Category Archives: Arte

que coisa linda!

A  maravilhosa arte da artista plástica brasileira Regina Silveira.

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f2 formação fotográfica – Uma Aula de Fotojornalismo

Data: 9 Junho
Local: Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC)
Horário: 14:30/18:30 H

Preço:
Estudantes e Desempregados € 25,00
Profissionais € 40,00
Sócios e colaboradores regulares da Secção de Fotografia AAC € 20,00

+ info e pedidos de fichas de inscrição: sfotografia.aac@gmail.com

Queria ser fotógrafo e estudei arquitectura. Depois de arquitecto não mais larguei a fotografia.

Queria ser fotojornalista para testemunhar e estar dentro da acção. Inspirava-me Henri Cartier-Bresson, o seu rigor formal, a atitude, a Leica em riste. O estilo.

Como fotojornalista tenho viajado longe e perto da vista.

Interessa-me sempre a aventura humana, o movimento e o desafio para o congelar e lhe poder dar um sentido, uma intenção.

Comecei no preto-e-branco a meter as mãos no hipossulfito de sódio e tenho no digital uma ferramenta amiga para trabalhar. Gosto de escrever e filmar. Ainda dei alguns passos no cinema mas o vídeo digital e a convergência com a fotografia são bons encontros.”

LUIZ CARVALHO
facebook.com/maisluizcarvalho

55 anos, nasceu em Lisboa. Arquitecto. (ESBAL 1979).
Fotojornalista no EXPRESSO desde 1989.
Professor da cadeira de Fotojornalismo na Universidade Autónoma durante dez anos.
Formador reconhecido pelo IEFP. Colaborador regular nos Cursos do Observatório de Imprensa.
Palestras várias sobre fotografia e jornalismo digital em Universidades e politécnicos.
Foi editor multimédia e de fotografia no Expresso.

Aos 17 anos já colaborava na revista Observador e em 1978 começou a colaborar com regularidade na Imprensa. Primeiro de Janeiro, O Jornal, Grande Reportagem, foram alguns dos títulos por onde passou.

Esteve ainda no início do Tal& Qual, onde fez a célebre foto da Dona Branca.

Foi correspondente da Sipa Press de Paris nos anos 80 e colaborou na AP de Lisboa. Fundou em 1985 a agência Scoop.

Foi admitido no curso de cinema do Conservatório de Lisboa, 1974, estudou design e concluiu arquitectura na ESBAL, 1979.

Expôs no Palácio da Ajuda, no Arquivo Municipal de Lisboa, no Palácio de La Reyna (Barcelona), no Museu de Arte Moderna de Paris, Biblioteca Almeida Garrett (Porto) e noutras galerias de arte.

Obras suas fizeram parte de uma exposição organizada por Lorenzo Melro sobre fotógrafos europeus (1982) onde figuravam Martin Parr da Magnum e José Rodrigues, Prémio Pessoa.

Publicou “Portugueses” e “ Lisboa e Lisboetas”.

Prémios:
Gazeta de fotojornalismo (1991)
Embaixada de Espanha (1998)
Visão, “Vida quotidiana” (2001)
Medalha de Ouro NH ( 2009)

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f2 formação fotográfica

António Luis Campos veio à Secção de Fotografia dar um dos melhores workshops da história da f2 formação fotográfica.

Com o tema “Introdução à Fotografia”, no final, os formandos presentes ficaram a saber bem mais do que uma mera iniciação à arte. Com muita sensibilidade e genialidade, António Luis Campos deixou um pouco do conhecimento que vem acumulando durante anos na profissão, saldando-se o dia com este maravilhoso ensaio fotográfico.

As fotos são da autoria de João Branco (eu mesmo) Ricardo Pereira e Paulo Abrantes.

A f2 tem o seu 3º capítulo no próximo dia 21 com o Workshop intitulado “Introdução ao photoshop”

Tiago Mota Garcia virá ao Polo II (Departamento de Engenharia Informática) orientar um workshop inteiramente dedicado ao Adobe Photoshop, ferramenta útil para edição fotográfica.

