infelicidades

Pedro Proença, o único árbitro português destacado para arbitrar no próximo Europeu de Futebol afirmou hoje publicamente que os arbitros lusos estão no “nos limites das suas capacidades”(…) “A questão, neste momento, é que ser amador num espectáculo completamente profissional não oferece condições para fazer mais do que o que fazemos” – completou.

O mesmo também disse que o rumo à profissionalização deve ser um passo irreversível, mas não entanto não é sinal para que os arbitros não errem mas, segundo palavras do próprio “errem menos”.

Se os arbitros estão nos limites das suas capacidades como diz este senhor, não merecem ser profissionais porque tal facto só revela apenas uma coisa: não tem qualidade para tal. Exigir profissionalismo à arbitragem contem obviamente uma premissa que me parece obrigatória e que neste momento não é cumprida pela arbitragem portuguesa: isenção. Existem outros casos na 1ª categoria como os de Cosme Machado, Bruno Paixão, João Capela e Artur Soares Dias que no meu entender não padecem de vício de falta de isenção, porque o dislate não chega a tal, mas sim de burrice pura e dura e de falta de capacidades para conduzir devidamente um jogo de futebol.

E ainda bem que o jeitoso se considera amador. É bom saber que um amador como ele leva 33 mil euros de bonificações para casa durante uma época desportiva.

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