quando não se sabe, não se escreve

aqui, o Ricardo Cabral, professor universitário, em Inglês (uma piroseira) faz um floreado excelente sobre a actual situação da TAP mas mete totalmente os pés pelas mãos (iniciado?) ao calcular o múltiplo de 10 do EBIT (resultado operacional da TAP; a forma de cálculo do valor da empresa para todos os stakeholders) sem excluir o montante da dívida da empresa desse mesmo calculo.

Ora bem, vamos fazer as coisas bem feitas:

O EBIT da TAP (segundo o mesmo; afirma desconhecer os números da empresa; logo é uma previsão feita em cima do joelho; iniciado ou juvenil?) é de 106 milhões de euros. Multiplicando por 10 é de 1060 milhões de euros. Excluíndo a dívida de 1,2 mil milhões de euros, o valor da empresa para todos os stakeholders (accionistas, credores e estado) é negativo em 140 milhões de euros. Ou seja, a TAP não só não vale nada (quer dizer, vale 20 milhões, na prática 4 para o Efromovich mas os 20 milhões que vale darão muitos frutos no futuro daí o erro que o estado português está a cometer), a TAP foi muito mal gerida ao longo da última década (onde é que eu já escrevi isto?), o Ricardo Cabral emprenhou os ouvidos de muitos jornalistas e colunistas desde o Público ao Expresso e ainda por cima, apagou todos os comentários de leitores (em inglês) que apontavam os seus mais genuínos (e iniciados) erros de cálculo.

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