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Académica 3-3 Beira-Mar


Resumidamente, faço a minha observação sob o desenrolar deste Académica 3-3 Beira-Mar por tópicos:

Em primeiro lugar, faço do relato do jogo o relato que o Pedro Alcaide e o Zé Ribeiro nos deixaram no Beira-Mar 1922 e no Bancada Norte. Eu próprio não conseguiria exprimir tão bem aquilo que se passou dentro das 4 linhas.

Aproveito também para publicamente deixar o recado à futura direcção do Beira-Mar para a próxima época: contra a Académica, bilhetes a 1 euro para o pessoal de Coimbra com entrada barrada a todos aqueles que não se apresentem com uma camisola do Beira-Mar. Se vamos brincar no preço dos bilhetes, vamos brincar a sério desta vez.

Em segundo lugar, quero perguntar quem é a Mancha Negra? É alguma seita? É que a única mancha negra que conheço é a do petróleo que foi derramado no Golfo do México há uns meses atrás pela Exxon Mobil. Em Coimbra não há nenhuma mancha negra. Se existe, não se viram, não se ouviram…

Em terceiro lugar, quero agradecer publicamente ao Artur Cruz (presidente dos Auri-Negros), ao Nuno Quintaneiro Martins, a todos os Ultras e a todo o público que povoou aquele pedaço de bancada do Topo Sul e que não se calou durante 90 minutos. O esforço deles para que esta verdadeira Invasão fosse um sucesso foi inegável, altruísta e de um amor tremendo pelo clube.

Em quarto lugar, quero agradecer aos jogadores e equipa técnica por mais 90 minutos à beira-mar. A raça, a crença na vitória, o espírito de luta,  parece nunca acabar neste grupo, que a bom da verdade não merece o 8º lugar mas sim o 3º da Liga. Honram Aveiro, honram-nos a nós em todos os campos onde vão jogar esta época.

Em quinto lugar, gostaria de abrir o dicionário para vos dar o significado do apelido do árbitro: Gralha.

Segundo o dicionário de língua portuguesa que disponho aqui em casa, gralha significa “um passáro negro muito ruidoso um texto cheio de erros ortográficos ou no calão, o ataque a alguém que comete muitos erros deliberadamente”

Penso que está tudo explicado em relação ao Gralha (André), árbitro desta partida.

Talvez, os pais do referido senhor deveriam ter o apelido Graça, visto que o filho fez com que pela obra e graça do Sr. a Académica empatasse esta partida.

Aos fiscais de linha de André Gralha, só lhes posso recomendar uma ida ao Dr. Louceiro (atende nos HUC, em Águeda e em Aveiro)  para fazer um check-up rigoroso à visão pois não compreendo como é que em dois lances iguais conseguiram assinalar um golo e anular outro. Talvez o facto de ser o 4-3 (sim porque no final considero que o Beira ganhou 5-3) e de ser aos 89″ deverá ter influenciado a sua decisão.

Já agora, caso necessitem de óculos, vão ao presidente arguido apresentar a factura, visto que quem paga o jantar é sempre o aniversariante.

Em sexto lugar, tenho a referir como o futebol faz com que apareça gente burra na blogosfera. A tendência clubística exacerbada de alguns senhores que andam sempre ali pelos lados do Estádio Municipal de Coimbra torna-os acéfalos e impede-os de ver a bola com uma ponta de brio e verdade desportiva. O Administrador do Académica Sempre e um tal de Rui Rodrigues que comentou aqui no Record Online são o exemplo de pessoas cujas palas na cabeça os impedem de ver o futebol como ele é para além do Bairro Norton de Matos.

Em sétimo lugar e por último, como sou uma pessoa que preza o fairplay no futebol, lamento o acidente que aconteceu ao JP líder da tal mancha negra que hoje caiu ao festejar o golo da Briosa e partiu o cotovelo, desejando-lhe rápidas melhoras.

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