A bronca está instalada na AAC


Ao longo da noite, o Denúncia Coimbrã foi nos dando mais novidades sobre o caso que está a alarmar a AAC neste começo de mandato de Eduardo Barroco de Melo. Desde o episódio das chaves à reunião que a DG teve nesta madrugada que só terminou pela manhã.

O referido blog fala que os motivos que levaram à demissão de João Alexandre foram de ordem política. Pressupostas negociatas políticas, falta de confiança no Secretariado-Geral de João Alexandre e apoios a candidatos… Pois bem, o Entre o Nada e o Infinito sabe que os motivos que levaram Eduardo Melo não se pretendem por tais acusações mas antes por algo por fundamentações que os comissários da Queima escreveram nos relatórios da mesma e que como tal não foram ainda dadas como provadas… Coisas bem piores e tão em voga no nosso Portugal, que para já, o vosso repórter não pode afirmar sem ouvir as palavras dos dois intervenientes principais neste processo.

Da reunião que a DG teve esta madrugada, poderão haver demissionários na recém eleita DG. Facto que mancharia definitivamente o mandato de Eduardo Barroco de Melo.

Segundo notícias que me chegaram, especula-se que o próximo secretário-geral da Queima das Fitas será Nélson Antunes, mais conhecido no mundo AAC por Bolas.

O que é certo é que este assunto vai abrir uma ferida enorme na paz podre que se fazia sentir na AAC. Será que por exemplo vamos ter a verdade sobre os acontecimentos do Forum AAC 2009? Ou será que os Orelhas e os outros 3 moços de Direito serão os únicos responsabilizados pelos incidentes? Vá, toca a falar. Toda a gente sabe quem fez o maior estrago, não sendo no entanto responsabilizado.

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7 thoughts on “A bronca está instalada na AAC

  1. Joao pedro diz:

    Es mesmo o verdadeiro jornalista. A fazer novelas e e a criticar tudo sem se quer saberes o motivo ao menos deixa o rapaz pronunciar-se. Queres que esteja tudo em bom ambiente e es o primeiro a fazer criticas e intrigas para criar o mau ambiente. E digo te que ja presenciei muitas queimas muitas mesmo e a da ano passado foi na minha opinião das piores mas nao é isso que esta em causa mas sim a tua atitude de lamurias para quem esta preocupado com a harmonia da associação….

  2. João Branco diz:

    Respondo-te à letra João Pedro,

    Primeiro não sou jornalista nem estou sequer nessa área de estudos.

    Segundo, não estou “a fazer novelas” porque não sou um dos intervenientes directos nesta história. Muito menos estou a criticar. Estou pura e simplesmente a relatar factos e no máximo a lançar bitaites sobre o assunto. Como é que me podes acusar de estar a criar mau ambiente se as pessoas que estão à frente dos órgãos da Academia são elas mesmas a criar mau ambiente e se eu estou simplesmente a relatar esse mau ambiente?

    E já agora o que é que tens a ver a ver com a minha atitude?

    Pá, em verdade te digo: se não gostas de ler aquilo que eu escrevo não vens. Se não gostas de ler opiniões, fechas essa boquinha e não vens para aqui armado em tanso criticar-me só por criticar.

  3. Vitor Ferreira diz:

    Não sei como é possível manchar a reputação deste blog! Tenho o autor pelo mais imparcial que existe! Ouvindo (sempre) os dois lados!
    Outros blogs tendem a tecer considerações sem sequer pensar no que publicam e que alguém com o mínimo de cérebro perceberá desde logo como tendencioso!

    Parabéns João! Continua na divulgação de “todas” as verdades e não só de algumas!

  4. João Branco diz:

    Vitor, desde já te agradeço o comentário.

    Quando criei o Entre o Nada e o Infinito, tratei imediatamente de apresentar os propósitos da sua criação. Esses propósitos poderão ser vistos logo no primeiro post que deixei aqui a 20 de Junho de 2010 (http://joaorbranco.blog.com/2010/06/20/entre-o-nada-e-o-infinito/) e no pequeno texto de apresentação que deixei no mesmo dia na barra lateral deste blog.

