Tag Archives: Autarquias

era mais foice

continuo a escrever: puro serviço público. Não deixaram o Fernando por a Foice em Seara Alheia.

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puro serviço público

é o que considero desta decisão judicial que vai impedir Fernando Seara de se candidatar à Câmara Municipal de Lisboa. puro serviço público.

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Parabéns AAC!

académica

Parabéns à AAC, em especial aos atletas, dirigentes e ao meu grande amigo Hugo Peruzzi pelo trabalho realizado que permite à AAC o 3º ano consecutivo a dominar o desporto universitário nacional e europeu

p.s: Não sei nem consigo perceber o que é o excelso Presidente da Câmara Municipal de Coimbra João Paulo Barbosa de Melo. A depender do apoio da CMC, o desporto universitário da AAC não tinha uma equipa sequer a competir. Nem equipas nem infraestruturas. O problema do Estádio Universitário continua e é preciso que a AAC se candidate a outros voos (se bem que acho que esta DG\AAC está a dar demasiada enfase à candidatura aos EUSA Games para disfarçar a falta de imaginação e criatividade para lutas bem mais urgentes dentro da academia e dos seus problemas actuaisJo) para poder tentar negociar a resolução do problema de gestão e remodelação do espaço. Fica portanto o anotamento.

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infeliz, infelicidades

Parece que estamos a voltar ao tempo dos ‘catadores de lixo’, uma situação própria de países do Terceiro Mundo. É preciso tomar medidas para travar este roubo, que nos prejudica a todos. As coimas podem funcionar como um factor fortemente dissuasor” – Pedro Machado, administrador da BRAVAL, empresa intermunicipal de Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde.

Tem bom remédio seu pulha. Vá a São Bento e a Bélem pedir aos órgãos de soberania que acabem com a pobreza, com a fome, com o desemprego e com o desespero das pessoas que procuram comida no seu lixo devido às suas políticas terceiro mundistas. Aliás, como rei do lixo que é, fique com o seu lixo, ou seja, com as suas palavras. E já agora, à lá Viegas, vá tomar no cú com as suas coimas. Ou acha que quem vasculha lixo à procura de comida irá pagá-las? É triste perceber que existem estes cenários dantescos no nosso país, mas ainda é mais triste ver funcionários públicos “armados ao pingarelho” a tratá-los de crime. Francamente…

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facas de três bicos

O Costa do Castelo desistiu.

Seguro deu o sinal de alarme mas também se soube precaver. Apesar de ter perguntado qual era a pressa na convocação de um congresso quando tinha sido ele a apressar esse mesmo congresso na AR, havia sempre a questão das eleições à Câmara da Capital. António Costa sabia perfeitamente que não havia alternativa no PS\Lisboa às eleições autarquicas. Podia-se optar por uma solução de recurso dentro do “socratinismo” para Câmara que até pudesse lutar pela vitória contra Seabra (Pedro da Silva Pereira, Luis Amado ou até Carlos Zorrinho) mas essa hipótese seria sempre vista como a 2ª escolha para o cargo por parte de um partido que precisa de subir no barómetro.

António Costa sabia perfeitamente que não se podia tornar líder do PS antes das autárquicas (teria que obrigar o partido a manobras que poderiam não resultar nas eleições) ou depois das autárquicas (os lisboetas não seriam parvos e não iriam votar em alguém que iria abdicar a meio do mandato para se tornar candidato às legislativas). Em qualquer um dos cenários, a decisão de António Costa parece-me a mais sensata para a unificação do partido mas não me parece a mais sensata para o futuro pois António José Seguro não deverá constituir-se como alternativa a este governo. Creio que entretanto aparecerá alguém da ala “socratista” que irá empurrar Seguro para o lugar do qual ele jamais deveria ter saído.

