Ou como quem diz: baixem o salário mínimo nacional

Intrujices vindas de Washington com o apoio de economistas etíopes formados em Harvard à custas de luxuosas Scolarships concedidas pelo comportamento pseudo-filantrópico das megacorporações Norte-Americanas.

 

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3 thoughts on “Ou como quem diz: baixem o salário mínimo nacional

  1. João A. Correia diz:

    Das duas uma: ou não lhes chegou ainda aos ouvidos a aprovação do novo Código do Trabalho, ou isto é uma autêntica barbaridade!

    Não é preciso ter dois dedos de testa para saber que a situação de tesouraria das empresas é deplorável, sucedendo-se os inúmeros atrasos de pagamento aos fornecedores contribuindo para que estes últimos fiquem também numa posição delicada… Salvo as empresas marcadamente exportadores é que conseguem escapar à abrupta queda do consumo interno… que irá continuar a descer, segundo parece… E os Bancos com as metas de rácio de capital a que estão obrigados a cumprir não emprestar dinheiro é a palavra de ordem!

    Ora, se a economia precisa de liquidez como de pão para a boca, só por tolice é que se pode advogar um decréscimo dos salários… A menos que depois nos prometam que vêm logo uma carrada de empresas internacionais investir em Portugal e empregar toda a gente! lol

  2. João A. Correia diz:

    p.s: Branco… não te esqueças da advogada girafa de cabelo branco que fez o seu percurso profissional numa sucursal da firma de advogados de chicago, Baker & McKenzie!

    • JAC,

      Aposto que já lhes chegou o novo Código do Trabalho. Para os fundamentalistas de Livre-Mercado não existem leis com maior valor que as leis de mercado.

      Claramente que uma possível revisão em baixa do salário dos portugueses (não digo apenas o mínimo mas também o valor médio) levará a um colapso total. Até poderá aumentar o lucro empresarial a médio prazo e criar algumas condições para que o empregador poupe e invista daqui a alguns anos, mas a curto prazo seria ruinoso. As famílias vivem com a corda na garganta, gastando mais daquilo que podem. O consumo anda retraído com a actual conjuntura. Será impensável retraír mais. Os bancos já não emprestem e em muitos milhares de processo já não recebem. Seria obrigá-los a tomar mais medidas de retracção no crédito. Como dizes e bem, gerar-se-ia mais uma espiral negativa, desta feita com contornos teatrais dignos do apocalípse.

      O engraçado é que depois de ler esta notícia li uma outra em que a mesma instituição apelava ao investimento estrangeiro em portugal derivado do facto de considerarem o país como “apelativo” – tem lógica, quando a mão-de-obra é barata ou poderá vir a tornar-se mais barata, o país é mais apelativo para investimento estrangeiro. Não pela produtividade pelo quanto sabemos em Portugal. Sim pela óptica da redução das despesas fixas. Já o tolo do Krugman afirmou no mês de Fevereiro que Portugal “não poderia praticar a austeridade por si só” mas deveria baixar os salários “não ao nível da China” – foi das coisas mais engraçadas que ouvi aquele tolo dizer.

      Falas da Christine Lagarde?

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