Monthly Archives: Outubro 2010

Resultado insólito

O insólito aconteceu na 9ª Jornada da Liga Holandesa. No clássico entre o PSV Eindhoven e o Feyenoord, a equipa de Eindhoven (que lidera a liga com 24 pontos) goleou a equipa de Roterdão (penúltima) por 10-0 num jogo que não há memória nos Países Baixos.

Na partida, o Feyenoord jogou desde os 30 minutos em inferioridade numérica. O penúltimo lugar no campeonato é a prova viva de um histórico europeu (14 campeonatos, 11 Taças da Holanda, 2 Supertaças, 1 Taça dos Campeões Europeus, 1 Taça Uefa e 1 Taça Intercontinental) que está a passar por graves problemas financeiros e desportivos.

Vai muito mal este histórico, que ainda tem jogadores nas suas fileiras como Tomasson, Ron Vlaar, Biseswar e Tim De Cler.

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A informação dissemina-se…

O “Entre o Nada e o Infinito” chegou às 10 mil visitas em 4 meses de actividades + uns trocos (período compreendido entre 20 de Junho de 24 de Outubro). Aquilo que começou como uma “brincadeira em tom sério” tomou proporções das quais não estava efectivamente à espera.

4 meses depois, postei por 152 vezes e obtive 261 comentários. Meras estatísticas que só me dão ainda mais vontade de melhor a qualidade do blog. Espero ter no futuro a capacidade de chegar a uma plateia maior, cuja contribuição seja mais profícua para uma saudável discussão de ideias.

Na internet, a informação dissemina-se a uma velocidade louca, chegando a todas as partes do mundo, sem que nós bloggers tenhamos por vezes a noção que aquilo que postamos poderá estar a ser lido no outro lado do mundo.

A minha conta na plataforma Google Analytics dá-me preciosas informações que o “Entre o Nada e o Infinito” já foi lido por cerca de 1400 utilizadores, vindos de 41 pontos do território Português (Coimbra lidera com cerca de 250 leitores) e de 22 países estrangeiros (o Brasil lidera com 86 leitores).

Meras estatísticas que me agradam.

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Baptista perdeu

Para compreender melhor o post em questão, o caríssimo leitor deve começar por ler os posts anteriores que deixei neste espaço aqui e aqui.

Ruivo venceu Baptista. Baptista protestou sobre uma eventual ilegalidade e prometeu impugnar.

Baptista mandou impugnar e falou de uma presumível ofertasuborno por parte do assessor de José Sócrates (André Figueiredo) de um cargo numa empresa do sector público à sua escolha com uma remuneração mensal na ordem dos 15 mil euros para que o antigo presidente da Federação Distrital  renunciasse a sua re-candidatura a um 4º mandato consecutivo. Gerou-se a controvérsia que o deputado catalogou como “os acenos de 15 mil cenouras” que não eram mais que um cargo na CP, Refer ou no Metro.

Baptista tratou de disseminar a informação pela televisão, pelos jornais, pelas caixas de email de bloggers e pelos seus companheiros de bancada no Parlamento…

Figueiredo negou culpas e processou Baptista. André Figueiredo pode vir a  perder, mas Sócrates saiu novamente a ganhar.

Sócrates, atento desde Lisboa, não deu provimento às queixas de Baptista e o Conselho Nacional de Jurisdição do PS ordenou que não haverá lugar à repetição do acto eleitoral nas 10 secções da distrital de Coimbra em que a candidatura de Victor Baptista argumenta terem existido fraudes.

Vitória para Ruivo.

Baptista falou demasiado e demasiado mal. Por isso, perdeu… Quem mexe com determinados interesses numa altura destas, só pode acabar a perder… É assim a vida de quem é conhecido nas redondezas por ter certos telhados de vidro.

Agora é Ruivo quem manda… Ruivo e o antigo comuna que passou a socialista. Milagre!

Sabendo que Sócrates poderá estar a um passo de se demitir e que o país dentro de meses poderá ir a novas legislativas, Baptista é o primeiro a saltar da bancada socialista no Parlamento.