Ganhar as autárquicas em Portugal significa, ao nível de mediatismo, barómetro de popularidade dos partidos e fidelização de eleitorado para as próximas legislativas ganhar uma dúzia de câmaras muncipais: Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia, Maia, Matosinhos, Coimbra, Braga, Amadora, Sintra, Almada, Oeiras, Leiria e Viseu. Só nestas Câmaras Municipais, a brincar a brincar, concentram-se quase 2,5 milhões de eleitores, número que é mais coisa menos coisa metade do número de votantes habituais, pautando a abstenção que se registou nas últimas legislações.

No caso de Lisboa, o partido que vencer a Câmara sobe nos índices mediáticos e no barómetro de popularidade. Portanto, torna-se essencial para PS e PSD disputarem a capital com o presidente em mandato e com um opositor que é amado em Sintra e é popular em Lisboa. Uma derrota nas autárquicas poderá ser o golpe de misericórdia neste governo. Creio que não será porque o executivo cai antes. Mas…

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Motivações relacionadas com “obrigações da vida literária”

Moita Flores é escritor, é comentador televisivo e ainda era presidente de câmara em regime de part-time.

Quando se tentam tocar várias violas ao mesmo tempo, uma terá que ficar sem ser tocada.

Pediu suspensão do mandato por problemas de saúde, justificação que se aceita sem pestanejar e por “obrigações da vida literária” – Desculpe?

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25 de Abril (a sério)

A Es.Col.A foi reocupada. A Fontinha pertence novamente ao povo.

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Rui Rio e a vergonha

Vergonha. É a única palavra que posso mencionar no caso portuense do Colectivo Es.Col.A.

Dizer o dito por não dito em relação à reabilitação de um ponto do centro urbano portuense, ainda por cima, onde os moradores se juntaram para executar o bem à sociedade, em prol da construção que se presume de mais um condomínio de luxo, e ainda por cima, chamar o corpo de intervenção para malhar na populaça forte e feio, começa a ser uma constante sacanice do presidente da Camara do Porto.

Acabar com os bairros da droga é uma decisão que se compreende. Esta decisão na Fontinha é inadmissível, merece investigações e merece que o mandato do presidente da Câmara do Porto seja automaticamente suspenso. Merece também que o Ministério da Administração Interna ou o Procurador Geral da República abram um processo de investigação para apurar quem executou a ordem e quem foi o mandante desta barbárie inaceitável num Estado de Direito.

Começa a ser recorrente o travar da contestação popular através da bastonada. Meus amigos, isto não é uma democracia: isto é ditadura. E o povo deverá começar a Revolução. Rapidamente.

 

 

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(des)educação

Fica a amostra para que as políticas locais sejam repensadas pelos nossos autarcas e pelo poder central: em Portugal, da verba total consignada ao poder local pelo Orçamento de Estado para este ano, apenas 9% dessa verba é aplicada na educação. Comparativamente a outros Estados da Europa, no exemplo dado, é mais um sinal de atraso a juntar aos muitos do qual este país é responsável: na Suécia do total da verba garantida ao poder local, os munícipios gastam 20% dessa verba no financiamento de programas educativos, no Reino Unido 40% e na Lituânia, sim na Lituânia, é de 42%.

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Apoios a mais, ilegalidades e apertos

Li no Público de hoje.

“Tribunal de Contas considera ilegal apoio da Câmara ao futebol da Oliveirense” – Sara Dias Oliveira

Trechos da peça jornalistica:

” O Tribunal de Contas (TC) considera ilegal e susceptível de configurar eventual responsabilidade financeira sancionatória e reintegratória, o apoio de 240 mil euros atribuídos pela Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis à União Desportiva Oliveirense (UDO) na época de 2008\2009. A autarquia pagou aquela verba para que os jogadores do clube de futebol profissional usassem o logótipo municipal no seu equipamento desportivo.

O pedido de apoio passou pelos serviços técnicos da Câmara que o chumbaram, por violar o preço base do caderno de encargos. Mesmo assim, o então presidente da câmara Ápio Assunção, aprovou, por despacho, a proposta da UDO sem lhe mudar uma vírgula, alegando “interesse municipal na contratação do serviço”.

