suas actividades ou para a realização das mesmas. Assim como qualquer sócio efectivo da DG poderá requisitar (fundamentando o porquê da  utilização) as mesmas…

O que ninguém fala é que a Cabra deixou de atacar a Direcção-Geral depois da cena dos futebóis. Falamos de um pseudo-jornal que um dia publicou uma entrevista e um artigo de opinião em que uma das suas sócias pura e simplesmente catalogou a Coordenadora da Cultura da DG de burra e incompetente. Falamos de um pseudo jornal que não noticia demissões na Direcção-Geral, de um jornal que de um momento para o outro deixou de tecer as críticas que lançava à Direcção-Geral,  e que está completamente fechada a noticiar actividades de outras secções.

Aliando ao facto de utilizar o campo de Santa Cruz em joguinhos com uma Direcção-Geral que já foi por várias vezes alertadas pelo Conselho Desportivo para o pagamento da marcação do campo.

Eis que felizmente alguém tem o mesmo raciocínio que eu acabei de escrever:

“até podes meter pessoas da tua confiança, mas kd s trata de um concurso (mesmo que poucos saibam) e dão prioridade ao bolseiros n s pode fazer isto…eles agora andam mto amigos da DG! antes era sempre em baixo o eduardo melo na cabra, agora nem da Dg falam porque senão também só poderiam falar mal…”

Onde é que está o edital do concurso? Vasculhei o site da Académica, o site da UC e até o meu email e nada. Não existe concurso e se existiu não foi visível ao público.

Mas um inteligente, sabe mais que todos nós juntos:

“Vamos la perceber uma coisa, não havia PRIORIDADE para os Bolseiros, Havia sim uma PERCENTAGEM (não sei de quantos) para bolseiros! Não falem do que não sabem.. E não entendo como acham importante divulgar isto aos nucleos, porque o publico alvo é o PRÉ-Universitário, e já está tudo de férias. Alguns nucleos são contactados sim, mas pelas faculdades. Pontualmente…”

Não era prioridade mas sim uma percentagem. Fala do que sabe e do que não sabe, ou do que não se quer lembrar ou não quer dizer, está claro! Já agora, qual foi a percentagem ocupada por alunos bolseiros na monotorização? E qual foi a percentagem ocupada por amigos do Samuel Vilela, por exemplo? Quem diz do Samuel Vilela, diz das amigas da própria coordenadora das Relações Externas. Vá alguém que diga quantos amigos-monitores estes dois conseguiram juntar na actividade!

Já agora, porque é não é importante divulgar aos núcleos. Se a ideia expressa da actividade é levar alunos do secundário a passar uma semana em coimbra para conhecerem um pouco da UC, casa que muitos irão frequentar como estudantes do ensino superior no futuro, porque é que os núcleos não devem ser envolvidos se são eles que tem um papel primordial em garantir que aos participantes seja dada uma visão benéfica dos cursos que frequentam como modo de atracção a quem poderá efectivamente traçar a sua escolha de ensino superior depois de uma semana na Universidade de Verão?


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Analisa e critica. Com razão.

Acabei de ler o post de Paulo Abrantes no Denúncia Coimbrã.

Assim pela manhã, deu-me uma autêntica bolada no estomago.

Paulo Abrantes analisa e critica com razão.Gabo-lhe a coragem de ser um dos únicos capazes de bater um murro na mesa e denunciar toda a podridão que cerca actualmente a instituição.

Em 6 anos de AAC, nunca vi a instituição tão rodeada de abutres. Sim, abutres. É a palavra mais correcta. A AAC bateu completamente no fundo. São os furtos, as demissões, os joguinhos políticos onde cada um tenta puxar a brasa à sua sardinha. A AAC deixou de funcionar como um órgão institucionalizado para a defesa e fomento de todo o mundo académico. Passou a funcionar como um pólo onde cada um tenta maximizar a sua posição para construir o seu trilho pessoal no futuro, e onde os pequenotes começam a torcer pepino em tenra idade como diz o ditado.

A AAC passou a ser o tubo de ensaio para a criação de  futuros políticos da tanga e para a prática de pequenos furtos que dentro de anos se irão transformar em crimes de colarinho branco. Os piores. Quem rouba um pedaço de pão para dar de comer aos seus filhos não merece castigo. Muito menos numa sociedade portuguesa que caminha a passos largos para que o grosso da riqueza fique na mão de meia dúzia de grandes empresários e a pobreza seja a dádiva para 97% da população. Onde é que está a responsabilidade dos falsos estudantes responsáveis e competentes?

