Gravíssimo é o insulto

Gravíssimo é o insulto. Cá pelo tasco também confiamos no Estado de Direito. E não tivemos formação jurídica para perceber quem insultou quem e quem se limitou a expressar uma opinião de forma livre sobre um acto político de uma pessoa que para o bem ou para o mal exerce funções na administração local.

Agradecemos os mimos. Eu, João Branco. Não sei se devo, mas arrisco-me também a agradecer em nome do Paulo Abrantes, do meu camarada Francisco Queirós e do Dr. Santarino.

Gostamos do Estado de Direito. Dá-nos o privilégio de podermos expressar livremente o nosso pensamento sem utilizar o insulto baratucho e brejeiro. Dá-nos a possibiliade de encarar qualquer desatino com a certeza que o ius nos dará razão a partir do seu contra-ataque que em nada soa a crítica mas antes a injúria. 

Os doentes mentais de que o sr. fala são pessoas com multidiversidade de pensamento. Como tal, as suas palavras são um fel muito amargo de quem se diz apto a encaixar todas as críticas que lhe são dirigidas pela sua actuação política.

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