Tag Archives: Ciência

verdade do dia

felix do carmo

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bright stories

a investigação da UC continua a dar cartas no cenário científico internacional.

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Win!

Histórico. Incrível. Inacreditável.

Felix Baumgartner, antigo paraquedista do exército austríaco, sky diver e base jumper, acabou de escrever mais um progresso na história da civilização humana: subiu 120 mil pés na estratosfera dentro de uma capsula, abriu a porta e saltou para ultrapassar a barreira do som (1110 quilómetros por hora). O salto tinha riscos elevadíssimos: caso Baumgartner não saltasse na posição correcta, poderia girar depressa demais na estratosfera e perder a visão ou sofrer graves danos cerebrais e cardiovasculares. Felizmente tudo correu bem. Ganhou o Homem, ganhou a Ciência e Baumgartner ficará para sempre marcado nos registos dos progressos da civilização Humana.

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Gala da apresentação dos Prémios Farmacêuticos na FFUC

No próximo dia 1 de Outubro vai-se realizar na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra a Gala de Apresentação dos Prémios Farmacêuticos, actividade que está a ser desenvolvida pelo Núcleo de Estudantes de Farmácia da Associação Académica de Coimbra em parceria com as Faculdades de Farmácia das Universidades de Coimbra, Porto e Lisboa.

Esta gala está a ser criada a partir de um projecto muito interessante e inovador na área, visando sobretudo a promoção e premiação dos melhores trabalhos ao nível da investigação em Ciências Farmacêuticas, numa ambiciosa tentativa de colmatar o pouco investimento público que se tem realizado na área e incentivando por outro lado a que se melhore a quantidade e qualidade da mesma.

O Público-Alvo desta gala são os estudantes das faculdades supra-citadas, investigadores, empresas ligadas ao ramo farmacêutico e todos os que vivam intensamente o mundo da investigação.

Noutro prisma, este evento também será uma excelente amostra para concretizar o objectivo de divulgação e premiação dos melhores artigos ciêntificos e projectos de investigação que se tem feito a nível nacional nesta área como forma de reconhecimento e incentivo futuro.

Assim sendo, passo a anunciar as categorias que estão a concurso:

1. Melhor Projecto de Investigação tem como objectivo laurear uma equipa de investigadores afecta às  faculdades de farmácia do país nas 3 áreas de saber farmacêutico.

2. Melhor Projecto de Investigação de alunos – destina-se apenas a alunos pré-graduados, visando reconhecer o seu trabalho e abrir possibilidades para a concretização do projecto através da atribuição de um valor monetário ao vencedor.

3. Melhor alunoprémio de mérito destinado aos melhores alunos das faculdade de farmácia do país dos cursos de 1º ciclo e Mestrado Integrado.

4. Melhor artigo científicoprémio destinado aos autores do artigo científico mais excitante e inovador do ano, tendo como benefício a sua publicação numa revista especializada na área das ciências da saúde.

5. Melhor actividade dos Núcleos e Associações de Estudantes de Farmácia.

6. Melhor actividade de Intervenção CívicaPrémio destinado ao melhor evento de cariz solidário feito por alunos de Ciências Farmacêuticas

7. Prémio de reconhecimento externoprémio que visa destacar o mais multifacetado aluno de Ciências Farmacêuticas. Este prémio tentará avaliar aquele que teve melhor rendimento ao nível de actividades extra-curriculares. (associativas, políticas, culturais e desportivas)

Para finalizar, é de louvar o imenso esforço dos membros que estão por detrás da organização deste evento para elevar bem alto o nome e o trabalho que tem sido desenvolvido na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra. É de relembrar que esta Faculdade tem primado por um ensino de excelência.

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Magnífico

A Fundação Champalimaud na linha da frente da luta contra o cancro na Europa.

Bravo! Tenho acompanhado o trabalho desta nova fundação e está a ser por demais filantrópico e humanístico.


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10 mil

Ler a notícia.

Pergunto eu: Desses 10 mil quantos irão desistir?

Era este o investimento no ensino superior que Nuno Crato pretendia quando começou a analisar a pasta do ensino superior?

Não era vital para o Ministro manter o valor exacto daquilo que foi gasto no ano passado inscrito no orçamento de estado deste ano?

Outra pergunta me ocorre: Se o valor de 130 milhões para bolsas de estudo está inscrito no Orçamento de Estado, se existe uma previsão para o corte de 10 mil bolsas e se o valor da bolsa máxima decresceu em cerca de 400 euros em virtude do novo regulamento de cálculo das bolsas de estudo, para onde irão largos milhões de euros?

Quando esse novo regulamento foi publicitado, Nuno Crato afirmou publicamente que desejava que o pagamento das bolsas de estudo se devessem efectuar no máximo até finais de Outubro. Já estão a ser pagas?

E já agora, quandos créditos estudante já foram realizados este ano?

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O novo regulamento de atribuição de bolsas de estudo

Ainda não tive oportunidade de estudar na íntegra o novo regulamento proposto pelo Ministro Nuno Crato, mas pelas linhas gerais, tal proposta é a melhor que me soa aos ouvidos nos últimos anos.