A minha visão como sócio da instituição permite-me ser claro e simples quanto a esta Direcção-Geral: exceptuando um boicote às aulas discutido e aprovado em Assembleia Magna que não teve o impacto e a visibilidade que se desejava para a luta contra a nova ordem sistémica que se está a trilhar nos gabinetes do Ministério da Educação Ensino Superior para o ensino superior, o sucesso meritório da Universidade de Verão (ao qual aproveito para saudar a Direcção-Geral e todos os voluntários pelo excelente trabalho desenvolvido) o desporto universitário (que se desenrola na perfeção graças ao esforço de centenas de atletas que diariamente evoluem com a expectativa de construirem briosa por esse país e europa fora) a verdade é apenas uma – esta Direcção-Geral não fez rigorosamente nada e logo em primeiro lugar, padece de um vício mortal que é o facto do seu presidente nem sequer conseguir segurar a sua equipa e os ímpetos personalizados da busca pelo poder por parte de membros da sua equipa (todos sabemos que já aconteceram durante este mandato) que tem papeis muito importantes a desenrolar em prol da instituição e que por tal, lhes advém uma responsabilidade muito grande pelos actos que praticam e comportamentos que exercem.

Quanto aos dois furtos na Queima das Fitas, já o disse a algumas pessoas e volto a dizê-lo em público: espero bem que a Polícia de Segurança Pública actue neste caso, investigue e consiga chegar às pessoas que praticaram o furto. Se para a Queima das Fitas 5 mil e 200 euros não é um valor considerável, para uma boa fatia dos alunos que frequentam actualmente a UC estamos a falar de um valor muito próximo do custo total de um ano lectivo em Coimbra. Posso dizer também com toda a franqueza que existem secções culturais e desportivas que não tem esse valor para organizar as suas actividades e que se calhar até mereciam visto que tem pessoas competentes, inseridas dentro do associativismo para desenvolver competências nas quais são especializadas e capazes de elevar muito mais alto a bandeira da AAC. Nem de perto nem de longe, tais verbas lhes são garantidas. Como tal ao nível de associativismo, a AAC tem os dias contados: as coisas vão morrendo aos poucos.

Espero portanto que este caso seja um abre-olhos para as pessoas com responsabilidade dentro da casa. Chega de caldinhos. Pela história que concerne à instituição, esta sempre se pautou pelo rigor, pelo brio e pela transparência. É certo que nos últimos anos tem descambado totalmente por um caminho que condena a credibilidade da instituição. Sim, porque este tipo de problemas não atinge as pessoas que trabalham ou trabalharam na instituição. Essas vão entrando e saíndo. A instituição fica e ficará sempre manchada por essa pecha no currículo. Futuras gerações poderão ver dentro de algumas décadas a AAC como uma instituição que esteve na linha da frente da luta contra o regime mas sim como uma instituição que serviu de incubadora a mais uma geração de políticos que a partir dela trilharam um caminho, que à luz da vela, sempre irá redundar em fracassos para o país e em desgovernação.

Estes incidentes retiram credibilidade a uma instituição a nível local e a nível nacional. Será isso que pretendemos quando são praticadas este tipo de acções? Ou por outro lado, queremos uma AAC forte, tão forte como a de 1969? Uma AAC que sempre se pautou por ser uma voz activa contra a tirania, contra o corte dos direitos dos estudantes, que sempre esteve ao lado das causas sociais e sempre interveio de forma activa na resolução de problemas da comunidade Coimbrã, funcionando quase que como um auxílio à ineficácia de muitas entidades pertencentes ao estado. Uma instituição com este percurso, não se pode abandalhar ou desmoronar desta maneira graças à má formação de carácter de meia dúzia de abutres. Sim, abutres. É a palavra correcta para designar muitos daqueles que conheci durante 6 anos na instituição. Uma instituição como esta necessita de gente séria, de gente altruísta. De gente que consiga de uma vez por todas estampar um sorriso na cara quando consegue ajudar de que maneira for a vida do seu semelhante que está em dificuldades ou que necessita de um empurrãozinho de alguém para conseguir re-entrar num caminho de futuro ou sucesso. Uma instituição deste calíbre e com esta história, precisa de gente de trabalho. De gente que seja capaz de levar a cabo a prossecução dos objectivos que todos os estudantes desejam ver realizados.

Não me venham com a ideia que a AAC reflecte a meritocracia. Em primeiro lugar, todos sabemos que o nosso país não é o melhor exemplo quando falamos em meritocracia. Dentro dos poucos exemplos de meritocracia que existem dentro do nosso país, a AAC assim como qualquer outra associação estudantil no país são os piores exemplos possíveis neste âmbito.

