Tag Archives: Carlos Barandas

conexões para negociatas

Carlos Barandas = emprego no Theatrix

Carlos Barandas e o seu subito interesse em ser indigitado pela DG à Queima das Fitas.

Haverá mais promiscuidade que Barandas servir de intermediário para o Theatrix na Queima?

Voltaremos aos negócios “Porto Eventos Style by João Alexandre” na Queima?

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boat(e) da academia

Bem me parecia, no dia da tomada de posse dos novos corpos sociais da AAC, que o nosso fiel compincha de faina e antigo presidente do Conselho Fiscal da AAC Carlos Barandas (leia-se em grego Carlonis Barandakis Barandreou; leia-se em italiano Carlo Barandoni; leia-se em turco Cevlut Barandogan) estava na mesa de honra com a cara mais tristonha do mundo. Pensei alto: pronto, o homem está triste porque não é só o fim da linha, é o fim do tacho.

Muito me enganava.

A nova guerra da Academia trava os contenders pelo título de Indigitados da Direcção-Geral na queima das fitas, um cargo interessante que serve essencialmente para mais dois gandins usufruirem de todas as regalias inerentes aos membros da COQF.

Barandakis Barandreou, conhecido pelo seu ódio visceral a Dino Alves e pelos seus super poderes nessa muy nobre arte marcial de derrube de adversários na Academia que é a moscambilha, aproveitou a ída do nº1 contender a uma das posições a Amesterdão (falamos de João Pereira, antigo vice presidente e administrador da AAC) na companhia do secretário da queima Diogo Batista de Carvalho, para exercer o seu forcing entre os efectivos da Direcção-Geral, responsáveis pela nomeação do referido tacho. Para tal, contou com a ajuda dos seus pupilos no terreno, em particular, o vice-presidente Pedro Tiago, o vice-presidente Francisco Leal, o tesoureiro Ricardo Bem-Haja, e os super coordenadores Joel Gomes e Mário Gago.

Relembramos os mais desatentos e aqueles que desconhecem estes trâmites, que os candidatos a indigitados da DG passam, em primeiro lugar, por um sistema de votação entre os efectivos da Direcção-Geral, sistema esse que é tão democrático mas tão democrático que apenas se tem que meter uma cruzinha a dizer “sim” ou “não”.

Ficamos também a saber que a princesa mais nova dos Barandakis, Jéssica, também já andou a cheirar a sua hipótese de também ela renovar os seus laços com a Academia pela mesma via, mas logo se apercebeu que se a coisa está preta para o seu irmão, estará ainda mais farrusca para ela. Jéssica, não desesperes, ainda vais estar matriculada por muito tempo pelo que sei. Tenta para a próxima!

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Breve comentário à Assembleia Magna

Esta Assembleia Magna começa com uma excelente e pertinente intervenção de José Martins. O aluno da FCTUC tocou na “mouche” em mais uma asneirada da grossa desta direcção-geral. Perante um doutoramento honoris-causa de tão ilustre “persona” da lusofonia (Xanana Gusmão), a AAC não se fez representar por ninguém. Tal como o João Martins, não consigo perceber como é que no meio de tanta gente (presidente, 3 vices, 1 administrador, 1 tesoureiro e a quantidade existente de coordenadores-gerais) ninguém marcou presença na cerimónia. Eduardo Melo, roçou novamente a falta de humildade que tem caracterizado o seu mandato e justificou-se que tinha estado com febre. O estudante da Faculdade de Direito Luis Bento Rodrigues acusou-o de o ter visto “à fútrica” nesse dia no largo da portagem. Imaginemos o cenário de que Eduardo Melo estava mesmo com febre. Estar com febre não implica que uma chamada pudesse resolver o problema, enviando outro elemento da Direcção-Geral. O problema é quando vice-presidentes e coordenadores-gerais estão mais interessados em campanhas futuras à Direcção-Geral. Ou existe um novo corte de relações entre o pessoal da DG?

