Nota pessoal – “Despertem a Mentira”

Há cerca de 3 semanas atrás declarei o meu apoio público à candidatura do André Costa e do Projecto “Desperta a Academia” aos órgãos de gestão da Associação Académica de Coimbra. Venho neste dia e por este meio pedir desculpa aos meus leitores. Faço um mea culpa por essa decisão por mim tomada. Faço um mea-culpa, pois, 3 semanas depois de o ter feito e de conscientemente ter sido iludido pelos ideiais desse projecto, não acredito de facto nos ideais do mesmo e, para infelicidade da minha credibilidade enquanto cidadão, enquanto sócio-efectivo da DG\AAC e enquanto blogger que aborda esta temática, devia ter assumido desde logo uma postura totalmente imparcial.

Faço um mea culpa, não porque acredite que os restantes projectos são mais viáveis para o actual estado da AAC porque não o são (basta ver o organigrama do projecto Liga-te para perceber que maior parte daqueles que se assumem como predispostos a Ligar a Academica são pessoas que não vão acrescentar nada à AAC, desde o logo o candidato principal; numa lista, onde, embora pesando o facto de referida pessoa ter assumido perante a minha pessoa uma postura de gozo e arrogância, só considero minimamente talentoso o candidato a Administrador João Seixas) mas porque todos os ideais que acompanham a tal mudança que é ansiada pelo projecto “Desperta a Academia” e todo aquele ideal de méritocracia balofa que está a si agregada não passam de uma pura mentira, de retórica de bordel e de uma pura charlatonice, que em nada, mesmo nada, irá criar mais-valia ao futuro da instituição.

Faço um mea culpa. Espero que os meus leitores perdoem os meus erros.

Leio pela primeira vez o jornal que me foi dado pelo Projecto “Desperta a Academia”. Fico boquiaberto com tamanhas monstruosidades que são escritas no programa da lista. Fico triste com aquilo que me foi comunicado em conversa pelo André Costa acerca das linhas mestras do seu projecto e aquilo que de facto está plasmado para o público em geral no referido jornal. Fico ainda mais triste, pelo facto do André me ter pedido o meu melhor, e, depois de ter estado uma semana no computador a delinar ideias para que as reuniões do projecto (nos diversos pelouros) pudessem trabalhar e aprofundar para que realmente algo mudasse, ninguém da lista se manifestou interessado em receber o documento.
Dados consumados, li com atenção o seu programa, programa qual passo a citar (nas partes que me parecem convenientes de citar), apresentando obviamente algumas das ideias que previa nesse tal documento que elaborei e que pura e simplesmente foi renegado pelo projecto.

Para perceber o contexto das minhas afirmações, é preciso ler o tal jornal.

Começamos pelo Pelouro da Intervenção Cívica e Ambiente:

A primeira medida salta-me logo à vista pela incompetência dos “intelectuais” da lista terem colocado uma primeira medida que nem sequer pertence a este pelouro.

1. Transcrevo:

“ Criação de um sistema de fiscalização de atribuição de bolsas” – para quem conhece a casa, saberá muito bem que esta medida não pertence a este pelouro mas sim ao da Acção Social.
2. “Criação do Fundo de Apoio Social da AAC, direccionado à Acção Social Indirecta” – mais uma medida que não pertence a este pelouro.
3. “ Negociar com os SMTUC um aumento de veículos e trajectos para os pólos universitários, particularmente os Pólos II e III.” – pois bem, à 5ª medida aparece a primeira medida irreal. Creio que neste momento a quantidade de veículos é a exacta tem carros a partir de toda a cidade e para os referidos percursos, os SMTUC não enchem maior parte dos autocarros, pelo qual gostaria de informar quem pensou esta ideia, se já se deu ao trabalho de ir pesquisar entre os serviços administrativos dos SMTUC qual o nível dos prejuízos que estas carreiras (da cidade para os pólos dão mensalmente). Já agora, também gostaria de informar quem pensou esta ideia se faz o mínimo de quanto é que os SMTUC recebem de ajuda do estado anualmente para ajuda de custos. A resposta é fácil: 0
4. “ Divulgação do novo método de candidatura a Bolsa” – cair no mesmo erro dos pontos 1 e 2.
5. “Promoção e divulgação dos serviços de saúde e lavandaria dos SASUC” – idem.
6. “Acompanhamento da situação das Residências dos SASUC” – idem.
7. “Acompanhamento da situação das cantinas e dos bares dos SASUC (qualidade, preço, horário) – idem
8. “Análise do actual regulamento de atribuição de bolsas” – idem.

É obra confundir-se Intervenção Cívica e Ambiente com Acção Social. Nas propostas desta lista não existe uma única referência à ligação da AAC à cidade de coimbra, papel que a AAC tantas vezes cumpriu na sua história e ímpar na defesa dos interesses da instituição e da cidade. Não existe pensada uma única actividade de limpeza da cidade (parece que a mesma ficou-se mesmo pela pré-campanha), não existe pensada uma única actividade de visitas aos doentes dos HUC, do Hospital dos Covões, do Pediátrico, do Sobral Cid, dos lares de idosos, dos orfanatos, nada.

A minha proposta para este pelouro era uma proposta totalmente diferente. Em linhas mestras, escrevia eu:

O pelouro de intervenção cívica e ambiente, deverá ter um papel pró-activo na prossecução dos valores de solidariedade para com a comunidade que a AAC sempre assumiu ao longo da sua história.

Assim sendo, ficam aqui anotadas algumas sugestões de actividades:

1. Duas visitas no mandato aos HUC, Pediátrico, Hospital dos Covoões, Casa de Infância Elysio de Moura e casa dos órfãos da Sé Velha. Diálogo com doentes, palavras de coragem, brincadeiras com as crianças, implementação de um programa de voluntariado entre a comunidade estudantil, a AAC e estas instituições para estes efeitos.
2. Contactos com as escolas básicas e secundárias de coimbra para implementação de programas de recolha de alimentos e roupas usadas para distribuir por IPSS ou para mandar para os países de língua portuguesa.
3. Implementação de um programa de voluntariado com a ERSUC com o slogan “limpa a cidade” – durante 1 noite por mês, os estudantes prontificam-se a tomar conta da limpeza de uma zona da cidade, com o objectivo de tornar coimbra uma cidade mais limpa.
4. Descida do rio mondego, em estreita colaboração com os núcleos de estudantes.
5. Uma tentativa de colecta de vários programas de voluntariado existentes na cidade e a sua respectiva divulgação à comunidade estudantil através de um boletim.
6. Um atendimento personalizado a todos os estudantes que queiram aderir a esses voluntariados, assim como a acções realizadas pelos pelouros.
7. Contactos com os núcleos para a realização de acções pelas faculdades de recolha de roupas e alimentos para posterior distribuição por IPSS ou países de lingua lusófona.
8. Uma ceia de natal, em dezembro com os sem-abrigo da cidade numa cantina dos SASUC.
9. A criação de vários peditórios para causas nobres como a liga portuguesa contra o cancro, o centro de acolhimento do loreto, entre outros.
10. Recolha de livros entre os núcleos para entregar por IPSS, escolas secundárias e básicas da região de coimbra, assim como pela casa dos pobres, estabelecimento prisional, HUC, Hospital dos Covões, Pediátrico e Casa de Infância Elysio de Moura.

Depois apercebi-me que nem uma porra de flyer sabem fazer porque repetem mais à frente as ideias para o pelouro de intervenção cívica e ambiente, quando na segunda página deveria ser acção social. Para quem tanto quer informar, começa logo por desinformar.

As minhas propostas para a Acção Social, a meu ver, são bem mais profícuas do que aquelas que 20 cabeças de alho xoxo pensaram nas reuniões:

Acção Social:

Este pelouro, nos tempos que correm, também responde por uma inúmera panóplias de responsabilidade que requerem muita acutilância.

É da responsabilidade deste pelouro exigir às entidades como a DGES, o ministério, a reitoria da UC e os SASUC, o cumprimento zeloso e intensivo de vários pontos sensíveis da vida da instituição e dos estudantes da Universidade de Coimbra

Assim sendo:

 

  1. Deve estar em contacto com a realidade estudantil no que toca a problemas financeiros e em constante contacto com os estudantes e com as entidades no que toca a problemas relacionados com bolsas de estudo, bolsas de alojamento, bolsas de mérito escolar, bolsas de transporte que são pagas a alunos deslocados que viajam diariamente para coimbra de lares que são manifestamente afastados e lutar pela prossecucação dos interesses dos estudantes no que toca a regras de atribuição de bolsas de estudo, pagamento das mesmas e pagamentos das restantes bolsas que acima mencionei.
  2. Nesses contactos deverá através da via do diálogo promover o incremento da atribuição de bolsas de estudo e dos problemas que surgirem entre a comunidade estudantil, lutando para que o aumento dos beneficiários seja uma realidade e para que não se cometam injustiças na distribuição das verbas que estão consignadas aos SASUC.
  3. No que toca a residências universitárias e repúblicas, deverão ser mantidas conexões com as entidades que zelam pela preservação das infra-estruturas, e pelos colegas repúblicos e moradores nas RU´s para também se acercar dos problemas que afectam as mesmas e tentar solucionar esses mesmos problemas com os SASUC\UC\Ministério e se possível, com dinheiros da Académica, solucionar problemas menores em caso de inexistência ou avaria de equipamentos.
  4. Deve-se voltar também à execução de arraiais académicos, com a contribuição de grupos da casa (Secção de Fado, entre outras secções) para a angariação de fundos para comprar equipamentos em falta para as residências e repúblicas.
  5. Deve-se também voltar para a execucação de um peditório na cidade para o mesmo efeito.
  6. Devem ser efectuadas reuniões periódicas de delegados de residências e repúblicas universitárias e os SASUC e a reitoria da UC para que se possa estabelecer um diálogo acerca dos problemas que se manifestam nestas e se possam arranjar soluções.
  7. A sua acção deve ser clara e transparente ao ponto do coordenador prestar contas da sua acção aos estudantes através do boletim periódico que acima transcrevi.
  8. Talvez fosse genuína também a ideia de se estabelecerem uma rede de parcerias com o tecido industrial do distrito de coimbra, ou até a nível nacional com a ideia de sponsorização dos estudos de estudantes carenciados\que tenham perdido bolsa por parte de homens de negócios que queiram contribuir para o futuro de muitos. A ideia seria, um homem de negócios ajudar ao pagamento das propinas de um estudante e em troca oferecer-lhe um contrato de trabalho remunerado durante os anos de curso em que recebeu o apoio por parte do mecenas, a começar no ano posterior a este ter acabado o curso, garantindo pelo meio que este tenha aproveitamento escolar para continuar a beneficiar do programa. A ideia seria lançada em concurso público, havendo uma estricta avaliação dos candidatos, do perfil financeiro da sua família e da área de estudos que frequenta, tendo em conta também a área de negócios do mecenas.