Data: 21 Abril
Local: Polo II Departamento de Engenharia Informática
Horário: 10:30/13:00 – 14:30/18:30 H

Preço:
Estudantes e Desempregados € 25,00
Profissionais € 40,00
Sócios e colaboradores regulares da Secção de Fotografia AAC € 20,00

Para mais informações, consultar o site da Secção de Fotografia AAC

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Semana cultural da UC

Já arrancou.

Mesmo assim fica aqui o PDF –  suplementosemanacultural – com os eventos que irão decorrer nos próximos dias

 

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Ursos…

Vi que dois filmes portugueses ganharam Ursos de Ouro em Berlim. Grandes ursos pá.

Confesso que não sou apreciador de cinema português. Tirando os clássicos e um ou dois títulos modernos, é gosto que não me assiste. Se estes realizadores algum dia ganharem um BAFTA, um Óscar, um Cannes na categoria principal ou um Sundance, aí, mudo de ideias.

 

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F2 = Formação Fotográfica (Parte II)

A Secção de Fotografia leva a cabo a Parte II da sua Formação Fotográfica (prémio formação na Gala das Secções Culturais) entre os dias 9 e 15 deste mês com 2 workshops e 3 palestras.

A diversidade de conteúdos pedagógicos e a pluralidade das abordagens escolhidas são os grandes objectivos deste evento formativo que teve início no passado mês de Junho.

Para mais informações, encaminho-vos para o site da Fotografia\AAC.

 

 

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Caminhos do Cinema Português

O Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra, apresenta hoje a nova edição dos Caminhos do Cinema Português.

Toda a info pode ser vista aqui.

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Curso de Fotografia DigitalFotografia AAC

Esta formação é para todos os interessados em aprender a utilizar uma maquina fotográfica e a terem os conhecimentos técnicos de edição, tratamento, organização e arquivo digital de fotografias.

 As inscrição estão abertas de 10 a 14 Outubro 2011.

CONTEÚDO

Processo

Aparecimento da fotografia digital

Semelhanças e diferenças entre o processo analógico e digital

Glossário geral

Captura

Constituição e funcionamento das diversas maquinas fotográficas

Formatos e tamanhos de ficheiros

Sensibilidades/ISO

Balanço dos brancos/temperatura de cor

Velocidade de obturação

Aberturas de diafragma

Optimização na captura

Exercícios práticos em diferentes condições de luz

Edição

Modos de imagem (RGB, grayscale, CMYC, etc)

Ajustes: exposição, brilho, contraste, saturação, curvas, etc.

Correcções de enquadramento e cortes de imagem

Redimensionamento para os diferentes outputs 8web, impressão jacto de tinta e impressão off-set)

Ferramentas de edição

Filtros

Arquivo e organização

DURAÇÃO

6 Aulas de 3 horas cada

Dias: 18 – 19 – 20 – 25 – 26 – 27 de Outubro

 HORÁRIO

17:30H – 20:30H

 PREÇO

Estudante € 100,00

Profissional € 150,00

Desempregado € 100,00

Será entregue recibo e certificado de participação.

LOCAL

Mini-Auditório Salgado Zenha e Sala Formação CIAAC

+INFO

seccao.fotografia@gmail.com ou 91 3011551

 Nota: os cursos estão limitados ao máximo de 10 inscrições. A reserva de participação é assegurada com a entrega da ficha de inscrição e respectivo pagamento.

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Festival O Gesto Orelhudo!