“Não te ficava nada mal um pouco de humildade perante quem te elegeu” – afirmou Luis Bento Rodrigues. A questão já não se trava na falta de humildade por parte do presidente da DG. O presidente da Direcção-Geral, como lhe pude afirmar numa sms enviada à hora, mente. Tanto mente, que mentiu a diversos coordenadores-gerais acerca da chamada na noite em que o João “Chaves” Alves foi demitido. Segundo o presidente da DG (e a Mónica Batista é testemunha porque me disse as palavras utilizadas pelo mesmo; se negar, acuso publicamente a referida rapariga de mentirosa) transpareceu a ideia de que fui eu que lhe liguei de livre e espontânea vontade na célebre madrugada da ameaça, quando foi o Eduardo que me mandou uma sms a pedir para me ligar e após uma pequena conversa em que me pediu que lhe perguntasse primeiro antes de escrever; e aponto a demissão do João por falta de confiança política; perante uma primeira fase em que manifestei a ideia de manter o post que tinha escrito horas antes online, ele pura e simplesmente afirmou esta frase: “então teremos que resolver o assunto em tribunal” ao que eu respondi “vamos então para tribunal Eduardo” – posteriormente, fui eu quem lhe mandou uma sms a dizer que ia retirar o post.
Mais tarde, nesta Assembleia Magna numa defesa de honra perante o Dino Alves, o Eduardo queixou-se que o presidente do núcleo de estudantes de economia lhe cortou o direito “à liberdade de expressão” – fico com a ideia de que o próprio presidente da Direcção-Geral, nessa noite, também me quis limitar esse direito.

Não existe claramente a necessidade de provar isto tudo, porque se alguém envolvido nesta história não revelar tudo o que aqui é escrito por mim, será confrontado em praça pública, e não terei quaisquer problemas em levar este assunto para a Comunicação Social.

O presidente da Direcção-Geral não é, repito, não é capaz de pedir desculpa pelos seus erros nem é capaz de admitir que a sua equipa falhou. Pior que falta de respeito ou falta de humildade, é saber que tudo está a ser um erro e não existir assumpção de culpas. Porém, o Eduardo Barroco de Melo não é o único culpado do fracasso desta Direcção-Geral. O Eduardo não deve assumir sozinho as culpas. As culpas pertencem ao colectivo em geral, e a todos aqueles (que toda a gente sabe quem é) que em Maio, deram a facada final num colectivo que já estava completamente moribundo.

Avanço no terreno e passo para as declarações do Fabian Figueiredo: Tirando toda a filosofia barata com que o Fabian nos costuma brindar (sim, Fabian, não me esqueço do dia em que me disseste que as minhas ideias sobre a Acção Social eram ideias de democracia-cristã!) reconheço-lhe bastante pertinência no celeuma gerado pela entrevista do reitor. Todas, mas mesmo todas as universidades públicas deste país, perante os cortes anunciados pelo Ministério, foram à luta e reclamaram acerca dos cortes executados. Algumas delas, como alguém disse e muito bem tiveram que aumentar as vagas de diversos cursos (sacrificando a qualidade do seu ensino) para por cobro à situação de bancarrota. O Excelentíssimo Reitor da Universidade de Coimbra não reclama e não se une contra o Ministério em prol da instituição que representa. Agravante é, que a UC, continua a prescrever sem dó nem piedade. Amigos meus que estudam noutros estabelecimentos de ensino tem-me dito que as reitorias andam a conceder indultos gerais aos prescritos, passando por cima da lei em prol da estabilidade financeira. A UC continua a prescrever e continua a chutar alunos para fora do ensino superior através de uma regra penosa que bolonha instituiu.

Assunto FAIRe. Os objectivos que levaram o antigo vice-presidente Rui Carvalho a introduzir (de forma muito atabalhoada, muito mal explicada, muito mal votada) o assunto FAIRe já surtiram efeito. Desde cedo que esses intuitos foram revelados aqui neste espaço. Rui Carvalho pertence agora aos corpos dirigentes de referida plataforma. A AAC ficou ou não ficou a perder, pergunta-se? Claro que ficou. Tirou legitimidade às deliberações de Assembleia Magna e como tal, espero que o novo presidente da AAC tenha o bom senso de desligar a máquina da FAIRe no próximo mandato.

Conselho Fiscal – Depois da enorme explicação do Jorge Dantas, que a mim não me pareceu mais do que uma explicação maçuda, foi com algum gozo que vi o Carlos Barandas no palanque a afirmar “se tiverem algum problema, façam favor de enviar para o Conselho Fiscal” – pois bem, as pessoas até podem enviar para o fiscal. O problema põe-se é no timing em que o fiscal vai avaliar e responder à situação. Se o fiscal demorar tanto tempo como demorou nas resoluções tomadas acerca da Secção de Gastronomia e da Secção de Voleibol, mais vale esperar sentado…

Dino Alves vs Eduardo Barroco de Melo – Tenho que dar razão ao Dino. Não posso descurar, pelo que sei, quem é uma guerra política de parte a parte. Neste caso, legamente, o Dino tem toda a razão no que toca a estatutos da AAC. É pena que esta confusão se tenha gerado por pura inimizade entre os intervenientes. O Dino completa a razão, quando pede para que não se questione o seu trabalho e o trabalho da sua equipa – É legítimo afirmar que este Núcleo de Economia tem feito muito mais trabalho em muito menos tempo do que a Direcção-Geral inteira.

