Category Archives: Águeda

quando o Benfica enchia o Municipal de Águeda

Recreio Desportivo de Águeda – época 1983\84 – 1ª divisão

reza a crónica do meu avô que nesse jogo havia gente junto às linhas (final e lateral) e polícia com fartura para permitir que os jogadores pudessem fazer lançamentos e marcar cantos sem interferência dos espectadores.

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porque o beira-mar e o porto

fazem com que haja uma história pessoal engraçada.

há um surdo mudo em Águeda que costuma frequentar o café onde me encontro com a malta. num certo dia, o porto jogava em aveiro e o dito, sabendo que sou sportinguista e beiramarista, entrou no café e viu-me com um cachecol do beira aos ombros, prontinho para ir ver a partida. o homem tem aquela mania portista de exibir o casaco oficial do clube e num dos braços tem tatuado um enorme dragão. naquele dia deu para embirrar comigo e começou a fazer-me sinal com o polegar para baixo. eu respondi-lhe com um 5 de mão indicando-lhe o número de golos que o porto ia apanhar no jogo. ele ficou a fitar-me durante minutos. chegado ao estádio horas mais tarde, não é que tenho o azar do homem chegar ao mesmo tempo que eu. já exibia o seu cachecol do porto à entrada dos torniquetes. fiz-lhe um sinal de que o porto iria ser “enrabado” em aveiro ao qual ele respondeu com um pirete. e lá entramos, cada um para o seu sector. o porto ganha com um penalty muito duvidoso num lance entre o Hulk e o Hugo. e o homem lá entra no café no dia seguinte com um ar triunfante de braços no ar apontados a mim. faço-lhe o sinal de roubo. e ele, no maior do fairplay (coisa que acho bonita no futebol) aplaude e por mimica assinala que tenho razão. ficamos amigos. não consigo compreender metade do que ele tenta dizer pelos seus lábios mas o aperto de mão sempre que entro no café vale pelo respeito.

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em águeda (2)

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em águeda

Sei quem o fez, vi a fazer e digo, está uma coisa linda de morrer.

Rua Luis de Camões – Cidade de Águeda – Julho 2012.

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Snooker Inglês da Borralha

As boas gentes da freguesia da Borralha – Concelho de Águeda – deitaram mãos à obra e criaram um clube de Snooker Inglês (aquele que tão bem conhecemos das transmissões do canal eurosport). Em instalações comunitárias, dotaram-se de uma mesa (a 9ª a nível nacional) e tencionam dinamizar a modalidade na região através da criação de um clube.

No entanto, em tempos de crise precisam de sócios, jogadores e patrocínios para levar a sua ideia avante.

A quem estiver interessado em praticar a modalidade ou patrocinar o clube, aqui ficam os pdf´s com os requisitos previsto para quem quiser patrocinar o clube (patrocinios) e as modalidades e horário para para eventuais interessados no usufruto da mesa.

Para mais informações, é favor de ligar para o nº de telemovel 916 306 777

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na sequência do último post

Podemos ousar sonhar em voltar a jogar aqui?

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Águeda e não só

Curto, sucinto, crítico, inteligente, observador. Como à muito não se via na cidade das bicicletas.

A Revolta dos pastéis de Águeda.

Vale a pena dar uma olhada.

 

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escuridão

São 18 horas e 7 minutos, a noite está escura como o bréu, e a minha aldeia (São Martinho) que tem sensivelmente 400 habitantes está às escuras no que toca a iluminação pública.

Um dos vereadores da Câmara Municipal de Águeda é meu vizinho.

Será que o presidente da Junta de Aguada de Cima se esqueceu de pagar a factura da luz ou começamos realmente a sentir a austeridade pura e dura?

É um facto no mínimo irónico visto que no Verão, a esta mesma hora e com luz solar até perto das 22 horas, a luz pública está ligada.

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Apoios a mais, ilegalidades e apertos

Li no Público de hoje.

“Tribunal de Contas considera ilegal apoio da Câmara ao futebol da Oliveirense” – Sara Dias Oliveira

Trechos da peça jornalistica:

” O Tribunal de Contas (TC) considera ilegal e susceptível de configurar eventual responsabilidade financeira sancionatória e reintegratória, o apoio de 240 mil euros atribuídos pela Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis à União Desportiva Oliveirense (UDO) na época de 2008\2009. A autarquia pagou aquela verba para que os jogadores do clube de futebol profissional usassem o logótipo municipal no seu equipamento desportivo.

