Tag Archives: Ciclismo

Milão-São Remo

A primeira grande clássica da época. Segundo as crónicas que li, foi disputada sobre condições climatéricas terríveis. O sprinter Alemão Gerald Ciolek acabou por superar o grande dominador deste início de temporada (Peter Sagan). Ontem, na 1ª etapa da Volta à Catalunha, Bradley Wiggins deu um arzinho da sua graça na etapa que acabou por ser vencida por Gianni Meersman (Omega-Pharma Quickstep).

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Força Rui

rui costa 3

Líder da Movistar no Paris-Nice, prova que começa hoje na capital francesa com um prólogo de 2,9 km.

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Meanwhile, in Oman

oman

Subida final da etapa de hoje do Tour de Oman: Rodriguez, Contador, Froome e Nibali.

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team sky

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Fuentes dixit

Jesus Manzano mandava cocaína e bufou o antigo médico da ONCE por medo que este revelasse que ele era um drogado:

“Manzano me pidió tratamiento, pero consumía cocaína y eso es muy peligroso en el deporte de alta competición. Lo sabía porque su madre me llamó para informarme. El consumo de cocaína puede producir daños cardiovasculares serios, por eso no lo incluí entre mis pacientes”

mas no caso de Manzano, para Fuentes, era tudo uma questão de saúde:

“Si el deportista tenía la sangre muy viscosa, le sacábamos la sangre para evitar ese peligro y la congelábamos. Luego, si el deportista venía con el nivel de hematocrito bajo o con anemia, le devolvíamos esa sangre por una cuestión de salud”.

Tudo por uma questão de comodidade:

“Sobre por qué las bolsas de sangre eran identificadas por apodos y no con nombres propios, Fuentes dijo: “Simplemente por comodidad. Era más corto que poner el nombre y los dos apellidos”, señaló el médico, que es juzgado en España por el delito contra la salud pública. Si es encontrado culpable podría pagar dos años de cárcel.”

e a irmã Yolanda Fuentes, outra das acusadas na Operación Puerto revela:

“”Eufemiano me puso al día de cómo se llevaba un equipo, pero de sus actividades médicas no, siempre me dejó al margen del tema de las extracciones, de las máquinas que usaba… De todo eso me enteré por la prensa”

E o irmão responde que salvava a vida a muitos ciclistas pelo esforço desumano de subir montanhas dia sim dia sim.

Acho que se pusesse estar neste julgamento, comprava um balde de pipocas, sentava-me e estava ali a divertir-me à brava.

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hoje

hoje

fonte: Marca

Recomeça hoje em Espanha o julgamento do médico Eufemiano Fuentes, médico envolvido no maior escândalo de doping até hoje revelado. Fuentes vai começar hoje o seu testemunho.

É de relembrar que entre os clientes de Fuentes não estavam só ciclistas.

A lista famosa de clientes do médico da antiga ONCE e da Kelme incluía:

1. Ciclismo:

– Alberto Contador, Allan Davis, Joseba Beloki, Isidro Nozal, David Bernabéu, David Blanco, Eladio Jimenez, Ruben Plaza e o nosso Sérgio Paulinho (se bem que no exemplo destes 9 a justiça espanhola retirou-os dos ficheiros do processo por falta de provas de ligação com o médico mas alguns destes corredores, como é o caso de Contador já foram suspensos por uma ou mais que uma vez) Unai Osa, Michele Scarponi (dito em espanha como o “gerente\angariador” dos negócios de Fuentes em Itália). 

Alberto Contador, apesar de suspenso por 2 vezes sempre negou conhecer o Dr. Fuentes. A justiça espanhola retirou-o dos processos do caso mas eventualmente poderá inseri-lo novamente, estando essa condição dependente do que disser o médico. Alegadamente, Contador dopava-se segundo as ordens do médico quando estava na Discovery Channel.

– Marcos Serrano, Angel Vicioso, Francisco Mancebo, Constantino Zaballa, Alejandro Valverde (entretanto já suspenso por controlos positivos), Ivan Basso (já suspenso quando estava na Discovery Channel em 2007), Franck Schleck (admitiu em 2007 que transferiu 700 euros para uma conta de Fuentes mas negou qualquer envolvimento com o médico pois não prosseguiu o seu método, algo que ainda está por provar neste julgamento), Santiago Botero, Óscar Sevilla, Jan Ullrich (embora tenha dado positivo em 2006 a um teste feito ao sangue, sempre negou envolvimento com o médico espanhol), Michele Bartoli, Santiago Perez, Roberto Heras e Marco Pantani.

basso

Oscar Sevilla e Jan Ullrich chegaram a ser suspensos preventivamente em 2006 pela sua equipa de então, a T-Mobile.

ullrich

Nota de culpa de Franck Schleck:

Schleck

Apesar de ter dito que pagou a referida verba ao médico espanhol sem nunca ter usado os seus serviços e substâncias, o luxemburguês acusou xypamine, um diúrético muito usado na modalidade para expelir mais rapidamente substâncias dopantes pelo organismo em 2012.

