De Londres #26 – dos inacreditáveis e eternos campeões

Nos 100, nos 200, nas estafetas, futuramente nos 400 e nas esfetas de 4×400, o salto em comprimento e talvez o triplo-salto. De Bolt poderemos esperar tudo.

Bolt não é deste mundo. Ouros com recorde olímpico nos 100. Bateu Blake nos 200 contrariando todos os prognósticos. Já nos 100, bater homens como Gatlin ou Asafa Powell (teve uma despedida triste dos jogos com uma caibrã na final dos 100) não está ao alcance de todos.

Provou ser o melhor velocista de sempre. Compará-lo com Carl Lewis ainda é prematuro pois ainda não vimos o Jamaicano no salto. Estou seguro que veremos num futuro próximo.

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2 thoughts on “De Londres #26 – dos inacreditáveis e eternos campeões

  1. é sem duvida uma máquina este velocista também gostava de o ver no salto em comprimento e triplo salto acredito que teria resultados surpreendentes.

  2. João Borba diz:

    E o Bolt ainda não chegou à idade em que os velocistas normalmente atingem o seu pico. De qualquer forma, acho que o pico dele foi nestes jogos. Mesmo com a concorrência mais forte de sempre (Gay, Bailey, Blake, Powell, e até mesmo Martina), foi o melhor.

    Em 2016, 100m, 200m, 4x100m, e 400m. É para varrer.

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