Em primeiro lugar, logo pelo facto do Ministro ter aberto um novo caminho de candidatura para todos aqueles que não a fizeram nos prazos estabelecidos pelos Serviços de Acção Social das Universidades. Como sabemos, no caso dos SASUC, o prazo decorria entre 15 de Maio e 15 de Junho, não sendo por norma aceites candidaturas fora do prazo. Em certas situações, compreendo que para certos agregados familiares, a burocracia existente nos serviços dos quais se precisam as certidões e os documentos necessários para entregar na candidatura pode fazer com que o prazo de 1 mês se torne escasso ou insuficiente. Portanto, acho a esta prerrogativa do Ministro uma boa decisão. Em todo o caso, deveria abrir-se um prazo extraordinário, em excepções em que se comprove com efectividade um agravamento significativo dos rendimentos do agregado familiar no período compreendido entre o início e o final do aluno lectivo, para que os alunos nesta situação possam ser socorridos pelos Serviços de Acção Social em tempo útil de não abandonarem o ensino superior a meio do ano lectivo por falta de recursos económicos. Defendo portanto, que o próprio Ministério disponha de um fundo de emergência social rápido, eficaz e exclusivo para este tipo de casos.

Não posso porém concordar com a meta de 100 mil euros em valores mobiliários para a inegibilidade de direito à candidatura a bolsa de estudo. Como valores mobiliários consideram-se as acções, obrigações, valores depositados em contas bancárias, Planos poupança reformaeducação, certificados de aforro, unidades de participação em fundos de investimentos, certificados do tesouro e outros instrumentos financeiros. Creio que 100 mil euros é um valor muito alto neste tipo de aplicações financeiras é um valor muito alto quando se tratam de mecanismos sociais de superação de carência. Aliás, não é todo o português que dispõe de investimentos na ordem dos 100 mil euros. Mas com 99,999 euros em participações, o aluno pode candidatar-se a bolsa nas mesmas condições de imparcialidade que outro, cujo agregado familiar comporta por exemplo 4 pessoas e cujos conjugues estão de momento desempregados. A única diferença consiste apenas na redução da bolsa nos diversos escalões idealizados pelo Ministro conforme a existência e o valor que está aplicado. Não creio portanto que seja  justo. Alias, actualmente, qualquer agregado que tenha 15 ou 20 mil euros nestes investimentos, é um agregado familiar capaz de fazer face às despesas e amealhar extras para o futuro.

As alterações na contabilidade do agregado familiar, é outra das diferenças em relação ao cálculo que era feito no ano passado, que ressalto como positiva. Como no ano passado nem todos os elementos do agregado valiam o mesmo, todos os candidatos teriam a perder. Claro que as famílias numerosas (muitas vezes com 2 ou 3 filhos a estudar em simultâneo) eram as famílias mais prejudicadas (muitas vezes são as que mais precisam deste tipo de apoios para fazerem face à despesa). Como tal, como todos os elementos valem um, as bolsas tenderão a aumentar pelo novo cálculo.

Quanto ao aumento do aproveitamento escolar para 60%, considero-o obviamente injusto. Deveria manter-se nos 50% de aprovação mediante o número total ECTS a que o aluno se inscreveu. Todos os bolseiros sabem que precisam de se aplicar para continuar a usufruir dos benefícios estatais. Por isso, 50% de aprovação acaba por ser uma percentagem justa. Se o aluno fizer esses 50% é sinal que o seu desempenho representa o mínimo que se lhe era exigido. Por outro lado, sabemos que ao aluno podem acontecer infortúnios. E esses infortúnios devem obrigatoriamente ser precavidos por esta lei. Desde que devidamente fundamentados, os alunos que tiveram dificuldades durante o ano escolar (estiveram ausentes por falta de recursos económicos; tiveram um acidente grave; doença grave: doença familiar; infortúnio pessoal) deveriam ser salvaguardados com a hipótese de não perderem a sua bolsa de estudo no ano lectivo seguinte.

No entanto, esta alteração só toma efeito para o próximo ano lectivo.

De fora deste documento, fica o mais importante. O novo regulamento não estabelece porém um prazo máximo de atribuição ou indeferimento das bolsas e um prazo para o seu pagamento. João Queiró, o secretário de estado, acredita que será uma desilusão se as bolsas não forem pagas até ao final do mês de Outubro. Eu creio que é tudo muito bonito em teoria. Vamos ver na prática.

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32 alunos em medicina

Vi no telejornal da SIC que a Escola Secundária Alves Martins em Viseu enviou 32, sim, 32 alunos para o curso de Medicina.

Não é pera doce enviar 32 alunos para um curso onde as médias de entrada a nível nacional em 20102011 (conforme me foi emendado pelo leitor JD; não consegui encontrar as médias de entrada deste ano) foram compreendidas entre os 18.52 da Universidade do Porto e os 17,82 da Universidade da Madeira e da Universidade dos Açores. É puro sinal de excelência, de comprovada qualidade no ensino e de empenho por parte dos alunos.