Ápio Assunção alegou, no contraditório apresentado ao TC, que nunca houve intenção de atribuir um apoio financeiro à equipa da UDO, mas sim celebrar com o clube um contrato de prestação de serviços de publicidade (…)

Os argumentos não convencem o TC, que se apoia na lei para sustentar que os clubes desportivos que participam em competições profissionais não podem beneficiar de apoio ou comparticipações financeiras das autarquias locais, sob qualquer forma, com excepção da “construção ou melhoramento de infra-estruturas ou equipamentos desportivos com vista à realização de competições desportivas de interesse público. Para o TC não há dúvidas: “A despesa é ilegal e os respectivos pagamentos são ilegais e indevidos, na medida em que não se mostram idóneos à realização de um fim público”.

A caixa ao lado mostra que a Câmara Municipal de Paços de Ferreira deu 250 mil euros ao Sport Clube de Paços de Ferreira e 125 mil ao Freamunde no mesmo âmbito.

Assim, não custa o profissionalismo a esses clubes.

Já a Câmara Municipal de Águeda, por exemplo, ainda não deu um tostão aos clubes enquanto não se averiguar o que lhe será consignado ao nível de verbas em Orçamento de Estado. Faz muito tempo até que deixou de “alimentar” futebol sénior e faz muito bem.


 

 

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“A vida é cheia de histórias”

A Vida é Cheia de Histórias.

“Ao ler, ouvir e ver estes testemunhos deparei-me com as dificuldades e sucessos, os sentimentos, as emoções e a boa disposição dos intervenientes. Sabemos que a vida de cada um, nem sempre foi fácil, mas a ligeireza com que nos é transmitida é algo único e cheio de significado.

Exemplos a seguir!

Não lamentem as rugas nem as mãos trémulas, pois são um claro sinal de sabedoria e muito trabalho.”

Artur Nunes, Presidente CM Miranda do Douro

Estes testemunhos de vida, materializados em audio e imagens fotográficas, apresentadas em fotografias impressas e vídeo, são as revelações de 17 histórias, 17 vidas representativas das 17 freguesias do Concelho de Miranda do Douro.

Patente na Casa da Música Mirandesa, Miranda do Douro, de 30 de Setembro a 30 Outubro 2011, esta exposição produzida pela Câmara Municipal de Mirandado Douro com a colaboração da Secção de Fotografia AAC, foi realizada como contributo de Teresa Rijo (recolha de testemunhos), Sónia Alves (tratamento de informação) e Raquel Vida. (fotografias).

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Estou completamente de acordo

Com esta ideia de Miguel Relvas.

São os vereadores, os assessores, os presidentes de juntas, as juntas de freguesia minúsculas ou inexistentes a nível populacional que se podem fundir, a assembleia municipal e a assembleia de freguesia.

Deve-se racionalizar a despesa que o estado gasta na administração local.

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Gravíssimo é o insulto

Gravíssimo é o insulto. Cá pelo tasco também confiamos no Estado de Direito. E não tivemos formação jurídica para perceber quem insultou quem e quem se limitou a expressar uma opinião de forma livre sobre um acto político de uma pessoa que para o bem ou para o mal exerce funções na administração local.

Agradecemos os mimos. Eu, João Branco. Não sei se devo, mas arrisco-me também a agradecer em nome do Paulo Abrantes, do meu camarada Francisco Queirós e do Dr. Santarino.

Gostamos do Estado de Direito. Dá-nos o privilégio de podermos expressar livremente o nosso pensamento sem utilizar o insulto baratucho e brejeiro. Dá-nos a possibiliade de encarar qualquer desatino com a certeza que o ius nos dará razão a partir do seu contra-ataque que em nada soa a crítica mas antes a injúria. 