– Tyler Hamilton, o mesmo que denunciou Armstrong na investigação da USADA. Pelo acordo que fez na justiça norte-americana no caso Armstrong, Hamilton não terá quaisquer problemas com a justiça norte-americana. No entanto, as autoridades espanholas investigam as suas ligações a Fuentes. Em causa está a época de 2003, onde o americano supostamente terá usado EPO, esteróides, transfusões de sangue,  hormonas de crescimento e testosterona durante 114 dos 200 dias da sua temporada. Alegadamente, o Norte-Americano contribuiu com 43 mil euros para o médico espanhol nesse ano. Nesse mesmo ano Hamilton fez 3º no Tour com uma prova “heróica”: caiu na primeira etapa,  fracturou a clavícula e ainda conseguiu o 4º lugar na geral, resistindo o mais que pode na alta-montanha a Armstrong e Ullrich.

– O antigo director desportivo da ONCE Manolo Saiz,
– O antigo director desportivo Vicente Belda.

Futebol:

O antigo ciclista da Kelme Jesus Manzano denunciou às autoridades espanholas que o Dr. Fuentes fazia visitas esporádicas aos balneários do Real Madrid e do Barcelona. O antigo presidente da FIFA Sepp Blatter chegou a dizer que estava na posse de documentos que o comprovavam. Nenhum dos rumores e testemunhos foi dado como provado até hoje. Em 2011, o Jornal Francês Le Monde também acusou a equipa catalã de promover uma rede de dopagem dentro das suas portas com a ajuda e monitorização técnica de Fuentes. A justiça espanhola não deu nenhuma das acusações do diário francês como provadas e o Barcelona pediu uma indeminização de 15 mil euros e um pedido de retratamento público do jornal.

Atletismo:

Ligações claras entre Fuentes e atletas olímpicos espanhóis desta modalidade.

Ténis:

Rafa Nadal também foi acusado de envolvimento neste escândalo. Recentemente, o seu colega de profissão Christopher Rochus acusou o espanhol e o sueco Roger Soderling do uso de substâncias dopantes.

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dossier armstrong

Parece que a verdade veio ao de cima.

Confesso que tirei alguns dias de meditação (e também algumas notas) para me poder pronunciar devidamente neste caso. Perante muitos comentários que recebi aos posts (ver aqui, aqui, aqui e aqui) que escrevi neste blog sobre o “esquema armstrong” (penso que não há problema em catalogar toda esta problemática como um esquema dadas as peças que foram postas no terro e a confissão do Texano) parece que eu é que tinha razão.

Segundo os mesmos comentários (fazendo um sumário breve), esta questão era tudo fruto da minha cabeça. Era o ódio que sentia a Armstrong. Era o facto de não perceber de ciclismo. Era o facto de não perceber os meandros do doping. Era o facto de não reconhecer que Armstrong era o melhor de sempre. Era o facto de não perceber que o ciclismo, pela extensão e dureza das etapas, era um esforço desumano que só poderia resultar em dopagem dos atletas. Era o trauma de ter sido adepto de Ullrich, Indurain e Mayo. Era a casmurrice de acreditar que a rede era internacional e que existiam subornos à União Ciclista Internacional, às agências anti-dopagem e à organização do Tour para que fechassem os olhos ao doping da US Postal\Discovery Channel. Era portanto, fruto da minha cabeça, uma portentosa teoria da conspiração por ter sido um adolescente “recalcado” (adoptando a linguagem de um dos comentários que poderão ver nesses posts) por ter visto Armstrong ganhar tantas vezes…

Vi e revi a entrevista. Parei várias vezes a meio para tirar notas. Concluo.

Considero que Armstrong foi um ser humano gigante em duas ocasiões. A primeira, quando venceu um cancro que lhe dava 6 meses de vida e cujas metastases chegaram ao cérebro. A segunda, quando finalmente, envolto numa tremenda mentira, decidiu sentar-se ao pé de Oprah Winfrey (desde já muito bem escolhida pelo dito para efectuar a entrevista visto que Oprah mesmo com um traste como Armstrong tem um mediatismo tal que pode transformar o maior escândalo em ouro e como tal permitir que talvez suavisem o castigo aplicado ao ex-ciclista) e confessar a verdade. Foi bom para Armstrong admitir a culpa, contar a verdade e contar todos os processos que envolveram esta problemática, sendo que foi uma atitude sensata contar inclusive o episódio onde pediu ao filho para não o defender mais das acusações que sobre si pendiam. Foi muito cavalheiro da sua parte e repõe tudo aquilo que suspeitava: as 7 edições do Tour que ganhou são falsas, não existem por completo.