De acordo com a press release disponibilizada:

“Há gestos que nos surpreendem, nos fascinam e até nos mudam. A história resistente de um festival tem conseguido fazer tudo isso a Águeda. Vão completar-se 10 desses gestos.
O Gesto Orelhudo é um festival de musicomédia, termo nascido da orelhuda ideia de casar a música e o humor. Mas a diversidade artística da programação faz com que do intimista ao hilariante vá a distância de uma orelha à outra.
Começou por se realizar na Casa do Adro, em Águeda (1999 e 2001), passou depois pelo Auditório de Recardães (2002 e 2005), regressou à cidade para tornar mítica a tenda do Espaço d’Orfeu (desde 2006) e chega agora ao seu novo telhado: a antiga Junta dos Vinhos, espaço municipal que se assume como palco para novas manifestações.

O programa especial desta 10ª edição inclui bravos repetentes (Bernard Massuir, Oskar & Strudel, Trigo Limpo teatro ACERT, Teatro Necessario e Artelier?), óptimas estreias, não só no festival como no país (Cia. dos Palhaços, Mozart Group e Gadjo) e o envolvimento de projectos criativos locais (Fanfarra Kaustika e “Mal-Empregados”, a nova criação d’Orfeu). Há ainda o cruzamento de públicos com o circuito OuTonalidades que, para além do habitual encerramento festivo, terá também honras de pré-abertura no local, na sexta-feira anterior, a 30 de Setembro.
Este festival é uma iniciativa conjunta da d’Orfeu Associação Cultural e da Câmara Municipal de Águeda, parceria ininterrupta desde 2006. Um festival que, à 10ª edição, é ele próprio uma marca de Águeda! Venham todos fazer o Gesto!

Terça 4 de Outubro

21h45 “La Voix est Libre”, Bernard Massuir (Bélgica)

Se há, em 10 edições, artista que mais e melhor encarna o espírito artístico deste festival, ele é… Bernard Massuir. O belga esteve em três edições e sempre o público orelhudo se rendeu. Adepto do nada nas mãos (ou quase), Bernard Massuir apresenta um delirante recital vocal a solo, vagueando entre o humor musical e um delicioso minimalismo. “La Voix est Libre” é o novo trabalho de Massuir, aquele com que abre a 10ª edição do também seu Festival O Gesto Orelhudo!

23h30 “Concerto em Ri Maior”, Cia. dos Palhaços (Brasil)

Uma hilariante comédia musical de dois palhaços. Wilson, palhaço maestro russo, e Sarrafo, o seu fiel amigo e tradutor, tentam apresentar um concerto musical, por entre mirabolantes peripécias, que se sucedem com a cúmplice participação do público. Estreia absoluta em Portugal.

Quarta 5 de Outubro

21h30 “A Côr da Língua”, Trigo Limpo Teatro ACERT

Companheiros da aventura orelhuda desde o início, o Trigo Limpo apresenta “A Côr da Língua”, um brilhante espectáculo que percorre a lusofonia. José Rui Martins e um naipe de grandes músicos, conseguem que a força da palavra nos embale pela miscigenação das diferentes culturas, fazendo da Língua Portuguesa um idioma sem dono e, por vezes, indomável. O humor e ironia dos textos, a sagacidade das palavras, tudo está lá, na cor da língua. Uma língua de muitas cores, a nossa.

23h00 Oskar & Strudel (Suíça, Austrália)

O regresso de uma parelha fenomenal. A habilidade e a comédia sublime de Oskar coincidem com o virtuosismo musical e o encanto irresistível de Strudel. As suas actuações envolvem o público numa paródia em que a vida e a comédia são a mesma coisa, misturando circo contemporâneo, teatro de rua e música ao vivo.

Quinta, 6 de Outubro

21h30 The MozART group (Polónia) vídeo

Fenómeno de popularidade à escala planetária, The MozART group apresenta-se pela primeira vez em Portugal. Este virtuoso quarteto de cordas, de sólida formação clássica, apresenta a música erudita de uma forma criativa, cómica e muito original, brincando com a formalidade sóbria dos grandes concertos. Uma diversão musical para fazer rir toda uma plateia, literalmente transformada pela arte, tomada pela música!