    Vais-me desculpar a maçada, mas para os mais distraídos, volto a transcrever as minhas palavras nos dois textos:

    “Foi no ano de 2005 que descobri a blogosfera. Nesses tempos, saltava de blog em blog para ler opiniões pessoais de outros bloggers sobre política, sobre música, sobre desporto, sobre os assuntos do quotidiano, basicamente, sobre um bocado de tudo e um bocado de nada…

    Passados alguns meses decidi criar o meu primeiro blog. Ainda nos modelos arcaicos da Blogspot. Chamava-se “the sarcastic way” e pelo ímpeto corrosivo da escrita, acabou por criar grandes ondas de manifestação: às vezes boa, às vezes má. No “The Sarcastic Way” escrevi durante quase 4 anos. Escrevi de tudo um pouco, postei sobre tudo um pouco e apenas me arrependo de todas as polémicas que criei na existência daquele blog que ao fim ao cabo estava morto à nascença.

    Os anos passam, as pessoas amadurecem e hoje sinto que a minha mentalidade é neste momento a indicada para começar um blog. Com tronco, cabeça e membros venho para aqui ser sincero, prometendo dizer aquilo que penso e postar sobre aquilo que marca a minha existência ao longo dos dias. Não o faço para me vangloriar ou para me auto-edificar mas sim para que vós (aqueles que vierem lerver) sintam prazer em vir cá vezes sem conta ver aquilo posto, comentar e até levar para as vossas existências todas as sugestões pessoais que aqui deixar.

    Ao contrário do “The Sarcastic Way” não é tempo de apenas criticar, mas também construir.”

    e

    ” Quero ser um racional num mundo de irracionais. Um justo num mundo injusto Quero tornar igual o que é desigual de modo a chegar à igualdade de uma sociedade pouco equalitária. Quero críticar, quero louvar, quero ser ácido para os que merecem a acidez. Quero ser doce para aqueles que são doces. No fundo, quero transparecer tudo aquilo que penso sem falsos rodeios, sem conveniências parvas e sem entrar em jogos de interesses. Quero ser sincero.”

    A imparcialidade nasceu comigo. Está-me no sangue assim como a crítica. A crítica fundamentada, bem argumentada, no tempo certo e na hora certa. A crítica que ataca factos, comportamentos, acções. O contrário daquilo que certos actores vem para aqui largar, ou seja, críticas sem qualquer tipo de fundamentação ou argumentação lógica e que me visam tentar destruir, abalar, amordaçar ou impedir de lutar pela verdade.

    Em alguns posts que aqui deixo, é a verdade que tento alcançar. Sempre a verdade. Sincero doa a quem doer. Verdade doa a quem doer. Sem medo de arriscar e sem pedir ganhos em troca. Aliás, quando criei este blog estava sapiente que iria perder mais do que ganhar. Sabia que poderia granjear amigos mas sabia que estes seriam menos do que os inimigos que as minhas opiniões iriam gerar.

    Nesse aspecto, digo-te as palavras que um dia um amigo meu me disse: se existe gente que usa argumentos ad-hominem no teu blog que só te visam atingir, é certo que tu estás mais próximo da verdade que eles ou então, estão a fazê-lo apenas para te impedir que relates a verdade. E de certa maneira, ele estava certo tomando em conta a quantidade de pessoas que vem aqui deixar comentários que me visam atingir apenas na minha esfera pessoal.

    Sei bem que não sou o detentor da verdade. Sei bem que por vezes, a minha argumentação pode estar errada. Nesses casos, sabes bem que sou o primeiro a dar a mão à palmatória e a assumir o meu erro. Se esse erro for benefico para que se descubra a verdade, acaba apenas por ser um erro inocente reposto pelos argumentos válidos de alguém.