Quando a jornalista interrogou alguns alunos da referida escola acerca do que é que os levou a ingressar em medicina, as respostas agradaram-me ainda mais. Quase todos mencionaram um desejo humanista de ajudar o próximo a superar os seus problemas e o desejo de trabalhar para que a medicina evolua.

Estão portanto todos de parabéns!

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Conversa de rapazes

Na Universidade de Verão, a conversa de Nuno Crato com os jovens militantes do PSD não está (do ponto de vista educacional) errada.

Quando somos pequenos, os nossos pais, os nossos tios e os nossos avós incentivam-nos a estudar para poder aceder a um melhor emprego do que eles tiveram e consequentemente a mais qualidade de vida.

A própria ideia de investimento na educação agregada à palestra do Ministro da Educação e do Ensino Superior é uma ideia correcta e bem diferente das ideias de desinvestimento que eram promovidas pelo seu antecessor no Ministério.

O problema coloca-se é quando chegamos a um patamar em que se consciencializou que para um país poder evoluir necessita de mais quadros técnicos, sendo para tal necessário voltar a um quadro de mais investimento no ensino e as políticas de criação de emprego não acompanham no mesmo sentido o incremento das duas primeiras premissas.

Muitos dos jovens licenciados, mestres e até doutorados nas mais diversas áreas, cujo emprego na área é escasso ou nulo, precisando portanto de trabalhar em qualquer coisa para pagar as contas ou sujeitar-se ao estigma dos recibos verdes, perguntam-se se valeu a pena investir tanto no seu percurso académico para no final não obter a remuneração e a satisfação em exercer a profissão que tanto desejaram.

É certo que no mundo actual, perante os moldes económicos que assistimos, a ideia Keynesiana do pleno emprego começa a ser uma ideia completamente irrealizável.

Uma grande percentagem dos jovens licenciados na última década em Portugal não arranjaram emprego na área no ano seguinte à conclusão da licenciatura e outros, passam anos e anos a pular de estágio profissional em estágio profissional antes de assinar um contrato de trabalho. 

Por outro lado, não sei onde é que o governo vai buscar as estatísticas que apresenta.

Nuno Crato apresentou uma estatística  na Universidade de Verão do PSD que dizia em que em 1982, a média dos ordenados de trabalhadores com quatro ou menos anos de escolaridade estava nos 527 euros, a média daqueles com escolaridade no ensino superior era de 799 euros e a dos licenciados nos 1399 euros mensais.

As médias enganam muito sobre os indicadores de um país. Daí que sejam muito vantajosas para os políticos. Mesmo assim, é de dúvidar estes valores apresentados pelo ministro para o ano de 1982.

A comparação com os valores médios actuais torna a demonstração muito mais ridículo. Segundo a estatística apresentada por Crato, em 2010, a média das remunerações dos trabalhadores com quatro ou menos anos de escolaridade passou para os 580 euros, dos trabalhadores que concluíram o ensino secundário passou para os 861 euros e dos licenciados para os 1625 euros.

Tomo os seguintes pontos como conclusões:

1. Como é possível apresentar estes números num país onde uma interessante percentagem dos trabalhadores recebe o salário mínimo nacional, remuneração que só este ano irá atingir a barreira dos 500 euros?

2. Se o salário médio dos trabalhadores com escolaridade baixa em 1982 era de 527 euros, porque é que hoje assistimos a uma média nacional de reformas assente nos 380 euros mensais?

3. Nuno Crato tem em consideração a quantidade de desemprego que existe entre os licenciados no nosso país e a quantidade destes que aufere rendimentos mensais abaixo dos 800 euros em relação à quantidade dos mesmos que aufere acima dos 1625 euros?

Ou todas estas estatísticas são exactamente iguais às estatísticas do antigo secretário de estado socialista Valter Lemos, ou seja, feitas na hora?

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Perguntasafirmações pertinentes

Sobre o que foi escrito na barra de comentários do último post dos 42 da AAC.

Pessoalmente, não sou muito a favor dos comentários em anónimo. É demasiado fácil comentar num blog no anonimato. Podemos dizer o que bem nos apetece, sem que do outro lado haja alguém que saiba a nossa identificação. No entanto, como esta barra prova, existem utilizadores na blogosfera que tecem perguntas e afirmações bastante pertinentes:

As primeiras perguntas pertinentes são estas:

“quando este blog investiga o facto de na universidade de verão os monitores terem sido pagos e serem praticamente só membros da DG e amigos os monitores? quando na prioridades estavam alunos com bolsa?

e pk razão os carros da AAC nunca estão à porta ld estamos de férias e o edificio está de luzes apagadas? quem foi de férias de seat?”

Porque é que os monitores da Universidade de Verão (quase todos com ligações à AAC ou a actuais dirigentes da AAC) foram remunerados no exercício da actividade? Porque é que não se deu proridade a alunos bolseiroscarenciados para a mesma função? Porque é que os monitores da Universidade de Verão tem direito a uma remuneração por alguns dias de actividade e por outro lado existem pessoas nas Secções Desportivas que pagam do seu próprio bolso para competir? 

E os carros da Associação onde param? Porque é que existe um clientelismo estranho e oportuno por parte de dirigentes da DGAAC na constante utilização dos carros para fins pessoais? Quem cobre a excessiva despesa que os carros dão quando não estão ao serviço da Associação?

