E mais digo

Na célebre conversa telefónica em que alguém se demonstrava desiludido com o conteúdo do meu post e me ameaçava levar à barra dos tribunais por difamação, a mesma pessoa dizia “estás farto de criticar a Cabra mas no entanto estás a agir de forma igual à que eles agem”. Pois bem, no entanto não sou eu que chuto a bola ao meu próprio poste para não ceder canto aos tipos da Cabra.

Parece que neste tipo de futebois não existe formação de barreira que separe a ténue agilidade daquele que remata em relação ao guarda-redes: são todos amigos, assimilam todos dos mesmos processos e não conseguem manter um fio de jogo entre a defesa e o ataque que permite ousar pensar num futebol democrático para todos. Não existe árbitro em semelhantes partidas: o árbitro é a paciência que outros “pressupostamente são obrigados a acatar” com estas jogatanas dos diabos. Eu cá não a tenho. Eu cá não acedo a ameaças chantagistas. Eu cá estou disposto a ir até ao osso em busca da “verdade desportiva do associativismo coimbrão”. Nem que para isso, tenha que ousar dos meus truques de nº10 e começar a distribuir jogo pelas alas de modo a que os adversários sejam obrigados a fazer uma limpeza de balneário para se manterem vivos na competição. 

Volto a relembrar o Sr. Presidente da AAC que eu como sócio da mesma pretendo saber a verdade sobre todos os actos da instituição. Creio que esse facto não é passível de qualquer punição ou de qualquer tipo de represália. É um direito que me assiste, assim como também é um direito que me assiste neste país a liberdade de expressão. No caso do post que foi retirado, aceito claramente que a argumentação por mim exposta poderia em qualquer caso incorrer num discurso falacioso ou insuficiente. Em todo o caso, o mesmo não serviu para lesar a personalidade de ninguém e apenas se guiou na busca pela verdade.

Se a busca pela verdade doi, o que é que podemos dizer da hipocrisia e da mentira?

Talvez me tenha excedido ao pedir 3 dias ao Sr. Presidente para se justificar da demissão do João “Chaves” Alves. Escrevi a quente e eu próprio admiti o meu erro ao Eduardo. Ele não o pode negar. Tanto o admiti como decidi por bem retirar o post em questão. Agora, estou claramente desiludido com o presidente de uma instituição em quem eu depositava muita confiança para mudar a passividade da AAC, cuja confiança sinto agora gorada…

Eu errei ao escrever o post que foi retirado. Mas neste também errei.

E aí meus amigos, não há maior dor que essa…

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