Category Archives: Cinema

para ver agora

Documentário de 2012, apoiado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria da Cultura Brasileira que tem como pano de fundo os Legião Urbana de Renato Russo e a era de ouro do rock brasileiro.

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reminiscências

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visto

1. Perde por ser demasiado parado, por ter cenas muito longas, por ser demasiado longe (2 horas e pico; como vi no cinema pedi por intervalo várias vezes) e por não ter um plot-twist consistente e emotivo no seu final.

2. Perde pelo seu argumento estar muito parecido com o Retrato de Dorian Grey de Oscar Wilde.

3. Ganha pelo início (quem vê o início do filme pensa que vai ver um filmão).

4. Ganha pelas interpretações de Philip Seymour Hoffman e Joaquin Phoenix. Principalmente pela do segundo.

5. Ganha ao nível de fotografia. Existem picos de luz nos cenários do filme que são absolutamente delioiosos.

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grand finale

Ayn Rand. The Fountainhead.

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a ver

Um filme de Leonardo Constanzo. Seleccionado para a sessão competitiva do Festival de Veneza 2012 e vencedor da sessão competitiva do Lisboa Film Festival.

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maravilhas da internet

finalmente chegou ao youtube. puro e com legendas em Inglês.

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true

“O inferno não existe. O inferno é que aqui, somos nós.” – in “As linhas de Wellington” de Valéria Sarmiento.

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O Cheiro do Ralo

Das melhores importações cinematográficas vindas do país irmão.

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este também merece ser visto

o microcosmos da música portuguesa, contada desde os primeiros passos do rock de Daniel Bacelar ao punk dos Parkinsons.

parabéns a Eduardo Morais e ao resto da sua equipa por nos brindarem com uma hora de pura cultura.

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passado de glória, presente de merda

É no visionamento disto que vou buscar forças para lutar pela Académica. Vejam. Vejam a glória do passado e comparem com a merda que é o presente. Rua Morgado. Na tua posição ter-me-ia demitido seguramente. Não tens mais margem para viver de espinha direita enquanto presidente da instituição.

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para ver com atenção

As linhas de Wellington, da realizadora chilena Valeria Sarmiento, filme gravado em Portugal, produzido por um Português (Paulo Branco; o histórico produtor dos filmes de Manoel de Oliveira) e que conta com a participação de atrizes portuguesas. Brevemente num TAGV perto de si.

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acalma o pito jotinha

senão cais no ringue no primeiro assalto como o Gorgeous George.

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cameronadas

Anda aí uma notícia a dizer que o James Cameron desceu ao ponto mais fundo do oceano no ambito de uma expedição ao fundo dos oceanos.

Eu que pensava que ele já tinha descido ao ponto mais fundo do Oceano quando fez o titanic e que já tinha também descido ao ponto mais fundo da cinematografia quando fez o titanic e o avatar…

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Semana cultural da UC

Já arrancou.

Mesmo assim fica aqui o PDF –  suplementosemanacultural – com os eventos que irão decorrer nos próximos dias

 

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Grande Raquel Freire

Via Denúncia Coimbrã e Antena 1 (ouvir aqui a brilhante crónica de Raquel Freire)

Cara Raquel, nunca nos iremos calar.

Como cantava o Adriano Correia de Oliveira, nos versos de Manuel Alegre na “Trova do Vento que passa” como tão bem retratou no seu filme “Rasganço”: “há sempre alguém que resiste\há sempre alguém que diz não”

“Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio — é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.”

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