Todavia, estas confissões não abrilhantam aquilo que foi uma fraude sem precedentes na história do desporto e não limpam outros problemas na modalidade que derivaram deste problema.

Armstrong não quis acusar ninguém. Não acusou os colegas de equipa, os responsáveis, o staff clínico. Tampouco acusou Michelle Ferrari, aquele que estará por trás de muitos casos de doping no desporto mundial. Estivemos perante uma confissão que se irá arrastar ad-eternum para a vida do homem Armstrong. Mas o homem Armstrong só poderá realmente devolver a verdade quando começar a confessar quem é que está por trás destas redes internacionais de doping. Não o deve fazer para seu bem ou para sua salvação, visto que o seu caso não tem salvação. Deve-o fazer sim para bem da modalidade e para bem da verdade desportiva.

A confissão de Armstrong reforça a minha opinião: Miguel Induráin foi o melhor de sempre. Sem doping.

A confissão de Armstrong não limpa nem resolve um dos principais celeumas na modalidade (em particular) e no desporto em geral: poderá no futuro autorizar-se as transfusões de sangue e considerá-las legais para atletas de alta competição? É assim: antes de haver anfetaminas, EPO, diuréticos e todas as drogas que se utilizam regularmente por atletas de alta competição para aumentar o metabolismo e a performance em altas competições internacionais, já existia a transfusão de sangue como “substância dopante” – aliás, se atendermos a esta questão particular, as transfusões de sangue são autorizadas em várias modalidades. No futebol são autorizadas e já causaram problemas quando, entre 2004 e 2007, aquando da sua passagem pelo Chelsea, Arjen Robben negava-se (por ser de uma religião fundamentada na doutrina calvinista) a dar sangue na pré-temporada da equipa (a pré-temporada feita em sítios a alta altitude, devido ao efeito de eritopoetina elevada e consequente aumento de hemoglobinas disponíveis, aumenta a capacidade de ligação do oxigénio aos tecidos musculares quando injectado numa fase de temporada em que o ciclo de oxigenação é mais lento e o atleta se sente mais cansado). No ciclismo, a UCI não permite transfusões de sangue e cataloga-as como substâncias dopantes. Se por um lado, o atleta que as usa está a jogar de forma suja perante aqueles que se negam a usar, e os que usam apresentam-se em condições metabólicas diferentes dos que se negam a usar, por outro lado, é considerável que as transfusões de sangue não são um método não-natural de dopagem e cabe ao atleta dar consentimento ou não para as receber.

Mas continuo a dizer que este problema não “lava outros problemas” que surgiram na modalidade.

Não lava o alpe d´huez onde Armstrong venceu Pantani, o melhor trepador de sempre com um ritmo avassalador, impróprio para qualquer dos grandes trepadores da história da modalidade. Falando em Pantani. Enquanto Armstrong negava sistematicamente (em forma de ataque, como confessou a Oprah) o uso de substâncias dopantes ou recurso a transfusões sanguíneas, as autoridades desportivas perseguiam Pantani com suspeitas, processos e castigos, impedindo o atleta de competir, até, ao dia 14 de Fevereiro de 2004, dia em que o “Pirata”, depois de vários internamentos por depressões profundas por não poder competir, decidiu por término à vida. Enquanto Armstrong negava aos sete ventos o recurso a métodos dopantes, o seu maior rival no Tour, Jan Ullrich, passou anos em depressões, esgotamentos, e chegou mesmo a tentar o suicídio, que, seria impedido por um dos seus colegas de equipa na Deutsche Telecom\T-Mobile Andreas Kloden. No caso de Pantani, e como isto não deixa de ser delicioso, o primeiro processo movido pela justiça italiana aconteceu precisamente 2 meses antes da primeira Volta à França ganha pelo americano. Curiosidade: no Giro de Itália Pantani era expulso pelo uso (não taxativo) de EPO depois de um controlo anti-doping quando, 2 meses depois, como veio a provar a investigação movida pela USADA, tal teste não se fazia na Volta à França. Isto remete-me para a inevitável pergunta: o escândalo Festina já tinha abalado a prova organizada por Jean-Marie LeBlanc nos anos anteriores. Sabendo que a US Postal usava métodos dopantes, não quis o antigo director do Tour encobrir esse mesmo uso para que a prova não perdesse espectacularidade nos anos das vitórias de Armstrong, ou de facto, houve movimentações por parte da equipa Norte-Americana para encobrir esse uso junto da organização francesa?