O pedido de apoio passou pelos serviços técnicos da Câmara que o chumbaram, por violar o preço base do caderno de encargos. Mesmo assim, o então presidente da câmara Ápio Assunção, aprovou, por despacho, a proposta da UDO sem lhe mudar uma vírgula, alegando “interesse municipal na contratação do serviço”.

Ápio Assunção alegou, no contraditório apresentado ao TC, que nunca houve intenção de atribuir um apoio financeiro à equipa da UDO, mas sim celebrar com o clube um contrato de prestação de serviços de publicidade (…)

Os argumentos não convencem o TC, que se apoia na lei para sustentar que os clubes desportivos que participam em competições profissionais não podem beneficiar de apoio ou comparticipações financeiras das autarquias locais, sob qualquer forma, com excepção da “construção ou melhoramento de infra-estruturas ou equipamentos desportivos com vista à realização de competições desportivas de interesse público. Para o TC não há dúvidas: “A despesa é ilegal e os respectivos pagamentos são ilegais e indevidos, na medida em que não se mostram idóneos à realização de um fim público”.

A caixa ao lado mostra que a Câmara Municipal de Paços de Ferreira deu 250 mil euros ao Sport Clube de Paços de Ferreira e 125 mil ao Freamunde no mesmo âmbito.

Assim, não custa o profissionalismo a esses clubes.

Já a Câmara Municipal de Águeda, por exemplo, ainda não deu um tostão aos clubes enquanto não se averiguar o que lhe será consignado ao nível de verbas em Orçamento de Estado. Faz muito tempo até que deixou de “alimentar” futebol sénior e faz muito bem.


 

 

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Festival O Gesto Orelhudo!

De acordo com a press release disponibilizada:

“Há gestos que nos surpreendem, nos fascinam e até nos mudam. A história resistente de um festival tem conseguido fazer tudo isso a Águeda. Vão completar-se 10 desses gestos.
O Gesto Orelhudo é um festival de musicomédia, termo nascido da orelhuda ideia de casar a música e o humor. Mas a diversidade artística da programação faz com que do intimista ao hilariante vá a distância de uma orelha à outra.
Começou por se realizar na Casa do Adro, em Águeda (1999 e 2001), passou depois pelo Auditório de Recardães (2002 e 2005), regressou à cidade para tornar mítica a tenda do Espaço d’Orfeu (desde 2006) e chega agora ao seu novo telhado: a antiga Junta dos Vinhos, espaço municipal que se assume como palco para novas manifestações.

O programa especial desta 10ª edição inclui bravos repetentes (Bernard Massuir, Oskar & Strudel, Trigo Limpo teatro ACERT, Teatro Necessario e Artelier?), óptimas estreias, não só no festival como no país (Cia. dos Palhaços, Mozart Group e Gadjo) e o envolvimento de projectos criativos locais (Fanfarra Kaustika e “Mal-Empregados”, a nova criação d’Orfeu). Há ainda o cruzamento de públicos com o circuito OuTonalidades que, para além do habitual encerramento festivo, terá também honras de pré-abertura no local, na sexta-feira anterior, a 30 de Setembro.
Este festival é uma iniciativa conjunta da d’Orfeu Associação Cultural e da Câmara Municipal de Águeda, parceria ininterrupta desde 2006. Um festival que, à 10ª edição, é ele próprio uma marca de Águeda! Venham todos fazer o Gesto!

Terça 4 de Outubro

21h45 “La Voix est Libre”, Bernard Massuir (Bélgica)

Se há, em 10 edições, artista que mais e melhor encarna o espírito artístico deste festival, ele é… Bernard Massuir. O belga esteve em três edições e sempre o público orelhudo se rendeu. Adepto do nada nas mãos (ou quase), Bernard Massuir apresenta um delirante recital vocal a solo, vagueando entre o humor musical e um delicioso minimalismo. “La Voix est Libre” é o novo trabalho de Massuir, aquele com que abre a 10ª edição do também seu Festival O Gesto Orelhudo!

23h30 “Concerto em Ri Maior”, Cia. dos Palhaços (Brasil)

Uma hilariante comédia musical de dois palhaços. Wilson, palhaço maestro russo, e Sarrafo, o seu fiel amigo e tradutor, tentam apresentar um concerto musical, por entre mirabolantes peripécias, que se sucedem com a cúmplice participação do público. Estreia absoluta em Portugal.

