fazendo as contas

O Luis (Luis?) gabava-se aos microfones das televisões e rádios que o governo tinha inventado um “imposto de solidariedade” (na prática é mais um embuste deste governo) para todos aqueles que têm rendimentos anuais de 250 mil euros, ao manter a sobretaxa de 4%. aqueles 0,5% de diferença que a bom da verdade representam que cada português que tiver rendimentos anuais nesse valor efectuará mais 1250 euros de descontos que os restantes escalões. ou seja, o suficiente para que 0,0000000001% da população portuguesa desconte mais qualquer coisa para se poderem pagar mais 3 subsídios de desemprego (a quem ainda o tem; quem não o tem que se lixe). 1250 euros ainda é dinheiro. para quem aufere 250 mil é um oásis no meio das medidas anunciadas no sector fiscal. mal menor. feliz da vida de quem está nesta situação. Mas o Luis ainda acha a coisa digna de perecer na Carta dos Direitos Humanos deste país.

O que o Luis não falou, o que este Governo ainda não falou, o que o Tribunal Constitucional ainda não fiscalizou, o que o Presidente da República às escuras do direito promulgou é que estas medidas anunciadas pelo governo no sector fiscal entraram em vigor no passado dia 1 de Janeiro, quando de facto, a Constituição não o permite. E isso rima com solidariedade. Chama-se ilegalidade.

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One thought on “fazendo as contas

  1. Como diria um amigo que tenho no Porto chamado Mário Rocha: ‘mai nada!

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