Tensões a oriente

O exército Sul-Coreano está a preparar um exercício na Ilha de Pyongyeong com começo marcado para amanhã e término na terça. Tal acontecimento poderá levar a novas tensões bélicas entre os dois países da Península Coreana.

Caso o referido exército “queira manter marcado o exercício”, o governo Norte-Coreano estará disponível para retaliar sobre o exercício do exército Sul-Coreano. Segundo informações de Pyongyang, a Coreia do Norte estará disponível para lançar um ataque de grande escala à ilha de Pyongyeong, maior que o ataque lançado a 23 de Novembro contra a mesma, causando quatro mortes (2 civis e 2 marinheiros Sul-Coreanos) e a destruição de dezenas de casas pertencentes a civis.

Quase toda a comunidade internacional já veio a público alertar para que se mantenha a calma nas relações entre os dois países. A China, como superpotência da região em questão, acabou por ser demasiado vaga na sua reacção.

Em outro prisma, a Comunicação Social apontou esta semana notícias que indicam que o Japão aumentou as suas forças militares devido à China. Segundo a Defesa Nacional Japonesa, a ameaça de armas nucleares vinda da Coreia do Norte e o crescimento da  força militar Chinesa, levaram a que se tomassem medidas no que toca a um aumento efectivo na defesa de antimísseis e na defesa nuclear.

Tóquio está com um relativo medo nas ilhas do Sul do país, visto que acredita que os Chineses aumentaram consideravelmente o seu poderio naval: “Pequim “moderniza rapidamente o seu exército e intensifica as suas actividades nas águas vizinhas ao seu território” e que “com a falta de transparência da China sobre as questões militares e de segurança, esta tendência é uma fonte de preocupação para a região e para a comunidade internacional.”

O Ministério da Defesa Chinesa, refuta as opiniões de Tóquio, reiterando que a China adoptou uma política defensiva: “A China continua a seguir uma via de desenvolvimento pacífico e a sua política de defesa nacional é defensiva. Não queremos ameaçar ninguém. “[Nenhum país] tem o direito de se designar como representante da comunidade internacional, tão pouco o de fazer declarações irresponsáveis sobre o desenvolvimento da China.”

As tensões entre a China e o Japão agravaram-se em Setembro com o acidente entre um barco de pesca Chinês e duas embarcações de patrulha Japonesas nas Ilhas de Senkaku, ilhas pertencentes ao mar da China (pretensões Chinesas) mas com soberania de Tóquio.

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