Quarta 5 de Outubro

21h30 “A Côr da Língua”, Trigo Limpo Teatro ACERT

Companheiros da aventura orelhuda desde o início, o Trigo Limpo apresenta “A Côr da Língua”, um brilhante espectáculo que percorre a lusofonia. José Rui Martins e um naipe de grandes músicos, conseguem que a força da palavra nos embale pela miscigenação das diferentes culturas, fazendo da Língua Portuguesa um idioma sem dono e, por vezes, indomável. O humor e ironia dos textos, a sagacidade das palavras, tudo está lá, na cor da língua. Uma língua de muitas cores, a nossa.

23h00 Oskar & Strudel (Suíça, Austrália)

O regresso de uma parelha fenomenal. A habilidade e a comédia sublime de Oskar coincidem com o virtuosismo musical e o encanto irresistível de Strudel. As suas actuações envolvem o público numa paródia em que a vida e a comédia são a mesma coisa, misturando circo contemporâneo, teatro de rua e música ao vivo.

Quinta, 6 de Outubro

21h30 The MozART group (Polónia) vídeo

Fenómeno de popularidade à escala planetária, The MozART group apresenta-se pela primeira vez em Portugal. Este virtuoso quarteto de cordas, de sólida formação clássica, apresenta a música erudita de uma forma criativa, cómica e muito original, brincando com a formalidade sóbria dos grandes concertos. Uma diversão musical para fazer rir toda uma plateia, literalmente transformada pela arte, tomada pela música!

23h00 “Punk Filarmónico”, Fanfarra Kaustika (Águeda)

A pequena e irredutível aldeia de Casal d’Álvaro é a capital do punk filarmónico, estilo que a Fanfarra Kaustika celebriza. A vontade de criar (o kaus, quem sabe?) fez surgir este colectivo endiabrado. São músicos de boa cepa que espalham o espírito kaustiko, convergência de várias influências no eixo filarmónico-balcânico. Uma festa contagiante!

Sexta, 7 de Outubro

21h45 “Barbieri”, Teatro Necessario (Itália)

Depois do aclamado “Clown in Libertá”, finalmente chegará ao público orelhudo o novo espectáculo destes incríveis italianos. Capazes de impressionar ainda mais, em Barbieri recria-se a sociedade de outrora, em que a barbearia era o centro de ideias, palavras e músicas. Fazendo do tempo de espera ocasião de peripécias, os três musicómicos aspirantes a barbeiros fazem as acrobacias musicais mais inimagináveis à volta de uma cadeira de barbeiro. O Gesto Orelhudo não podia passar sem Barbieri!

23h30 Gadjo (Espanha, França, Reino Unido, EUA, Argentina)

O concerto dos Gadjo, uma espécie de banda nómada e circense, vai resultar num grande fim-de-noite na antiga Junta do Vinhos. Uma miscelânia de nacionalidades em cima do palco, para uma festa absoluta dentro e fora dele! Vêm de Barcelona, mas tocam música do Gadjistan, nação imaginária que resulta das influências culturais destes músicos, num delicioso e energético cocktail multicultural.

Sábado, 8 de Outubro

21h30 “Auricular Di.vinus safari”, Artelier?

Outra das companhias que regressa, agora para celebrar a 10ª edição com um espectáculo exclusivo e interactivo no espaço exterior da antiga Junta dos Vinhos. Onde outrora se criava vinho e agora se bebe arte. Baco e Orfeu juntos. O personagem Ted Costa será o mestre de cerimónias de um percurso guiado por instantâneos sonoros e visuais. As antigas cubas serão labirinto para a participação sensorial do público orelhudo.

22h15 “Mal-empregados”, d’Orfeu

Estreia absoluta da nova criação d’Orfeu. E logo no palco que a inspirou: o Festival O Gesto Orelhudo. Mal-empregados é um espectáculo pseudo-sério, pseudo-cómico, absurdo qb e tendencialmente minimal. Dois actores-músicos, aparência por decifrar – farão o quê? -, desafiam-se, revezam-se, fartam-se, tentam sempre outra coisa. Tanto pode resultar como não. Uma caricatura irónica dos especialistas em polivalência. Para se chegar a uma conclusão: mal-empregados!

23h30 OuTonalidades – Quempallou (Galiza)

Encerrado o 10º Festival O Gesto Orelhudo, a noite na Junta dos Vinhos prossegue com a música de uma das referências da música folk galega, no âmbito do circuito luso-galaico “OuTonalidades 2011”. Cada concerto dos Quempallou é uma festa e ninguém vai ficar indiferente!

Passe Orelhudo [válido para todos os espectáculos] – 20€
Preço por noite – 6€
Desconto 50%para crianças até aos 12 anos e todos os portadores cartão d’Orfeu
Bilhetes à venda a partir do dia 26 de Setembro.