 

Pelouro da Administração:

Edifício:
1. “Melhorar as condições da sala de estudo através de um patrocinador, que a irá modernizar e equipar” – pergunto eu: Quem é que numa altura de crise como esta investe em algo que intrinsecamente pela sua natureza não pode garantir retorno financeiro líquido?

Transportes:
1. “E-AAC – Alargar a rede de abastecimento de veículos elétricos à Universidade de Coimbra e a AAC tornando-a a primeira a nível mundial com este sistema, mantendo-nos na vanguara da mobilidade sustentável” – a ideia é excelente. Mas, com que recursos será paga? Terá a AAC meios financeiros para adoptar tecnologias dispendiosas como estas? Já sei qual é a resposta: vamos procurar um patrocinador. Uma boa proposta que não será exequível.
2. “Elaboração de protocolos com empresas\entidades, tendo em vista a redução dos custos de manutenção dos transportes” – mas pensam o quê? Pensam que o tecido empresarial de Coimbra é a santa casa da misericórdia?

Marketing:
1. “Interagir com a TVAAC para a divulgação das secções e núcleos do Edifício. Também aproveitar este espaço para divulgar os nossos produtos e vender o espaço publicitário” – Tem muito que interagir então. A TV tem vários plasmas espalhados pelo edifício. Por cada spot de uma secção cultural ou desportiva que passam, passam 10 de seguida da própria TVAAC.
2. “Ver a possibilidade de fazer a divulgação da AAC (secções, núcleos, actividades da DG…,) bas TVs da faculdade” – caso não saibam, essas TV´s são propriedade de um famoso banco com assento no Conselho-Geral da UC. Tenho dúvidas que deixem de passar a sua publicidade para passar a publicidade e divulgação de uma instituição que é patrocinada por outro banco. É absolutamente irrisório.
3. “ Promover um protocolo com os SMTUC de modo a ter autocarros com imagens de grandes momentos de Coimbra” – sim, se lhes derem uma maquia de dinheiro para que eles possam pagar o quotidiano das suas despesas, eles são capazes de deixar.

Tesouraria:
De todas as medidas previstas escapa uma que deve ser considerada como essencial para poupar nos gastos que a Associação tem: reduzir o consumo e dependência das telecomunicações impondo um plafond mensal a todos os elementos da Direcção-Geral, reduzindo assim os exacerbados gastos (principalmente gastos em chamadas pessoais) que estas vem fazendo ano após ano.
Fund raising: Ou como quem diz, vender postais na baixa e pedir uns milhares de euros à Juventude Popular.

Objectivo: Adaptar a procura de apoio ao momento de grandes dificuldades do país – Os bancos não tem dinheiro para empresar, os bancos não tem dinheiro para investir, os empresários não tem dinheiro para investir nos seus investimentos e consequentemente estão a reduzir as despesas, cortando regalias aos trabalhadores e despedindo pessoal. Agora, vem estes artistas querer fazer milagres no meio da pobreza…

As duas medidas apresentadas apuram-me duas palavras: eficiência e redução (de despesa) – reduzir despesa como? Cortando no que é secundário nos gastos da AAC. Os meninos do projecto não sabem efectivamente o que é secundário nos gastos… Se sabem, passaram ouvidos marcador.

Saídas Profissionais:

Até concordo com as medidas apresentadas. Mas, sabendo que o mandato é de 1 ano e estão escritas tantas medidas, será que maior parte destas medidas não são daquelas medidas em que o projecto quer mostrar ao estudantes que “pretende fazer” mas não vai cumprir nem metade? Não é por nada, mas o que é prometido dá para 5 mandatos neste pelouro.

Intervenção Cívica e Ambiente (Parte II)

Ambiente:

1. “Iniciar um projecto de sustentabilidade energética a longo prazo do edifício da AAC” – mais uma vez pergunto: quem paga?
2. “Introdução da rúbrica no Jornal “A Cabra” relacionada com o ambiente – Espera aí, eles publicam alguma coisa do plano interno da AAC a não ser críticas à Direcção-Geral?

O resto das propostas não é nada do que não se tenha feito e muitas delas vem ao encontro das propostas que acima enunciei para o referido pelouro.

Desporto, o buraco negro da AAC.

Nenhuma proposta vem ao encontro daquilo que realmente tem sido feito pelas Direcções-Gerais, quase sempre em conjunto com as secções e com o Conselho Cultural. Falta de ideias clara para este pelouro.

Talvez tenha algumas que elucidem sobre a importância do desporto e aquilo que realmente pode ser feito:

oi do desporto praticado na AAC que surgiram também algumas das maiores conquistas da história da instituição. A Taça de Portugal de 1939, a final da Taça de 1969 em que a Académica conseguiu usar o futebol para continuar a sua luta e o Jamor tremeu de tantos estudantes naquele bonito Académica vs Benfica.
Outros nomes surgem-me na cabeça para exemplicar a grandiosidade do desporto na AAC. Pedro Roma, Paulo Adrianos e Nuno Piloto (jogadores profissionais que actuaram tanto na antiga versão da Secção de Futebol da AAC como na actual OAF, sem no entanto descurar os seus estudos universitários na Universidade de Coimbra) Éder (actual jogador da Académica\OAF: estudante de desporto) Rui Cordeiro (jogador de rugby da AAC que foi o autor do ensaio histórico da selecção portuguesa contra a Nova Zelândia no mundial de rugby de 2007) Beatriz Gomes (canoísta medalhada em europeus e mundiais\finalista em Pequim 2008) Teresa Portela (idem) Diogo Carvalho (nadador olímpico\estudante de Medicina; não pratica natação na Académica infelizmente mas para treinar frequenta as instalações da AAC na Solum). São portanto alguns dos nomes actuais do desporto na AAC. Muitos mais existem, alguns deles incógnitos pela falta de relevância que é dado ao desporto universitário e ao amadorismo existente no desporto da AAC. A eles, uma salva de palmas.

O desporto universitário, força motriz que cria campeões entre aqueles que diariamente fazem um esforço para levar a cabo a sua educação superior e conciliar os estudos com a prática de desporto ao mais alto nível. As secções desportivas, secções que vivem do efeito-carolice daqueles que estudam e daqueles que já não estudam mas que pretendem formar excelentes atletas, em concreta colaboração com estudantes e com pessoas endócrinas da própria cidade, do jovem de 8 anos que se inicia numa modalidade que gosta ao idoso de 80 anos que ainda pretende manter a forma física de modo a obter o ganho de saúde e qualidade de vida para os anos que lhe restam viver.

Também não preciso de explicitar muito o que pretendo para o desporto:

1. A canalização de fundos e de meios logísticos para a realização dos mais variados eventos desportivos, amplos e de várias modalidades, salutando a participação académica nos mesmos e com uma divulgação que pertencerá ao pelouro de comunicação e imagem.
2. A ajuda, na medida do razoável das finanças da AAC às secções desportivas para que estas não tenham carências de maior que possibilitem a mudança de atletas para outros clubes que não a AAC.
3. A realização de torneios gerais de várias modalidades, não-profissionais, em honra à AAC no mês de Março à semelhança daquilo que a Universidade do Minho faz por exemplo com a Taça do Reitor. Para isso, a AAC deverá por exemplo pedir ajuda à reitoria da UC e outros sponsors que entretanto se possam mostrar interessados na realização destes eventos. O mais preferíveis são obviamente as marcas de material desportivo.
4. O aconselhamento e divulgação da necessidade de exercício físico à comunidade estudantil como forma de prevenir eventuais deslizes na sua saúde com folhetins que tenham em conta esse factor assim como a necessidade dos estudantes terem uma boa alimentação
5. A criação de eventos periódicos com a realização de palestras como atletas de alta competição que tenham como clube a AAC: exemplos Eder (OAF) Beatriz Gomes, Teresa Portela, Rui Cordeiro, João Jorge (Andebol), etc

Desporto Universitário:
1. A obtenção de todos os meios logísticos necessários à prática do desporto universitário nas mais diversas modalidades, como tem sido feito até agora, podendo-se estabelecer parcerias que possibilitem a sustentabilidade das modalidades.

Como podemos ver pelo jornal, o desporto universitário para o Projecto “Desperta a Academia” é um fantasma, é algo inexistente.

Pelouro das Relações Internacionais:

À excepção da criação do cartão cultural para estudantes erasmus nos museus e visitas pela cidade de coimbra, nada que já não tenha sido feito por este pelouro e pelas organizações existentes na cidade (caso da AIESEC) no que toca à divulgação e obtenção de voluntariados internacionais.
Mais uma vez, não posso deixar de realçar que neste pelouro as actividades chegam para 3 mandatos. Quero estar aqui para ver, se, caso este projecto seja eleito, a respectiva equipa vai cumprir todas estas actividades.

Gape: Sem comentários possíveis…

Pelouro das Relações Externas:

Perante as medidas que são propostas, o trabalho que a actual coordenadora (Mónica Batista) e a sua equipa estão a fazer merece um enorme louvor.