A investigação da USADA decorreu com base no depoimento de vários companheiros de Armstrong. Hincapie, Landis, Leipheimer, Hamilton, Franky Andreu, Beltran e Rubiera foram os primeiros a chegar-se à frente para denunciar o esquema da equipa e Armstrong. A justiça norte-americana, funcionando à base dos terríveis acordos como moeda de troca para os chibos, não queria mostrar serviço com a raia miúda da equipa e aproveitou-se de testemunhos de gente que se dopou tanto como Armstrong para apanhar exclusivamente o texano. Os que denunciaram não tiveram problemas com a justiça mas no entanto voltou-se a verificar que a justiça norte-americana foi cega e apenas quis mostrar serviço com alguém cujo mediatismo indicaria que a justiça norte-americana pode ter uma bela face quando não a tem.

Por cada situação de doping que é apanhada, 2 outras passam despercebidas.

O ciclistas Riccardo Riccó, vencedor de algumas etapas do Tour em 2008 foi expulso da prova a meio depois de ter sido detectado num controlo a presença de EPO de 3ª geração (CERA, Continuous Erythropoiesis Receptor Activator, uma variante da Erythopoeitina, hormona que controla a produção de glóbulos vermelhos e que aumenta de forma significativa a performance de atletas) enfrentou um processo na justiça italiana onde afirmou a dualidade antagónica dos testes anti-doping que se fazem em Espanha e em Itália. Ricco disse: “sei de fonte segura em que em Itália 8 a cada 10 testes de atletas dopados dão positivo e esses atletas sofrem consequências da prática. Em Espanha, não só não se fazem testes com o referido rigor, como os atletas não avisam onde estão a treinar como ainda apenas 1 em 10 são apanhados nas malhas do doping” – mais claro não poderia ser o antigo atleta da Saunier Duval. A Operación Puerto, movida em 2006 pelas autoridades espanholas à rede  do Dr. Eufemiano Fuentes não poderia ser mais conclusiva quanto à rede de clientes que o médico da antiga equipa ONCE movia em várias modalidades. Ironia das ironias, pensava-se na altura que Jan Ullrich seria um dos clientes do médico espanhol, facto que até hoje nunca se veio a provar. Armstrong atacava em vários lados para se defender do seu próprio erro?

Recentemente, o tenista Belga Christopher Rochus acusava na Austrália que no Ténis “haviam lesões muito estranhas” que indiciavam o uso de substâncias dopantes, acusando os nomes do Sueco Robin Soderling e o Espanhol Rafa Nadal. Não seria portanto proveitoso para a verdade desportiva que Armstrong abrisse a arca de pandora às autoridades sobre os nomes que controlam a rede internacional de fornecimento de substâncias dopantes?Lanço a pergunta.

Lanço uma outra: e havia uma rede de transporte de sangue e uma data de payrolls envolvidos, não seria suposto a UCI “devido às regras de acompanhamento da luta antidoping” saber onde armstrong estava e efectuar controlos surpresas? Porque não o fez?

Com todas estas afirmações, não é só Lance Armstrong que sai derrotado. É toda a modalidade que sai derrota. Isto acontece precisamente na antecâmara de decisões por parte do Comité Olímpico Internacional para as modalidades que serão cartaz nos próximos jogos olímpicos, havendo uma especulação de que o COI não será brando com a modalidade e poderá avançar com a exclusão das provas de ciclismo nos Jogos do Rio de Janeiro. O que de facto, pela espectacularidade que as provas trazem aos amantes da modalidade, será uma profunda desilusão.

Para finalizar, a decisão da LiveStrong. Armstrong ficou sem nada. Os patrocínios sumiram. A competição também. A fundação movimenta algo como 65 milhões de dólares por ano, podendo-se dizer que é das fundações mais profícuas ao nível mundial na luta contra o cancro. A direcção da fundação temeu (aceito de forma compreensível) que a nota de culpa do seu fundador pudesse ter influência na recepção de donativos e decidiu arredá-lo das operações. Lance Armstrong tornou-se o pior exemplo ao nível de práticas desportivas que a história conhece. Mas como foi focado na entrevista, existe algo que jamais lhe poderão retirar: a incrível luta pela sobrevivência a um cancro mortal.

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Cavendish na Omega-Pharma

O “Expresso da Ilha de Man” anunciou hoje que não irá renovar com a Team Sky e que na próxima temporada irá correr pela Belga Omega-Pharma.