23h00 “Punk Filarmónico”, Fanfarra Kaustika (Águeda)

A pequena e irredutível aldeia de Casal d’Álvaro é a capital do punk filarmónico, estilo que a Fanfarra Kaustika celebriza. A vontade de criar (o kaus, quem sabe?) fez surgir este colectivo endiabrado. São músicos de boa cepa que espalham o espírito kaustiko, convergência de várias influências no eixo filarmónico-balcânico. Uma festa contagiante!

Sexta, 7 de Outubro

21h45 “Barbieri”, Teatro Necessario (Itália)

Depois do aclamado “Clown in Libertá”, finalmente chegará ao público orelhudo o novo espectáculo destes incríveis italianos. Capazes de impressionar ainda mais, em Barbieri recria-se a sociedade de outrora, em que a barbearia era o centro de ideias, palavras e músicas. Fazendo do tempo de espera ocasião de peripécias, os três musicómicos aspirantes a barbeiros fazem as acrobacias musicais mais inimagináveis à volta de uma cadeira de barbeiro. O Gesto Orelhudo não podia passar sem Barbieri!

23h30 Gadjo (Espanha, França, Reino Unido, EUA, Argentina)

O concerto dos Gadjo, uma espécie de banda nómada e circense, vai resultar num grande fim-de-noite na antiga Junta do Vinhos. Uma miscelânia de nacionalidades em cima do palco, para uma festa absoluta dentro e fora dele! Vêm de Barcelona, mas tocam música do Gadjistan, nação imaginária que resulta das influências culturais destes músicos, num delicioso e energético cocktail multicultural.

Sábado, 8 de Outubro

21h30 “Auricular Di.vinus safari”, Artelier?

Outra das companhias que regressa, agora para celebrar a 10ª edição com um espectáculo exclusivo e interactivo no espaço exterior da antiga Junta dos Vinhos. Onde outrora se criava vinho e agora se bebe arte. Baco e Orfeu juntos. O personagem Ted Costa será o mestre de cerimónias de um percurso guiado por instantâneos sonoros e visuais. As antigas cubas serão labirinto para a participação sensorial do público orelhudo.

22h15 “Mal-empregados”, d’Orfeu

Estreia absoluta da nova criação d’Orfeu. E logo no palco que a inspirou: o Festival O Gesto Orelhudo. Mal-empregados é um espectáculo pseudo-sério, pseudo-cómico, absurdo qb e tendencialmente minimal. Dois actores-músicos, aparência por decifrar – farão o quê? -, desafiam-se, revezam-se, fartam-se, tentam sempre outra coisa. Tanto pode resultar como não. Uma caricatura irónica dos especialistas em polivalência. Para se chegar a uma conclusão: mal-empregados!

23h30 OuTonalidades – Quempallou (Galiza)

Encerrado o 10º Festival O Gesto Orelhudo, a noite na Junta dos Vinhos prossegue com a música de uma das referências da música folk galega, no âmbito do circuito luso-galaico “OuTonalidades 2011”. Cada concerto dos Quempallou é uma festa e ninguém vai ficar indiferente!

Passe Orelhudo [válido para todos os espectáculos] – 20€
Preço por noite – 6€
Desconto 50%para crianças até aos 12 anos e todos os portadores cartão d’Orfeu
Bilhetes à venda a partir do dia 26 de Setembro.

No Espaço d’Orfeu
Dias úteis, das 9h às 12h30 e das 14h às 18h30.

Antiga Junta dos Vinhos
Dias de espectáculo, a partir das 20h45.

Internet
Compra antecipada mediante transferência bancária e envio de comprovativo.

Antiga Junta dos Vinhos | Águeda

Rua 5 de Outubro s/n [N: 40.572213 | W: -8.451874]”

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Para ver com atenção…

Fausto, de Alexandr Sokurov, vencedor do Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza.

Na minha lista pessoal também constam filmes exibidos como “Carnage” de Roman Polanski e “A Dangerous Method” do brilhante David Cronenberg, dois realizadores que pessoalmente aprecio bastante. 