Ainda sobre a Universidade de Verão, as seguintes afirmações, mais uma vez, pertinentes:

“não terem conseguido ser monitores? mas abriu alguma espécie de concurso? como é remunerado é mil cães a um osso, pena que no resto das actividades não esteja la ninguem…”

e

“não concorri não….de tachos da tAAChistas está cbr cheia…mas sei que os critérios eram primeiro para bolsistas, mas claro foi só para DG´s…e porque estão sempre a pedir a núcleos para divulgar e ajudar em tudo e quando é este tipo de actividades não pedem para eles divulgarem? como se diz é mil cães a um osso e só s fala com amigos…”

E não vale a pena comunicar aos núcleos, até porque grande parte daqueles que frequentam a Universidade de Verão são jovens com aspiração a entrar no ensino superior na UC e a curiosidade até os move agora a quererem saber como funcionam os cursos em que aspiram entrar nos próximos anos lectivos.

até que tudo descamba neste incrível comentário, escrito decerto por alguém com responsabilidades na DG:

“Vamos por partes

1º Relativamente à Universidade de Verão como se fosse eu também preferia ter pessoas da minha confiança/amigos como monitores pelo menos assim sabia com o que contava.

Vamos por partes então…

Então quer dizer que a Universidade de Verão serve para colocar pessoas da confiança da malta, certo? É mais uma actividade para arranjar joguinhos políticos ou para criar hegemonias dentro da casa? Um simples bolseiro sem quaisquer ligações aos órgãos da Academia que queira trabalhar nas actividades para arranjar dinheiro para passar uns diazitos fora de casa em Agosto, como não é confiança dos senhores, não pode participar na Universidade de Verão não é? É tudo uma questão de confiança e (pouca ou nenhuma) transparência…

“3º Edifício apagado, então pergunto-me todos tem direito a ferias menos a DG?se tiram férias então que tirem agora e não durante o ano…”

Sim, todos tem direito a férias menos as pessoas da DG. Ao candidatarem-se ao cargo sabem perfeitamente que são eleitos para 1 ano de mandato, um ano que tem que cumprir escrupulosamente e com o máximo de empenho possível. Ou será melhor estar em Buarcos do que estar a preparar as políticas a levar a cabo na primeira metade do próximo ano lectivo? Será mais cómodo atirar os problemas para trás no Algarve e ir para os copos ou defender aqueles que já agora em Agosto começam a inquietar-se com a possibilidade de abandonar o ensino superior com falta de recursos?

“4º Relativamente aos carros concordo deveriam ser única e exclusivamente para uso de trabalho se estão a trabalhar muito bem mas agora para andar a passear as custas da AAC então era por já o fiscal em cima”

Em cima de quem? O Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra não existe. Ou pelo menos, fez questão de não ter aparecido desde Janeiro até hoje. Perdão, limitou-se a resolver uma queixa maricas de um presidente da Direcção-Geral a um elemento do fiscal e a ouvir um sócio da Secção de Fotografia no decurso de um processo montado pelos novos amigos da bola da Direcção-Geral, ou como quem diz, os meninos do Jornal A Cabra.

É caso então para perguntar: onde esteve o fiscal quando se abriu o extintor no 4º piso do edifício? Onde está o fiscal no caso dos furtos de dinheiro que aconteceram neste ano lectivo na AAC? Onde esteve o fiscal na questão da demissão do Chaves?

porque, o que interessa neste momento na Associação Académica de Coimbra é fazer:

“um apanhado sobre quem irá integrar os cargos da próxima DG, quem é que se vai manter, quem esta de cada lado e quem vai para onde…”

Ou seja, interessa saber quem está lançado para os tachos, quem mandou a facada no colega do lado, quem conseguiu mais apoios, quem ocupa a cadeira do poder. Ao caro utilizador não lhe interessa por exemplo saber qual é a posição do presidente da Direcção-Geral em relação às propinas e ao péssimo plano estratégico para o ensino superior que o mesmo foi apresentar ao novo Ministro Nuno Crato. Talvez é melhor nem sequer se saber disso visto que a proposta não defende o real interesse dos estudantes e até é contra tudo aquilo que se tem discutido em Magna, mas… também não interessa fazer os cálculos a quantos colegas nossos vão perder bolsa no próximo ano lectivo, quantos vão prescrever, quantos vão ter dias que apenas vão ter dinheiro para ter 1 ou 2 refeições por dia, quantos vão estar privados de comprar os materiais escolares para prosseguir os seus estudos e por aí adiante. 

“A carrinha que sobra e’ para transportar os jornais da cabra. Alias ja o foram distribuir com o seat. E o motorista a ser pago horas extras. E’ uma vergonha esta dg. Ninguem se aproveita mesmo.”

