pesadelo

Tudo apontava para uma noite de gala. O nosso pior inimigo era completamente esmagado em Aveiro. Duelo de claques na mesma bancada, na noite em que a SAD Beiramarista (com o proprietário na bancada) decidiu fechar os topos do estádio, retirando o lugar habitual da sua claque. Tudo indicava o melhor. Aos 7″ João Real castigava um Nildo esforçado com uma entrada por trás e o Beira inaugurava de penalty por Balboa. O 2º estava mais próximo que o primeiro dos coimbrinhas. Marinho era a única sombra que pontuava do lado de lá ao bonito futebol dos aveirenses. Abel Camara haveria de chutar de longe e ser feliz. Golo de carreira so far, golo para mostrar seguramente numa retrospectiva da época quando esta terminar. Intervalo. Balboa abre a 2ª parte com uma bola na barra que merecia ser muito mais do que uma bola na barra. O Beira-Mar jogava um futebol rectilineo, bastante flanqueado, os laterais subiam com confiança no terreno. Na defesa, Sasso e Hugo permitiam poucas veleidades a homens como Cissé ou Afonso. 3-0. Era o fim, pensava. Não poderia pedir melhor aos 56″. Eram os tais 5 que pedia para o arranque da época.

E tudo mudou em 12 minutos. Inacreditável. Infantilidade. Como é Ulisses?

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