Tão mal que vai este Partido Socialista. A luta de Baptista prossegue para o Tribunal Constitucional.

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Que venham dias melhores

A busca incessante por uma brilhante fotografia num cenário de guerra, acarreta sempre o perigo e por vezes faz com que o fotógrafo seja obrigado a pagar um determinado preço.

O fotógrafo Português João Silva, pagou o preço pelo risco hoje, às portas da cidade de Kandahar no Afeganistão, o irredutível reduto dos Talibãs quando  junto de uma patrulha composta por soldados Norte-Americanos pisou uma mina artesanal…

João Silva foi levado de imediato para a base áerea de assistência da NATO em Kandahar, tendo sido operado. Da operação resultou a amputação (até ao joelho) das duas pernas. O seu estado é estável, sendo que nos próximos dias será transportado para um hospital Norte-Americano na Alemanha.

Este acontecimento dá-se de forma irónica no dia em que se afirmou publicamente que os soldados Portugueses deveriam ser imediatamente retirados do território Afegão…

Ao João Silva só me resta desejar as melhoras e transmitir-lhe um forte sentimento de esperança e energia para o futuro. Ainda existem muitas fotos por ser capturadas.

Um bom fotógrafo nunca desiste!

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Beira-Mar: Que presente? Que futuro?


Estou altamente solidário com a atitude de Mário Costa. Apesar do facto de reconhecer que este presidente falou de mais em alturas indevidas (os comunicados no intervalo dos jogos; as afirmações feitas à Rádio Terranova no intervalo do jogo contra o Fátima) creio que teve toda a legítimidade em bater com a porta na quarta-feira. É impossível trabalhar desta forma num clube onde os fantasmas das antigas direcções teimam em querer mandar mais que a actual direcção do clube.

As declarações de Mário Costa podem ser ouvidas aqui.

Já alguém parou para pensar porque é que as grandes colectividades da região de Aveiro estão a morrer lentamente? A resposta é simples: pelos mesmos motivos e acontecimentos como os que ocorreram na passada quarta-feira na Assembleia-Geral do Sport Clube Beira-Mar.

Nesse campo, já tivemos a experiência da desistência do projecto Aveiro Basket há alguns anos atrás. Agora temos a experiência actual do Beira-Mar.

Os fantasmas dos antigos dirigentes do clube reapareceram em força. Até os espanhois da Inverfutebol, a antiga parceira invísivel do clube reapareceu… na pele de credores. Mário Costa demitiu-se e deixou novamente o clube mergulhado em nova crise directiva. Aliada a uma crise financeira que parece insuperável. Porque os sanguessugas não deixam ninguém trabalhar em prol do bem-estar da colectividade. Porque os sanguessugas que outrora se denominavam como os salvadores do clube, reapareceram com um comportamento digno de quem se está a borrifar para as actividades do clube. Querem simplesmente fazer retornar o investimento que a título pessoal fizeram no clube.

O clube não necessita deste tipo de amigos.

3 milhões é a cifra que estes senhores reclamam: 108 mil euros para Artur Filipe (ex-presidente) 1,096 milhões para José Cachide (ex-dirigente) 1,2 milhões para a Inverfutbol pela bela merda que foram Dédé, Edgar e Delibasic, 100 mil euros para António Sousa, o mercenário…Os outros 600 mil pertencem a dívidas legítimas de antigos jogadores, que de acordo com as possibilidades do clube foram negociadas pela direcção liderada por Mário Costa.

Cachide quer os passes dos jogadores? Talvez também queira começar a penhorar o património dos sócios para pôr fim à divída que reclama não?