Errado. Qualquer secção cultural goza do direito a usufruir das carrinhas para promoção das suas actividades ou para a realização das mesmas. Assim como qualquer sócio efectivo da DG poderá requisitar (fundamentando o porquê da  utilização) as mesmas…

O que ninguém fala é que a Cabra deixou de atacar a Direcção-Geral depois da cena dos futebóis. Falamos de um pseudo-jornal que um dia publicou uma entrevista e um artigo de opinião em que uma das suas sócias pura e simplesmente catalogou a Coordenadora da Cultura da DG de burra e incompetente. Falamos de um pseudo jornal que não noticia demissões na Direcção-Geral, de um jornal que de um momento para o outro deixou de tecer as críticas que lançava à Direcção-Geral,  e que está completamente fechada a noticiar actividades de outras secções.

Aliando ao facto de utilizar o campo de Santa Cruz em joguinhos com uma Direcção-Geral que já foi por várias vezes alertadas pelo Conselho Desportivo para o pagamento da marcação do campo.

Eis que felizmente alguém tem o mesmo raciocínio que eu acabei de escrever:

“até podes meter pessoas da tua confiança, mas kd s trata de um concurso (mesmo que poucos saibam) e dão prioridade ao bolseiros n s pode fazer isto…eles agora andam mto amigos da DG! antes era sempre em baixo o eduardo melo na cabra, agora nem da Dg falam porque senão também só poderiam falar mal…”

Onde é que está o edital do concurso? Vasculhei o site da Académica, o site da UC e até o meu email e nada. Não existe concurso e se existiu não foi visível ao público.

Mas um inteligente, sabe mais que todos nós juntos:

“Vamos la perceber uma coisa, não havia PRIORIDADE para os Bolseiros, Havia sim uma PERCENTAGEM (não sei de quantos) para bolseiros! Não falem do que não sabem.. E não entendo como acham importante divulgar isto aos nucleos, porque o publico alvo é o PRÉ-Universitário, e já está tudo de férias. Alguns nucleos são contactados sim, mas pelas faculdades. Pontualmente…”

Não era prioridade mas sim uma percentagem. Fala do que sabe e do que não sabe, ou do que não se quer lembrar ou não quer dizer, está claro! Já agora, qual foi a percentagem ocupada por alunos bolseiros na monotorização? E qual foi a percentagem ocupada por amigos do Samuel Vilela, por exemplo? Quem diz do Samuel Vilela, diz das amigas da própria coordenadora das Relações Externas. Vá alguém que diga quantos amigos-monitores estes dois conseguiram juntar na actividade!

Já agora, porque é não é importante divulgar aos núcleos. Se a ideia expressa da actividade é levar alunos do secundário a passar uma semana em coimbra para conhecerem um pouco da UC, casa que muitos irão frequentar como estudantes do ensino superior no futuro, porque é que os núcleos não devem ser envolvidos se são eles que tem um papel primordial em garantir que aos participantes seja dada uma visão benéfica dos cursos que frequentam como modo de atracção a quem poderá efectivamente traçar a sua escolha de ensino superior depois de uma semana na Universidade de Verão?


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O segredo “laboratorial” do Milan

Reportagem Especial do Jornal Record da edição de hoje da edição impressa, que pela qualidade e pertinência da reportagem decidi publicar na íntegra.

Segredo de Laboratório

(Reportagem do Jornalista Hugo Neves em Milão)

“Campeão Italiano Trabalha sobre um programa que é reconhecido em todo o mundo. Record foi tentar descobrir o que é afinal a Milan Lab”

“”A reconquista do título italiano por parte do AC Milan fez renascer, em Itália e um pouco por todo o mundo, a curiosidade sobre um dos maiores segredos que envolve o treino dos futebolistas profissionais e a preparação física que deve ser feita ao longo de um ano desportivo. O conhecido Milan Lab, que nasceu em 1999, tem os seus segredos bem guardados embora o protocolo celebrado com a Nutrilite tenha desvendado um pouco o véu sobre que tipo de preparação devem os jogadores fazer para responder positivamente a uma das realidades inatacáveis: o constante aumento de jogos disputados durante uma só temporada.

Uma das realidades é que o Milan não faz exactamente os mesmos testes médicos a um futebolista do que os restantes clubes. Além dos triviais exames, também são efectuados testes genéticos a todos os futebolistas de forma a avaliar a condição bioquímica do jogador. Só por isso se percebe que, nos últimos anos, a maioria dos casos de longevidade dos futebolistas tenha tido lugar no AC Milan.

O acordo celebrado com a Nutrilite, empresa lider mundial  em suplementos vitamíncos e dietéticos, fez com que o laboratório desportivo mais conhecido no mundo ganhasse ainda mais fulgor e capacidade para poder preparar os jogadores e torná-los capazes de prolongar a carreira ao mais alto nível até uma idade que noutros clubes é quase impossível.

Os programas testados são desenvolvidos com base nos testes genéticos e sanguíneos e exames biodinâmicos, os quais são complementados com questionários nutricionais e detalhados além de uma avaliação aprofundada de modo de vida de cada atleta. Esta recolha de dados é feita quando um jogador chega ao Milan e depois o clube exige ter um controlo absoluto na alimentação do atleta, dentro e fora das instalações.

Este, se não for o ponto crucial do projecto do Milan Lab, será um dos mais importantes. A nutrição dos futebolistas é considerada essencial para que estes apresentem uma condição física perto da ideal mas este não é o único ponto. Os testes genéticos assumem uma importância elevada pois é através deles que são descobertos problemas que podem afectar a carreira do jogador no futuro e, que sem este tipo de testes, o clube fica entregue ao destino.

