Category Archives: Transportes

as porcas e os rebites

O novo Titanic II vai ser construído por uma empresa estatal chinesa. Diz o proprietário que vai ter 18 botes salva-vidas, os suficientes para resgatar os cerca de 2400 passageiros em caso de naufrágio. Pela primeira premissa deste post, sei eu bem quem não irá navegar nele.

Com as etiquetas , , ,

será?

O Efromovich não tinha 20 milhoezecos para dar pela TAP querem ver? Ou será que o Relvas voltou a atolar-se tanto que o governo chegou ao ponto de considerar que era melhor congelar a coisa? Ou os angolanos disseram que não, que não podia ser? Ou será que a proposta era mais um embuste deste governo para dar pérolas a porcos? Ou será que perceberam à última da hora que a TAP, bem gerida, poderá constituir-se um activo de excelência para o futuro do Estado? 

Com as etiquetas , , , , , , ,

assustador

a cartilha de Friedman a ser levada ao extremo neste país: a ANACOM tem mãos a proposta de fusão entre a Optimus e a ZON, cuja propriedade de 48% das acções irá pertencer à família dos Santos. Controlará a Optimus, a ZON, fundará um generalista próprio (para propaganda do regime angolano?) e controlará o impiedoso e inútil Sol. A RTP deverá ser privatizada e um dos principais interessados é a Newshold. Para quem não sabe, a holding que detém o célebre Jornal de Angola, ou seja, José Eduardo dos Santos. Holding sediada, imagine-se, no Panamá. Mais uma vez. A TAP será privatizada a troco de peanuts (tive a fazer as contas e será vendida por algo como 4 milhões de euros na prática) a Germán Efromovich, mais uma daquelas histórias de riqueza comoventes de um polaco (nascido na Bolívia, naturalizado colombiano), radicado no Brasil que começou por vender enciclopédias e fez fortuna na área do petróleo e manutenção de submarinos.

tudo bem, não fosse o facto de:

1. O império que José Eduardo dos Santos quer construir em Portugal terá custos gravíssimos para o consumidor. Com a fusão da Optimus e da Zon, vai eliminar por completo a pouca concorrência de um sector completamente minado por oligopólios, quando o país precisava de facto de uma liberalização do mesmo para que novos operadores pudessem revolucionar os exorbitantes preços cobrados pelas operadores destes serviços.

2. Para além do mais controlará dois órgãos de comunicação social em Portugal, sendo que um deles é precisamente a televisão pública.

3. Sobre a venda da TAP. São claras como água as ligações de Efromovich com um dos mais importantes polvos da política Brasileira: José Dirceu, o deputado Trabalhista que servia de epicentro do escândalo do mensalão, recentemente condenado a uma pena de 10 anos de prisão por corrupção, peculato e tráfico de influências.

O que me escandaliza, sobretudo, é a conexão paralela destes negócios, autorizados pela corja (troika) que nos comanda: nem mais nem menos que o suspeito do costume, o Relvas.

Foi o Relvas que há uns meses atrás foi baixar o cú ao governo angolano. É o Relvas que toma conta com cuidado e carinho dos negócios da cassula de José Eduardo dos Santos em Portugal. E como podemos ver na notícia do Jornal Público acima postada, é o mesmo Relvas que serve de intermédio entre o governo e as recomendações de negócios de Dirceu e Efromovich em relação à TAP, possivelmente privatizada na prática por 4 milhões de euros à luz desta negociata. 4 milhões pela TAP, sabendo que é a companhia aérea europeia com melhor reputação no mercado sul-americano? Isso faz-se Relvas? A TAP, cujo gestor é precisamente de nacionalidade brasileira, cujo gestor é o 2º mais bem pago nas empresas públicas portuguesas vale para Efromovich 4 milhões de euros?

Para terminar, espanta-me, repito, espanta-me que ainda hoje, depois de licenciaturas forjadas, de controlos severos e inconstitucionais à liberdade de imprensa, à liberdade de expressão e opinião e de negociatas com estrangeiros e nacionais (recordar o exemplo do BESI e das informações que Ricciardi queria saber acerca de privatizações; das quais falarei mais à frente neste blog visto que tenho informações que mais ninguém tem sobre esse dossier e sobre um caso em particular da cidade de coimbra) tendo em conta a transferência gratuita de património do estado para as mãos de privados, não haja alguém (sei lá, um primeiro-ministro, um presidente da república, um líder do partido com qual o PSD faz coligação governativa, uma procurador-geral da república, um presidente do Constitucional) que ponha mão neste Relvas e que o afaste de forma compulsiva da governação do país.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A verdadezinha do dia

“Se não há combinação de preços entre marcas há intervenção divina.”