Serão Artur Filipe, José Cachide, Mano Nunes,  e os invisíveis responsáveis da “SA Lavagem de Dinheiro Inverfutebol” capazes de fazer melhor pelo clube? Então, dia 4 de Dezembro terão a oportunidade clara de ir a eleições e mostrarem no futuro que são melhores que Mário Costa… Por agora, fica a ideia que não o são e que noutros tempos nunca o foram…

Visto que não convém a estes senhores que o clube encerre portas, o clube terá todo o gosto que o próximo presidente seja alguém iluminado que consiga arrastar 30 mil pessoas para o estádio quando o clube jogue em casa, que consiga negociar contratos publicitários milionários, e que ao mesmo tempo consiga ser alguém capaz de liderar um clube perante a pressão de opositores chatos que estão sempre a agoirar e a reclamar dinheiro..

Com estas atitudes o que é que se espera do futuro do Beira-Mar? Que seja um clube que vá 1 época à Liga por cada 5 de 2ª Liga? Que tenha de abrir falência, mude de nome e recomece actividade nos distritais? Que o Estádio Municipal se transforme numa pista de motocrosse para os amigos dos credores?

Apesar disto, só lanço o meu apelo ao Leonardo Jardim e aos jogadores para que continuem a dar o seu melhor pelo clube. Amanhã há jogo em Paços de Ferreira. Queremos brio, queremos atitude, raça, espírito de sofrimento. Queremos os 3 pontos.

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Armour Love

La Roux – “Armour Love” – Álbum: La Roux (2008)

“You pull on your Armour
You put up defences
Why do you want to?
Because I’m here to protect you
 
So take it easy
I’ll make it so easy
You can lay your head down
And we’ll leave it til tomorrow
 
You seem to believe you belong to somebody else
When you leave me alone in this world
You know that I’m in hell
When you know what it’s like
To be lonely and by yourself(…)”

Não me magoes mais. Por favor, não magoes mais quem sinceramente gosta de ti. Não magoes mais quem te quer ver feliz.

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Peixe:Avião

Peixe:Avião – “Jogo da Quimera” – Álbum:  Madrugada (2010)

“No seu jogo
Sem vontade, sou mero pião
Preso pelo olhar movediço
Que me afunda inteiro pelo chão”

Vale bem a pena, pelo poema e voz do vocalista Ronaldo Fonseca.

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The Libertines

The Libertines – “Music when the lights go out” – Álbum: The Libertines (2004)

“Is it cruel or kind not to speak my mind,
and to lie to you rather than hurt you?
Well I’ll confess all of of my sins
after several large gins
but still I’ll hide from you,
hide what’s inside from you.

And alarm bells ring
when you say your heart still sings
when you’re with me.
Won’t you please forgive me?

But I no longer hear the music
Oh no no no no no(…)”

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A grandiosa luta de bastidores

Em tempo de tréguas académicas para ouvir o choro das guitarras de Coimbra, existe quem se continue a mexer nos bastidores do nº1 da Padre António Vieira. Isto de brincar às academias tem muito que se lhe diga. Por vezes, todos os movimentos hipócritas que se fazem nas costas dos rivais mais parecem as estratégias de actuação dos tansos que andam por aí numa casa na Venda do Pinheiro a brincar aos reality-shows.

Os meninos ora acordam com a disposição de dar palmadinhas nas costas das pessoas, como no outro dia acordam com a vontade expressa de mudar a casaca mas continuar a bater palmadinhas nas costas dos mesmos. Um dia és o bom, no outro és o vilão, és o mau da fita.

A sacanagem, essa, é que nunca termina. Por mais que uns implorem que é preciso acabar com as guerrinhas fracticidas no plano interno, vindas de quem realmente aparece a jogar em vários tabuleiros ao mesmo tempo, todo esse esforço acaba por ser inútil.

É preciso então que se corram para fora certos vícios da casa, antes que a guerra cause mortos.

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Um verdadeiro poeta

” Tive dois anos em que mais valia ter fechado os olhos e só acordar agora (…) Em Milão acordava a chorar para ir aos treinos. hoje acordo a sorrir”

Ricardo Quaresma, ín Jornal Público, 18-10-2010

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O Metro Fantasma

A ambição era elevada, mas o carcanhol, o verdinho, a guita faltou e o candidato, obviamente demitiu-se.

