Tag Archives: arbitragem

coisas do futebol do médio oriente

Na Liga de Futebol do Líbano. O árbitro decidiu terminar a carreira depois de ter sido perseguido e agredido no relvado durante 3 minutos. Contudo, estava difícil a jogadores profissionais apanhar um árbitro de 43 anos!

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Que se prepare para voltar aos relvados na próxima eusébio cup

Irreal. Irracional.

Os amigáveis de clubes que se disputam por esta altura em todo o mundo são jogos cuja nomeação da arbitragem para os mesmos pertence às federações do país onde se realizar o jogo ou a uma onde um dos clubes intervenientes seja afiliado. Como tal, se o árbitro dessa partida, agredido pelo jogador do Benfica, decidir escrever o incidente no obrigatório relatório de arbitragem da partida, será aberta uma queixa na UEFA por parte da federação em causa (neste caso a Alemã) e poderá ser estabelecida uma punição para os clubes (Dusseldorf e Benfica) e para o jogador que agrediu.

Desde que acompanho a sério o futebol, só me lembro de uma situação do mesmo género e outra, que pode ser dada como análoga:

1. O enfant terrível do fascismo Paolo Di Canio (aquele que saudou uma vez os irreducibile laziale com a saudação fascista de Mussolini) na irónica época de 1997\1998 ao serviço do Sheffield de Wednesday, depois de se ter pegado com o central do Arsenal Martin Keown, empurrou o então arbitro internacional Paul Alcock depois de ter visto cartão vermelho. A FA castigou o jogador italiano com uma suspensão de 11 jogos e uma multa de 10 mil libras.

2. Um ano antes do incidente protagonizado por Di Canio em Inglaterra, o actual treinador do Sporting Ricardo Sá Pinto, tendo a notícia que não estava no lote de convocados de Artur Jorge para os encontros de então da Selecção Nacional, dirigiu-se ao Jamor e agrediu com socos o seleccionador nacional da altura (Artur Jorge) e o seu adjunto (Rui Águas). Depois de um longo processo contencioso na FIFA, onde a FPF apelou ao organismo internacional para que punisse de forma exemplar o jogador do Sporting, a mesma acabou por se decidir por 1 ano de suspensão do atleta, exclusivo à participação em competições organizadas pela FPF. Esse facto levaria o Sporting a procurar um novo clube para o atleta e a transferi-lo para a Real Sociedad, onde pudesse continuar a sua carreira.

Visto que o futebol é uma arca cheia de momentos e histórias, é de relembrar que o capitão do Benfica já protagonizou uma cena no passado com um antigo companheiro de equipa, situação à qual passou impune na justiça desportiva:

Estavamos a meio da temporada 2007\2008 num jogo disputado no Estádio do Bonfim entre o Vitória de Setúbal e o Benfica. Com os sadinos a vencer a partida, Luisão e Katsouranis desentenderam-se no relvado e estiveram perto de trocar uns mimos. O arbitro dessa partida optou por não expulsar os dois jogadores como determinam as leis do jogo para casos de agressões dentro e fora do relvado.

Já que estou numa de analogias, num futebol mais evoluído que o Português, na época 2004\2005, dois jogadores do Newcastle (Kieron Dyer e Lee Bowyer) tiveram uma atitude semelhante, esbofeteando-se no relvado como podemos ver pelas imagens do video abaixo postado:

Sem meias medidas, o arbitro da partida expulsou os dois atletas e a FA voltou a ter mão pesada no desfecho do caso, punindo os dois jogadores com 3 jogos de suspensão.