Formula 1

Os responsáveis do Milan Lab e da Nutrilite referiram-no muitas vezes e, de certa forma, é verdade: o futebolista é equiparado a um carro de Fórmula 1, sendo alvo de vários testes e constantes atenções tal como um automóvel de alta competição. Daí que todos os futebolistas que estão às ordens do treinador Massimiliano Allegri recebem semanalmente produtos da Nutrilite para tornarem segundo uma norma que lhes é dada de modo individual.

Cada jogador tem uma alimentação diferenciada até porque as necessidades de cada futebolista são totalmente diferentes. O protocolo com a Nutrilite já foi alvo de inquéritos por parte de empresas estrangeiras mas até ao momento nenhum clube do mundo tentou estabelecer a mesma parceria. A única equipa que a solicitou foi a olímpica da China e os contactos deverão avançar para outro patamar em breve. O laboratório vai revelar o segredo.

Evolução Bioquímica do futebolista do AC Milan

Teste ————- Interpretação ————- Efeito ———– Intervenção – por esta lógica sequencia, numa roda de ciclo vicioso caso todo o método de análise falhe ou não tenha as consequências previstas. 

Análise progressiva dos futebolistas durante a época

Um dos pormenores mais importantes definidos pela equipa de médicos do Milan LAB é a análise constante a que os jogadores são submetidos para que a nutrição de cada um seja reorientada de forma a que todos possam manter os índices físicos num patamar elevado. Segundo os técnicos, são quatro as fases da evolução bioquímica que cada futebolista revela durante um ano desportivo e o ciclo de avaliação é vicioso: passa pelo teste, interpretação do resultado, intervenção (definição dos nutrientes que o atleta deve tomar) e depois ver o efeito. De mês a mês o ciclo é cumprido para que no fim da época o índice se mantenha alto.

Centro de Estágio regista várias visitas diárias dos curiosos – Alvo de muita atenção

A popularidade do Milan LAB é medida através de solicitações que o clube Rossonero recebe e não são poucas pois o clube vê-se obrigado a adiar visitas em certas alturas do ano para que a equipa de futebol possa trabalhar longe dos olhares alheios.

Mensalmente, há uma média de 900 visitas tanto por jornalistas como por representantes de empresas que querem perceber a dinâmica de funcionamento de uma equipa supervisionada por cinco elementos fundamentais: Micheline Vargas e Valentina Kazlova, cientistas de nutrição da Nutrilite, Daniele Tognaccini, líder do projecto, Alberto Dolci, bioquímico e Francesco Avaldi, nutricionista. Este quinteto conta depois com mais de 50 colaboradores para efectuar os testes ao longo da temporada.

À porta do reconhecido centro de estágio, que se situa sensivelmente a 45 quilómetros da cidade de Milão, encontra-se uma equipa de dois jornalistas da Sky Itália 24 sobre 24 horas, para acompanhar o dia-a-dia do Milan e as novidades de um projecto que continua a dar que falar não só na Europa mas no Mundo inteiro.

Aly Cissokho tinha problemas nas vértebras

Aly Cissokho, defesa-esquerdo Francês que jogou no FC Porto meio ano, esteve muito perto de se transferir para o AC Milan no verão de 2009 mas falhou nos exames médicos e acabou depois, por rumar aos franceses do Lyon. Mas a curiosidade centra-se na razão apontada pelo Milan para que a transferência não se efectivasse: um alegado problema nos dentes que iria influenciar a condição física apresentada pelo jogador nas épocas seguintes. Contudo Record falou com um dos responsáveis do Milan Lab, mas precisamente com Alberto Dolci, o bioquímico do centro, que revelou outro problema do agora internacional Francês: “Lembro-me muito bem desse jogador até porque depois foi para o Lyon e nós contactámos o clube para avisá-lo de outro problema. Cissokho tinha também um ligeiro desvio de duas vértebras, as quais, segundo os estudos que fizemos não vão permitir que ele estenda a carreira por muitos anos” – referiu o técnico de bioquímica.

Considera ser grande vantagem – Zambrotta realça testes personalizados

Aos 34 anos, Zambrotta já passou por grandes clubes como Juventus e Barcelona. Actualmente no AC Milan, o italiano que se sagrou campeão do mundo em 2006, indica aquela que considera ser a grande vantagem dos futebolistas que tem o privilégio de trabalhar no Milan LAB: “O mais importante são os testes personalizados que vamos fazendo ao longo da temporada. Os departamentos médicos dos clubes profissionais já estão muito desenvolvidos mas aqui no Milan, os exames nutritivos que fazemos e a alimentação é mais rigorosa daí que os nossos índices físicos sejam mais resistentes.”