Eduardo Barroco de Melo e os SASUC – Eduardo afirmou que recebeu uma resposta positiva por parte dos SASUC no que toca ao problema do pagamento das residências. Eduardo afirmou que os SASUC não estão a exigir. Pois bem meu caro, os SASUC nunca exigem nada aos estudantes. Apenas mandam emails a convocar reuniões de semana a semana com os estudantes que entram em incumprimento e fazem-lhes a vida negra até que o seu objectivo de expulsãopagamento (muitas vezes os estudantes não tem condições para pagar as dívidas que tem perante a instituição) seja finalizado. Mais uma vez, o presidente da Direcção-Geral não quis marcar uma posição na defesa dos direitos dos estudantes e apenas questionou os SASUC. O seu mandato é até Janeiro. Até lá, creio que muitos dos nossos colegas irão abandonar o ensino superior por culpa dos SASUC. Quando é que o presidente da DG tenciona bater com o punho na mesa dos SASUC e fazer uma demonstração de força e união dos estudantes da Academia?

“Infelizmente, não estão aqui nem perto dos 4 mil que elegeram esta DG” – afirma Eduardo durante as votações das moções. Infelizmente, diz muito bem. Não é nada que o Entre o Nada e o Infinito já não tenha questionado. Resumindo e baralhando, aqui o blogger é certeiro em algumas coisas que diz, mesmo apesar de na Direcção-Geral o considerarem “exagerado” e “extremista”.

Eduardo Barroco de Melo esteve bastante bem no ponto 2. Foi claro e simples no que toca aos cortes no financiamento da UC e em relação aos pontos negativos que o novo regulamento de atribuição de bolsa apresenta para os estudantes. Renata Cambra e Sílvia Franklim sobem ao púlpito para fazerem boas e válidas declarações. A estudante da FDUC Catarina Ângelo também apresenta um bom discurso, afirmando que neste momento, o dinheiro que o governo disponibiliza para empréstimos bancários é superior em relação aquele que disponibiliza para Acção Social Escolar.

Não concordo com o Luis Bento Rodrigues na questão dos 60% dado que a UC permite até agora a inscrição a um limite máximo de 72 ECTS (ou 78 ECTS para alunos que possam terminar a licenciatura e excedam até 6 ECTS esse limito imposto sob autorização do Reitor) – como a inscrição pode flutuar em mais 12 ECTS em relação ao que é permitido, um aluno que atinja 60% deverá ter feito no mínimo 42 ECTS e como tal, obteve aprovação ao ano lectivo. Se obteve aprovação é sinal que trabalhou para obter aprovação mínima. Não se pode tirar a bolsa de estudo a um aluno que fez 38, 40 ou 41 ECTS porque no fundo obteve aprovação.

Depois segue-se a resposta do Rafael Duarte. Rafael, não te custava nada mencionares que andas a ler o Entre o Nada e o Infinito. O coordenador-geral da Pedagogia perguntou a Luis Bento Rodrigues “”não há uma relação entre o endividamento do agregado familiar e o sucesso do estudante”.
Tenho que dizer que levantou algo que o Entre o Nada e o Infinito já tinha tocado num outro post.

Este trecho que abaixo transcrevo, dá a minha opinião acerca do aproveitamento escolar ao Luis e realça que a ideia do Rafael não é virgem no meu pensamento: “Quanto ao aumento do aproveitamento escolar para 60%, considero-o obviamente injusto. Deveria manter-se nos 50% de aprovação mediante o número total ECTS a que o aluno se inscreveu. Todos os bolseiros sabem que precisam de se aplicar para continuar a usufruir dos benefícios estatais. Por isso, 50% de aprovação acaba por ser uma percentagem justa. Se o aluno fizer esses 50% é sinal que o seu desempenho representa o mínimo que se lhe era exigido. Por outro lado, sabemos que ao aluno podem acontecer infortúnios. E esses infortúnios devem obrigatoriamente ser precavidos por esta lei. Desde que devidamente fundamentados, os alunos que tiveram dificuldades durante o ano escolar (estiveram ausentes por falta de recursos económicos; tiveram um acidente grave; doença grave: doença familiar; infortúnio pessoal) deveriam ser salvaguardados com a hipótese de não perderem a sua bolsa de estudo no ano lectivo seguinte.”