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Tá muito bem dito!

Via Denúncia Coimbrã

Fonte: Diário As Beiras

Subscrevo na íntegra.

Para mim, aprender e trabalhar contigo é um orgulho. És um excelente profissional. Dás o que tens e o que não tens em tudo o que fazes. És rigoroso, minucioso e exiges tudo na perfeição. Como tal, só mereces o sucesso.

Pessoalmente, deixaste de ser apenas um amigo. És um irmão. Não preciso de dizer mais nada. Estamos conversados! 

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Vencedores do concurso Secção de Fotografia AAC

(Susana Monteiro)

A Secção de Fotografia AAC levou a cabo nas últimas semanas um concurso de fotografia na página da respectiva secção na rede social facebook.

O objectivo consistia em enviar 3 fotografias originais que seriam publicadas na página da Secção, para num acto posterior serem votadas atráves de “likes” pelos utilizadores.

Quem obtivesse mais “likes” venceria o concurso: o privilégio foi concedido a esta foto de Susana Monteiro, com o bónus especial das 20 fotografias mais votadas terem a oportunidade de serem expostas no edíficio da AAC.

(Filipa Pestana)

O 2º prémio foi para um aluna da Licenciatura em Relações Internacionais: Filipa Pestana.

(Susana Pimenta)

O 3º prémio foi para a fotografia, que na minha opinião, foi a melhor de todo o concurso.

A autoria é de Susana Pimenta.

Como disse anteriormente, estas em 3 em conjunto com outras 17 (podem ser vistas através deste link) vão ter o privilégio de expor no edifício da Associação Académica de Coimbra.


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Das Belas Covers de Álbuns (5)

Metronomy — Wonders Promo CD (2005)

“Love song for a Dog”

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Das belas covers de álbuns (4)

Hot Chip – One life stand – Reino UnidoParlophone (2010)

“One Life Stand”

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Das belas covers de álbuns (3)

Fleet Foxes – Sun Giant EP — EUASubpop2008

O quadro original pertence ao pintor Flamengo do século XVI Pieter Brueghel.

O título original do quadro chama-se “Provérbios neerlandeses” mas sofreu algumas intervenções plásticas por parte da banda para ser cover do álbum.

“Mykonos” – 5ª faixa

Das belas covers de álbuns (1)

!!! Chk chk chk — Myth Takes (2007) – EUAWarp Records

Heart of Hearts

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Interessante

Ficha Técnica:

Exit Through the Gift Shop (2010)
Realizador: “Banksy”
País de Origem: Reino Unido
Local de filmagens: Reino Unido, França, Estados Unidos da América
IMDB: 8.2 (nomeado para os óscares 2011 na categoria de melhor documentário)
Intervenientes: “Banksy”, Thierry Guetta, “Space Invader”, Shepard Fairey, Deborah Guetta, Joshua Levine


Quem é Thierry Guetta? É a primeira pergunta que se coloca nos primeiros minutos do documentário.

Thierry Guetta é apresentado como um cidadão francês, nascido de uma família numerosa que emigra para a cidade de Los Angeles ainda nos anos 80.

Marcado pela notícia da morte da sua mãe aos 11 anos, Guetta instaura uma loja de roupa em Los Angeles onde vende roupas de colecções clássicas da Adidas sob condições suspeitosas, atingindo rapidamente algum conforto financeiro.

Um dia Guetta descobre uma câmara de filmar e qual vício, não consegue passar os dias sem levar a câmara ligada para todo o lado onde vai. Noutro, descobre que um dos seus primos (Space Invader) é um apaixonado pela arte de rua, dedicando-se a colar azulejos pintados com as personagens do mítico jogo pelas ruas da cidade francesa onde reside – Guetta começa por acompanhar o primo, filmando a sua acção de rua.