Numa época onde o projecto do ciclismo Britânico tinha apostado em Cavendish para uma época recheada de vitórias ao Sprint, contratando o atleta à extinta HTC-Highroad, as coisas não correram de feição em relação aquilo que tinha sido projectado. Cavendish falhou todos os objectivos principais para a época: ser o rei dos pontos na Volta à França, vencer a prova olímpica em Londres e tentar lutar pela vitória nos campeonatos do mundo de ciclismo que decorreram no passado mês em Valkenburg. No entanto, apesar dos objectivos principais terem saído gorados pelo sprinter britânico, Cavendish acaba o ano com algumas vitórias saborosas na clássica Milão – São Remo, na clássica Kuurne-Brussels-Kuurne, 2 etapas no Giro e 4 na Volta à França (perderia a camisola dos pontos para o portentoso Peter Sagan).

Entre as razões citadas do divórcio do Sprinter com a Sky, a principal terá sido o descontentamento do ciclista em relação ao seu papel na equipa e em relação ao planeamento desenvolvido pela equipa para conciliar os seus objectivos no Tour com os objectivos de Braddley Wiggins. Ou seja: Cavendish pretendia ser o chefe-de-fila máximo da equipa para 2013 mas a equipa, pela vitória de Wiggins no Tour 2012 decidiu de forma unanime em continuar a apostar no objectivo de levar o all-rounder Britânico à segunda vitória na prova francesa. A aliar a esse facto, a Sky também decidiu posicionar o Britânico como 3º na nomenclatura da equipa, pois também seria objectivo da equipa sacrificar os objectivos do sprinter no Giro ou na Vuelta em prol dos objectivos de Christopher Froome. Quanto ao Tour de 2012, Cavendish queixou-se da falta de apoio da equipa em relação aos seus objectivos.

Há que concordar, em pura opinião, que a Sky contratou Cavendish mas descurou a contratação dos seus principais lançadores de sprint: os Australianos Matthew Goss (rumou da HTC ao projecto do ciclismo Australiano da Orica-Greenedge) e Mark Renshaw (transferiu-se da HTC para a Holandesa Rabobank). Apesar da Sky ter bons lançadores de sprint como Geraint Thomas (um ciclista de velocidade com uma enorme experiência ao nível do ciclismo de pista) Ben Swift ou Michael Rogers, e de ter contratado outro escudeiro dos tempos de Cavendish na HTC (o fidelissimo Bernard Eisel), nada se comparava ao comboio que a HTC fazia para servir o Britânico com a tripla Eisel-Goss-Renshaw.

A aliar a tudo isto, a própria Sky acaba por ficar bem servida ao nível de sprints pois ainda tem o Norueguês Edvald Boasson Hagen. O próprio Ben Swift, apesar de ter corrido maioritariamente esta época com a 2ª formação da equipa em provas menores, está para mim, pela sua idade (24 anos), prontíssimo para lutar pela vitória em etapas de alto nível mundial.

Cavendish ruma à Omega-Pharma-Quickstep Pro Cycling Team, equipa que surgiu das cinzas da cisão entre a Omega-Pharma e a Lotto e a junção com a Quickstep (antiga Mapei) onde decerto será a estrela principal da equipa que conta com grandes nomes do ciclismo como Tom Boonen (poderá ser uma ajuda muito preciosa para Cavendish), Dario Cataldo, Sylvain Chavanel, Gerald Ciolek (outro nome forte dos sprints a nível mundial), Kevin De Weert, Tony Martin e os irmãos Peter e Martin Velits. 

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é tudo ilusão das nossas cabeças

“Frankie Andreu, Michael Barry, Tom Danielson, Tyler Hamilton, George Hincapie, Floyd Landis, Levi Leipheimer, Stephen Swart, Christian Vande Velde, Jonathan Vaughters e David Zabriskie são os ciclistas que colaboraram com a USADA e denunciaram o esquema de dopagem de Lance Armstrong e da equipa US Postal.”

in Diário de Notícias

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os 10 melhores do ano para a Biciclismo

O Site Biciclismo.com, portal espanhol especializado na modalidade, está a promover um concurso na sua página de facebook para a nomeação dos 10 melhores ciclistas do ano 2012.

Bastará aos utilizadores deixar na barra de comentários os 10 nomes deste ano velocipédico. Eu já fiz a minha escolha e optei pelos seguintes 10: Rui Costa (Portugal\Movistar), Braddley Wiggins (Reino Unido\Team Sky), Peter Sagan (Eslováquia\Liquigás), Joaquin Rodriguez (Espanha\Team Katusha) Philippe Gilbert (Bélgica\BMC), Alexandre Vinokourov (Casaquistão\Astana), Christopher Froome (Reino Unido\Team Sky), John Degenkolb (Alemanha\Team Argus), Michelle Scarponi (Itália\Lampre), Ryder Hesjdal (Noruega\Garmin).