P.S: A proposta do plano de descontos para estudantes da UC nos estabelecimentos comerciais da baixa é absolutamente ridícula. Isto porque os estudantes não compram na baixa e porque temos que ver que propor o quer que seja aos “caretas” dos lojistas da baixa é um target completamente impossível.

Pelouro da Cultura: Vê-se mesmo que tem o toque Arnaut na coisa. Prometer muito e fazer pouco. Muita parra e pouca uva. Pelo meio, possivelmente comprar umas guerritas com umas secções culturais. Sempre em benefício da Secção de Fado, está claro. Se estas propostas saírem todas como o prejuízo que deu o último convívio das Secções Culturais, penso que não é preciso dizer mais nada para ver o que é que isto vai dar.

As propostas são claramente estapafurdias. Vindo de quem vem, nada me espanta.

Arnaut, já que és um gajo tão fixe e tão cultural, toma lá alguma coisa para ver se te aguentas caso sejas eleito:

É um facto inegável que a AAC, como instituição cultural criada pelos homens sempre ocupou um destacável lugar no todo que é a cultura portuguesa. Os exemplos são muitos e claros: Adriano Correia de Oliveira, Carlos Paredes, Manuel Alegre, Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão, Luiz Goes, António Luiz Gomes, Antero de Quental, Hilário Goes, António Sérgio, Miguel Torga, José Afonso, Vitorino, Xanana Gusmão (sócio honorário desta casa) Agostinho Neto, Alberto Martins, e mais recentemente outros tantos que trabalham nas secções culturais de forma afincada como o meu caríssimo amigo e companheiro de empreitada Paulo Abrantes (Fotografia) Nuno Cardoso (Filatelia) Hugo Ribeiro (Secção de Fado) Alexandre Lemos (Rádio Universidade de Coimbra) André Amador, Tiago Santos (Centro de Estudos Cinematográficos) entre muitos outros, cuja lista é enriquecedora e não me permite, por questões de tempo de mencionar. Todos estes homens, se dedicaram de alma e coração a uma casa, sem nada pedir em troca do que a gratidão e a lembrança. A gratidão e a lembrança do trabalho é algo que é eterno e que é inalienável. São portanto, valores, que devem ser guardados no coração dos homens para sempre como um pedaço de toda uma vida, de todo um bem que se fez sem olhar a quem.

Todos estes homens, se dignaram, em modo triunfal, a dedicar a sua passagem por Coimbra a uma casa sem rosto único, mas, todavia, com muitos rostos. Todos estes homens trabalharam afincadamente durante anos para que a bandeira negra da Académica fosse transportada aos mais altos píncaros do país e do estrangeiro. Todos estes homens se negaram a viver de forma medíocre as suas vidas para servir a casa sem receber nada em troca. Todos estes homens merecem portanto um louvor colectivo e são claramente exemplos a seguir por aqueles que no presente e no futuro pretendem também elevar eles bem alto o nome da Académica e hastear a bandeira desta humilde e grandiosa casa.
Todos estes homens, no seu ofício, nas suas causas triunfaram no passado e continuarão a triunfar no futuro. Contribuíram de forma determinante para uma Académica de boa cepa, para uma cidade mais bonita e engalanada, para uma cidade mais cívica e mais humana, para uma solidariedade “in-loco” entre os cidadãos e se assim posso dizer, para um mundo melhor. A Académica, foi portanto o ponto aglutinador de todas estas vontades, de todos estes desafios e de todos os propósitos que foram ao longo da sua histórias realizados por estes homens.

A cultura é outros dos pelouros importantes da Academia. Não preciso de explicitar muito o que pretendo para a cultura:

1. A canalização de fundos para a realização de eventos culturais promovidos pela DG, de preferência com os lucros a reverter para instituições de solidariedade social ou para as secções culturais que se possam envolver na feitura do evento. O pelouro de comunicação e imagem será primordial na divulgação destes eventos.
2. A ajuda incondicional às secções culturais da casa, tendo como pressuposto máximo a feitura de eventos sustentáveis e que não ultrapassem as barreiras financeiras do exagerado para a AAC.
3. A promoção entre a comunidade estudantil das 16 secções culturais existentes na casa.
4. Uma tentativa clara de arranjar sponsorização para eventos culturais da casa, ora feitos pelo pelouro ora feitas pelas secções culturais.
5. Esforços para dotar as secções daquilo que necessitam para o exercer das suas actividades, desde que tal não entre numa óptica de exagero para as necessidades destas e para as finanças da Direcção-Geral.
Actividades:
Realização da Gala António Luis Gomes, em colaboração com as secções culturais da casa e com o Conselho Cultural
Realização de um concurso de fotografia, em colaboração com a secção de fotografia da AAC com temas como “Cidade de Coimbra”, “AAC, 124 anos de história”, “O Desporto da AAC”, entre outros…
Realização de diversas exposições (de selos com a Secção de Filantelia, do Espólio das secções, dos vencedores do concurso de fotografia) e a garantia de várias visitas providas aos estudantes ao Museu Académico, ao Museu da OAF e às secções culturais.
Realização de concertos com os grupos da casa (Secção de Fado, GEFAC, Orfeão, Coro Misto, Coro dos Antigos Alunos) a título gratuito, onde a tradição possa ser mais uma vez alvo de lembrança, saudade e espírito de camaradagem entre os que estudam actualmente e aqueles que pela vida já deixaram Coimbra, mas, enquanto estudantes participaram nas actividades destes grupos.
Realização de um open-day das Secções Culturais.
Realização de palestras com os presidentes das várias secções culturais, como forma de cativar a comunidade estudantil a escolher e aderir a uma secção cultural.
Realização, em colaboração com a RUC, de emissões nos exterior nos dias que de alguma forma marcaram a história da AAC.
Organizar uma feira das secções culturais, no Jardim da Sereia ou no Jardim Botânico, onde elas possam expor a toda a comunidade um pouco do seu trabalho.
Organizar peças de teatro em conjunto com os grupos de teatro da casa, o TEUC e o CITAC, promovendo para tal um protocolo de cedência de espaço com entidades como o Teatrão, TAGV, Teatro Paulo Quintela.

Outra das situações que claramente me fez espécie no organigrama deste projecto. O André, pelo que sei, defendia apenas 2 vice-presidentes para a AAC. Tem 3. Irónico não?

Para finalizar, e porque a lista é extensa, aponto aqui alguns dos motivos que me fizeram recuar atrás no apoio ao André Costa e do seu projecto. Volto a pedir desculpa (pelos motivos atrás enunciados) aos meus leitores. Espero que me perdoem o erro e os desaforos.

Com as etiquetas , , , , ,

33 thoughts on “Nota pessoal – “Despertem a Mentira”

  1. Kasic diz:

    Quanto te pagaram para mudares a agulha ? É que se dissecarmos esse ataque às ideias começas logo a pegar num erro de impressão, e as sugestões que dás são tudo menos activas. As pessoas querem acção, querem propostas.

  2. Alexandre diz:

    Em relação aos vice-presidentes, nos novos estatutos cria-se a figura de três vices. Portanto, neste ponto não me parece que tenha defraudado expectativas.

    Se tivesse quatro, aí sim, era de apontar a falha…

  3. É obra não perceberes que foi um erro gráfico, e não incompetencia do pelouro!

  4. telmo diz:

    a primeira parte da intervençao civica obvio que nao é intervençao civica houve um erro na impressao

  5. David Costa diz:

    Boa Tarde
    Não pude deixar de ficar incrédulo com metade das coisas que aqui referiste.
    Mas, primeiro que tudo, vou-me apresentar. Sou o David Costa de Farmácia Biomédica e fui o coordenador dos transportes da actual Direcção Geral. Demiti-me em Julho pois não pude continuar a trabalhar sem o João Alves.

    Venho aqui responder-te a estes 3 pontos:

    Pelouro da Administração:

    Edifício:
    1. “Melhorar as condições da sala de estudo através de um patrocinador, que a irá modernizar e equipar” – pergunto eu: Quem é que numa altura de crise como esta investe em algo que intrinsecamente pela sua natureza não pode garantir retorno financeiro líquido?

    Transportes:
    1. “E-AAC – Alargar a rede de abastecimento de veículos eléctricos à Universidade de Coimbra e a AAC tornando-a a primeira a nível mundial com este sistema, mantendo-nos na vanguarda da mobilidade sustentável” – a ideia é excelente. Mas, com que recursos será paga? Terá a AAC meios financeiros para adoptar tecnologias dispendiosas como estas? Já sei qual é a resposta: vamos procurar um patrocinador. Uma boa proposta que não será exequível.
    2. “Elaboração de protocolos com empresas\entidades, tendo em vista a redução dos custos de manutenção dos transportes” – mas pensam o quê? Pensam que o tecido empresarial de Coimbra é a santa casa da misericórdia?

    1º Edifício.
    A ideia passava por “vender” a sala de estudo. Como sabes, ela encontra-se degradada e precisa de uma urgente intervenção. Assim sendo, como a AAC não dispõem de capacidade financeira para tal reestruturação, pensou-se, como tinha dito, em “vender” a sala de estudo.
    Mas o que significa “vender” a sala?
    Como está escrito no jornal: “através de um patrocinador, que a irá modernizar e equipar”
    O Investidor iria ter retorno financeiro como? Através de publicidade, ou seja, poderia dar o nome a sala, colocar anúncios da empresa nas paredes da sala e janelas, etc…
    No meu ponto de vista é um negócio muito bom e rentável para a empresa investidora pois irá conseguir chegar a uma larga quantidade de estudantes que a frequentam.