E Luis Bento Rodrigues corrobora a minha opinião: “”por isso é que deve haver uma cláusula que preveja situações de limite”.

Mais uma vez, o blogger serve de inspiração à actuação da Direcção-Geral.

Já o coordenador da Acção Social está como se diz na giria “a nanar na forma” – não são estudos entre estudantes deslocados e não-deslocados que vão resolver o problema.
O meu amigo coordenador da política educativa ainda não falou… Resume o que tem sido o seu trabalho na DG: ZERO.

A questão da privatização das cantinas nem merece o meu comentário, porque é absolutamente sórdida a posição contra da AAC. Espero que o Mr. Pizza e o McDonalds comecem a ter prato social pois senão qualquer dia ir comer ao Mac começa a ser mais barato que ir comer às cantinas.

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Vergonhoso

A fina-flor da Academia segue o habitual ritmo da época e já começa com os truquezinhos eleitorais.

Inunando a rede social facebook com esta imagem, seria de muita coincidência não pensar que vários utilizadores estão a tentar passar uma mensagem neste início de ano lectivo. Conhecendo o se tem passado nos últimos anos, apenas não esperávamos que o pedantismo fosse tão alto em tão tenra altura do ano. Não retiro de modo algum o termo: chama-se pedantismo. Com todas as letras.

Se nas candidaturas de André Oliveira, Jorge Serrote e Miguel Portugal, as primeiras movimentações começavam após a Queima das Fitas e as primeiras mensagens surgiam na latada, notamos que este ano, para além do facto da Direcção-Geral não ter feito mais nada de destaque do que a Universidade de Verão da UC, um boicote às aulas que acabou por ser um autêntico fiasco, a organização das provas de desporto universitário e um elenco recheado de demissões, má gestão de equipa por parte do presidente, boatos e dois vices presidentes que chegaram a uma altura do campeonato sem sequer se dar ao trabalho de falar com o presidente durante dias a fio, tento compreender (juro que tento) porque é que a AAC não encurta os mandatos a 3 meses. Quiçá a 4 dias. Sim, porque este mandato não passou do 4º dia de existência. O resto que se viu é luta desenfreada pelo tacho, incompetência, inquestionável vontade de não se trabalhar em prol daqueles que votaram e acima de tudo, irresponsabilidade daqueles que durante o ano estiveram mais interessados em preparar as próximas eleições do que em trabalhar na confiança que em si foi depositada por cerca de 4 mil estudantes.

Por outro lado, perante todas as variáveis enunciadas, os problemas que afectam a comunidade estudantil amontoam-se e a AAC continua com uma passividade ímpar. O ano lectivo começou e quanto a bolsas de estudo, tudo permanece no mais profundo mistério, apesar de existir uma lei aprovada em Assembleia da República que tarda em passar para o Diário da República. Centenas de alunos começam o seu ano lectivo sem a certeza da sua bolsa, sem sítio para pernoitar e receosos que não possam continuar os seus estudos por insuficiência de meios financeiros.

Residentes universitários viram negadas as condições de acesso às residências. Outros residentes foram mudados para outras residências em virtude de decisões duvidosas. Mas dentro das 4 paredes da Direcção-Geral, ninguém parece estar interessado em mais do que ir tomar o seu cafézinho aos jardins, bater um papo, actualizar o blog anónimo para dizer mal do outro candidato e alcatroar a estrada para Novembro…

Em várias faculdades, a morosidade dos serviços causa incómodo. A burocracia é morosa e dispendiosa. A pedagogia não existe. Alguns cursos alteraram novamente as regras do jogo e prejudicaram claramente os seus alunos. Outros, voltaram a prescrever. A defesa dos direitos dos estudantes por parte da AAC não é mais uma vez sentida.

Internamente,

Da Tesouraria da AAC alguém palmou deliberadamente 5200 euros. Tanto o Conselho Fiscal, como a Direcção-Geral (através dos seus dois representantes no Conselho-Geral) como a Queima das Fitas ainda não se interessaram em abrir uma investigação interna para saber quem lucrou com o acto.