Luis Marques Mendes a propósito dos preços dos combustíveis.

Com as etiquetas , ,

faz o que eu digo; não faças o que eu faço

“Lembro-me de o Dr. Paulo Portas [na oposição] ir a Espanha encher o seu depósito para demonstrar a indignação com os aumentos dos combustíveis em Portugal. Por isso, queria trazer um momento de simpatia para com o ministro dos Negócios Estrangeiros, que todo o fim de semana, coitadinho, tem que ir com o seu carrinho até Badajoz continuar coerentemente a sua batalha contra o aumento do preço dos combustíveis.”

Francisco Louçã

 

Com as etiquetas , , , , , , , , , ,

Frase do dia

Esta frase pertence ao comandante do Costa Concordia Francesco Schettino: “Quando me apercebi de que o navio estava inclinado, fui-me”

Espectáculo!

 

Com as etiquetas , , , ,

vais a pé que vais bem

O passe social do metro de Lisboa vai aumentar no mês de Fevereiro dos actuais 23 euros mensais para os 29 euros.

Ao mesmo tempo, os autocarros urbanos de Lisboa, a Carris e o Metro vão disponibilizar um passe único, o Navegante, que também será inflaccionado tendo em conta o cálculo dos actuais preços mensais dos passes dos 3 meios de transporte.

Já que Cavaco Silva diz que a sua reforma não dá para pagar a despesa, e devido ao caso problemático que a sua família actualmente vive, é caso para dizer que os malvados dos gestores destas empresas públicas vão diminuir ainda mais o parco rendimento do aníbal e da maria e vão obrigar o Cavaquito a andar mais a pé pela cidade de Lisboa. No entanto, creio que tal medida não será assim tão lesiva ao PR, não sendo ele um antigo barreirista na categoria dos 110m. Como o ditado diz, quem corre por gosto não cansa.

Com as etiquetas , , , , , , , ,

A dita ética social

A ética social é a ética em ordena que os estudantes e idosos perdem os 50% de descontos nos passes sociais a que tem direito.

Ainda hoje Pedro Mota Soares discursava sobre o que achava ser ética social no debate sobre o Orçamento de Estado…

O Orçamento de Estado passou, mas a fome e a miséria alastram no nosso país. Ponham os vossos olhos aqui nesta bonita realidade do nosso país retratada pelo Público. 

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , ,

As mentiras de Pedro Passos Coelho

1. A mais crassa de todas. Livro favorito: “A Metafísica dos Costumes” de Hegel quando toda a gente sabe que a “A Fundamentação Metafísica dos Costumes” foi escrita por Immanuel Kant. Nem no nome completo do livro, Passos conseguiu acertar.

Era na altura este o candidato que o PSD pretendia lançar contra José Sócrates. Será que Passos algum dia virá desmentir esta como veio tentar desmentir a declaração do “desvio colossal”.

2. “O passe social dos transportes para que todos possam andar de transportes públicos”

“O passe de Coelho” – um passe para trás é certo (sublinhado meu)

Passos Coelho quer um passe social só para pobres. Como os que nos têm governado, não fez as contas certas. Ao subsidiar o transporte coletivo o Estado poupa dinheiro. À sociedade, à economia e a si próprio.” ín Expresso, 8 de Fevereiro de 2011.

No fim de Julho, após reunião de Conselho de Ministros, o governo de Coligação decide aumentar em média 15% o preço dos transportes públicos. Passos Coelho faz-se refém do Memorando de Entendimento assinado pela troika (ver aqui).

O Ministro das Finanças Álvaro Santos Pereira, sim, aquele bacalhau que o PSD foi buscar ao Canadá para o Movimento Mais Sociedade, lança as tarifas sociais. Quais tarifas sociais? Ver aqui. Estão contempladas nos transportes Públicos? Em quais? Nos que sofreram aumento?

Fonte: i online.

3. “O BPN”

Ver aqui, a 10 de Dezembro do ano transacto.