No que toca ao incidente desta tarde no jogo entre Dusseldorf e Benfica:

1. Dado que o carácter amigável do jogo e a nomeação da arbitragem pela Federação Alemã, caso o árbitro da partida decida escrever o incidente no relatório de jogo (não vão Rui Costa ou o LF Vieira fazer a habitual visita ao balneário do árbitro) levará a que a federação germânica comunique a intenção da UEFA abrir um processo disciplinar ao capitão encarnado. Até porque Luisão é o capitão de equipa e o lema da UEFA pelo “respeito” no futebol deverá garantir que os capitães das principais equipas europeias sejam os primeiros a praticar o respeito pelas leis do jogo. Dúvido portanto que esta situação passe em claro aos olhos da instituição que guia o desenrolar do futebol europeu.

2. A própria FPF deverá fazer uma visita ao passado e ao caso específico de Ricardo Sá Pinto. Se um murro num seleccionador nacional valeu 1 ano de suspensão, o que deverá valer um empurrão num árbitro? Esperemos que a instituição presidida por Fernando Gomes volte a demonstrar a força de pulso que Gilberto Madaíl e seus pares demonstraram aquando do caso do agora treinador do Sporting.

Luisão poderá começar a pensar em comprar o red pass para os jogos do Benfica no Estádio da Luz. Estou seguro que só o voltaremos a ver jogar na próxima Eusébio Cup.

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agora é que não lhe cabe um grão pelo cu acima

Pedro Proença, a coisa mais fraca e prepotente da arbitragem Portuguesa.

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falta de categoria

Dizia-me uma pessoa no café que maior parte dos arbitros portugueses “como não jogaram futebol” não são gajos que entendem o futebol.

A mesma pessoa foi unânime aquilo que acho sobre Bruno Paixão: falta de categoria.

Bruno Paixão é um agente que anda a mais no futebol português. Não é de hoje. Bruno Paixão anda a mais no futebol português há anos.

Falamos de um árbitro que há uns anos atrás, no final de um jogo da Académica no antigo Calhabé, foi acusado por uma oficial da PSP de se ter exibido na porta do seu balneário apenas de toalha à cintura e de posteriormente se ter desnudado à frente da mesma.

Incidente à parte, Bruno Paixão é um indecente. Acredito que já tenha prejudicado todas as equipas da 1ª liga durante os anos em que é árbitro de 1ª categoria. Quando apita o Sporting, o Sporting não ganha. Não é que o Sporting jogue muito nesses jogos, mas Paixão mal ou bem mete sempre o seu dedinho no jogo.

Não consigo perceber como se mantem na 1ª categoria de arbitragem. Vê os lances de longe. Tem uns auxiliares miseráveis. Deixa que o jogo se paute por constantes paragens. É demasiado excessivo no capítulo técnico, muitas vezes dando amarelo por faltas curriqueiras. Marca penaltis após penaltis sem sequer ponderar a melhor decisão. De vez em quando alterna entre a excessividade de paragens e cartões e o regaboff total dentro das 4 linhas onde tudo é permitido aos atletas. Fala demasiado com os treinadores em ímpetos de falso-moralismo e tem uma coisa que me irrita imenso: demora séculos quando exibe cartões.

Bruno Paixão é indecente. Provavelmente deve ter um bom padrinho entre a comissão de arbitragem. Não consigo também perceber como é que conseguiu que a FIFA o tornasse árbitro de elite. Enfim, é fraco, é incompetente e é indecente.

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infelicidades

Pedro Proença, o único árbitro português destacado para arbitrar no próximo Europeu de Futebol afirmou hoje publicamente que os arbitros lusos estão no “nos limites das suas capacidades”(…) “A questão, neste momento, é que ser amador num espectáculo completamente profissional não oferece condições para fazer mais do que o que fazemos” – completou.

O mesmo também disse que o rumo à profissionalização deve ser um passo irreversível, mas não entanto não é sinal para que os arbitros não errem mas, segundo palavras do próprio “errem menos”.

Se os arbitros estão nos limites das suas capacidades como diz este senhor, não merecem ser profissionais porque tal facto só revela apenas uma coisa: não tem qualidade para tal. Exigir profissionalismo à arbitragem contem obviamente uma premissa que me parece obrigatória e que neste momento não é cumprida pela arbitragem portuguesa: isenção. Existem outros casos na 1ª categoria como os de Cosme Machado, Bruno Paixão, João Capela e Artur Soares Dias que no meu entender não padecem de vício de falta de isenção, porque o dislate não chega a tal, mas sim de burrice pura e dura e de falta de capacidades para conduzir devidamente um jogo de futebol.

