Paulo Bento, o mercenário

Ricardo Carvalho respondeu às acusações que lhe foram feitas pelo Seleccionador e por dirigentes federativos:

“Sim [magoou]. É muito forte, uma linguagem militar, chamar-me desertor. Com a mesma linguagem, eu podia chamar-lhe mercenário. Quando alguém vai para guerra pago, chama-se mercenário. Eu estou na selecção por amor, ele é seleccionador porque lhe pagam. Não merecia que me tratasse dessa maneira.

Houve um certo aproveitamento do treinador de um episódio que não foi o mais correcto da minha parte, para pisar-me e massacrar-me um pouco. Isso nunca fiz.

Foi um sentimento muito forte que tive. Foi a quente. Quando cheguei do treino, achei que não me tinham respeitado, senti que estava a mais, fizeram-me sentir assim. Cheguei ao quarto e nem troquei de roupa. Não foi nada premeditado, estava com cabeça quente e não falei com ninguém. Foi o meu grande erro, não me passou pela cabeça. Estava tão desorientado naquele momento.”

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