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arrogância

Afonso Dias, uma besta quadrada que deveria estar preso por ser um depravado de primeira ordem, que se negou determinantemente a ajudar a justiça no caso Rui Pedro, que devia ter vergonha de ter levado um pobre miúdo de 8 anos a prostitutas, ainda tem a distinta lata de atiçar achas para a fogueira da família Teixeira dizendo que acredita que “pensa que Rui Pedro está vivo”.

Hipócrita foi vê-lo a tratar Rui Pedro como “o meu irmãozinho” – Não existe cabimento na cabeça deste parvalhão. Um irmãozinho não se leva às putas meu, digo eu.

Quanto tocou à parte das perguntas difíceis, Rui Pedro justificou o seu silêncio durante as sessões de tribunal. É certo que o silêncio lhe é permitido por lei. Mas também é certo que toda a defesa do seu advogado no caso da audição das prostitutas (mais tarde declarado como falso testemunho) cheira-me a esturro. Se cheira. Por isso mesmo é que a justiça é cega. Uma defesa personalizada e apostada na lavagem de factos e descredibilização de testemunhas tendo como base uma profissão tão honesta como as outras (a prostituição) é o suficiente para mascarar uma verdade irrefutável: Afonso Dias pegou no miúdo e levou-o às prostitutas, sem autorização da autoridade paternal, num acto que por si considera-se como rapto de menor. E como sempre, no decrépito filme que é a justiça portuguesa, saiu ileso e 24 horas depois, já estava a ladrar à frente das câmaras pagas por todos os contribuíntes nacionais.

Não consigo perceber a tamanha estupidez deste indivíduo.

Sem papas na língua penso, e decerto terei milhares de pessoas neste país a concordar comigo, que este indivíduo devia estar preso e deveria estar calado. Para não dizer algo pior.

Costumo dizer que os actos ficam com quem os praticam. Tenho certeza que a consciência deste senhor deve pesar muito nos dias que correm.

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O Ministério Público demorou 13 anos a reagir em relação ao caso do desaparecimento do jovem Rui Pedro.

Provavelmente, creio que esta demora deve ser record mundial. O Ministério Público Português, na figura do DCIAP e da sua directora Cândida Almeida estão de parabéns. Demoraram 13 anos a concluir que o principal suspeito do rapto do menor devia efectivamente ser interrogado sobre o desaparecimento do jovem de Lousada.

Foram 13 longos anos de martírio para a família de Rui Pedro. Martírio que não vai terminar com a detenção do principal suspeito do rapto do jovem nem com uma sentença que determine a sua prisão. Foram 13 longos anos em que as principais autoridades judiciais deste país gozaram com esta pobre família de Lousada.

Analisando estes casos em concreto, não sou de acordo com a lei que existe neste país em relação ao desaparecimento de pessoas. A lei determina que em caso de desaparecimento de pessoas, a polícia só pode actuar passadas 24 horas da comunicação do desaparecimento da pessoa. Tomando em conta a quantidade de gente doente que existe aí pelas ruas e a facilidade com que neste momento se rapta qualquer criança neste país, em 24 horas, é passível que uma criança seja raptada por uma rede de pedofília e quando a polícia for chamada a actuar, esta já esteja por exemplo na Austrália.

Quando a polícia intervir de facto, já é tarde…

Analisando estes casos em concreto, sou de acordo que a polícia deve actuar imediatamente aquando da comunicação do desaparecimento da pessoa. Se os cidadãos Portugueses pagam impostos, merecem eficácia na actuação das autoridades que são pagas com os seus impostos. Como tal, não merecem, que a polícia actue dias depois do desaparecimento e que o Ministério Público (no caso Rui Pedro) comece a actuar 13 anos depois do desaparecimento.

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