    2º E-AAC
    Este projecto tem a minha assinatura. Fui eu que o criei e idealizei enquanto era coordenador dos transportes da AAC.
    Para começar vou-te explicar um pouco da mobilidade eléctrica em Portugal.
    Existe em Portugal um programa chamado MOBI-E que está (ou estava) sob a alçada do Gabinete de Apoio a Mobilidade Eléctrica em Portugal (GAMEP). É deste gabinete e em conjunto com as câmaras municipais de todo país que foram colocados os pontos de abastecimento eléctricos que hoje são visíveis por todo o país.
    Assim, na altura fizemos um levantamento junto a Camara Municipal de Coimbra para sabermos quais os locais da Universidade que já estariam contemplados pela rede de abastecimento original. O pólo 1 e o pólo 2 já tinham 4 pontos de abastecimento, faltavam assim a FEUC, o Pólo 3 e Faculdade de Desporto. A meu entender, na altura achei que o edifício sede da AAC também deveria ter um ponto de abastecimento.
    Após este levantamento feito, foram realizados contactos com o GAMEP de modo a tornar este sonho de uma mobilidade sustentável uma realidade (exequível, como dizes).

    No fim da reunião com o GAMEP, conseguimos 8, sim OITO postos de abastecimento gratuitos para a AAC a serem colocados onde nós desejássemos. Como vês não é difícil, nem nenhuma mentira! Basta apenas ter força de vontade para querer mudar a forma de pensar de que tudo é impossível e cair no conformismo de não realizar obras!

    Após a aprovação do projecto em reunião da câmara municipal, faltava apenas assinar os papéis para o início da obra. No entanto, nunca foram assinados pois nessa semana o Presidente da AAC demitiu o Administrador, deixando-me de mãos atadas e sem o grande apoio do Chaves para continuar este projecto.

    O Projecto E-AAC não acabava por aqui. Estavam a ser estabelecidos contactos com a Nissan para a Associação Académica de Coimbra ser a imagem de marca e uma rampa de lançamento dos veículos eléctricos no meio universitário e da cidade.

    E o projecto não acabava por aqui! Existe ainda a mobilidade eléctrica de duas rodas.

    Se um dia quiseres saber mais sobre o E-AAC podes sempre entrar em contacto comigo pelo e-mail ou telefone.

    3º E último ponto.

    Uma das coisas que mais reparei em enquanto era coordenador dos transportes é que o custo de manutenção da nossa frota era bastante elevado, devido, sobretudo, a reparações.
    Na altura, tinha a ideia de arranjar patrocinadores como o EUROPCAR, MICHELIN, etc.. que estivessem interessados em patrocinar as carrinhas, ou seja, dar algum espaço publicitário a alguma marca na carrinha. Obviamente que a carrinha não iria ficar como um carro de corrida mas um anúncio no fundo da carrinha não estraga a imagem.
    Dizes que é impossível. Bem, e não é que de facto a EUROPCAR demonstrou algum interesse?

    Caro João, espero ter respondido as tuas dúvidas e se ainda tiveres algumas estarei aqui para te responder.

  6. Joao diz:

    Olá amigo, Sentes te feliz? Foi bom ? és feliz assim? Pessoas como tu, são os causadores do actual estado de coisas. O que tu manifestas te aqui é um ódio pelo tua importância ser igual a este post, ou seja uma valente MERDA. Pessoas como tu só servem, para coçar os tarecos. Daqui te mando um grande abraço cheio de hipocrisia e desejo tudo de bom para esta merda a que chamas BLOG lol. ÉS o maior do teu quarto.

  7. Sérgio Pinto diz:

    Caro colega,

    Certamente pode não ser o lugar certo no entanto de certa forma acho pertinente pela primeira vez (que saiba) tenhas falado do Pelouro de Saídas Profissionais da AAC no teu blog.
    Relativamente as actividades que indicas que é um mandato que daria por 5 desde já aproveito para deixar escrito que não o concordo e aproveito para enumerar todas as actividades que o pelouro realizou ao longo do presente mandato, e como certamente poderas verificar quase todas as medidas que são agora proposta pela referida lista já foram realizadas durante o presente mandato juntamente com outras:

    Fevereiro – Divulgação do GSP
    10 Março – Formação Currículo e Técnicas Procura de Emprego (FEUC)
    13 Março – “Entrepreneurship Day UCoimbra” (Casa das Caldeiras) – Empreendedorismo com palestrantes nacionais e internacionais
    15 Março – Sessão de Recrutamento Martifer (FEUC)
    29 Março – Workshop Saber Comunicar leccionado pela Aula-Zero (FEUC)
    30 Março – Mostra de Emprego e Formação Extracurricular (FLUC)
    31 Março – Formação Currículo e Técnicas Procura de Emprego (FDUC)
    5 Abril – Sessão de Recrutamento Deloitte (FEUC)
    6 Abril – Sessão de Recrutamento CGD (FEUC)
    6 Abril – Formação Currículo e Técnicas Procura de Emprego (DEQ)
    27 Abril – Gala Final Creative C
    19 Maio – Participação no evento da reitoria “Um dia pelo futuro da UC”
    21,22 e 23 Maio – Startup Weekend Coimbra (Sala de Estudo)
    2 Junho – Assinatura Protocolar Aula-Zero e AIESEC
    8 Junho – Assinatura Protocolar SN – Serviços Normativos
    30 Junho – Formação Saídas Profissionais aos Núcleos da FEUC
    6 Julho – Apresentação da proposta de Criação de Módulos de Empreendedorismo e da criação de uma aplicação dentro do Inforestudante dedicada a Emprego que permita à UC a criação de uma base de dados de estudantes finalistas para recrutamento. Ambas as propostas foram aceites e estão neste momento a ser implementadas
    Arrisca C – Candidaturas até dia 30 de Outubro – Mais de €135.000 em prémios sendo que o concurso este ano conta com 2 vertentes: Ideias de Negocio; Plano de Negócios;
    2 Setembro – Participação no Encontro de Estudantes de Engenharia Eletrotécnica – Formação Currículo e Técnicas de Procura de Emprego
    3,4 e 5 Outubro – Feia de Emprego no Dolce Vita Coimbra
    4 de Outubro – Leadership Tournament actividade que estamos a apoiar da autoria da AIESEC, este ano é realizada na sala de estudo da AAC sendo que a AAC também se juntou nos prémios
    4 de Outubro – Realização da primeira palestra do Arrisca C – Plano de Negócios
    Outubro/Novembro – Ajuda na realização das palestras de Mecânica
    12 Outubro – 2º Workshops Arrisca C
    15 de Outubro – TEDx Coimbra
    19 de Outubro – Preparação do lançamento nacional do Atreve-te 2011 com a realização do dia do Empreendedor, isto consiste na realização nacional de palestras em diversas academias, federações e núcleos de estudantes
    19 e 26 de Outubro | 9 e 18 Novembro – Ciclo de Conferências – 14h Auditório do Departamento de Engenharia Mecânica, organização Núcleo de Estudantes de Engenharia Mecânica com o apoio do Gabinete de Saídas profissionais
    19 Outubro – 3º workshop Arrisca C
    24 Outubro – Formação Currículo e Técnicas Procura de Emprego (Direito)
    8 Novembro – Debate sobre “a situação economica do país e o desemprego nos recém-licenciados”

    até à presente data!
    Relembro que apenas estão indicadas as propostas que realmente foram concretizadas pelo pelouro durante o mandato 2011.
    Aproveito também para indicar que a proposta que foi elaborada e entregue à Reitoria abordava 3 questões de forma a promover a inserção dos recém-licenciados bem como promoção da sua formação.

    Atenciosamente,
    Sérgio Pinto

  8. Perante tantos comentários, espero responder a todos os comentários. Ao contrário do que a cara colega Sara Veiga pensa (não a conheço de lado nenhum para aparecer aqui com tamanho comentário de gozo) não deixo ninguém neste blog sem uma resposta minha, nem, perante momentos de discussão viro a cara à luta.

    Assim sendo;

    Kasic,

    Ninguém me pagou nada. Se há pessoa que nada precisa desta Academia, essa pessoa sou eu. Pura e simplesmente decidi não compactuar mais com um projecto hipócrita e não vou, não vou ajudar um candidato que é um mentiroso compulsivo a chegar à Presidência da AAC. Não porque a oposição seja melhor, como referi no post, porque não é, mas porque não quero ficar ligado a uma vitória de uma mentira.
    O erro de impressão foi aproveitado de propósito pela minha pessoa, como deverás ter lido. No entanto, num pelouro tão importante como a acção social a vossa acção não vais mais longe daquilo que as últimas direcções-gerais fizeram. Arrisco-me mesmo a dizer que o que vocês estão a planear para a acção social é um quadro muito diminuto daquilo que tem vindo a ser feito.
    Quando me criticas por causa das propostas e da acção, deves olhar para o jornal que a tua lista publicou. A tua lista, o teu projecto apresenta muitas propostas (propostas demais até). Se quiseres que eu te explicite quantas, eu faço o favor o favor de te contar:

    – Acção Social: 3 objectivos e 13 actividades
    – Administração: 10 objectivos e 44 actividades
    – Saídas Profissionais: 3 objectivos e 11 actividades
    – Intervenção Cívica e Ambiente: 6 objectivos e 27 actividades
    – Núcleos: 5 objectivos e 11 actividades
    – Política Educativa: 5 objectivos e 9 actividades
    – Desporto: 2 objectivos e 7 actividades
    – Relações Internacionais: 5 objectivos e 28 actividades
    – Gape: 2 objectivos e 8 actividades
    – Relações Externas: 4 objectivos e 9 actividades
    – Cultura: 3 objectivos e 16 actividades
    – Pedagogia: 3 objectivos e 10 actividades
    – Comunicação e Imagem: 4 objectivos e 11 actividades

    O vosso programa revela portanto um enorme bipolarismo. Ou planeiam uma quantidade de actividades em demasia (casos da Administração: vão mesmo cumprir as 44 actividades designadas?; Intervenção cívica, relações internacionais, e até a Cultura) e noutros pelouros, por acaso os mais sensíveis, as vossas ideias de acção são muito diminutas (casos da acção social, saídas profissionais, Política Educativa, Desporto, Relações Externas). Se em algumas áreas prometem demais (estou aqui para ver se cumprem mesmo este programa) noutras as vossas ideias são muito escassas e não se vai ver grande acção…

    Alexandre,

    De facto. Dou-te inteira razão e isso será motivo de abordagem neste blog nos próximos dias.