Pedro Passos Coelho pedia ao executivo Sócrates, em particular ao Ministro Teixeira dos Santos, informação clara e concisa sobre o estado do BPN e os custos que as decisões do estado em relação ao banco iriam custar aos cofres públicos.

“Em dever de lealdade, transparência e rigor, era importante que, depois de terem falhado as operações que o governo tinha destinado para o BPN ainda este ano, nomeadamente a sua reprivatização, houvesse uma informação clara e concisa ao país quanto à intenção que tem para futuro e sobretudo ao custo que essa intervenção representa nos dias de hoje” – defendeu perante os jornalistas.

fonte: Jornal de Notícias

A 30 de Julho de 2011, 7 meses e 20 dias depois, já como primeiro ministro deu autorização ao seu ministro das Finanças para vender o BPN à pior proposta possível, feita por um banco cuja cara principal é um gestor que já foi ministro de um Governo Constitucional do PSD (Mira Amaral) e ainda por cima para além dos 2360 milhões de euros que custou aos contribuíntes portugueses, a proposta vencedora ainda contempla que o estado tenha que pagar indeminizações aos funcionários que o BIC irá reduzir no banco, acartar com as custas de metade da totalidade do crédito mal parado e acartar com os custos do fecho de dependências e agências do banco.

Uma intervenção brilhante.

Juntando a isto, o facto de Pedro Passos Coelho e do seu ministro das finanças ainda não terem disponibilizado publicamente as ofertas dos outros interessados à compra do banco. Revela uma clareza e uma transparência formidável, estando praticamente esmiuçadas pela Comunicação Social as melhores ofertas tanto de Montepio como dos investidores que fizeram proposta para comprar o banco.

Mais uma mentira, portanto.

4. “Passos Coelho e os impostos”

A 21 de Março: “devem descer, porque Portugal tem uma carga tributária e fiscal excessiva.” – era candidato, precisava obviamente deste trunfo para se fazer ao povo.

Expresso

A 24 de Março: “devem subir para o Estado obter receitas extraordinárias”  – em Bruxelas.

No mesmo dia à TVI: “Não posso prometer que não aumente os impostos”


A 5 de Maio: “não irão aumentar. Isso é uma invenção do PS” – era candidato, estava na recta final da caça ao voto.

Jornal de Notícias

O Governo toma posse e o que é que acontece? Imposto extraordinário sob 50% do subsídio de Natal dos que auferem rendimentos superiores ao salário mínimo.

Estamos perante um conjunto de mentiras cujo pior facto de realmente o serem, é a bipolaridade das declarações de Passos Coelho. Essa bipolaridade política que só os candidatos em vésperas de eleições conseguem manobrar: dizer sim e não conforme lhes convém, dançar ao som da música que lhes tocam e atirar as culpas para o principal adversário na contenda.

5. “O mercado de trabalho. Flexibilizar ou não flexibilizar. Criar emprego ou aumentar o estigma do desemprego”

“As políticas de emprego mais profundas, para combater o desemprego” – disse a 10 de Dezembro. Já liderava o PSD e já se sabia que seria candidato.

JN

“Aposta na criação de emprego para voltar a trazer a esperança às novas gerações” – a 11 de Maio, em plena campanha eleitoral.

Fonte: ‘PSD´

No Governo, aprova em conselho de ministros e faz uso da sua maioria parlamentar para aprovar a redução das indeminizações pagas por cada ano de trabalho aos novos contratos laborais de 30 para 20 dias.

Mais uma mentira, portanto.

Depois de todas estas declarações e da sua análise ao nível das primeiras intervenções feitas pelo Governo liderado por Passos Coelho, apenas posso concluir que o nosso primeiro-ministro é um mentiroso. Um mentiroso compulsivo de um calíbre e artimanhas comparáveis às do seu antecessor. Artimanhas das quais Passos Coelho tanto reclamava quando estava na oposição.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Em Viana do Castelo

400 postos de trabalhos suspensos nos Estaleiros Navais. 400 postos de trabalho suspensos, mais 400 famílias em desespero nos tempos futuros, mais 400 famílias em dificuldades financeiras.

Concordo com as palavras proferidas por Carvalho da Silva hoje em Viana do Castelo. 

O Governo pretende criar mais postos de emprego. Podem começar por resolver esta questão.