E ainda bem que o jeitoso se considera amador. É bom saber que um amador como ele leva 33 mil euros de bonificações para casa durante uma época desportiva.

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Miséria Argentina

A jogar em casa perante os seus adeptos, esta selecção argentina não ata nem desata.

Depois do empate contra a Bolívia, o empate frente à Colômbia e apenas a vitória interessa aos argentinos contra a Costa Rica (que hoje joga com a Bolívia) para poderem passar à 2ª fase. A vitória no grupo, essa será muito difícil.

Jogo ridículo por parte dos Argentinos. Pior que no jogo contra a Bolívia. Não mereceram sequer o empate, tendo em conta as 5 oportunidades de golo claras que a Colômbia dispôs durante os 90 minutos.

Mexendo apenas no sector defensivo com a troca de Rojo por Zabaleta e a passagem de Zanetti para a esquerda do terreno, os problemas de falta de estruturação e ligação do meio campo com o ataque continuaram na Selecção das pampas. Do ataque, Messi e Lavezzi não fizeram rigorosamente nada e Carlos Teves foi talvez o único inconformado desta equipa Argentina durante a partida. Incompreensível também foi uma das substituições de Sérgio Batista: entrou Gago (acumulou 189 minutos pelo Real Madrid esta época; não sei como foi convocado) para o lugar de Cambiasso quando se exigia de início alguém com as características de um 10: tanto poderia ser Messi como Javier Pastore ou até Riquelme se fosse convocado.

Esta péssima exibição vem claramente contra as palavras do Presidente da Federação Argentina Julio Grandona quando afirmou “Messi não joga mal, os outros é que jogam mal” – Definitivamente todos (à excepção de Tevez, Zanetti, Aguero e Mascherano) estão a jogar mal na Selecção Argentina. Messi, Lavezzi, Burdisso e Gabi Milito tiveram duas exibições para esquecer. O guarda-redes Sérgio Romero teve uma noite menos boa frente à Bolívia mas foi precioso contra a Colômbia nesta madrugada ao defender dois remates de Falcao que levavam selo de golo.

A Colômbia mostrou de facto que tem uma excelente selecção. A melhor desde a geração de ouro dos anos 90. Guarin (fez novamente um jogo notável) Falcao, Armero, Moreno (esteve com um pé em Alvalade; não é mau jogador) Zuniga, Adrian Ramos e os veteranos Yepes e Perea, juntando aos novos valores do futebol argentino como James Rodriguez e Santiago Arias podem constituir uma selecção que pode obter bons resultados tanto ao nível das competições e qualificações da América do Sul como no próximo mundial em 2014.

No que toca a esta Copa América, pelo que vi a Colômbia tem todas as condições para pelo menos chegar à final.

Na arbitragem, destaque para o erro claríssimo do árbitro brasileiro aos 24″ quando Adrian Ramos foi claramente derrubado na área por Nicolás Burdisso. 1º porque era penalty e Burdisso vinha para a rua. 2º porque o árbitro deixou passar a jogada quando a bola sobrou para o falhanço incrível de Moreno, e se o fez propositadamente é um erro ainda mais grave visto que nas leis do jogo não existe lei da vantagem quando se trata de uma grande penalidade.

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A arbitragem em Portugal não é assim tão má

No jogo do Mundial feminino entre a Austrália e a Guiné-Equatorial, uma jogadora africana (como as imagens mostram) agarrou deliberadamente a bola com as duas mãos e mesmo assim, não deu motivo suficiente aos arbitros para marcar grande penalidade.

Como podem verificar, os erros de arbitragem da liga portuguesa em relação a um erro deste género é uma coisa de meninos. Vitor Pereira deve dar-se como feliz.