    Uma coisa é certa. Nunca ninguém poderá acusar de ser tendencioso. Não tenho qualquer interesse em ser tendencioso. Apenas tenho interesse em dizer tudo aquilo que penso interiormente. Sem rodeios, sem falsos moralismos, sem meias-verdades…

    Abraço.

  5. Agostinho Oliveira diz:

    Caro João,

    Apenas um reparo em favor da verdade,

    Tendo sido comissário o ano passado sei bem do que estás a falar relativamente aos relatórios finais, e posso-te garantir que os mesmos são para reflexão interna, onde se apontam aspectos positivos e negativos de todos; não de uma maneira destrutiva mas sim em prol de uma melhoria das condições para os novos elementos da comissão central, neste caso a de 2011. O seu único e principal objectivo é o de dar a conhecer a estes, o que se fez bem e o que se fez mal, em jeito de reflexão e análise com vista a apurar-se o que se pode melhorar…A chamada análise a frio que qualquer boa organização supõe.
    Não é suposto servir para mais nada! muito menos de bode expiatório do que quer que seja!

    Mais, é triste quando documentos desta natureza que apenas podem ser entendidos por quem os elaborou e a quem lhes é explicado e comunicado o conteúdo e extensão nas reuniões do afamado “passar de pasta” entre ex e futuros comissários, se trazem a lume – primeiro de forma incompleta e imprecisa, e depois apenas relativamente a uma pessoa – estes assuntos. Fazem parecer que estamos numa caça às bruxas, ou que temos algum tipo recalcamento personificado no João Alexandre…

    Pergunto-me o porque de tal vileza? Contudo seria hipócrita se disse-se que já não me encontro habituado… (Este é que era um bom ponto de reflexão!)

    No meu entender deve-se reflectir e considerar o seguintes:
    1. A Queima das Fitas tem de ser o menos politizada possível;
    2. Equipa que ganha não se mexe, muito menos a menos de 2 meses do inicio das actividades da Queima;
    3. Atenção ao carácter sustentatório que tem (a meu ver mal) para a saúde económica da AAC a Queima das Fitas de à uns anos esta parte – o que esta instabilidade e imagem gera nomeadamente aos patrocinadores e/ou parceiros institucionais;
    4. Respeitem aqueles que foram eleitos pelos seus pares (comissários) dando-lhe a estabilidade que necessitam para que os estudantes, em especial os finalistas (que os elegeram), possam ter uma Queima das Fitas à altura dos seus anseios, rompendo de uma vez por toda com a ideia rota e oca da “antecâmara dos festivais de verão”! Que haja mais tradição, intervenção cívica, cultura e desporto…
    5. O SG não assina nenhum tipo de contrato seja de que natureza for e mais todos eles são assinados por elementos de Conselho Geral e Comissariado de cada área específica, aprovados à priori por uma maioria simples de 3 em 5, daí tirem as ilacções que quiserem.

    Dizer por fim também que,
    A Comissão Central de 2010 repugna as insinuações que têm por base de sustentação os seus relatórios, afirmando inequivocamente que as mesmas se encontram desenquadradas de sentido e não correspondem nem no espírito nem na letra à vontade e opinião de UM que seja dos Ex-comissários…

    Sem mais,

    bom sorte para este período de exames!

    /Agostinho Oliveira

  6. João Branco diz:

    Caro Agostinho,

    É de extremo valor o facto de tu (ex-comissário da Queima) teres vindo a este humilde espaço deixar a tua opinião. Desde já te aproveito para agradecer. O facto de te teres identificado e de me teres (pelo menos) esclarecido a mim no que toca a este assunto.

    De certa maneira, no que toca ao que explicitaste em relação aos relatórios dos comissários da Queima, tens razão. Os mesmos podem ser muito mal interpretados quando se muda de equipa.
    Também concordo quando dizes que a Queima deve ser o menos politizada possível. Afinal de contas é uma festas de estudantes aquilo que se está a tentar organizar!

    Depois de ter lido o teu comentário estou mais esclarecido no que toca a este assunto. Boa época de exames para ti também. Um dia destes encontramo-nos por aí e falamos pessoalmente. Abraço.

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