Falamos em Conselho Fiscal.

O Conselho Fiscal, presidido por Carlos Barandas (Carlos, um dia disseste-me na FEUC que gostavas de gente sincera e vou-te ser sincero já que não me atendes o telemóvel quando te ligo) é um órgão constituído na sua maioria por incompetentes. Salvam-se duas excepções: o Hugo Ferreira e a Filipa Soares. A sala da queima foi assaltada. Abriram-se extintores à porta da secção de fotografia. Nada foi feito pelo Fiscal. Secções Culturais tem capacidade para realizar actividades, caso da Secção de Gastronomia, mas dependem exclusivamente que o Fiscal lhes resolva as questões. A Secção de Voleibol está (ou se já foi resolvido, estava até à pouco tempo) à espera que o Fiscal lhe resolvesse o assunto burocrático que pendia sobre a tomada de posse da nova direcção. A Secção de Andebol passa por gravíssimos problemas financeiros e esteve (creio que ainda está) em risco a sua participação nos campeonatos em diversos escalões, o que é uma vergonha para uma AAC que alimentou e muito outras modalidades (Basquetebol, Ténis) e poderá deixar morrer uma secção que para além do palmarés que possui, dá a hipótese de competição a muitos alunos da UC.

Carlos, muito sinceramente, será que te preocupas mais com moscambilha do que com o trabalho para o qual foste eleito?

No que tocam a estatutos, cada um decide por si. Como até já foi dito por mim aqui neste espaço.

Não desviando do assunto mainstream, é portanto uma vergonha aquilo que se passa na AAC. Meus caríssimos amigos, este logo que está a ser colocado em perfis do facebook pertence à campanha de um vice-presidente da AAC, um rapaz que tem um cargo importantíssimo nas mãos a defender, mas parece que se está nas tintas para tais feitos.

(Escusam de fazer chamadas anónimas às tantas da manhã em número desconhecido porque eu não vou ceder)

O mandato acaba em Janeiro, mas já se fazem apostas em Setembro. É necessário alguém que diga a estes rapazes que o seu cargo joga com responsabilidades que pendem sobre vidas humanas. Torna-se necessário acabar com esta palhaçada de blogs e de ameaças e de moscambilhas. Torna-se necessária uma Académica humilde, trabalhadora, com vontade de evoluir e de preferência com gente que queira servir a casa e não servir-se da casa.

Deixo-vos um conselho: porque é que não realizam eleições para a AAC de mês a mês e assim consegue fazem com que se arranje espaço para todos na presidência?

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os feicebucks

(clique na imagem para aumentar)

Pelo que parece, não são apenas os blogs que fazem pulsar o ritmo da academia.

Este print, gentilmente retirado da página do facebook de um presidente de núcleo, demonstra que a AAC está na vanguarda da utilização das novas tecnologias. Não só se marcam reuniões pelas redes sociais, como se trata da agenda pelo mesmo método. Qual videoconferência, qual skype, qual old-fashioned MSN: o facebook está mesmo a acelerar o ritmo desta academia.

Quem não acelera o ritmo é o Conselho Fiscal. As novas tecnologias atordoam a lentidão de um órgão da casa sem rei nem roque. O Conselho Fiscal e os seus membros tem um passividade tal, que chega ao ponto de um presidente de núcleo ameaçar e com toda a razão o Presidente do Conselho que vai aprovar o regulamento do núcleo à luz da Lei Alves, e em conformidade com os estatutos da AAC, porque esperou 2 meses pelo envio do modelo do regulamento interno dos núcleos e não obteve qualquer resposta. Típico de um conselho fiscal que não actua e cujos membros estão ausentes, sabe-se lá em que cafézinhos com vista a assegurar a pole position para continuar a reinar na AAC à custa dos pobres estudantes que neles confiam uma missão e saem sempre gorados.

Tão típico de um conselho fiscal que deixa que núcleos e outras secções culturais (como a secção de jornalismo) tenham o dom de escolherem chá e café em simultâneo no que toca a estatutos.

O que é mais curioso é que a resposta do fiscal é sempre a mesma: faz o que te apetece que depois estamos cá para te queixares ou para te apresentar uma queixa. A moral da história acaba por ser: Se estamos à espera que o fiscal actue no quer que seja, mais vale esperarmos sentados.

O resto, o resto são bolas. Perdão. Eram bolas.