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Amigo não empata amigo!

A nomeação de Carlos Xistra para o jogo de ontem causou alguma polémica, visto que os regulamentos da Liga de Clubes e os regulamentos da Federação não batem certo.

Nos jogos da Liga, em jogos entre equipas da mesma associação de futebol distrital pode ser nomeado um árbitro da mesma associação de futebol assim como em jogos de equipas de  associações distritais diferentes, poderá ser nomeado um árbitro da mesma associação distrital de um das equipas.

Nos jogos da Federação, os estatutos prevêem que não podem ser nomeados árbitros das mesmas associações distritais das equipas em confronto. Daí que tenha sido nomeado Carlos Xistra para o clássico que se realizou ontem.

A acrescentar a este facto, para o jogo de ontem teria que ser nomeado um internacional. Reduziam-se assim, entre os árbitros de 1ª categoria, as escolhas para 3 nomes: Carlos Xistra, Olegário Benquerença ou o sempre “simpático” Bruno Paixão.

Se Benquerença era um nome riscado, dadas as divergências existentes entre os clubes em confronto quanto ao nome do árbitro Leiriense, colocar Bruno Paixão na Luz seria o mesmo que um desastre total. Daí que Xistra tenha parecido à luz da Federação uma escolha sensata.

Rivalidades à parte, Xistra e os seus auxiliares erraram por 4 vezes no clássico: 4 erros com influência directa no resultado final, erros que felizmente não retiraram a verdade desportiva à eliminatória que o Porto, desde já, venceu justamente

Falo do golo de Hulk em claro fora-de-jogo, do penalti mal assinalado a favor do Benfica e de duas expulsões que deveria ter acontecido: a de Cristian Rodriguez e a de Carlos Martins, que esteve mais interessado em interagir com os elementos do banco do Porto do que no que se passava dentro das 4 linhas.

Xistra fez uma arbitragem medíocre, notando-se claramente que não é árbitro para estes tipos de jogos. A arbitragem Portuguesa continua no seu melhor, a rivalidade entre o Porto e o Benfica continua no seu melhor. Outra pergunta que aqui coloco é quando é que as instâncias que regulam o futebol português colocam finalmente um ponto final nesta rivalidade doentia, sancionando com dureza os dois clubes por aquilo que têm dito e feito ao longo desta época?

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Naval 2-2 Beira-Mar

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Empate inaceitável contra a Naval a 2 bolas.

Frente a um adversário que está com a corda ao pescoço, o Beira-Mar chegou facilmente à vantagem de 2-0, cedendo nos minutos finais graças a faltas cometidas dentro da área que a Naval converteu de grande penalidade.

O jogo fica obviamente marcado pela fraca actuação de Jorge Sousa, que na 1ª parte protagonizou um lance caricato no golo de Tatu e uma decisão precipitada no lance da grande penalidade que Fábio Jr haveria de falhar. Na 2ª parte, o lance que deu origem à grande penalidade que deu o 1-2 para a Naval é um erro grosseiro do árbitro Portuense.

Do jogo da Figueira da Foz sobressaiu novamente a qualidade de Leandro Tatu (cada vez mais creio que não fica na próxima época) e mais uma exibição bastante agradável de Rui Rego. Com nota negativa, destaco os centrais Hugo e Yohan – muito permeáveis, muito vulneráveis nos lances aéreos e extremamente nervosos na parte final da partida – motivo esse que deu este empate à Naval, a expulsão de Yohan e quase que resultou numa derrota.

O Beira-Mar segue em 9º com 29 pontos.


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Beira-Mar 1-1 Marítimo

Antes das ilações do jogo, o momento crucial: golo anulado ao Beira-Mar aos 90″ por pressuposto fora-de-jogo de Hugo no momento do cabeceamento que antecede o seu toque para golo. Para isso, peço-vos que parem o vídeo aos 59 segundos para verem a posição do Hugo.