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Um dia vou ganhar o Nobel…

– Um dia vou ganhar o Prémio Nobel ou o Pullitzer.
(Silêncio vago)
– Tu nunca vais ganhar nada. Nem o teu respeito. Não és nada de especial, nunca serás nada de especial. Pensas que és alguma coisa, mas isso não passa de uma ilusão na tua cabeça. No fundo, és zero, és um grão de poeira no universo.
– Vou ganhar o Prémio Nobel sim. É preciso ter-se colhões para ganhar o prémio Nobel. É preciso ter-se colhões para não fazer nada. É preciso ter-se colhões para fazer aquilo que nunca foi feito porque nunca ninguém teve colhões para o fazer.
– Nada vais ganhar nesta vida, meu cabrão…
(Silêncio vago. Acendem-se dois cigarros em simultâneo)
– Vou sim. Porque acredito na minha escrita. Acredito que o mundo é capaz de nos surpreender todos os dias com mais podridão e o facto de a interpretar e de andar aí pelas ruas todo melancólico faz por mim um artista de gabarito.
– Não faz de ti mais do que um tolo que acredita que pode mudar o mundo sozinho.
– Merda, não me compreendes. Ninguém me compreende. Não fazes o mínimo esforço para me compreender. Sou diferente, mas tu não vês isso. Tenho pose de grande intelectual, mas tu não o consegues ver. É essa pose que me faz crer que um dia vou ganhar o Nobel.
– Continuo a dizer que nada vais ganhar a não ser um frigorífico num desses programas baratos de televisão. Nem os teus 15 minutos de fama terás, visto que apenas irás dizer diante das câmaras que te sentes feliz antes do apresentador te cortar a palavra porque não tem mais tempo disponível para que sorrias com esses dentes feios da tua própria pose popularucha.
– Vou, vou ganhar porque escrevo bem. E as pessoas vêm ter comigo porque escrevo bem. As gajas vem ter comigo porque escrevo bem, fumo umas ganzas e tenho a mania do melodrama. Batem-me todos palmadinhas nas costas, mas  no meu íntimo não acredito que as pessoas todas tenham boas intenções.
(Risos)
– Essas gajas vem ter contigo porque lhes fazes todos os favores que os ricalhaços que as fodem se recusam a fazer. No fundo, és o tanso, o parvinho que acredita que elas vêm ter contigo porque te acham engraçado e inteligente. Mal tu viras costas, os betinhos de meia tigela aparecem ao volante de uma bruta bomba desportiva para te levarem as donzelas a passear. Tu ficas a ver barquinhos.
– Mas eu… eu tenho a pose que elas curtem. Ando por aí nesta cidade e revelo toda a hipocrisia com  que me deparo.
– Tu, tu nada tens. Julgas-te diferente e realmente és… és um anormal que toda a gente enxota. És fraco, és frágil e cedes facilmente quando os interesses dos outros se intrometem nos teus.
– Mas qualquer dia vou ganhar o Nobel e vou calá-los para sempre
(Silêncio vago)