A partir daí, Guetta assume uma paixão pelo trabalho daqueles artistas e dedica-se a filmar os melhores da cena mundial entre os quais “Banksy”, um enigmático artista de rua britânico, responsável por diversas pinturas de rua em vários sítios emblemáticos do mundo entre os quais a National Art Gallery de Londres.

Depois de uma série de peripécias com “Banksy” (entre as quais a cena da Disneyland de Los Angeles) Guetta passa da filmagem dos actos aos actos em si, criando os seus ícones e a sua label. Inspirado pela exposição de “Banksy” em Los Angeles, acaba por montar a sua própria exposição na mesma cidade que iria redundar num enorme sucesso.

Gostei bastante deste documentário, baseado no florescimento da arte de rua em pleno século XXI.

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Pra Rir!


edição de hoje do Jornal Público.

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Inside Job – A verdade da crise

O documentário que venceu a categoria homónima na 83ª edição dos Oscars.

Desta vez opto por não tecer quaisquer tipos de comentários. Prefiro que o visualizem e que tirem as vossas conclusões.


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Oscars 2011

Como já tinha escrito aqui a propósito da vitória de Colin Firth nos BAFTA, Colin Firth mereceu a estatueta. A sua brilhante interpretação em “O Discurso do Rei” vem colmatar uma série de grandes interpretações do Britânico. Faço menção de incluir a interpretação com que já nos tinha brindado em “Love Actually”, apesar de efectivamente esse filme não ser nada de extraordinário.

Quanto ao melhor filme, aceita-se a vitória do “Discurso do Rei”. Na minha opinião pessoal e considerando que vi 8 dos 10 filmes a concurso, creio que a vitória também assentaria na perfeição a “Black Swan”. Pela interpretação de Natalie Portman, pela graciosidade do argumento e pelo imenso “thrill” que o filme dá a quem o visualiza. “The Kids Are All Right” também é um excelente filme assim como “127 Days”. Pelos menos esses 4, mereceram o estatuto de nomeado.

No concurso de melhor realizador, Tom Hooper levou a melhor sobre David Fincher e sobre “The Social Network” – lembro-me perfeitamente que aqui http://joaorbranco.blog.com/wp-admin/post-new.phpquando escrevi uma pequena crónica do filme, apareceram logo vozes que me criticaram em relação ao desempenho de Fincher. A entrega das estatuetas acabaram por me dar razão – Fincher não mereceu o Oscar e “The Social Network” é na minha opinião o pior trabalho de um realizador que já nos brindou com uma pérola como “Fight Club” – aquele filme que é o filme da vida de muito boa gente.

“A Origem” foi buscar 4 estatuetas – Fotografia, Mistura de Som, Montagem de som e efeitos técnicos. Como a minha cara amiga Ana Margarida Mateus referiu numa postagem no facebook, os comentadores da TVI consideraram o filme como “um filme é um blockbuster intelectual”. Não gostei de tamanha depreciação. Dos filmes a concurso, “A Origem” é essencialmente o melhor filme do ponto de vista técnico e tem um argumento que é pura e simplesmente fantástico. Não é merecedor da categoria melhor filme ou melhor realizador, mas, merece os 4 galardões que recebeu nas categorias técnicas.

As categorias de melhor actor secundário passo à frente. Não analisei muito bem as prestações dos actores e actrizes nomeados. Quanto ao melhor filme estrangeiro, tenho-o aqui no PC, mas não tive tempo de o ver assim como não tive tempo de ver os outros 4 a concurso.

“Toy Story 3” levou o melhor filme de animação e melhor canção – merecidos.

“Inside Job – A verdade da crise” é fantástico e merece sem dúvida o galardão de melhor documentário. Recomendo que o vejam!

A melhor banda sonora original também foi bem entregue a “The Social Network” – Esqueci-me de referir na sua crónica que a banda sonora é um dos únicos pontos a favor do filme. Foi feita por Trent Reznik dos Nine Inch Nails e é pura e simplesmente sublime.


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