O Beira-Mar recebeu ontem o Marítimo tendo empatado a 1 bola. Não foi um jogo bem disputado, se bem que o Beira-Mar fez mais para vencer que o Marítimo.  E ao fim ao cabo, venceu, não fosse o facto de Artur Soares Dias ter invalidado um golo claramente limpo.

Nota-se que o Marítimo é uma equipa que tem outros argumentos. É uma equipa composta por jogadores com uma tecnica mais apurada e com um bom sentido tactico. No entanto, no jogo de ontem, o Beira-Mar foi mais forte. O Marítimo limitou-se a tentar anular lá atrás a influência do trio da frente (Varela, Artur e Wilson) de modo a poder jogar num contra-ataque deliberado em que Kléber e Babá são grandes especialistas. O Beira-Mar é uma equipa que comete muitos erros e que ainda não tem os processos ofensivos bem assimilados. Para além do facto de não ter um grande desiquilibrador, a circulação de bola é imperfeita, cometendo-se muitos erros no passe (principalmente Djamal e João Luis) e nas recepções (Renan e Wilson).

Defensivamente nota-se que falta alguma acutilância e agressividade quando o adversário tem a bola. Tenho visto que a equipa não ataca o portador da bola, optando por esperar que o adversário suba com bola pelo terreno para tentar neutralizar o perigo perto ou dentro da grande área. É um grande risco que a equipa assume e que se pode pagar bem caro. Também ao nível dos ressaltos, a equipa demonstra pouca agressividade. Nos lances aéreos, as bolas aparecem quase sempre a pingar à entrada da área para um adversário que dali pode causar muito perigo se rematar. É preciso portanto que se ganhem essas segundas bolas.

No entanto, ontem o Beira-Mar tomou o ascendente do jogo do princípio ao fim e podia ter construído uma vitória tranquila. Desde logo no primeiro minuto quando Wilson Eduardo apareceu na cara de Marcelo. Durante os 90 minutos foram muitas as ocasiões que por infelicidade não deram em golo: os remates de Renan e Djamal, um lance de Alex Maranhão e outro de Ronny se não estou em erro. Ao nível do espírito de luta, a equipa esteve de parabéns. Se o futebol por vezes é mal jogado, a equipa demonstra que quer vencer as partidas e isso é muito bom e dá bons indicadores para o resto da época.

Em jeito de conclusão, apenas me resta deixar um aviso ao Conselho de Arbitragem da Liga: se realmente querem tornar os arbitros profissionais, comecem a separar o trigo do joio e a ver quem realmente tem qualidade. Este senhor do apito É REALMENTE MUITO FRACO. E isso, já o tinha reparado desde que o vi pela primeira vez.
Do ponto de vista tecnico não sabe dirigir um jogo sem o interromper em demasia. Do ponto de vista disciplinar, é capaz de dar um amarelo por uma merdinha de nada e de expulsar correctamente por agressão sem qualquer tipo de problemas. No entanto, ontem, lesou claramente o Beira-Mar em 2 pontos, que no final das contas do campeonato podem fazer falta. Nesta altura, estes dois pontos punham o Beira numa posição muito interessante no campeonato. O Sr. Artur Soares Dias, na altura do lance, deve ter dito para si mesmo que um clube como o Beira-Mar não pode estar à frente de outros conjuntos com mais poderio económico como por exemplo o Benfica, o Nacional ou até mesmo o Sporting de Braga caso perca a sua partida de hoje.

Neste caso, o que o povão diz é correcto e pode servir de analogia para os Srs. da Liga: quando pensarem trazer de novo Artur Soares Dias para apitar o Beira, ide roubar para o caralho.

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Tesourinhos deprimentes do Futebol Português #4

A revolta de Avelino Ferreira Torres, “o antigo proprietário do feudo de Marco de Canaveses” após um jogo em que o FC Marco foi prejudicado pela arbitragem, na altura na 2ª liga.

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