– Nesta cidade recheada de hipocrisia, tudo parou no tempo. As pessoas pararam no tempo, o trânsito parou no tempo, os autocarros estão sempre atrasados porque houve um dia em que se atrasaram nos tempos, as lojas pararam no tempo, a música parou no tempo, a moral parou no tempo e só a poesia não parou no tempo porque é intemporal.
(Silêncio. Apagam-se dois cigarros em simultâneo e do término da sua luz, volta o escuro da noite)
– Lá estás tu com esse teu pensamento de velho… Não tarda muito estás na reforma e nada ganhaste… Nem Nobel, nem gajas, nem o caralho que te foda.
– Estou-me a cagar. Afinal de contas só disse que queria ganhar o Nobel ou o Pullitzer. Estou-me a cagar para essas gajas que andam aí pelas discotecas a dar o corpo aos tipos do capital. São todas umas galdérias.
– Incluis portanto todas aquelas que te venderam o amor como quem vende um sabonete num supermercado?
– Não. Essas são especiais mas pertencem à categoria de ex-namoradas. Gajas de merda. Merda de gajas.
– Estou a ver… (Esboça uma resposta mas acaba por se remeter ao silêncio de quem observa uma resposta que não é mais que uma desculpa estúpida de quem acabou de levar com os pés de uma gaja)
– Por isso vês que é sobre mim que descai o cosmos de toda a sapiência humana…
– De toda a atitude de convencido, afirmo…
– Sim, porque eu uma vez irei calar-te porque vou ganhar o Nobel. Se não for o Nobel, vencerei o Pullitzer.
– Mas tu só escrever merda. Afinal de contas, andas por aí abandonado nessa cidade para escreveres merdas que ninguém quer ler?
– Toda a gente quer ler…
– O quê? Essas merdas que tu escreves? Deves estar é doido. Se quisessem ler, pagavam-te para ler. Ajoelhavam-se para ler. Algumas gajas, faziam-te um broche para ler uma única linha.
– Estás a ser precipitado. Estás a ser radical. Eu sou um génio.
– Se o fosses, toda a gente te convidava, toda a gente sorria para ti e te pedia inúmeras coisas.
(Cala-te Saramago, cala-te Lobo Antunes, cala-se o outro que existe dentro de mim que não pede autorização para se transformar num mau, num bicho, num idiota)
– Não pedem porque tem medo de mim. Tenho a vontade de espancar alguém a qualquer momento.
– Ainda não percebeste que não és um génio. És só um maníaco-depressivo que anda por aí aos caídos, à espera da inspiração para escrever um amontoado de palavras que no fundo só expressam a merda que és…
– Mas. Mas eu só disse que ia ganhar o Nobel. Se calhar, o Pullitzer.

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Estalou a bronca no PS Coimbra

No passado domingo, neste post, anunciava a vitória do advogado Mário Ruivo para a Federação Distrital do PS.

Uma vitória (cujo candidato fez questão de frisar via facebook) que se deve ao grande trabalho de um antigo militante do Partido Comunista Português e da Juventude Comunista Portuguesa. Se Marx um dia afirmou que o Comunismo era só a teoria económica para se chegar ao Socialismo, existe em Coimbra quem leva à letra as palavras do grande pensador. “Mais um que passou de Hippy a Yuppy, portanto…”

Victor Baptista, o presidente em funções que visava a re-eleição para um 4º mandato perdeu e desde logo manifestou a possibilidade de fraude nestas eleições. Decidiu impugná-las. De acordo com um documento que foi parar para a minha caixa de email, a direcção de campanha do deputado detecta 16 irregularidades graves nas mesas de voto das secções de Ameal, Taveiro, Torres do Mondego, Borda do Campo, Buarcos, Figueira, Mira, Praia de Mira, Miranda do Corvo, Meãs do Campo, Penacova, Cumieira, Soure, Poiares, Figueira de Lorvão e Tentúgal.

Segundo o referido comunicado, detectaram-se as seguintes irregularidades:

” Em Tentúgal, o caderno eleitoral foi entregue fora de prazo com, alegadamente, assinaturas falsas já confirmadas por escrito pelas pessoas em questão. Tal gravidade motivou uma Participação-Crime pela candidatura cujo primeiro subscritor é o camarada Victor Baptista.”

“Em Taveiro, apoiantes de Mário Ruivo acrescentaram à mão nomes no caderno
eleitoral de cidadãos (desconhece-se se são militantes do PS), para que estes exercessem o direito de voto.”

“No Ameal e na Cumieira, foram efectuados pagamentos na mesa de voto de quotas em dinheiro, violando o Regulamento de Pagamento de Quotas do PS e os Estatutos do PS.”

“Nas restantes secções utilizaram-se papéis, imitando recibos, para pagamentos de quotas (papeis sem número de contribuinte; sem identificação da tipografia onde foi impresso; sem código de isenção de IVA), violando o Código do IVA, o Regulamento de Pagamento de Quotas do PS e os Estatutos do PS.”