Desde o início da minha estadia em Coimbra sempre me disseram em tom de brincadeira que apenas duas forças tentavam dominar a AAC: de um lado o FADO, de outro lado o Rugby. Poderá ter sido assim no passado. No presente não o é. Poucos foram aqueles que vi ocuparem cargos na Direcção-Geral que realmente tinham talento. Isso advém logo do facto das sucessivas Direcções-Gerais serem no mau sentido da frase, listas de continuação que são eleitas sem qualquer tipo de concorrência e que tentam a todo o custo abafar a palavra a quem conscientemente tenta construir uma alternativa ou a quem não comunga dos seus valores. Dessas listas de continuação, a jogada sempre foi simples: não integram aqueles que tem mais capacidades para assumir uma postura séria e responsável mas sim aqueles que conseguem granjear mais apoios e amizades dentro das várias faculdades e dos vários cursos. O cacique puro e duro. Se uma pessoa dominar ao nível de influência a sua faculdade, está dentro. As pessoas competentes não estão na Direcção-Geral. Estão em casa a estudar para acabar o seu curso com distinção e conseguirem trilhar o seu caminho através dos valores do esforço e dedicação ao trabalho.

Isso não é meritocracia. É uma forma tosca de oligarquia, desprezível, e que conduzirá à instituição a um marasmo ainda mais profundo. É claro que em todo este processo metem-se sempre as juventudes partidárias ao barulho, desejosas de extender a sua hegemonia ao máximo número de associações estudantis possíveis para que estas sejam braços políticos da contestação que pretendem exercer sobre os governos que não são da sua cor partidária ou defender as políticas daqueles que são. É uma triste realidade, é uma triste verdade. 

Tais factores não criam coesão naquilo que se pretende coeso e firme em torno dos estudantes. Podemos tomar esse facto como uma verdadeira assumpção sempre que vamos a uma assembleia Magna: 5 mil e tal pessoas votam, 4 mil delas na lista que vence. As Assembleias Magnas não tem mais que 200, 300 dessas pessoas. A conclusão é simples: em dia de eleições, circulam as mensagens do “vota x, do vota y”. Os cordeirinhos levantam-se da cama e lá vão votar na lista do paterfamilias da sua faculdade. Depois do mal feito, limitam-se durante o ano a dizer que a DGAAC não faz nada e que os seus elementos são uma cambada de ladrões e tachistas. Pela frente, assumem sempre uma postura diferente: agradam aos meninos em busca de algo mais do que serem meros estudantes.

É uma triste realidade, é uma triste verdade.


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Sobre os Estatutos da AAC

João Alexandre tem razão.

Estes novos estatutos vão matar com “o motor cultural e desportivo da cidade: a AAC”.

Parabéns, os representantes da Assembleia Estatutária estão perto de extinguir com secções antiquíssimas como a Secção Filatélica, o CIAAC, a Pesca Desportiva, o Andebol, a Ginástica, o Badminton e o Atletismo. Isto é, se eventualmente, não acabarem por extinguir mais secções para além destas…

Estes estatutos (para bem da legitimidade democrática dos mesmos e daqueles que os fizeram) deveriam ser imediatamente levados a aprovação na Assembleia Magna e não a aprovação automática por parte dos representantes na Assembleia Estatutária.

Perante a defesa de honra de André Costa, não posso deixar de repúdiar a sua intervenção e de lhe dizer que provavelmente (em tantos anos que frequenta o ensino superior) revela não só um puro desconhecimento sobre o funcionamento das Secções Culturais e das Secções Desportivas, como, nem teve a hombridade de participar nas Secções Culturais e Desportivas e como tal, conhecer de perto o funcionamento das mesmas.

A questão do quórum 50% de estudantes nas direcções e plenários das Secções Culturais e Desportivas é um profundo disparate, que deve ser mudado, para bem das mesmas. O que se põe aqui em causa é que indiferentemente do facto dos dirigentes das mesmas serem estudantes ou não-estudantes, as Secções Culturais e Desportivas foram construídas e evoluídas à custa do gosto, da voluntariedade, da carolice de todos aqueles que por gosto e por vontade trabalharam em prol de uma maior visibilidade da Associação Académica de Coimbra. Indiferentemente do facto de serem estudantes ou não-estudantes. Indiferentemente do facto de terem 5, 18, 60 ou 95 anos.

Retirar a oportunidade a essas pessoas de continuar a levar a cabo a evolução das respectivas secções, é para algumas delas, o caminho para a extinção.

André Costa, espero que daqui a uns anos, tu e os teus colegas da Assembleia Estatutária não fiquem na história da AAC como aqueles que fizeram extinguir pedaços de cultura, pedaços de desporto e a retirada de oportunidades a estudantes e não-estudantes de fazerem cultura, de praticarem desporto e aqueles, que futuramente poderão entregar a sua chave e como tal, deixar de formar campeões nacionais e universitários nas respectivas modalidades, só porque na direcção não haviam estudantes.

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