    Anthony,

    Como já respondi à pergunta que formulaste na resposta ao Kasic, passo à frente no teu comentário.

    Telmo,

    idem,

    David Costa

    Li com muita atenção o teu comentário por duas vezes. Desde já agradeço-te o comentário, pelo facto de o teres escrito com rosto destapado, com frontalidade e sem receio.
    Edifício – Quanto à sala de estudo: Eu compreendo perfeitamente a ideia mas acho um negócio completamente irrealizável. Do ponto de vista de marketing, mais vale uma empresa investir numa equipa de futebol juvenil (se for de miúdos de 10 anos ou até menos melhor) do que investir numa sala de estudo. Já te digo porquê: os jogos de crianças arrastam pessoas, que estão com os olhos fixos nos garotos durante todo o tempo, logo, tem curiosidade em saber qual é a marca que o patrocina ou até em consumir produtos da marca que os patrocina. Numa sala de estudo, imagina que o interessado é uma empresa como a mercedes: terá retorno do investimento? A resposta é simples: não! Imagina que é uma empresa como a compal? Terá retorno com o investimento ali feito ao ponto de superar as outras marcas de refrigerante tanto nas máquinas de vending da AAC como no Bar da AAC? Não sabemos. A multiplicidade de gostos existentes entre a comunidade estudantil no que toca a refrigerantes e bebidas tanto poderá levar aqueles que regularmente estudam nessa sala de estudo a consumir compal como a consumir coca-cola ou superbock.
    Mas na óptica do marketing das empresas, elas não vão “dar” dinheiro de mão beijada a uma associação de estudantes por pura caridade.
    A sala de estudo precisa de ser modernizada. Que tal por exemplo aproveitar alguns dinheiro da queima e da latada para efectuar essas obras? Que tal reduzir as despesas em comunicações que a DG\AAC tem? Que tal por exemplo diminuir o esbanjamento de recursos em flyers da DG\AAC que por vezes andam aos caídos pelo chão do edifício?

    E-AAC:
    Eu sei perfeitamente como se está a efectuar o dossie da mobilidade eléctrica em Portugal, até porque tenho o exemplo da Câmara Municipal de Águeda (pioneira na inserção de bicicletas elétricas no país e no uso de carros híbridos por parte dos altos postos da Câmara) e o exemplo de n de indústrias aqui em Águeda (e até em Aveiro) que já se dedicam a esse sector, entre as quais a Nissan-Renault, empresa que como deves saber está sediada em Cacia, Aveiro…
    Se conseguiste, em mandato, tantos progressos deverás decerto ter todos os contactos para levar finalmente a cabo esse projecto. Sabes que eu sou como São Tomé, só acredito que as coisas são feitas quando tenho provas visíveis à frente – se esse projecto realmente for para a frente por intermédio da vossa lista, eu peço imediatamente desculpas em relação a este ponto específico que critiquei.

    último ponto: A EUROPCAR mostrou interesse, mas como o projecto E-AAC tal interesse não foi (por ninguém) concretizado. Mais uma vez considero tal projecto impossível. Mas, se me conseguires provar em mandato o contrário, também pedirei desculpas sobre esse ponto específico.

    De resto, obrigado pela abertura demonstrada. O meu email e nº de telémovel encontram-se no ícone “about” por baixo do título deste blog. Estou portanto comunicável sobre qualquer assunto.

    João,

    Só me posso rir do teu comentário infeliz e reles.

    Jumesyn,

    Obrigado.

    Sérgio Pinto,

    Estás a fazer um bom trabalho. Felicito-te pela realização e colaboração de 30 actividades. Mas também se bem percebi existem aí umas 10\12 iniciativas que não partiram do teu pelouro mas sim da colaboração com actividades de empresas e de associações. Estou correcto?
    Porque é que pergunto isto? Simples. Tu, Sérgio Pinto, coordenador das Saídas Profissionais fizeste pela vida para fazer actividades. Muito bem, louvo-te. Mas tu Sérgio Pinto, também aceitaste propostas de outros para fazer actividades em parceria? Muito bem, louvo-te na mesma.

    Agora, perante o que foi feito no teu mandato e aquilo que o Projecto “Desperta a Academia” pretende fazer vai uma grande diferença. Tu fizeste 30 acções durante o teu mandato. O que o projecto “Desperta a Academia” pretende fazer é para já, em primeiro lugar, algo demasiado vago (sem grandes acções concretas) e em segundo lugar, uma tentativa de “querer prometer tudo porque é bonito prometer tudo e nada fazer”.

    Transcrevo-te com cuidado o que o referido jornal diz sobre o Pelouro das Saídas Profissionais. Decerto que depois de leres, compreenderás que estas pessoas não sabem para onde vão, ou se sabem, são um grupo de garotos que não quer aprender:

    ” Pelouro das Saídas Profissionais

    Áreas de intervenção: Saídas profissionais, Formação, Empreendedorismo

    Aproximação da comunidade universitária à realidade socioprofissional da cidade, da região e do pais, não apenas ao nível das Saídas profissionais mas também na componente da Formação

    Objectivo: Incentivar a formação, proporcionando informação privilegiada aos estudantes:

    – Divulgar as actividades de formação existentes não apenas nas aquelas promovidas por estudantes ou pelas Universidade de Coimbra, mas também na cidade e na sua periferia.
    – Facilitar a absorção dos estudantes pelo mercado de trabalho, proporcionando formação em aspectos fulcrais como curriculos e cartas de motivação.
    – Simulação de entrevistas de emprego nas diversas áreas, sendo esta actividade integrada nas diversas feiras de emprego que pretendemos realizar.
    – Divulgação e promoção, em momentos estratégicos, de instituições e associações que transmitam a cada estudante experiência e formação (AIESEC, JEEFEUC, Jeknowledge, Best, etc)

    Objectivo: Facilitar e promover a ligação da comunidade estudantil ao mercado de trabalho

    – Organização de uma feira de emprego por pólo de estudo da Universidade com a duração de cinco dias cada, em colaboração com os núcleos. Esta actividade não se irá realizar nos moldes actuais, até pela descentralização passando a estar contido nesta actividade um conjunto de debates, colóquios e conferências, promovendo não apenas o Emprego, mas também a formação e o Empreendedorismo. O projecto de cada feira pretenderá criar um ambiente de dinamismo, envolvendo e sensibilizando os estudantes para a necessidade da diferenciação da sua Formação.
    – Incentivo à criação pela Universidade de Coimbra, de uma base de dados sobre a empregabilidade e com as datas de finalização do curso, publicada no mínimo actualmente.

    (ANOTAMENTO MEU: achas isto possível perante uma instituição de ensino que demora dois anos a dar o diploma de curso? Eu cá não acho)

    – Estudar a possibilidade da transformação do Inforestudante numa plataforma de emprego, onde cada aluno da Universidade de Coimbra pode, opcionalmente, tornar público um modelo de currículo on-line com as informações que o estudante avalie como importantes e diferenciadoras, e que desta forma as empresas que estejam devidamente registadas possam aceder a esta informação, tomando a mobilidade desta cada vez mais eficiente, pretendendo ter repercussões na empregabilidade da Universidade de Coimbra.

    (ANOTAMENTO MEU: o Inforestudante é uma plataforma problemática, que em algumas faculdades ainda não está aperfeiçoado ao ponto de regista com a devida eficácia e pertinência a inscrição dos alunos nos cursos, nas turmas teóricas e práticas e nos exames, mas estes caramelos, já pensam em tornar do Inforestudante uma plataforma de topo quando nem sequer uma plataforma normal é. Achas possível Sérgio Pinto)

    – Procurar a criação de estágios europeus e consequente divulgação, através de protocolos com Universidades e com entidades estrangeiras para que o estudante tenha a possibilidade de obter mais experiência (profissional contribuíndo assim para que este tenha uma melhor noção do mercado de trabalho onde vai entrar, não apenas no espaço nacional, mas num espaço europeu.

    (ANOTAMENTO MEU: não achas isso demasiado vago? não achas que a AIESEC já não faz esse trabalho com mais eficácia?)

    Objectivo: Desenvolver actividades que fomentem o espírito empreendedor dos estudantes, possibilitando a aplicação de novas ideias e conceitos

    – Grande debate sobre o Empreendedorismo e Emprego, procurando soluções e conselhos para os estudantes universitários do nosso país, alertando e motivando a comunidade, através do recurso a exemplos de sucesso, para a importância do Empreendedorismo e a procura de novas soluções e ideias para a criação de Emprego.
    – Realização de concursos de ideias de negócio que procurem estimular o Empreendedorismo, procurando depois. em parceria com diversas instituições e empresas, a passagem à prática destas ideias, aproximando e fortalecendo assim a ligação dos estudantes da Universidade de Coimbra e o mundo empresarial
    – Organização em parceria com os Núcleos de Estudantes, Câmara Municipal e demais instituições municipais, de um concurso de ideias e projectos para a Cidade de Coimbra, incidindo sobre várias áreas de interesse.

    Sérgio Pinto, não achas isto demasiado vago e demasiados objectivos para 1 mandato?

    • Sara Veiga diz:

      O comentário não foi de gozo. Lamento que o tenhas interpretado como tal. Estava mesmo curiosa para ver o que ias responder ao David Costa =)

    • Sérgio Pinto diz:

      Bom dia João,
      Sim de facto sempre foi uma “exigência” minha aumentar a ligação do pelouro das Saídas Profissionais da AAC aos núcleos, daí quando assumi pasta ter solicitado reuniões com todos os coordenadores dos núcleos responsáveis pela parte de saídas profissionais de modo a poder apoiar todas as atividades e evitar que houvesse uma “canibalização”, à semelhança no inicio do presente semestre voltei a fazer o mesmo. Sempre defendi uma maior interação do GSP com os núcleos quer na elaboração de atividades quer no apoio a atividades.