E o Presidente da República, armado ao pingarelho,  qual paladino-princípe D. Henrique fala fala fala da importância do Mar para a economia nacional e ainda não foi capaz de se pronunciar sobre este autêntico flagelo que se abate entre os trabalhadores do Estaleiro Naval de Viana do Castelo.

Cavaco Silva deve definitivamente deixar-se de proferir discursos ao belo estilo Salazarista e consequentemente deixar de  recomendar mais sacrifícios ao povo. Sacríficios, anda o povo português a fazer na última década. E não se avizinham melhorias. O povo quer emprego, o povo quer melhorias de vida, o povo está-se nas tintas para as dívidas que são acumuladas pelos governantes centrais e locais e pelos gestores públicos. O povo está-se a borrifar para os erros na gestão dos bancos privados. O povo quer um bom sistema de saúde, um bom sistema de ensino, qualificação profissional, pleno emprego, aumentos salariais, o direito a um sistema de segurança social que lhe garanta uma reforma que lhe permita ter um nível aceitável de vida de acordo com o princípio da dignidade humana e protecção em caso de invalidez ou infortúnio.

Cavaco deve ser mais poupado nas palavras.

Melhor, por vezes mais vale estar calado. Porque por vezes, já diz o ditado que “pela boca morre o peixe”.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , ,

Sobre o programa de governo

Em linhas gerais:

– Concordo com a suspensão do TGV LisboaMadrid. Afinal de contas não é necessária. Se por um lado poderia ser uma obra que gerasse algum emprego, é uma despesa inútil para o Estado Português. Talvez seja mais necessário para a competitividade internacional do nosso país uma melhor ligação à europa através do eixo de Irún.

Já quanto a um novo aeroporto, creio que existiria maior viabilidade em aproveitar aeroportos secundários existentes no nosso país como o caso de Monte Real e Beja.

– A privatização da TAP deixa a desejar, assim como a dos CTT. Nos moldes pensados pela coligação governamental não vão causar grandes diferenças à actualidade. Já a privatização da RTP é quadro bastante interessante assim como a liberalização do sector das comunicações, onde a competitividade será excelente para acabar com os oligopolios dominantes e assim promover serviços de maior qualidade ao menor custo possível ao utilizador.

– Nas energias renováveis assume-se a necessidade de fomentar as potencialidades do nosso país, mas de ora não existem medidas concretas que incentivem os cidadãos e as empresas a adquirir equipamentos de energias não-renováveis. Os benefícios fiscais garantidos pela aquisição não são actualmente satisfatórios.

– Ao nível da laboração das empresas de trabalho temporário não existem mudanças significativas. Promete-se a criação de mais emprego para jovens licenciados mas não se designa em que regime. Promete-se a inclusão social dos desempregados com mais de 55 anos através de um programa de reciclagem de qualificações e aprendizagem mas não se designa em que regime deverá acontecer a contratação. No entanto saúdam-se esforços para as políticas sociais de activação de desempregados dessas camadas etárias.

– Quanto ao subsídio de desemprego, mantem-se praticamente as notas do Memorando de Entendimento.

– Quanto ao arrendamento, a reavaliação das rendas (com benefício das camadas sociais mais desfavorecidas) não vai de encontro às mesmas, sabendo que uma das recomendações feitas pela Troika foi exactamente fomentar o arrendamento em vez da compra de casa de modo a evitar o endividamento excessivo das famílias.

– Ao nível da agricultura, o Estado quer fomentar a inclusão de jovens no processo agrícola mas não lhes destina mais do que um apoio ao nível de garante de terras que estão abandonadas ao cultivo.

– Ao nível da Administração Pública saúdam-se a extinção e fusão de organismos ineficientes ou cuja actividade é inexistente e a austeridade no uso de recursos públicos como viaturas e acabar-se-ão privilégios injustificados. 

– Ao nível económico financeiro, mais ajuda às Pequenas e Médias Empresas, a Venda do BPN até final do próximo mês (facto que considero quase impossível) possível aumento imediato do IVA em contraposição à redução da Taxa Social única, redução dos benefícios fiscais e consequentemente, mais diminuição do poder de compra dos cidadãos.

Está bem presente no programa governamental uma política destinada a promover aquilo que é resultado da nossa produção e que em caso de sucesso pode promover o sustento das actividades económicas existentes e a promoção de mais emprego.

