Aviso

Parece-me bem que nos últimos dias voltámos ao século XIX. Certas pessoas, cujos nomes e carácter não são nobres de mencionar para bem da minha saúde mental e da minha honra, estão a tentar fazer da minha vida um centro de cusquice, futilidade, má lingua, desonra e mesquinhice. Bem à Portuguesa, portanto…

Não tolero alcoviteirices…

A essas pessoas tenho que deixar publicamente um recado: eu vivo num país livre, onde sou livre de exercer um leque multidiferenciado de escolhas e opções de vida pessoais que a mim me cabem e cujas consequências dos meus actos sei à partida que podem existir, arcando com essas consequências caso os actos possam de certa maneira afectar outras pessoas ou Instituições.

A essas pessoas também tenho que mencionar o meu voto de louvor, por não serem capazes de chegar à minha beira de modo a largarem todas as frustrações, masturbações ou desabafos bacocos que sentem em relação a mim ou ao meu estilo de vida. Essas pessoas, limitam-se a entrar em joguinhos feudais do “diz que não disse”, do “fez que não fez” e do “esteve que não esteve” pelas costas, de forma vil e sem qualquer tipo de respeito pela minha cara e com o intuito de me lançarem criticas destrutivas que me possam denegrir junto daqueles que me são mais queridos.

O que me chateia portanto, não é o facto dessas pessoas não só mentirem sobre factos que só a mim me dizem respeito e que na realidade nunca se passaram, como de relatarem todos os passos que dou nesta cidade, com quem ando e com quem deixo de andar, com quem falo e com quem deixo de falar, com quem apoio e com quem deixei de apoiar.

Para finalizar deixo o aviso a essas pessoas, que todo este assunto me causa incómodo esperando obviamente que esta mensagem sirva para estancar toda essa onda indigente quanto à minha pessoa e à minha presença nesta cidade. Não irei tolerar mais ouvir por terceiros, qualquer tipo de lamentos ou má língua quanto aos meus passos, aos meus actos ou à minha personalidade. Quer o quiser fazer, dirija-se pessoalmente a mim, e na cara, tem todo o direito de me esclarecer ou criticar quanto à aquilo que o necessita de fazer pelas costas.
Como não irei tolerar relatos por terceiros de tamanhas barbaridades, a próxima vez que ouvir um “ai” sobre mim, vou virar fera e decerto que cabeças irão rolar.

Muito obrigado pela compreensão.

João Branco

2 thoughts on “Aviso

  1. o diz:

    Os comentários só passam quando as pessoas deixam de se expor a eles. E as pessoas vão se calar, ai se vão. Não por não terem nada para dizer, mas por não terem capacidade para acartar com os teus terramotos e réplicas deles todos os dias. Por terem mostrado preocupação e no final receberem silêncios. Por terem dado o seu tempo, e tu não dares nenhum a ti próprio para observar… a gravidade do que dizes e o que fazes.
    Esse conjunto de atitudes que julgas autênticas, dentro do país livre onde vives, só são válidos quando se respeita a boa vontade dos outros. Quando se respeita o facto que somos todos humanos e podemos ferir a susceptibilidade de qualquer pessoa com o mínimo acto.
    Não entendo a necessidade de haver um local no teu blog onde se possa comentar, se para ti, no teu intímo, só importa aquilo que dizes a ti mesmo.
    Lamento a minha sinceridade. Lamento a tua atitude.

  2. João Branco diz:

    Não detectando o comentário vindo de uma pessoa desconhecida, terei forçosamente que responder:

    A tua mensagem, pelo que se tem passado nos últimos dias, obviamente que não me passou em claro. Não sou assim tão tacanho para não compreender o que dizes, os esforços que fizeste comigo ou as tuas atitudes. Há muito que mudar em mim, admito. Sou imperfeito como todos os homens. Tirando essas imperfeições, será que tens telhados de vidro?

    Sabias bem que quando eu chego a um momento de desgaste e saturação, fico alterado, fico perdido. São fragilidades da minha personalidade. Nesses dias preciso de manter o silêncio para que a coisa não possa tomar outras proporções. Tu sabes bem disso.

    O teu ponto de vista acaba por ser um bocado radical. Não sou assim tão ditador como me queres pintar. Porque sou distraído não quer dizer que não ouça os outros e que não concorde com as opiniões que os outros me vão lançando ou até as críticas que os outros me vão apontando. No teu íntimo, pareces crer que sou um ser isolado numa redoma – isso é uma perfeita mentira que só tu alimentas. Por mais distraído que pareça, eu vou captando as coisas.

    Desculpa-me portanto, o tempo que te fiz gastar a ler este post e este comentário que acima deixo, desculpa todo o tempo que te fiz perder comigo.

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