      Relativamente às propostas da lista, sim de facto reconheço uma certa “ingenuidade” se é que posso assim chamar, dado que muitas das coisas que referem são apenas palavras/frases bonitas para dizer aquilo que já foi feito este ano, sendo que vou indicar as propostas deles e o que foi ou está a ser já feito:

      P: Divulgar as atividades de formação existentes não apenas nas aquelas promovidas por estudantes ou pelas Universidade de Coimbra, mas também na cidade e na sua periferia.
- Facilitar a absorção dos estudantes pelo mercado de trabalho, proporcionando formação em aspectos fulcrais como currículos e cartas de motivação.
- Simulação de entrevistas de emprego nas diversas áreas, sendo esta atividade integrada nas diversas feiras de emprego que pretendemos realizar.
- Divulgação e promoção, em momentos estratégicos, de instituições e associações que transmitam a cada estudante experiência e formação (AIESEC, JEEFEUC, Jeknowledge, Best, etc.)
      R: O GSP durante o ano faz diversas Técnicas de Procura de Emprego e elaboração de CV nas diversas faculdades/departamentos, realizando isto durante o ano no gabinete na AAC, relativamente a preparação de entrevistas de emprego também estas são realizadas durante todo o ano no gabinete.
      Relativamente a divulgação e promoção de entidades (AIESEC, JEEFEUC, Jeknowledge, Best, etc) estas são realizadas sempre que tal é solicitado e sempre que existe oportunidade juntamos esforços, tal como é possível verificar pelas atividades que já referi e foi indicado sempre trabalhamos em parcerias de modo a fortalecer um evento.

      P :Organização de uma feira de emprego por polo de estudo da Universidade com a duração de cinco dias cada, em colaboração com os núcleos. Esta atividade não se irá realizar nos moldes atuais, até pela descentralização passando a estar contido nesta atividade um conjunto de debates, colóquios e conferências, promovendo não apenas o Emprego, mas também a formação e o Empreendedorismo. O projeto de cada feira pretenderá criar um ambiente de dinamismo, envolvendo e sensibilizando os estudantes para a necessidade da diferenciação da sua Formação.


      R: Antes de mais indicar que este ano houve a tentativa de realizar 1 feira destas na FEUC, em parceria com os núcleos e uma júnior empresa, no entanto após o evento estar montado houve a desistência dos parceiros da AAC sendo que esta tentou impreterivelmente realizar a atividade, facto este que resultou na apresentação de um moção opondo-se à realização da atividade em Assembleia Magna.
      Também o facto de tentar centrar ao máximo cada recrutamento (feira) já foi algo estudado o ano transacto com a realização do autocarro do emprego, o qual verificou-se que a adesão por parte dos estudantes não foi a esperada.
      Mas respondendo diretamente ao que perguntas, não, não acredito que seja possível devido a diversos factores:
      1- Verbas financeiras para realização de uma atividade com os moldes que estão expostos;
      2- O Mercado de emprego está numa recessão enorme e infelizmente cada vez mais há uma diminuição de entidades recrutadoras;
      3- A nível logístico realizar isto na “Alta” é algo extremamente inviável devido à falta de espaço;
      4- Poderia continuar a enunciar problemas na realização disto no entanto isto só reflete a falta de conhecimento da realidade que a pasta enfrenta.

      P1: Incentivo à criação pela Universidade de Coimbra, de uma base de dados sobre a empregabilidade e com as datas de finalização do curso, publicada no mínimo atualmente.
      P2:Estudar a possibilidade da transformação do Inforestudante numa plataforma de emprego, onde cada aluno da Universidade de Coimbra pode, opcionalmente, tornar público um modelo de currículo on-line com as informações que o estudante avalie como importantes e diferenciadoras, e que desta forma as empresas que estejam devidamente registadas possam aceder a esta informação, tomando a mobilidade desta cada vez mais eficiente, pretendendo ter repercussões na empregabilidade da Universidade de Coimbra.

      R1+2: Esta base já se encontra “montada” de momento o acesso é exclusivo da Reitoria dado que isto ainda se encontra em fase de testes, no entanto no final indicarei a proposta que efetuei à reitoria e poderás verificar que isto é algo que já foi apresentado, mais indico que a proposta que apresentei foi discutida em Fórum AAC e como tal é algo que é publico:
      PROPOSTA APRESENTADA:
      “A AAC acredita que para permitir uma rápida inserção dos recém-licenciados no mercado de trabalho torna-se cada vez mais crucial uma adesão aos novos métodos de informação por parte da UC.
      Assim sendo acreditamos que seja necessária a criação de uma aplicação dentro do sistema informático usado pelos estudantes da UC, nomeadamente, NONIO com uma aplicação destinada à submissão de Curriculum Vitae por parte dos estudantes de modo a ser possível à UC a criação de uma base de dados abrangente e global de todos os estudantes de modo a possibilitar um recrutamento rápido, eficaz e centrado nas necessidades de uma entidade recrutadora, permitindo assim aos estudantes da UC serem recrutados ainda aquando do termino de curso.”

      Como tal não só acho possível como tudo indica que dentro de pouco tempo isto existirá.

      P: Procurar a criação de estágios europeus e consequente divulgação, através de protocolos com Universidades e com entidades estrangeiras para que o estudante tenha a possibilidade de obter mais experiência (profissional contribuindo assim para que este tenha uma melhor noção do mercado de trabalho onde vai entrar, não apenas no espaço nacional, mas num espaço europeu.
      R: Sim de facto sinto que isto é demasiado vago pois sinto que é uma “replicação” de algo que a AIESEC já realiza e que a AAC divulga, aqui detecto alguma ingenuidade dado que não estão cientes de que isto é feito, e se posso acrescentar, muito bem feito pela AIESEC, já possui historial e já se encontra no “terreno” à mais tempo como tal não consigo perceber o interesse de tentarem passar por cima desta.

      P1: Aproximação da comunidade universitária à realidade socioprofissional da cidade, da região e do pais, não apenas ao nível das Saídas profissionais mas também na componente da Formação
      P2:Grande debate sobre o Empreendedorismo e Emprego, procurando soluções e conselhos para os estudantes universitários do nosso país, alertando e motivando a comunidade, através do recurso a exemplos de sucesso, para a importância do Empreendedorismo e a procura de novas soluções e ideias para a criação de Emprego.

      R1+2: Isto foi realizado em diversas atividades sempre indicando a importância da formação extracurricular no Mercado laboral. Também relembro o evento Entrepreneurship Day o qual contou com oradores internacionais que deram o seu contributo enquanto empreendedores e qual a “postura” que estes devem ter.

      
P: Realização de concursos de ideias de negócio que procurem estimular o Empreendedorismo, procurando depois. em parceria com diversas instituições e empresas, a passagem à prática destas ideias, aproximando e fortalecendo assim a ligação dos estudantes da Universidade de Coimbra e o mundo empresarial
- Organização em parceria com os Núcleos de Estudantes, Câmara Municipal e demais instituições municipais, de um concurso de ideias e projetos para a Cidade de Coimbra, incidindo sobre várias áreas de interesse.

      R1: Mais uma vez ou desconhecimento ou então uma frase bonita para citar algo que já é feito, relembro o Arrisca C que conta com 135 mil euros em prémios ou o Atreve-te. Sim pode-se sempre realizar outro no entanto qual a utilidade? Qual a inovação? Numa altura em que os apoios são escassos não vejo qual o interesse em iniciar um projeto novo quando já existem estes com historial e com uma estrutura tão boa.

    • Alexandre diz:

      Não reparei na abordagem, podes-me indicar o link?
      Já agora, e acerca dos mais de 900 colaboradores?

      Obrigado

  9. jumesyn diz:

    João Branco,

    eu não percebi se foste irónico ou não, que tenho algumas dificuldades em detectar ironias por vezes, fora de brincadeiras. Infelizmente, é uma pena que haja pessoas que denigram o bom nome da Academia e da língua portuguesa com aquele comentário escusado. E são estes que serão os nossos futuros doutores…

    Mas é óptimo ver aqui críticas construtivas.

    Aproveito também para falar de uma pessoa, e dar-lhe um backup completamente merecido…Sérgio Pinto. Eu não posso falar muito por dentro da DG, porque não sei a fundo o trabalho que ele fez, mas defendo-o como amigo, e sei muito bem o ano que ele teve, e os sacrifícios que ele fez e faz pela da Académica. Sei do que ele organizou, daquilo que ele ajudou a organizar (olha que contactar com as mais diversas entidades não é fácil, na maioria dos casos…). E sei muito bem das vezes que ele vinha ter comigo com 2/3 horas de sono porque isto, ou aquilo, ou porque tinha que organizar isto ou aquilo. Em termos de trabalho, o pelouro do Sérgio foi fantástico durante o presente ano. Digo não só como amigo dele, mas como pessoa, e futuro profissional.

    PS: “- Incentivo à criação pela Universidade de Coimbra, de uma base de dados sobre a empregabilidade e com as datas de finalização do curso, publicada no mínimo actualmente.” –> isto é tão cómico. como é isto possível? Está no programa deles?