(transcrição automática de uma parte substancial do documento)

Daí que o COC (Comissão Organizadora do Congresso) deliberou que as eleições se voltassem a realizar nas 15 mesas de voto em que aconteceram irregularidades, como “As Beiras” anunciam hoje no seu site.

No referido post de domingo por mim publicado, deixei como conclusão se tudo isto não era uma tramóia de Socrates para tramar Victor Baptista. Deixei esta frase por um motivo lógico, que naturalmente se pode ver no vídeo em baixo em que o actual deputado da Assembleia da República acusa o assessor de José Sócrates de o aliciar para cargo numa empresa pública.

A culpa eram das cenouras de 15 mil euros mensais!

E agora Ruivo, em que ficamos?


Será que nem a jogar ao berlinde os Socialistas se conseguem entender e jogar limpo?

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The Futureheads – First Day

EP: First Day (2003)

“Welcome to a new Job
Hope you have a wonderful first day
We are so happy to have you join the team
You are so lucky on your first day and they say

This is the job people die for
Hope you ready for the next stage
A lot of people work in the same place
Don´t let them get in your way

(…)

And they say faster, faster it´s time to take you to the next stage
But it´s only your first day and you´re not ready to the next stage
And they say faster faster it´s time to take you to the next stage
And it´s something that you like to talk about

But it´s only your first day(…)”

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O futuro dos videojogos em Portugal

O melhor videojogo alguma vez inventado neste país: “Deixem cair o Socrates”. Aqui


Créditos: João Jorge

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Orçamento de Estado

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/w5OitU4zrQzAhP9p3VDp/mov/1

Com os indicativos que pretende passar ao povo para o próximo ano, não tenha dúvidas Sr. Ministro: a coisa vai ser chumbada.

Prepare-se então para receber os seus amigos do FMI!

Pior que isso será a crise política que se irá instalar nos destinos da governação deste país… Essa já a alertei publicamente aqui.

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Chupacabras

Porquê? Porque é que na Associação Académica em termos de secções culturais uns são tratados de uma forma e outros de outra? Quando toca a colaborar com a Academia, a uns é pedida solidariedade (trabalho pro-bono) a outros são dadas mordomias…

Exemplo disso é a Seccão de Jornalismo, que para falar daquilo que se passa na Academia, requer que se passe factura?

“A Cabra” não quer que os outros interfiram no seu trabalho, mas se for a dinheiro tudo é negociável. Tudo pode ser negociável quando o papel é de borla. Falando em papel, quem é que não anda a cumprir o seu papel?

Os chupacabras estão finalmente descobertos…

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New Order – “Bizarre Love Triangle” – Álbum: Substance (1987)

Depois de tudo o que me fizeste sofrer, reconheço que o meu erro ainda é o de te amar. Vejo-te passear pelas ruas com outro e ainda te consigo amar. Vejo que és feliz com essa pessoa mas que não tens metade da felicidade que tinhas comigo e ainda te consigo amar. Desde o fim, nunca quiseste encetar um único dialogo comigo, mas ainda te consigo amar. A minha revolta não é mais que a transformação de um sentimento em que declaradamente estou louco de saudades tuas. É essa a saudade fulminante que me mata por dentro, que me consome todos os sentimentos e que me impede de ver outra pessoa como te vejo a ti.

Passou 1 ano desde o fim e nestes 365 dias não houve um em que a tua imagem não me viesse à cabeça. As recordações atingem-me na parte mais profunda do meu ser. Sinto falta da tua presença, do teu cheiro, dos poemas que para ti escrevia, da tua voz, dos teus mimos… Sinto falta do tudo que eras para mim. Eras tudo. Continuarás a ser tudo.

Sei que nunca irás voltar, mas ainda te amo.

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Soa-me a obra prima

Modest Mouse – “The stars are projectors” –  Álbum: Moon and Artactida (2000)


“In the last second of life, they’re gonna show you how
How they run this show, sure, run it into the ground
The stars are projectors, yeah
Projectin’ our lives down to this planet Earth
The stars are projectors, yeah
Projectin’ our minds down to this planet Earth”

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