Bomba nuclear na AAC

Ao que pude apurar, João Chaves foi demitido de Administrador da Associação Académica de Coimbra por parte do presidente de Eduardo Melo.

A gota de água terá sido a recusa por parte do Administrador em fazer representar a AAC num funeral de um familiar de um antigo dirigente da Associação por falta de disponibilidade do Presidente e dos Vice-Presidentes.

Que eu saiba, a representação da AAC no exterior deve ser assegurada em primeiro lugar pelo Presidente e pelos Vice-Presidentes, nunca pelo Administrador. Impossibilitado de ir a um funeral de um familiar de um antigo dirigente da AAC, porque é que Eduardo não pediu a um dos três vice-presidentes para ir? Já sei, porque não se falam…

Ainda o andor vai a meio do ano e a presidência de Eduardo Barroco de Melo já está pendurada pelos arames pelos sucessivos problemas: primeiro a demissão de João Alexandre de Secretário-Geral da Queima que não se chegou a efectivar, em segundo o mal estar interno que se têm verificado na AAC devido a problemas relacionados com eventuais candidaturas às eleições de 2012 e agora, a demissão do Administrador da AAC João Chaves, um amigo que tenho como competente no exercício das suas funções.

O Entre o Nada e o Infinito sabe também que existiram mais motivos para a demissão de João Chaves, motivos que não conseguiu até agora apurar. Durante a noite, trarei mais revelações sobre esta demissão bombástica.

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One thought on “Bomba nuclear na AAC

  1. Felizmente não sou do tempo em que Coimbra e os seus Estudantes eram os guerreiros deste país, desembainhando as suas palavras para lutar contra todo o tipo de opressores e opressões que os tentavam manipular. Digo felizmente, porque estaria agora muito desgostoso de ver que a luta pela independência se tornou numa guerra civil, que os ideais e ideias se converteram em interesses e demagogias. Uma academia que devia prezar pela sua união, por defender os interesses de todos e cada estudante, de não deixar ninguém para trás, está-se a deixar consumir pela corrupção camuflada, pela sujidade ideológica, pela poluição de acções e acima de tudo pela ilusão de um poder efémero. Esta “virose” que tem vindo a afectar a comunidade académica no seu cerne, nas mais altas camadas da pirâmide, ou mesmo na “nata” como muitos se parecem sentir (diferentes), apenas traz descrédito pela posição dos estudantes e acima de tudo pelos representantes (não líderes) o que coloca cada vez mais esta importante fatia da sociedade (os estudantes) na cauda do pelotão de uma corrida que mesmo os que vão isolados à frente, terão dificuldade em ganhar.

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