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De manhã é que elas sabem bem

Ia eu sem querer ali a passar pela Rua dos Combatentes quando reparei no trio que falava animadamente no Sr. Manel do Safari: Eduardo Barroco de Melo, Diana Taveira e Carlos Barandas. Um encontro de presidentes para uma meia de leite e 1 croissant misto (Eduardo) 2 meias de leite e 4 croissant mistos (Carlos) e meia meia de leite com leite magro e um croissant simples pa menina porque tem de manter a linha, perdão, a teia.

Não quis ir lá incomodar porque já sei o resultado que iria dar: rapidamente começariam os 3 a falar sobre o enorme jogo do Nolito pelo Benfica contra os turcos.

Estariam Eduardo e Carlos Barandas a dizer à Diana que não se pode candidatar para 2012 ou estaria a Diana a jogar um dos seus conhecidos trunfos de cacique ******? Sim, vocês sabem a palavra. De cacique.


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Hugo Ferreira confirma eleição para o Conselho Fiscal

O jovem estudante da Faculdade de Direito, candidato pela Lista R ao Conselho Fiscal confirmou hoje a eleição para o referido órgão da Academia.

Depois de obter 604 votos nas urnas, Hugo Ferreira estava “virtualmente” eleito para o órgão, dependendo a sua saída da contagem dos envelopes. Depois da contagem destes votos sofrer um impasse devido a problemas burocráticos com a Secretaria-Geral da Universidade de Coimbra, esta pronunciou-se pela invalidade de 90 envelopes num universo total de 166 o que não permitiu anular a vantagem da Lista R que era de 84 votos.

Assim sendo, a Lista T de Carlos Barandas conseguiu eleger 6 membros, sendo o 7º Hugo Ferreira da Lista R.

Aproveito portanto para desejar um bom mandato ao Conselho Fiscal, apelando para que possa zelar com rigor a legalidade de tudo aquilo que se passa nos órgãos da Academia e respectivas secções culturais e desportivas.

Que façam melhor trabalho que o Conselho Fiscal cessante!

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Eduardo Barroco de Melo é o 103º Presidente da História da AAC

Foto via Denúncia Coimbrã


O estudante de Bioquímica Eduardo Barroco de Melo é o novo presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra.

Nas eleições realizadas nos últimos dois dias, o candidato da Lista T esmagou a oposição, tendo conseguido 4299 votos contra 550 da Lista R de Sílvia Franklin e 346 da Lista A, liderada por Henrique Paranhos, num total de 74,06%.

A Lista T conseguiu vencer de forma folgada em todas as faculdades.

A estudante de Estudos Europeus Diana Taveira (actual super coordenadora da Cultura da DG) tornou-se assim, a primeira mulher na história da AAC a ser eleita para a presidência da mesa da Assembleia Magna.

Nas eleições para o Conselho Fiscal da AAC, o candidato da Lista T Carlos Barandas (estudante de Economia) superou o candidato da Lista R Hugo Ferreira da Faculdade de Direito também por uma maioria esmagadora.

Barandas fez o pleno ao nível de efectivos da sua lista (7-0) – tendo conseguido 4144 votos em todas as faculdades contra 604 de Hugo Ferreira e 398 da Lista A.

Nestas eleições, a abstenção esteve novamente em destaque. Durante os dois dias, vários alunos que incorporavam as listas a sufrágio queixavam-se da chuva como o motivo que estava a afastar os estudantes das urnas – pela minha óptica é o extremo cacique que se faz sentir nas faculdades em dias de eleições e o descrédito por estas sucessivas DG´s de continuação que fazem com que os estudantes não queiram ir votar.

Num universo de cerca de 20 mil votantes, foram contados 5805 votos enquanto nas eleições para o Conselho Fiscal registaram-se 5801 votos. Tais números perfazem uma taxa de abstenção a rondar os 65% a 70%.

A quantidade de votos em branco ou votos nulos também foi interessante: nas eleições para a DG registaram-se no total 470 brancos (quase tantos como os votos que a Lista R teve e mais do que os obtivos pela Lista A) e 140 votos nulos. Nas eleições para o Conselho Fiscal, os votos em branco foram 504 e os nulos foram 20.


Para finalizar, resta-me desejar boa sorte aos meus amigos Eduardo Barroco de Melo e Carlos Barandas para o exercício das funções pelas quais foram tornados representes e ao resto das suas listas.

Que façam o melhor que possam ou saibam pela AAC e pelos estudantes da Universidade de Coimbra!

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