No Espaço d’Orfeu
Dias úteis, das 9h às 12h30 e das 14h às 18h30.

Antiga Junta dos Vinhos
Dias de espectáculo, a partir das 20h45.

Internet
Compra antecipada mediante transferência bancária e envio de comprovativo.

Antiga Junta dos Vinhos | Águeda

Rua 5 de Outubro s/n [N: 40.572213 | W: -8.451874]”

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“Tiques de riquismo com a pobreza em pano de fundo”

Sou uma pessoa cujas ideologias nem sempre coincidem com aquilo que é dito por membros da Igreja Católica. No entanto, ao ler a edição desta semana do Jornal Região de Águeda não pude deixar de concordar com um texto do Bispo Emérito de Aveiro, D. António Marcelino, que de seguida passo a transcrever:

“Tiques de riquismo com a pobreza em pano de fundo”

“A gente pobre sempre sonhou e trabalhou para um dia poder viver melhor. E fazia o possível para isso. Aprendia-se na família a poupar, a não estragar, a não exigir aquilo que não se podia ter, a não fingir de rico quando não se era sequer remediado. Nos meios rurais, em que todas as pessoas têm nome e rosto, só raramente passava fome, porque se partilhavam coisas da horta e não se deixavam os pedintes irem embora só com a consolação das palavras. No tempo de racionamento, como foi o da guerra, as coisas lá se foram arranjando com sacrifícios, mas sem deixarem grandes mazelas. Podia dizer-se, na verdade, que o comum das gentes aprendia a viver com muito e com pouco, na abundância e na privação.

Os tempos foram mudando a vida e as pessoas começaram a aprender na nova escola que ensina a comprar sem dinheiro. A dependência de um ordenado certo tornara-se moeda corrente; a procura de um trabalho no Estado era garantia de segurança para o futuro; a emigração para fora do país, que emigrar cá dentro dava vistas curtas, mas lá fora abria horizontes, dava para ter automóveis e fazer casa nova na terra. Chegou-se, então, a um tempo de melhor nível de vida, por vezes vida sem grande nível e com mais aparências que realidade.

De repente, tudo começou a mudar. Muitos encargos, rendimentos incertos. Poupanças, bem como de habitos de moderação, não faziam parte da história pessoal e familiar. Irrompeu a calamidade do desemprego que atinge todo o país, pobreza e mesmo vida remediada viraram fome, a carência do essencial deixou de ser uma simples palavra para se tornar realidade dolorosa. Muita gente porém, ou não acordou ou finge que nada mudou. Quem, cá dentro ou vindo de fora, observar o que se por aí vê, não deixa de pensar, que, mesmo em plena crise, parecemos um país de gente rica, onde até muita gente nova, que ainda não ganhou para nada, dá nota pública de opulência. Automóveis sem conta, telemóveis dos mais caros e sofisticados, roupas de marca, ida ao futebol ao estrangeiro, como se fosse à cidade ali ao lado, muitos, ainda que minoria, a programar férias e lua-de-mel em países exóticos.

Toda a gente se queixa, mas a razão não é sempre a mesma para todos. E o desemprego aumenta a cada dia, o trabalhador precário mantem-se, o recibo verde continua a fazer história, a fila dos que cada dia procuram o Banco Alimentar e batem à porta das instituições de solidariedade social cresce, a ponto de já não se conseguir responder às necessidades mais prementes.

É verdade que muitas pessoas continuam solidárias ou porque passaram por experiências idênticas ou porque ainda não se lhes entorpeceu o coração. Um tempo diferente e de crise social grave, como o que temos aí para durar, torna urgentes atitudes diferentes das que têm sido comuns entre nós. Mudar de atitude nos uso do que se tem, na decisão de produzir mais, quando é caso, de poupar e partilhar, com sensibilidade para quem não tem, tornou-se uma responsabilidade diária e comum para os cidadãos, os governantes, os empresários, as instituições que nos servem, a sociedade em geral.

Neste contexto, os tiques de riquismo são ofensivos, as cedências ao supérfluo são provocadores e escandalosas. Todos são chamados, à medida de cada um, a entrar no processo a recuperação necessária e urgente do país. Não é trabalho apenas dos governantes. Pouco ou nada se conseguirá se cada um não impuser a si próprio atitudes de austeridade e gestos de partida, e a quem governa, decisões certas e exemplos convincentes. Urge, que todos digamos, de modo consequente, que somos pessoas responsáveis e solidárias, irmãos e cidadãos com iguais direitos e deveres.