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ainda no rescaldo de ontem

a minha isinha que o diga quando me viu levantar os braços. o meu ciclista favorito partiu a cocada toda na última subida. impressionante ataque de Gilbert. não é qualquer um que faz um ataque tão demolidor no ponto g de uma prova de estrada de um campeonato do mundo. que eu tenha memória, neste tipo de terreno e departamento da modalidade (etapas clássicas) só me lembro de meia dúzia ciclistas capazes de fazer isto: Johann Bruyneel, Michele Bartoli, Paolo Bettini (para mim o melhor corredor de clássicas de sempre; daqui a uns anos talvez equipare Gilbert a Bettini ao nível de grandeza) David Rebellin, Erik Dekker e Johan Museeuw.

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o inevitável

Aos 30 anos e depois de uma época que deixou a desejar (apenas 2 vitórias em etapas na Volta à Espanha; se tivermos em conta as grandes épocas de 2010 e 2011 que este senhor fez) Philippe Gilbert é o novo campeão do mundo numa prova onde era em conjunto com Óscar Freire, Edvald Boasson Hagen, Peter Sagan e Alejandro Valverde um dos principais favoritos à vitória. Era aquele título que deveria ter abrilhantado a fantástica época de 2011 do Belga. Gilbert atacou na última subida do traçado de 262 km que ligou Maastricht a Valkenburg (Holanda), traçado que serve de palco para uma das mais espectaculares provas da temporada ciclística, a Amstel Gold Race, prova que Gilbert já ganhou por 2 vezes na sua carreira em 2010 e 2011.

Alejandro Valverde arrecadou a prata para a Espanha e o Norueguês Edvald Boasson Hagen culminou de forma brilhante a participação da selecção Norueguesa nas provas internacionais (a Noruega já tinha vencido a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos através de Alexander Kristoff) com a medalha de bronze.

Na quarta-feira, o Alemão Tony Martin venceu a prova de contra-relógio e ainda importante também foi a vitória da Holandesa Marianne Vos na prova de estrada feminina, juntando a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos à vitória nestes mundiais.

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ainda ninguém se interrogou

como é que Alberto Contador não conseguiu retirar um único segundinho a Purito Rodriguez nas etapas de alta montanha da Vuelta e, numa misera 2ª categoria posterior a um dia de descanso onde não foi controlado pelos agentes anti-dopagem da UCI (como não foi controlado Valverde, ciclista que também fez uma etapa bruta e que nas etapas de alta montanha parecia incapaz de ganhar tempo a Contador e Rodriguez) consegue atacar com um enorme poder e assim ganhar a Vuelta ao seu compatriota da Katusha?

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o talentoso purito rodriguez

Tenho visto as etapas da Vuelta. Excepto uma ou outra, tenho gostado do que estou a ver. Algumas notas muito breves:

1 – John Degenkolb – 4 viórias para este jovem Alemão de 23 anos. Degenkolb não tem oposição nas estradas espanholas. Ainda hoje vi Boonen e Greipel a correr nas estradas holandesas na Clássica dos Grandes Portos. Não é tirar mérito a Degenkolb. Com ou sem oposição, fazer 4 na Vuelta não está ao alcance de qualquer um, muito menos de um jovem que corre numa equipa da divisão Continental. (a Argos-Shimano). Com Boonen e Greipel a coisa poderia ser diferente. No entanto Degenkolb está aí para discutir os campeonatos do mundo muito em breve. É pena que o Alemão vá perder a camisola verde em Madrid para Purito Rodriguez ou Alberto Contador. Apesar das 4 etapas, os dois da frente irão marcar muitos pontos nas chegadas de montanha.

2. Philip Gilbert – Andou escondido durante a época 2012 e não parecia ser o super foguete de 2010 e 2011. Em Barcelona, no Parque Montjuic tudo se alterou. Para bem, o ciclismo precisa de homens como Gilbert, homens que dão espectáculo em qualquer terreno. A BMC agradece (Gilbert é um corredor que ganha 1,2 milhões de euros por ano) e para a selecção Belga, tendo em conta os próximos mundiais de estrada e os momentos de forma muito a desejar dos seus sprinters Van Avermaet e Tom Boonen. Ainda por cima, quando o traçado dos próximos mundiais é tão ao jeito do Belga.

3. Purito Rodriguez – Fantástico. É o meu favorito para esta Vuelta e, sem falsa modéstia, é o melhor trepador da actualidade. A forma como tem atacado as etapas e atacado nas etapas revela uma enorme vontade de vencer Alberto Contador. Essa vontade revelou-se ainda mais no contra-relógio da semana passada onde Purito perdeu pouco mais de 1 minuto para o homem da Saxo Bank quando toda a gente previa que perdesse pelo menos 3. Precisa claramente de experimentar o tour.

