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O Cacifo do Paulinho

Qualquer Sportinguista minimamente atento, sabia que se jogavam mais do que três pontos. Jogava-se o resto de uma época, jogava-se honra, jogava-se respeito, jogava-se a falta do mesmo traduzida na vontade de instituir a ideia de que os três grandes já não são quem eram.

E a noite, gelada, não podia ter começado melhor, com Wolfswinkel, o tal ponta de lança que não serve mesmo sendo autor de mais de metade dos golos que a equipa averbou até ao momento, a acorrer em grande estilo a um óptimo cruzamento de Dier (impressionante como um puto acabado de chegar, foi capaz de recordar aos colegas a forma como mais facilmente o holandês ultrapassa os defesas). Aos quatro minutos, Alvalade explodia pelos melhores motivos, Wolfs fazia o que se diz ser sua obrigação (marcar, sempre, logo à primeira meia oportunidade), e tanto ele como a equipa embalavam para uma primeira parte que…

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