  10. Jumesyn,

    Fui e não fui irónico – Agradeci o teu comentário em minha defesa. Não fui irónico. Ri-me com o insulto que o tal “João” me mandou. Fui irónico. Fiz pior: fiz troça de tamanha estupidez. Quanto ao assunto do Sérgio: não fui irónico.
    Quanto ao comentário insultuoso, é vindo de gente sem educação e pior que isso sem informação e sem espírito crítico, aberto ao debate de ideias. Digo sem educação, porque uma ideia não é contradita com um insulto. Digo sem informação, porque cada vez mais constato que na Academia de Coimbra são mais aqueles que aderem ao projectos e movimentos porque sim do que aqueles que aderem aos projectos com plena causa daquilo que os projectos e movimentos defendem. Daí este post também tenha servido (e muito) para eu fazer um mea culpa do erro que cometi ao aderir ao projecto “Desperta a Academia”.
    Sem espírito crítico e sem abertura ao saudável debate de ideias pelas consequência lógica da falta de informação – quem mete um autocolante no peito de determinada lista sem saber o seu programa, não tem bases para refutar ideias com novas ideias e factos com outros factos. Logo, entra pelo insulto barato porque essa via todos sabemos que é a via mais fácil de tentar, de forma semi-anónima, descredibilizar quem realmente tem ideias para discutir.

    Quanto ao Sérgio, ele claramente merece os louros do seu trabalho. Ele já aqui enunciou tudo aquilo que fez. Se eu não comentei nada sobre o mandato dele, não é sinal que não esteja atento ao mesmo: é sinal que até estou a gostar. O Sérgio foi para mim um dos melhores coordenadores gerais desta Direcção-Geral, senão o melhor. Por isso…

    Um abraço

  11. NL1027 diz:

    O engraçado é ver o organograma da Lista L.
    Rica arvore de Natal.
    Se 1/30 daquelas pessoas trabalhar já é um sucesso…

  12. Em certa medida, sou obrigado a concordar!

  13. António Miguel Arnaut diz:

    Joãozito,

    Andas bem pá?? Já não conversamos há Séculos meu. Se calhar é por isso que não recebi o teu suposto plano cultural, e que tu tanto criticas o meu! Mas olha deixo te umas notas:

    – 1º “Pelouro da Cultura: Vê-se mesmo que tem o toque Arnaut na coisa(ah pois tem!). Prometer muito e fazer pouco (tudo o que te prometi fiz, tu é que não miudo. Mas eu não tenho necessidade de dizer isso aqui. Digo to a ti na cara). Muita parra e pouca uva (tenho bebido pouco vinho ultimamente. Oentem bebi um espumantezinho). Pelo meio, possivelmente comprar umas guerritas com umas secções culturais. Sempre em benefício da Secção de Fado, está claro (AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA bem jogado puto). Se estas propostas saírem todas como o prejuízo que deu o último convívio das Secções Culturais, penso que não é preciso dizer mais nada para ver o que é que isto vai dar (aquele que tu ajudaste a organizar?).

    As propostas são claramente estapafurdias. Vindo de quem vem, nada me espanta.

    Arnaut, já que és um gajo tão fixe e tão cultural, toma lá alguma coisa para ver se te aguentas caso sejas eleito:
    (bla bla bla dá-lhe joão!)
    É um facto inegável que a AAC, como instituição cultural criada pelos homens sempre ocupou um destacável lugar no todo que é a cultura portuguesa. Os exemplos são muitos e claros: Adriano Correia de Oliveira, Carlos Paredes, Manuel Alegre, Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão, Luiz Goes, António Luiz Gomes, Antero de Quental, Hilário Goes, António Sérgio, Miguel Torga, José Afonso, Vitorino, Xanana Gusmão (sócio honorário desta casa) Agostinho Neto, Alberto Martins,(já conheci alguns pessoalmente, e tu?) e mais recentemente outros tantos que trabalham nas secções culturais de forma afincada como o meu caríssimo amigo e companheiro de empreitada Paulo Abrantes(Fotografia) Nuno Cardoso (Filatelia) Hugo Ribeiro (Secção de Fado) Alexandre Lemos (Rádio Universidade de Coimbra) André Amador, Tiago Santos (Centro de Estudos Cinematográficos) entre muitos outros, cuja lista é enriquecedora e não me permite, por questões de tempo de mencionar. Todos estes homens, se dedicaram de alma e coração a uma casa, sem nada pedir em troca do que a gratidão e a lembrança. A gratidão e a lembrança do trabalho é algo que é eterno e que é inalienável. São portanto, valores, que devem ser guardados no coração dos homens para sempre como um pedaço de toda uma vida, de todo um bem que se fez sem olhar a quem.(eu sei, eu trabalho com eles há 2 anos pá! Mas com, todos, não so com alguns!)
    (aqui cortei paragrafos, porque já chega, já se percebeu)

    A cultura é outros dos pelouros importantes da Academia. Não preciso de explicitar muito o que pretendo para a cultura:

    1. A canalização de fundos para a realização de eventos culturais promovidos pela DG, de preferência com os lucros a reverter para instituições de solidariedade social ou para as secções culturais que se possam envolver na feitura do evento. O pelouro de comunicação e imagem será primordial na divulgação destes eventos.(se leres está lá)
    2. A ajuda incondicional às secções culturais da casa, tendo como pressuposto máximo a feitura de eventos sustentáveis e que não ultrapassem as barreiras financeiras do exagerado para a AAC.(se leres está lá, e eu fiz. tu fizeste?)
    3. A promoção entre a comunidade estudantil das 16 secções culturais existentes na casa.(se leres está lá! curioso)
    4. Uma tentativa clara de arranjar sponsorização para eventos culturais da casa, ora feitos pelo pelouro ora feitas pelas secções culturais….(oh joão…um programa não necessiata de ter coisas obvias! é muito gasto de papel! vamos ser amigos do ambiente!)
    5. Esforços para dotar as secções daquilo que necessitam para o exercer das suas actividades, desde que tal não entre numa óptica de exagero para as necessidades destas e para as finanças da Direcção-Geral…ESTÁ LÁ!
    Actividades:
    Realização da Gala António Luis Gomes, em colaboração com as secções culturais da casa e com o Conselho Cultural(já organizei 2)
    Realização de um concurso de fotografia, em colaboração com a secção de fotografia da AAC com temas como “Cidade de Coimbra”, “AAC, 124 anos de história”, “O Desporto da AAC”, entre outros…(BOA PROPOSTA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
    Realização de diversas exposições (de selos com a Secção de Filantelia, do Espólio das secções, dos vencedores do concurso de fotografia) e a garantia de várias visitas providas aos estudantes ao Museu Académico, ao Museu da OAF e às secções culturais.(está lá)
    Realização de concertos com os grupos da casa (Secção de Fado, GEFAC, Orfeão, Coro Misto, Coro dos Antigos Alunos) a título gratuito, onde a tradição possa ser mais uma vez alvo de lembrança, saudade e espírito de camaradagem entre os que estudam actualmente e aqueles que pela vida já deixaram Coimbra, mas, enquanto estudantes participaram nas actividades destes grupos.(já organizei e actuei em muitos)
    Realização de um open-day das Secções Culturais.(ai opa ai opa porque é que eu ainda estou a comentar isto)
    Realização de palestras com os presidentes das várias secções culturais, como forma de cativar a comunidade estudantil a escolher e aderir a uma secção cultural.(já te estas a repetir…)
    Realização, em colaboração com a RUC, de emissões nos exterior nos dias que de alguma forma marcaram a história da AAC.(já fazem. se conhecesses a RUC…)
    Organizar uma feira das secções culturais, no Jardim da Sereia ou no Jardim Botânico, onde elas possam expor a toda a comunidade um pouco do seu trabalho.(está lá)
    Organizar peças de teatro em conjunto com os grupos de teatro da casa, o TEUC e o CITAC, promovendo para tal um protocolo de cedência de espaço com entidades como o Teatrão, TAGV, Teatro Paulo Quintela.(MUITO BEM!!!!!!!!!!!!!!)

    2º Oh joão eu sei que tu querias mesmo que eu fizesse isto porque achas que assim eu me queimo. Deixa me dizer te que não ligo puto a isso porque sei o que fiz e sei onde errei, e se não fiz mais foi porque não pude. Daí ser candidato à Direcção Geral! Porque conheço pessoalmente todas as estruturas culturais da Academia, e porque, embora os que vão ficando ressabiadinhos com as minhas decisões não gostem eu só tenho uma coerência. Sou da Académica. Tu és do Beira-Mar (vais perder na 6ª). A académica não é um clube, é uma associação, um sentimento, um estado de espírito. Quem não gosta come menos.
    Termino, consciente da tua resposta, a que não te responderei aqui (porque tenho mais que fazer) mas sim pessoalmente, lembrando te que não só há uns tempos atrás (quando te deu jeito!) publicaste no teu blog um texto que me Bajulava de alto a baixo, e que agora, sem qualquer conversa, sem qualquer telefonema (apenas com um breve olá! nos Jardins outro dia) publicas este (talvez porque te de jeito também). Digo te que, ao contrario de ti, tenho o telemóvel ligado, e tu tens o meu nº. Se tinhas um projecto era só ligar, sempre te atendi o telemóvel… Se calhar o teu interesse era pessoal e não o da AAC, porque se fosse tinhas me ligado. Sabias que eu era o candidato+tens o meu nº (seria)=(a) ligavas me. Tão fácil não é? Queres debater cultura??? Secções? Organismos Autónomos? Grupos Académicos? História da AAC? Cultura de Coimbra? Cultura Geral? VAMOS A ISSO!

    Forte abraço!

  14. António Miguel Arnaut:

    Este comentário roça a filha da putice. És baixo, és reles. Queres discutir o que fizeste e o que vais fazer? Vamos discutir. Marca um sitio, marca uma hora e eu lá estarei. Vais fazer? Mas vais fazer o quê? O que tens andado a fazer no Conselho Cultural: merda após merda? É isso que vais fazer para a cultura da DG?
    Outra coisa: ou sou muito cego ou não vi lá nada no teu projecto. Pois, as actividades não precisam de estar no papel. É esse argumento do ambiente não é? Não aceitas que te dêem sugestões não é Arnaut? Tu sempre viveste num mundo em que tu é que sabes, tu é que podes e tu é que mandas… Aliás, sempre fizeste acções à revelia de toda a gente e são vários os factos que poderia estar aqui a mencionar e que tu nem coragem tens de admitir, como aquele convivio que fizeste que deu não sei quantos milhares de euros de prejuízo não foi sem sequer consultar algumas secções como a de Fotografia?!

