Por vezes sou defensor da perpétua

Hugo Inácio. Atirou em 1996 um very-light no Estádio Nacional da bancada onde se encontravam os adeptos do Benfica para a bancada do topo norte onde se encontravam os adeptos do Sporting numa final da Taça de Portugal, tendo morto um adepto do Sporting, pai de duas filhas. Por sorte, o atingido não fui eu ou os meus pais que nos encontrávamos um pouco mais abaixo do sítio onde o very-light caiu. Num julgamento processado “à boa maneira portuguesa” apenas foi condenado a 5 anos de prisão quando de facto deveria ter sido condenado à sentença máxima que a moldura penal portuguesa prevê. Como se isso não bastasse apenas cumpriu 4 anos de prisão. Andou foragido durante 11 anos sem que qualquer autoridade policial tivesse interesse em recapturá-lo para cumprir a restante sentença mais a agravante de ter fugido da prisão. Voltou a aparecer (ou talvez nestes 12 anos nunca tenha andado desaparecido) nos jogos do Benfica e ainda teve a distinta lata de ferir um polícia depois de se ter envolvido numa rixa de claques. Vale a pena ir ao futebol?

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