Nutrilite tem um plano bem delineado para cada caso

O trabalho desenvolvido agora em conjunto com a Nutrilite teve o seu primeiro passo no longínquo ano de 1988, com a primeira monitorização bioquímica dos jogadores do Milan. O protocolo do clube com a empresa líder mundial em suplementos vitamínicos e dietéticos nasceu apenas em 2008 mas antes disso a equipa responsável pelo Milan LAB já efectuava os testes científicos a cada jogador no sentido de perceber a sua evolução genética e que tipo de produtos necessita para poder apresentar-se ao mais alto nível físico durante vários anos. É por essa razão que muitos jogadores do Milan resistem muito além dos 33 anos e sempre em boas condições físicas.

O complexo bioquímico utilizado pela equipa de estudos rossoneri é composto por vitaminas, testes ao stress oxidativo pela alta competição e ingestão de suplementos alimentares para evitar, numa primeira fase, e eliminar, numa segunda fase todo o stress e, por fim, o tratamento de eventuais inflamações que possam surgir. Contudo esse tratamento só em último caso é efectuado com anti-inflamatórios e medicamentos pois o laboratório de pesquisa do Milan aposta sobretudo em produtos naturais para promover uma recuperação mais rápida e melhor para a saúde.

Exemplo Djokovic. Alguns dos produtos indicados pela Nutrilite têm um índice elevado de glúten e Daniele Tognaccini chamou á atenção para um caso específico do desporto que, a ser avaliado no Milan LAB teria sido detectado: “O tenista Djokovic é alérgico ao glúten, por isso, se fosse submetido aos nossos testes, esses teriam detectado, pelo que a dieta seria orientada de outra forma para que ele pudesse continuar a disfrutar dos produtos que não afectariam a sua saúde” – explicou o actual líder do projecto Milan LAB, perito em programação de treino.

Próximo passo é reduzir lesões

A inovação não tem limites para quem trabalha no Milan LAB. Depois de ter acesso aos dados genéticos de cada jogador e compreeender as necessidades de cada um, tendo em conta o esforço despendido nos treinos e jogos, a ideia de Michelline Vargas, cientista da Nutrilite, indica qual é o próximo passo a dar: “Será a utilização de tecnologia de micro-arranjo que nos vai ajudar a aprofundar a compreensão de como o treino e a nutrição afectam a expressão genética dos atletas. O nosso objectivo é explorar toda esta informação para ajudar cada jogador a treinar-se com maior eficiência, diminuir o tempo de recuperação e reduzir as lesões que sofre” – disse aquela especialista. Para os responsáveis do Milan LAB não há barreiras inultrapassáveis e o próximo passo é possível até porque os resultados demonstrados este ano pelos jogadores do Milan mostram que o tempo de recuperação do esforço efectuado diminuiu em relação às épocas anteriores. A ciência ao serviço do gigante italiano.

Factos e números

– Em 1988 tinha início a primeira monotorização bioquímica dos jogadores do Milan, tendo os primeiros atletaos sido submetidos na temporada de 198889.

– Em 1999 foi criado o Milan LAB, processo de treino ainda a dar os primeiros passos mas que ganharia notoriedade nos anos seguintes devido ao elevado número de jogadores que prolongaram a carreira por perceberem que o programa que seguiam lhes permitia tal feito: foram os casos entre outros de Maldini, Favalli, Costacurta, Valerio Fiore e Inzaghi.

– Controlo absoluto da alimentação é a condição exigida pelo clube tanto dentro das instalações como fora, tendo com isso um registo completo dos dados de cada futebolista dos seus quadros.

– Ibrahimovic e Cassano, dois casos de jogadores que provocaram um estudo aprofundado do Milan LAB: enquanto o internacional sueco chegou ao Milan “em excelentes condições físicas”, o avançado italiano “estava bem mas não no topo” tendo alterado “radicalmente” a sua alimentação assim que começou a seguir o plano delineado pelo Milan LAB.

– Conquista da Serie A 20102011 é considerada uma das grandes vitórias dos últimos tempos do Milan LAB pela forma como os jogadores se apresentaram no campeonato e pelos resultados físicos demonstrados ao longo de toda a temporada.

– 2013 é o ano alvo para que este projecto dê o próximo passo, aquele que ajudará a compreender a forma como o treino e a nutrição alteram a expressão genética dos atletas.

Um projecto com pés e cabeça – sumário e opinião do jornalista Hugo Neves

Já tinha ouvido falar, tal como certamente o leitor, do Milan LAB mas, sinceramente, percebi que só estando no local é que se percebe realmente de forma (exigente e superprofissional) é que o AC Milan prepara os seus jogadores para a mais alta das competitividades e sobretudo a longo prazo. A descoberta feita (mas escamoteada) da lesão de Aly Cissokho e os seus testes científicos que permitem, depois, minimizar cada vez mais o tempo de recuperação dos esforços dos jogadores foram os aspectos que me saltaram mais à vista e aqueles que tornam o Milan um clube mais capaz de responder às exigências do futuro. O facto de ter contado com tantos jogadores a prolongar a carreira para além dos 30 anos e a demonstrarem uma condição física própria de outros futebolistas que estão no auge de carreira tinha de ter um segredo. Mas não é nada por aí além. É só, um projecto com pés e cabeça.””

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Primeiro transplante de pernas

Dr. Pedro Cavadas, o génio da cirurgia que ontem levou a cabo em Valência o primeiro transplante de pernas num ser humano, operação que decorreu com um certo grau de sucesso.