Nesta crise, como sabemos, há gente especialmente atingida: os desempregados, já mais de 600 mil e muitos dependentes à beira do desespero; os imigrantes estrangeiros mais pobres, sobretudo os africanos, muitos deles explorados por empregadores desonestos; as famílias com problemas multiplicados e sem meios para os resolver; os que viram reduzidas as suas pensões de reforma, os abonos de família e outros apoios sociais, agora sem dinheiro para os medicamentos e outras urgências graves; os mais pobres, idosos e crianças, não amados na casa de família ou acolhidos em instituições que nunca dão tudo; os filhos de famílias desestruturadas, carentes permanentes de atenção e de carinho, e, muitas vezes também de pão… Todos estes e outros tantos são mão estendida ao coração de cada um de nós.

Depois da experiência de um certo bem-estar, ainda que relativo para alguns, vemo-nos, de um momento para o outro, instáveis como o vento. A maioria das pessoas não foi preparada para viver as crises, e muito menos para agir nelas com coragem e esperança. Há que começar esta aprendizagem na escola da família, na escola dos livros e dos cadernos, na escola alargada da sociedade. Nesta última, por certo a menos controlável, nos seus diversos níveis de acção, da comunicação social ao ambiente circundante, da publicidade ao respeito devido aos mais frágeis. Não se pode iludir ninguém. A hora é de verdade.

Perante diferenças inqualificáveis, injustiças inexplicáveis, compadrios vergonhosos, desprezo pelos mais carenciados e excluídos, ou uma acção positiva comum, operativa e rápida, que pode ir até à denúncia ou o desânimo e a inércia dos já vencidos, ou a agressividade dos desesperados… Em tempo de desafio, só tem sentido a honestidade, a união e a responsabilidade colectiva.”

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Cortes de rating

A Moody´s também cortou o rating das Câmaras de Sintra e Lisboa, da Região Autónoma da Madeira e dos Açores.

A Câmara de Sintra assim como a Câmara Municipal do Porto já afirmaram que não irão renovar o contrato com a agência de rating, facto que deveria ser seguido pelo Estado Português, bancos, empresas públicas, regiões autónomas, empresas privadas e autarquias.

Já agora porque é que também não cortam o rating da Câmara Municipal de Águeda? Podem sempre pegar pelas ciclovias que o PSD tanto contesta, pelas despesas no Agitágueda e na Festa do Leitão, pela flauta do nariz do Tónio da Loiça, pelo facto do Daniel Arede estar sempre a chatear as pessoas e o turistas camones e pelos jacintos na Pateira que podem ser prejudiciais à flora e fauna aquática!!


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Toques do Caramulo ao Vivo (streaming)

Para quem não ouviu na passada quinta-feira, aqui fica o streaming do concerto que os Toques do Caramulo deram no Teatro da Luz e que foi gravado em directo para a Antena 1 no âmbito do programa “Viva a Música” de Armando Carvalhêda.

http://www.rtp.pt/play/?prog=1054

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Municipalidades

Não era um Messi qualquer. Era o Messi de Barcelona.

Com 1 expulso ao intervalo, entraram 6 na 2ª parte. Se tivessem sido dois, teriam entrado o dobro dos golos.

Até houve direito a invasão de campo e a polícia a fazer cumprir a lei a rigor.

Parabéns RDA. Pode não dar para subir mas pelo menos o futebol é bonito.


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Toques do Caramulo

Toques do Caramulo — “Real Caninha” ao vivo na Festa do Leitão Águeda — Álbum: Toques do Caramulo é ao Vivo

Os Aguedenses Toques do Caramulo estreiam actualmente o seu 2º álbum, de nome intitulado “Retoques”.

Após a edição do álbum, cujas faixas podem ser escutadas aqui, o mesmo pode ser adquirido nas FNAC´s de todo o país, na sede da da Associação Cultural D´Orfeu em Águeda ou online através do site da mesma.

Os artistas aguedenses já actuaram numa tournée pelas FNAC´s do país e já foram inclusive entrevistados na Rádio Universidade de Coimbra pelo Nuno Ávila no programa Santos da Casa.

Informo também que o 2º disco da banda já foi disco da semana na Antena 1, preparando-se para um concerto em directo para a referida rádio no dia 2 de Junho no Teatro da Luz em Lisboa no âmbito do programa “Viva a Música”

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Amanhã (Parte II)

Legendary Tigerman ft Maria de Medeiros: “These boots are made for walking” (Nancy Sinatra cover) — Fémina (2009)

Hoje (sexta-feira) pelas 21.30 no Cine-Teatro São Pedro.

Incluído nas Sextas-Feiras Culturais da Câmara Municipal de Águeda.

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