Também existe responsabilização aos Ministérios que ultrapassarem os limites financeiros impostos pelo Orçamento de Estado e pela sua execução e prometem-se penalizações na execução seguinte.

– Nos Transportes públicos promete-se reavaliar as tarifas e modos de administração das empresas públicas como a TAP, a Metro Lisboa e a Carris, mas no entanto não existem medidas activas destinadas a responsabilizar gestores públicos por má-gestão e pelos prejuízos e desvios de fundos causados nessas empresas, casos da Metro e dos SMTUC em Coimbra.

– Na Educação, os Exames nacionais deixarão de ser feitos nos Ministérios.

– Na Solidariedade e Segurança Social, as pensões mínimas serão aumentadas anualmente ao nível da inflacção, medida que considero escassa. Creio que ao nível das reformas e pensões ninguém deveria receber menos que um ordenado mínimo nacional.


O programa governativo pode ser lido na íntegra aqui

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

World Naked Bike Ride (Lisboa)

Cerca de 200 portugueses pedalaram hoje em Lisboa na primeira edição da World Naked Bike Ride na capital Portuguesa.  (Notícia JN)

Basicamente, a World Naked Bike Ride é um movimento cívico à escala mundial cujo objectivo passa em fazer eventos públicos de cicloturismo (em que os participantes vão nusno caso Português em trajes menores) para alertar a sociedade para o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo nas grandes cidades.

E fazem muito bem. O que a malta gosta é de andar de bicicleta, montar as éguas, motocrosse, sexo livre e futebol de ataque.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,

Lixo

Mais uma notícia para o João Galamba comentar.

Desta vez meu caro João Galamba, nem as estatísticas do Eurostat, do Ministério das Finanças e do Valter Lemos te safam. Sim, porque está mais que provado que 66% das estatísticas do Valter Lemos são feitas na hora. Logo, nunca hão de bater certo com a realidade.

Relembro-te meu caro João Galamba – a agência de rating´s Moody´s cotou de forma ultra negativa as empresas em causa. Empresas públicas. Cotou-as de “junk”. Tipo, como quem dizer, lixo. Calma aí no andor. Lixo, cujos gestores que as administram ganham mais que o Presidente da República e ao mesmo nível de Nicolas Sarkozy ou Angela Merkel.

Estás muito calado João Galamba. Já diz o ditado e é bem verdade: “quem semeia ventos, colhe tempestades”

Com as etiquetas , , , , , , , , , , , ,

Quando for grande quero um destes

BMW GINA.

Está a ser trabalhado desde 2001 e poderá eventualmente ser adquirido a partir de 2012.


Com as etiquetas , , , , , , ,

Já não há Metro Mondego

“Já não há! Acabou! Morreu! Não há nada para ninguém daqueles lados” – Esta seria a frase ideal para descrever o sentimento que o Governo Socialista nutre perante Coimbra e o projecto do Metro Mondego.

Não há guito, caracanhol, verdinho, pasta, tusto, paca…

O secretário de Estado dos Transportes Carlos Correia da Fonseca negou a existência de dinheiro para construir o Metro Mondego para já: “Não há recursos neste momento para conseguir assegurar, com o ritmo que estava previsto, um investimento da ordem dos 455 milhões de euros, não temos hipóteses neste momento de o fazer. De qualquer maneira, fizeram-se obras na plataforma e esperamos continuar obras na plataforma, mas não podemos é garantir que vamos já assentar carris, pôr catenárias e preparar tudo para termos o metro dentro de pouco tempo” – disse o governante que hoje se ia reunir com os Presidentes da Câmara da Lousã e Miranda do Corvo para tentar arranjar soluções de transporte para aquelas zonas do distrito de Coimbra.

Depois da recente demissão de Carlos Encarnação na Câmara Municipal e de Álvaro Maia Seco na Metro Mondego (já sabia que a decisão governamental não contemplava verbas para o Metro) em Coimbra, a bitola política parece ser a do dinheiro: se há dinheiro para fazer obra, governa-se… se não houver dinheiro, vai-se para casa governar a choruda reforma…” – Nesta situação, Álvaro Maia Seco ejectou-se no tempo certo do Metro Mondego, mas ao que consta ainda não devolveu o carro à morbida empresa.

Com as etiquetas , , , , , , , , , , ,