“Últimas palavras” – Última aula do professor Joaquim Romero Magalhães

O júbilo de um dos professores marcantes da Faculdade de Economia.

Pessoalmente, foi um prazer assistir às suas aulas de História das Relações Internacionais I e II, cadeira onde fiquei a conhecer factos que me apoiaram imenso para a compreensão histórica, social, diplomática e geopolítica do século XX.

Para além do mais, Joaquim Romero de Magalhães foi presidente da Associação Académica de Coimbra no ano de 1964.

Profere as suas “últimas palavras” na quarta-feira 18, pelas 17h no Auditório da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

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7 thoughts on ““Últimas palavras” – Última aula do professor Joaquim Romero Magalhães

  1. Marta Bernardo diz:

    Sempre fui apaixonada por história política e diplomática moderna e contemporânea. No entanto, devido ao défice qualitativo da minha docente de história durante o secundário, passei a encarar a disciplina de história com o mais puro desprezo.
    Foi preciso ser aluna deste grande senhor para voltar a gostar da área, e no fundo sei que foi nas suas fantásticas aulas que aprendi realmente o que são as Relações Internaionais. Sinto um grande orgulho em poder dizer que o tive como meu professor!!!

  2. Márcio A. Cabral diz:

    Curiosamente, a maior parte dos meus colegas achava estranhíssimo, bizarro até, o simples facto de tomar muitos apontamentos para aproveitar o manancial de informação dado nas suas aulas.

    Não digo que foi o teu caso – e, como o avô cantigas, eu cá não sou de intrigas – mas muitos alunos ouvi de várias turmas a, como não estavam habituados a qualidade académicas e o ritmo do ensino superior, dizerem que era mau professor e não sabia dar aulas, que “eram seca e não aprendiam nada”, entre os relatos dos coma alcóolicos da terça e quinta-feiras anteriores…

    Quando Álvaro Garrido participa num livro para o homenagear, nada mais precisa de ser dito sobre a qualidade de Joaquim Romero Magalhães.

    • Ricardo diz:

      Márcio, quem és tu? Conheço-te? Ah, és aquele Márcio que é completamente desprezado pelos seus colegas no curso de RI não és? O bizarro Márcio não é? És aquele maluco que bem conhecemos das aulas em que pensavas que sabias tudo e a cada coisa que dizias levavas um coice dos professores não és? És aquele Márcio que se julga detentor do conhecimento e da verdade não és? És aquele Márcio que já anda a tentar acabar o curso desde 2006 não és Márcio? Ou aquele que já vai no 5º curso e que se gaba de ter feito 5 cadeiras em Jornalismo no Porto? Cura-te Márcio. És demasiado moralista. Sempre o foste é certo. Já fizeste HRI Márcio? Já reparaste que o único bizarro e disfuncional em RI foste exclusivamente tu? Pensa nisso. Com Carinho. Eu cá não sou de intrigas, mas toda a gente no curso foge de ti. De ti e desse bloggerzito de meia tijela chamado João Branco.

      • Os licenciandos do curso de mestria na abertura da rolha do néctar de Deus baco morriam se não viessem aqui brindar-nos com coinces e com as suas inevitáveis bacoradas.
        Meu caro Ricardo. Não sendo tu alguém chamado “Ricardo” porque do fundo da minha memória não me lembro de alguém com um nome análogo que pudesse atestar a veracidade de algumas premissas deste comentário, és alguém que subiu do seu fundo covil para tentar agitar as massas quando a oportunidade assim não o desejava. Falamos de uma homenagem sentida a um grande professor de Relações Internacionais, não de um encontro com as estudantes da República Checa prós lados do Bigorna ou do Alex Bar.
        Como referi, subiste tu desse covil imundo onde vives para nos brindar (como o Alexis) com um To(c)queville de asneiras e inverdades que afectam um amigo meu, primariamente, um comentador deste blog.
        Este blog é democrático e aceita o comentário para que o atacado se possa defender legitimamente. Não sou é apologista de deixar passar este tipo de comentários asquerosos que, exceptuando o facto de também me atingirem pessoalmente, atingem alguém que vem dar a sua opinião perante o tema do post em causa. Não suporto portanto as macacadas dos Ricardos deste mundo que se lembram que o Entre o Nada e Infinito pode garantir uma venenosa picada no adversário em regime de anonimato. Ficas já ciente.
        O Márcio é quem é. E acima de tudo é uma pessoa com um conhecimento que respeito. Bastante. Até porque já aprendi muita mas muita coisa com ele, em vários temas, em vários assuntos. Se te é incómodo o facto do Márcio ser uma pessoa inteligente, aconselho-te claramente a ir ler Brecht para conseguires perceber algo do que é existência humana.