4. Alejandro Valverde – Na sua melhor forma. Na montanha tem estado soberbo, mesmo perante a ausência dos seus companheiros de equipa, incluíndo a decepção Cobo (relembro que é o vencedor em título da prova). Perdeu para Contador e Froome no contra-relógio mas na montanha tem minimizado as perdas para Contador e tem ganho tempo ao Inglês. Amanhã em Lagos de Covadonga irá por 1 de 2 caminhos: ou tem o seu habitual dia mau ou pode aproximar-se do duo da frente. Tenho em crença que o pódio não lhe escapa.

5. Christopher Froome – A sky tem feito o trabalho do costume. Uran e Henao tem puxado o seu líder na montanha. O Britânico está a pagar caro a forma evidenciada no Tour. Se estivesse na forma de Julho, Contador e Purito teriam que dobrar os actuais esforços para anular o homem da Team Sky.

6. Alberto Contador – Tem feito o que lhe compete. Ataca na montanha e dá espectáculo. Ganha no contra-relógio. Tem uma equipa a fazer um trabalho soberbo na montanha com os portugueses Bruno Pires e Paulinho a partir tudo dentro do grupo dos candidatos. Tudo bem feito, não fosse o facto dos homens da Katusha (Rodriguez e Moreno) não terem um único dia de deslize.

7- Rabobank – Ainda não é o ano de Gesink. O Holandês ainda é muito tenro em vários departamentos, principalmente no contra-relógio. No entanto a equipa holandesa está de parabéns com a inserção de 3 ciclistas nos 15 primeiros (Gesink, Ten Dam e Mollema). Já agora, Mollema promete para os próximos anos. Faz muito que o digo.

8. Maxime Monfort – Não há ninguém que trabalhe o psicológico deste ciclista belga? Talento não lhe falta. Experiência também não. O que é que está a falhar?

9. Andrew Talansky – 23 anos para este homem da Garmin. Mais um que vai dar que falar nos próximos anos. Peixe na água na alta montanha e na luta contra o cronómetro. Tem tudo para ser o norte-americano do futuro nas grandes provas.

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notas e memórias

Lembro-me perfeitamente desta etapa como se fosse hoje.

Lance Armstrong e Joseba Beloki estavam isolados a um grupo que compunha Mayo, Hamilton, Ulrich, Azevedo e mais uns quantos. Joseba Beloki, apesar de ser um excelente trepador, tinha medo de descer.

Beloki e Ulrich estavam em grande forma e ameaçavam o reinado  de Armstrong.

Armstrong viu Beloki a cair com gravidade e nem sequer parou para ver se o colega de profissão estava vivo. Beloki foi imediatamente transportado para um hospital da região, tendo sido operado 3 vezes numa semana a múltiplas fracturas. O então ciclista da Once tinha 30 anos e era sem dúvida o melhor trepador de então em conjunto com Iban Mayo da Euskatel. Foi precisamente o basco que parou a bicicleta para se acercar que o antigo colega de equipa na Euskatel em 98 e 99 estava vivo.

Para Armstrong não interessavam valores de camaradagem. O pelotão tinha-lhe respeito. Sempre que Armstrong parava para urinar, para comer ou para ser assistido por um carro médico, pelotão e fugitivos se os houvessem abrandavam a marcha até que o Norte-Americano entrasse no pelotão. Mas Armstrong não tinha qualquer respeito pelo pelotão.

Prova disso foi o tour de 2003. Não só no episódio Beloki. Etapas depois deste incidente, nos Alpes, Armstrong teve uma queda quando atacava numa contagem de montanha a finalizar a etapa. Mayo e Ulrich, apercebendo-se da queda do camisola amarela, continuaram a correr mas negociaram (contra a vontade do espanhol e a pedido do alemão; relembre-se que Ulrich seria o maior beneficiado desta queda) parar para esperar pela reentrada no grupo do norte-americano. Este viria a reentrar, sendo as imagens esclarecedoras do que fez a seguir à sua reentrada.

Em 2003, Ullrich haveria de perder o Tour com uma queda no contra-relógio final, num contra-relógio disputado num dia chuvoso onde o alemão evaporava o minuto e cinquenta que o separava do americano nos quase 60 km que ligavam Pornic a Nantes. Era o dia anterior a Paris.

Será isto possível sem doping? Na altura a resposta já me soava como não.

Não é possível. Estamos a falar do Mont Ventoux, subida de cerca de 22 km de comprimento a uma pendente média de 7,43% durante toda a subida e com vários locais onde as rampas ascendem aos 14%. Estamos a falar de uma subida onde Merckx venceu duas vezes, uma das quais, tendo que receber oxigénio no final da etapa por intermédio de uma mascara depois de desmaiar. Falamos de uma subida onde o britânico Tom Simpson morreu em 1967 devido ao consumo de anfetaminas com álcool, estamos a falar de uma subida que chega aos 1911 metros de altitude e onde o ar mais rarefeito impede os ciclistas de ter um rendimento metabólico regular.