Os doentes mentais de que o sr. fala são pessoas com multidiversidade de pensamento. Como tal, as suas palavras são um fel muito amargo de quem se diz apto a encaixar todas as críticas que lhe são dirigidas pela sua actuação política.

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Não, não vale

Não vale nem a porra de um voto.

É muito triste chegarmos à conclusão que até os políticos locais não valem nada enquanto seres humanos. Depois do erro feito, nem se prestam a ter a hombridade de assumir o erro e ir a um simples funeral prestar condolências a uma família enlutada.

Não é a questão de denunciar um desvio de 600 euros. É a questão de tratar os problemas em praça pública, como se um jovem de 35 anos que comete um erro que custa míseros 600 euros merecesse um linchamento em praça pública.

Fica também um aviso para os diários locais. Sei que me lêem. Pior, sei que me roubam informação e nem tem consideração em pedir autorização ou mencionar a fonte. Não emprenhem tanto pelos ouvidos. Espero que abram falência. O vosso sensacionalismo custa vida humanas e a vossa deontologia da profissão é nula.

Coimbra não aprende. Coimbra é uma cidade que julga antes de tomar atitude pedagógicas. Coimbra é um cidade que ataca antes de pedir a paz. Coimbra é um cidade de elitistas que não avança para a frente porque a elite julga-se merecedora de dominar as vidas de todos. Coimbra é uma cidade triste. Tristíssima.

Demita-se Carlos Cidade. Não tem idoneidade para se manter no cargo que ocupa.

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Carlos Cidade não se deve apenas demitir das suas funções na CMC. Deveria ser automaticamente demitido pela lei da vereação que ocupa.

Num país que preza o respeito pela vida humana, Cidade jamais poderia alguma vez ousar candidatar-se a um cargo público depois deste suicidio lamentável.



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Marcha atrás em Guimarães

O presidente da Câmara de Guimarães retirou confiança política à Fundação Cidade de Guimarães, fundação encarregue do programa “Capital Europeia da Cultura 2012” e à sua líder Cristina Azevedo.

O autarca António Magalhães justificou essa decisão pelo atraso que a fundação estava a provocar na organização e programação do evento.

Porque é que será que foi retirada a confiança política?

1. O barraco que a Fundação deu ao anunciar o nome dos Coldplay como um dos pontos altos das festividades, nome que criou muita expectativa entre o público e viria a ser desmentido semanas depois.

2. Grupos de trabalho bem pagos, que pouco ou nada se reuniram desde a sua criação. Um rojo de dinheiro que foi pago a esses grupos de trabalho, sem que qualquer trabalho visível fosse produzido.

3. 2012 é já dentro de 5 meses e ainda não existe uma programação concreta e sólida.  Aliás, nem existe um protocolo assinado. No entanto, é incalculável o dinheiro gasto pela Câmara e pela Secretaria de Estado da Culturaantigo Ministério da Cultura na programação do evento. 

4. Cristina Azevedo está a ser muito criticada pelas associações culturais locais, devido à exclusão de algumas destas dos eventos.


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Cortes de rating

A Moody´s também cortou o rating das Câmaras de Sintra e Lisboa, da Região Autónoma da Madeira e dos Açores.

A Câmara de Sintra assim como a Câmara Municipal do Porto já afirmaram que não irão renovar o contrato com a agência de rating, facto que deveria ser seguido pelo Estado Português, bancos, empresas públicas, regiões autónomas, empresas privadas e autarquias.

Já agora porque é que também não cortam o rating da Câmara Municipal de Águeda? Podem sempre pegar pelas ciclovias que o PSD tanto contesta, pelas despesas no Agitágueda e na Festa do Leitão, pela flauta do nariz do Tónio da Loiça, pelo facto do Daniel Arede estar sempre a chatear as pessoas e o turistas camones e pelos jacintos na Pateira que podem ser prejudiciais à flora e fauna aquática!!


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