      • Pensei em não responder, mas tenho de matar tempo online até falar com uma pessoa e apeteceu-me levantar poeira hoje:

        Para alguém que não é de intrigas, Vasco Batista ou wannabe, sai-te com muita naturalidade esse veneno. Sim, palerma, entrei em 2007/2008, não em 2006, e fiz HRI à primeira vez que fiz o exame, com 17 e 16. Aliás, sem grande estudo (antes do exame!) por estar numa altura bem conturbada da minha vida, diga-se, ou teria mais.

        Não me lembro de me pagares as propinas Vasco,”Vasquito”, ou “Ricardo”, ou de te contar a minha vida. Cura-te tu, meu caro, que eu nunca andei por aí a insultar ninguém, muito menos acusei a Marta Bernardo, que só conheço das aulas. Ou teria respondido ela mesma, certamente.

        Acho que o dono do blog te disse tudo com uma verve que não merecias.

        Dou-te um conselho grátis, moralista ou não, pouco me importa, com mais umas coisas pelo meio. Cresce e aparece, porque:
        – Vai haver uma altura em que a tua mama vai acabar, em que não vão haver só liberdades mas sim responsabilidades, em que não há força, tempo ou vontade para as festas bacais e bossais diárias, ou quase, de hoje;
        – Vai haver uma altura em que as pessoas que dizes que me rejeitam no curso vão seguir o seu caminho e virar-te as costas sem nunca olhar para atrás – mais ou menos dez minutos depois de não teres dinheiro ou diversão para dar, ou chegarem à altura anterior, o que vier primeiro;
        – Vai haver uma altura em que vais perceber tudo isso, como muitos dos que entraram comigo em Setembro de 2007 perceberam; não este blogguer que já o sabia desde a FDUC; já que estamos nele, tu lês o que o João Branco escreve regularmente… (como ele coloca tantas entradas diariamente e os comentários não estão na página inicial tiveste uma “sorte” tremenda em encontrar o meu comentário não foi?)

        Infelizmente, para outros que menciono no último foi tarde demais – as pessoas tão boas que me rejeitaram (curiosamente, tive todos os amigos e amigas que quis ter, porque será?) chegaram a violar raparigas na noite dos horários, e não só, em mais que um ano. O que levou a que este sujeito tivesse de dizer à então coordenadora, sem mencionar nomes, porque mo pediram, para avisar todas as raparigas desse facto – e nesse ano não ocorreu nada do género. E isto é só o crime maior que conheço… Corrupção, decadência, e estupidez, não só masculina, há a potes em RI – fico FELIZ se esses fugirem de mim! (risos)

        Ganha juízo. E põe o teu veneno num blogue teu, ou n’A Cabra, ou deixa-o na tua mente tacanha, onde está bem melhor. Ou, melhor ainda, “cura-te” sim “Ricardo”, que bem precisas de ajuda para abrir essa tua mente.

        Ou em termos que perceberás melhor “free your mind and your ass will follow”! Votos genuínos e sem sarcasmo de boa sorte para essa aventura!

        Post-Scriptum:
        (perdoem-me os sujeitos da Cabra, que existem alguns, que de facto querem praticar jornalismo. Isso lembrou-me, último ponto, comprovei há pouco que tenho, com Bolonha, menos de uma dúzia de cadeiras para TERMINAR a licenciatura em JCC-FLUP. Ou seja, é ligeiramente diferente a tua versão – mas, como dizia alguém que não sabes quem é até ires à Wikipedia “Nunca deixes que a verdade te impeça de contar uma boa história…”)
        Post-Post-Scriptum:
        Peço desculpa ao Vasco Batista se nada tiver a ver com o caso – é que, azar o dele, eu sei que foi um dos que comprovadamente que me andou a caluniar pelas costas, SEM NUNCA TER FALADO COMIGO. Não me conhece fora das aulas – a que ia – sequer. Venenoso ou não, não quero ser injusto com ele se não for o anónimo em questão. Daí o pedido de desculpas preventivo.

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