Como podemos ver no vídeo, Armstrong atacou e segundo os dados da época, fez 115 pedaladas completas ao carreto por minuto, algo que nem Hinault, Merckx ou Indurein tinham alguma vez feito na mesma ascenção.

Pelo meio Armstrong apanha Pantani. Marco Pantani era o melhor trepador da altura. Pantari foi (para mim) o melhor trepador de sempre. A história no ciclismo de Pantani acabou com o suicídio do italiano, cansado de sucessivas investigações e processos judiciais que pendiam sobre falsas acusações de doping que nunca se chegaram a provar. Pantani foi inúmeras vezes castigado e a sua carreira foi estragada por completo. Pantani entrou em sucessivas depressões e em sucessivos programas de reabilitação derivado ao seu consumo de cocaína. Acabou por se suicidar, algo previsível na altura.

Quando no outro lado,

Armstrong fazia 135 pedaladas por minuto em Plateau de Beille, num ritmo que nem o melhor trepador da sua equipa (Roberto Heras) aguentava:

Doping? Não tenho dúvidas. É certo que a luta que Armstrong travou contra o cancro fortaleceu-lhe o espírito de sofrimento e a capacidade de resistência à dor. É certo que a quimioterapia deu-lhe a possibilidade de ter a fisionomia ideal para ser um excelente trepador. Mas como é que se explica o facto de Armstrong, mesmo apesar das suas características, ser também um excelente contra-relogista quando a maioria dos grandes trepadores perdem imenso tempo no contra-relógio? Como é que Ullrich e Santiago Botero, os melhores contrarelogistas da altura, perdiam para o Americano na sua especialidade?

Armstrong sabe que não tem a mínima hipotese de provar a sua inocência neste caso visto que todas as provas o incriminam. A casa de Granada, os métodos utilizados, os sucessivos controlos positivos de Floyd Llandis e as declarações deste, as declarações de Vinokourov, de Hincapie, de Tyler Hamilton, Rubiera, Beltrán, Zubeldia acerca dos conteúdos apreendidos na casa que servia de base aos treinos de preparação para o tour do americano.

Todavia, este escandalo não me serve de contentamento. Foram 7 anos a desejar que alguém vencesse Armstrong, dopado ou não. Acreditei em Pantani, em Mayo, em Ullrich, em Virenque, Jalabert, Beloki, Hamilton, Menchov e em muitos outros. Só queria mesmo que alguém se superiorizasse ao americano e à US Postal. Esta verdade desportiva tardia sabe a muito pouco.

 

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De Londrs #24 – das belas fotografias olímpicas

Nikishori (Japan) – fotografia de Mark Blintch para a Reuters.

400 metros barreiras pela máquina de Max Rossi\Reuters

Shin A. Lam da Coreia do Sul chora a derrota na sua prova de esgrima – fotografia de Fabrizio Bensch para a Reuters.

Jules Bresset ganha o ouro olímpico para a França na prova feminina de cross-country. Fotografia de Cathal McNaughton para a Reuters.

Alexander Kristoff da Noruega vence o sprint pela medalha de bronze na prova masculina de ciclismo de estrada. Foto do site da União Ciclistica Internacional\Protour

Emanuel Silva e Fernando Pimenta mordem a medalha de prata como se ouro se tratasse. A Alegria dos heróicos portugueses. Foto de Kim Young para a Reuters.

O Britânico Ben Ainslee na Vela.

Jéssica Augusto – Fotografia de Eddie Keogh para a reuters.

Turquia vs Croácia em basquetebol feminino – Mike Segar – Reuters.

Fortunato Pacavira de Angola na prova de C1 1000 metros – Jim Young para a Reuters.

Dinamarca vs Coreia do Sul – Torneio masculino de andebol – Reuters

A espantosa Gabrielle Douglas dos EUA, novo mito da história da Ginástica – Brian Snyder para a Reuters.

O mais frágil dos irmãos Brownlee vence o Triatlo Olímpico depois de uma luta intensa com o seu irmão Jonathan e com o espanhol Jordi Gomez.

O mítico Chris Hoy no ciclismo de pista.

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De Londres #13 – das alegrias britânicas

Mo Farah nos 10 mil metros masculinos, numa prova fantástica!

Bradley Wiggins amenizou no contra-relógio a perda britânica na prova de estrada, aproveitou o balanço ganho nos contra-relógios do Tour e venceu naturalmente a prova de Londres. O nosso “Nélson Oliveira” ficou em 18º e apesar da tenra idade, estou certo que poderá fazer muito melhor no Rio em 2016.

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