Exige-se o Nobel da Medicina para o médico espanhol pelo avanço que este tornou claro ao transplantar um novo par de pernas a uma pessoa amputada ao nível dos membros inferiores. 

São de facto incríveis, as rápidas inovações que se sucedem no campo para medicina. Problemas que eram quase impossíveis de se resolver há 10 anos atrás tornaram-se práticas consumadas e testadas com sucesso actualmente. Falo de transplantes de órgãos e membros, da luta contra o cancro (se bem que  muito ainda precisa de ser descoberto neste campo) da cura para o virus HIVSIDA, de toda a farmacologia e know-how médico disponível para todo o leque de problemas de saúde do ser humano.

Ler a notícia do público aqui.

A conferência de imprensa após a operação:

Depois de ver alguns sites espanhóis e internacionais, percebi que Pedro Cavadas é uma espécie de ícone da medicina actual.

Pode ver a sua actividade de cirurgião reconstrutivo desde 1994, a sua lista de casos complicados resolvidos e o trabalho da sua fundação aqui no seu site pessoal.

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O brilhante discurso de Jorge Sampaio

São discursos como este que me fazem admirar a personalidade e a postura política deste senhor.

No dia que em Nova Iorque na sede das Nações Unidas, os países ricos se comprometeram a ajudar os países pobres no tratamento universal de doentes com HIV (ver aqui o post que escrevi em relação ao acordo) o antigo Presidente da República Portuguesa Jorge Sampaio investido nas vestes de Alto Representante Especial das Nações Unidas para a Luta Contra a Tuberculose deu um murro na mesa e clamou que indiferentemente do estigma que representa o HIV para a humanidade, é de importância capital relembrar que a cada minuto morrem 3 pessoas com o vírus HIV, “sendo inaceitável o enorme número de mortes em todo o mundo devido à doença.”

Para o efeito, o investimento numa estratégia mundial que coloque a acessibilidade ao teste da doença a todos os Homens poderá evitar 1 milhão de mortes entre as pessoas portadoras do vírus e várias centenas de milhares entre as que não são portadoras do vírus.

Segundo comunicado de imprensa da Organização das Nações Unidas, os países desenvolvidos deverão doar entre 15,3 a 16,7 mil milhões de euros para os países que necessitam dessa ajuda. Contudo, ainda não se sabe o leque de países que irão contribuir e ainda não se tomaram medidas para saber se irão contribuir. Esperemos que sim!

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Sigam o exemplo: não ao nuclear

Governo Alemão anuncia a sua política de desmantelação das centrais nucleares até 2022.

Governo Suiço reitera a intenção de encerrar as suas no período temporal previsto entre 2019 e 2034.

Com os governos mundiais balançados sobre a hipótese concreta de acabar com a era nuclear, Pedro Passos Coelho quer dar um passo em frente para a construção da primeira central nuclear em Portugal. São os países civilizados ultra-modernos ao rejeitar o nuclear como fonte produtiva de energiadesenvolvimento científicofabricação e posse de armamento nuclear ou somos nós o país retardado que pensa instaurar a era nuclear numa época em que estão mais que vistos os efeitos nocivos do nuclear para a civilização humana?

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50 anos

A 12 de Abril de 1961, Yuri Gagarin era o primeiro homem a completar a órbita ao espaço.

Piloto da força aérea Soviética, Gagarin inagurou o programa Vostok, o primeiro programa espacial pilotado por humanos.

O piloto haveria de falecer 7 anos mais tarde num acidente aéreo, quando pilotava um MiG 15 (caça de guerra de fabrico soviético).

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Video do dia

A explosão do nº1 da Central Nuclear de Fukushima no Japão, horas após o abalo sísmico de 8.9 na escala de richter que teve o seu epicentro no Nordeste Japonês a 250 km da central.

Segundo a Comunicação Social Japonesa – “O sismo causou uma avaria no sistema de refrigeração na central e um corte de electricidade impediu a recuperação deste sistema, permitindo que os bastões de combustível continuassem a aquecer, aumentando a pressão interna no reactor. A empresa japonesa Tokyo Electrical Power Co, que gere as instalações, tentou reduzir alguma desta pressão libertando vapor radioactivo. Mas não foi o suficiente para impedir a explosão que destruiu o tecto do edifício do reactor principal. A televisão japonesa NHK anunciava ontem que o nível da radioactividade fora da central era oito vezes superior ao normal.” (Site do Jornal Público)

O Governo Japonês já subiu a fasquia do número de mortos causado pelo sismo para 1800, estando mais de 15 mil pessoas desaparecidas. Na região da Central Nuclear de Fukushima foram evacuadas perto de 45 mil pessoas. Alguns países da Comunidade Internacional (através das Nações Unidas)  já anunciaram que vão prestar auxílio ao Japão, no que concerne por exemplo ao envio de equipas de salvamento, limpeza e remoção de escombros e reconstrução das zonas afectadas.

Equipas Australianas, Suiças, Norte-Americanas, Neo-Zelandesas, Sul-Coreanas e de Singapura já estarão a caminho do Japão.

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