    Pegas noutra coisa: conhecer todos aqueles ilustres. Não te esqueças que sou filho de gente humilde e não nasci em berço de ouro. Se os conheceste não foi por ti, mas pelo teu avô, outro ilustre.

    De resto, conversamos pessoalmente. Isto é, se passar por ti e ainda te passar cartucho, porque de facto, agora acabaste de perder a pouca consideração e respeito que tinha por ti.

  15. Jacinto Leite diz:

    Mal anda a AAC se um tipo que escreve assim se candidata a qualquer coisa que seja.

  16. Jorge diz:

    Ó Arnaut, vais-me desculpar esta pergunta, mas, tu és atrasadão mental? O homem dá-te algumas propostas que tu nitidamente não tens no programa e tu vens para aqui mentir como se não houvesse amanhã. És Deus? Achas que tens a verdade sobre tudo? Se conheces tanto da Académica porque é que não te candidatas como presidente?

  17. Anonymous diz:

    esse Arnaut roça a ignorância pura! Faz-se tão grande e é tão pouco. Vive à conta do nome do avô, do pai nem tanto. Diz-se socialista mas enquadra-se na aristocracia de direita pura. é repugnante ver como alguém que deveria ser humilde, dado a sua condição social, é um arrogante de primeira classe, superiorizando-se perante todos, na sua imaginação claro, na expectativa de tentar ser aquilo que nunca foi nem será.

  18. Arnaut dos cornos diz:

    Olá, sou o Arnaut dos cornos da estudantina. Tenho a mania que sou o maior mas mereço pegar nos cornos da estudantina porque no fundo na Academia sou um cornudo e até o meu glorioso avô é um cornudo dentro do Partido Socialista. A minha família é feita de marradas. Ora com os Alegres, ora com os Torgas, ora com os Portugal. De todas as famílias politiqueiras, o único que ainda vai lá visitar o meu velho é o cornudo do Almeida Santos, que coitado, tá senil há mais de uma década. Mas pronto, vim só apresentar as minhas propostas para a cultura da DG: enfiar mais pares de chifres em todas as secções. Bora André, venceremos

    • Guilherme Novo Soares diz:

      atitude constituída de cobardia, falta de educação e acima de tudo falta de respeito. Se deseja comentar um blog, limite-se ao seu conhecimento de factos e não a ofensas porque sim, para parecer que é muito grande e tem grande coragem.

  19. estudantina pissaloca diz:

    “eu só tenho uma coerência”:

    Puto, queres que te diga a tua coerência?

    1. Quando teimaste que o Henrique Gomes se ia candidatar na tua lista ao Conselho Cultural pela Secção de Fotografia quando ele nem sequer era sócio da referida secção e tu contra os estatutos pediste ao Vitor Ferreira para adulterar a ficha de inscrição do Henrique no CEC (feita 2 dias antes da entrega de lista) para 6 meses antes da data das eleições.

    2. Quando fizeste um convívio das secções culturais contra a vontade de várias secções culturais e ainda por cima, já que te gabas tanto de fazer e organizar, mandaste vir uma quantidade enorme de barris de cerveja que não foram vendidos e, para cumulo das secções culturais, fizeste um prejuízo na ordem dos 1500 euros.

    3. Quando, nos Caminhos do Cinema Português de 2010 ouviste um discurso inflamado contra ti do Vitor Ferreira na gala de encerramento e para novo cúmulo das secções culturais, voltaste este ano a dar dinheiro para o referido evento e para pagar os honorários do referido senhor.

    4. Quando, ao candidares-te ao Conselho Cultural escolheste um leque de secções que te davam jeito para pores a casa contra o Paulo Abrantes e contra a Secção de Fotografia, quando foram eles que te ajudaram a montar a gala no ano de 2010 e nisso tu não falas, até porque foi o dono deste blog que te ajudou durante 2 tardes a colar cartazes pela cidade.

    Puto, queres que te diga a tua coerência? A tua coerência se eu fosse o João Branco era mandar-te dois estoiros no focinho porque é o que realmente mereces para acordares para a vida.

  20. apenas alguém longe disto tudo, mas atenta diz:

    segundo sei, o projecto Desperta a Academia tem nos seus ideais ouvir a voz daqueles que querem ser ouvidos e têm vontade de fazer algo pela academia mas que, até agora, só se puderam associar a causas já idealizadas e pensadas.
    E pelo que li inicialmente neste post, tu querias apresentar propostas para vários pelouros, etc etc…
    E, segundo sei, cada elemento de cada pelouro, teve oportunidade de construir de base, aquilo que deseja e planeia fazer e trabalhar. Se não estavas em qualquer um deles, onde está a relevância das tuas propostas?
    Pelo bem da DG/AAC, não viravas costas àquilo que te incomoda, juntavas-te ao que te identificava mais, e serias ouvido. Já ouvi muito boa gente, que realmente é a primeira vez que se mete nisto, coisa muito criticada (mas quem não teve o primeiro passo?! é da primeira vez que se começa) e que se sentiu concretizada por saber que, por qualquer coisa diferente que propôs, fez diferença e fez a mudança.
    Há bom e mau em todo o lado.
    E desistir é para os fracos…
    Aprender a aceitar isso, isso sim, é uma atitude de maturidade.
    Porque se se quer o melhor, então porque o outro quer o pior, vou atacar todo um projecto. Só me lembra uma criança mimada.
    É como uma equipa… nem todos os jogadores são os melhores do mundo, mas isso não significa que não possa ser a melhor equipa do mundo.

    Se achas que és necessário… pensa duas vezes… e se queres mudar o sistema, mesmo que onde se quer a mudança nem tudo seja o teu ideal, então luta, apresenta-te e muda. Como puderes. Porque falar é fácil… e na verdade estás ENTRE o nada e o infinito. não estás nem no nada nem no infinito.

  21. “segundo sei, o projecto Desperta a Academia tem nos seus ideais ouvir a voz daqueles que querem ser ouvidos e têm vontade de fazer algo pela academia mas que, até agora, só se puderam associar a causas já idealizadas e pensadas.
    E pelo que li inicialmente neste post, tu querias apresentar propostas para vários pelouros, etc etc…
    E, segundo sei, cada elemento de cada pelouro, teve oportunidade de construir de base, aquilo que deseja e planeia fazer e trabalhar. Se não estavas em qualquer um deles, onde está a relevância das tuas propostas?
    Pelo bem da DG/AAC, não viravas costas àquilo que te incomoda, juntavas-te ao que te identificava mais, e serias ouvido. Já ouvi muito boa gente, que realmente é a primeira vez que se mete nisto, coisa muito criticada (mas quem não teve o primeiro passo?! é da primeira vez que se começa) e que se sentiu concretizada por saber que, por qualquer coisa diferente que propôs, fez diferença e fez a mudança.”

    Volto a citar partes da conversa que tive com o André Costa para contrariar a sua afirmação: eu disse explicitamente ao André Costa que iria enviar as minhas ideias por documento escrito porque não podia participar nas reuniões dos pelouros devido ao facto de neste momento não residir em Coimbra. Reafirmo novamente que quando questionado por ele sobre aquilo que ele achava “o melhor de mim” disse-lhe que não queria nenhum cargo, mas simplesmente ajudar.
    Eu fiz o meu trabalho. Falei com várias pessoas para entregar o tal documento. Ninguém se mostrou interessado em receber-me durante 15 dias. Disseram-me que a sede só abria por volta das 20h. Para quem não está a residir em Coimbra e é dependente de transportes públicos, não pode ficar até essa hora na cidade pois corre o risco de não ter como ir para casa. Para quem quer dar voz a quem quer ser ouvido e fazer algo pela Academia, não creio que tenha sido eu o culpado por essa omissão.

  22. Alexandre Brás diz:

    Boa Noite,

    Sá agora vi este post e li na diagonal mas houve algo que me fez comichão aqui na orelha.
    Sem retirar qualquer valor a essas duas grandes atletas mas desde quando é que a Teresa Portela e a Beatriz Gomes são atletas da AAC?????
    Com tantos nomes grandes do desporto da AAC foi logo escolher estes dois. Depois refere ex atletas do Oaf, um atleta retirado do rugby e um nadador que por acaso estuda cá e que utiliza as piscinas municipais, embora duvide desta informação. De todas as secções que existem na casa não arranjava melhores exemplos????
    Sérgio Franco (filho) aqui estaria um bom exemplo de alguém que simboliza os valores da AAC. Como ex-atleta desta casa tem a Monica Jorge, actual selecionadora feminina de futebol, facto que refere amíude nas suas entrevistas.
    Enfim, muitos mais exemplos poderia dar mas deixo-lhe esse gosto de ir investigar um pouco a história do desporto da AAC e não a confunda com a historia dos pontapés na bola.

    Melhores cumprimentos,
    Alexandre Brás

  23. Caro Alexandre Brás, a Teresa Portela e a Beatriz Gomes foram atletas da AAC no desporto universitário. Se bem que sei perfeitamente que não competem de forma federada pela AAC mas pelo Clube Náutico (corrija-me se estiver errado).
    Éder, atleta da OAF mas ainda sócio-efectivo da AAC por via do facto de ainda ser estudante. Paulo Adriano e Pedro Roma, jogadores que passaram pela OAF mas que começaram as suas carreiras enquanto jogadores do antigo modelo da SF.
    O Rui Cordeiro, como se calhar não deve saber voltou a jogar pela AAC este ano. O Serginho é claramente outro grande exemplo. O Diogo Carvalho é da minha zona, de Aveiro. Estuda cá, não compete pela AAC mas usa as piscinas e treina-se com a AAC regularmente.

  24. […] Lembram-se do meu post “Despertem para a Mentira”? […]

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: